Eu, a Sara, 36 anos, ainda sentia o corpo formigar só de lembrar daquela cena. Eu estava ali, escondida atrás de uma árvore perto da piscina, com a calcinha encharcada escorrendo pelas coxas. Meu Deus, ver o meu próprio filho, o Flávio, com aquela pica grossa e veiosa de 22 centímetros balançando no ar, enquanto a Valéria e a Daniela disputavam ela com a boca... aquilo mexeu comigo de um jeito que eu nunca imaginei. Eu me casei cedo, aos 16, grávida do Flávio. Depois veio a Valéria. O casamento foi bom, apesar de tudo, mas depois que o pai deles morreu, fiquei só vivendo pro trabalho e pros filhos. O sítio era nosso refúgio, longe de tudo, só o caseiro cuidando. Mas ele saiu, eu marquei entrevista pro novo, e os dois foram sozinhos na sexta. Eu resolvi ir no sábado de surpresa. E que surpresa, hein? Fiquei espiando, o coração batendo forte. O Flávio deitado na espreguiçadeira, pelado, aquela pica dura apontando pro céu, grossa como meu pulso. A Valéria, minha filha de 18 anos, com a bunda arrebitada igualzinha à minha, ajoelhada de um lado. A Daniela, amiga dela, do outro. As duas lambendo, chupando, babando naquela rola enorme. - Vai maninha, chupa gostoso essa pica... ai que tesão... vou comer vocês duas hoje... vai Dani, coloca minha pica todinha na sua boca safada. A Valéria segurava a base, lambendo as bolas pesadas do irmão enquanto a Daniela tentava engolir. Só entrava metade, mas ela forçava, engasgando, saliva escorrendo pelo queixo. Elas se beijavam com a cabeça da pica no meio, línguas se enrolando, gemendo baixinho. Eu apertava as coxas, sentindo minha buceta latejar. Dois dedos já estavam dentro de mim, molhados até o pulso. Flávio gemia rouco, segurando o cabelo delas. - Porra, que boquinhas quentes... chupem mais fundo, vai... engolem esse cacete do irmãozinho de vocês. A Valéria subiu primeiro. Abriu as pernas, a bucetinha rosada brilhando de tesão, e foi descendo devagar. Vi cada centímetro daquela pica grossa sumindo dentro dela. Ela rebolava, subia e descia, os seios pulando. - Meu Deus... que loucura... que pica mais gostosa... ai maninho... tá enchendo minha bucetinha toda... aiiii... que delícia... mais fundo... me fode com força... Ela cavalgava desesperada, a carne batendo, molhadinha escorrendo pelas bolas do Flávio. Eu me masturbava no mesmo ritmo, imaginando aquela rola me invadindo. A Dani chupava o grelinho da Valéria enquanto ela subia, lambendo o pau que entrava e saía. - Vem Dani, chupa o cacete do meu maninho e minha buceta junto... lambe tudo, sua safada... A Dani obedecia, língua correndo pelo pau melado e pela buceta inchada da minha filha. Valéria gemia alto, sem vergonha. - Aiiii... tô gozando... não aguento... que tesão... maninho... sua pica tá me matando de prazer... Ela tremeu toda, gozando forte, apertando a rola com a buceta. Depois saiu, quase toda a pica brilhando de meladinha dela, e a Dani montou. A buceta da Dani era um pouco mais apertada, demorou pra engolir tudo, mas quando sentou, soltou um gemido gutural. - Nossa... que pau gostoso... como é grande... tá entupindo minha bucetinha... aiiii que delícia... se soubesse que essa pica era tão boa já tinha dado pra você antes, Flavinho... me fode... me arromba... Ela subia e descia com força, bunda batendo nas coxas dele. Flávio segurava os quadris dela, metendo de baixo. - Toma sua vadia... engole tudo... que buceta quente... aperta meu cacete... Valéria sentou na cara do irmão, esfregando a bucetinha molhada na boca dele. Os beijos entre as meninas eram loucos, línguas se enroscando, gemidos abafados. Eu via tudo de perto: a pica enorme entrando e saindo, esticando a buceta da Dani, os lábios inchados agarrando a rola. Flávio não aguentou. - Porra... tô gozando... vou encher vocês... As duas saíram rápido e atacaram a pica com a boca. Chupavam juntas, se beijando com a cabeça entre os lábios. Ele jorrou, jatos grossos de porra branca caindo nas línguas, no rosto, nos peitos. Elas disputavam cada gota, lambendo, engolindo, gemendo satisfeitas. Eu gozei ali mesmo, mordendo o braço pra não fazer barulho, pernas tremendo. Saí de fininho, voltei pro carro, esperei uns minutos e toquei a campainha como se tivesse acabado de chegar. Meu coração ainda disparado, buceta pulsando só de pensar em como ia fazer aquela pica entrar em mim. - Mãe! Chegou cedo! - Valéria veio correndo, cabelo bagunçado, rosto corado. Eu sorri, fingindo normalidade. - A entrevista foi rápida. Vim aproveitar o resto do dia com vocês. Flávio apareceu de short, ainda com aquele volume marcando. Daniela sorriu tímida. Passamos a tarde na piscina, mas eu não conseguia parar de olhar. Toda vez que o Flávio saía da água, o short molhado colava, mostrando o contorno da rola. Eu cruzava as pernas, apertando. À noite, depois do jantar, a gente tomou umas cervejas na varanda. O clima estava quente, a lua cheia iluminando o sítio isolado. Valéria e Daniela riam, trocando olhares. Eu sabia o que elas queriam. - Mãe, vai tomar banho? A piscina tá ótima ainda - disse Flávio, olhos verdes brilhando. Fui pro quarto, tomei banho demorado, passei creme no corpo, vesti um shortinho curto e uma camiseta fina sem sutiã. Voltei pra varanda. Eles já estavam na piscina de novo, pelados. Dessa vez não escondi. Fiquei olhando da borda. - Vem mãe, a água tá quente - chamou Valéria, nua, seios empinados. Eu tirei a roupa devagar, sentindo os olhares. Meu corpo ainda firme, bunda arrebitada, buceta depilada brilhando. Entrei na água. Flávio se aproximou. - Mãe... você é linda pra caralho. Eu não resisti. Segurei o rosto dele e beijei. Língua entrando, urgente. Valéria e Daniela se juntaram, mãos por todo meu corpo. - Deixa eu sentir essa pica, filho - sussurrei, descendo a mão. Segurei aquele cacete grosso, latejando. Era maior do que eu imaginava. Comecei a masturbar devagar. - Ai mãe... que mãozinha macia... me chupa... Ajoelhei na borda rasa. Valéria e Dani seguravam o pau, oferecendo pra mim. Lambi a cabeça, sentindo o gosto salgado. Depois abri a boca e forcei. Entrou bastante, esticando meus lábios. - Porra mãe... que boca gulosa... engole mais... vai... Chupei com vontade, babando, engasgando, olhos lacrimejando de tesão. Valéria chupava minhas tetas, Dani metia dedo na minha buceta. - Que buceta molhada da mãe... tá louca pela pica do filho, né safada? - Tô... quero tudo... me fode Flávio... Eles me tiraram da água. Me deitaram numa espreguiçadeira. Flávio abriu minhas pernas, lambeu minha buceta devagar, sugando o grelinho inchado. - Aiii filho... que língua boa... lambe a buceta da mamãe... ai que delícia... Valéria sentou na minha cara. Eu chupei a bucetinha dela, sentindo o gosto da porra do irmão ainda ali. Daniela chupava o pau do Flávio. Depois Flávio se posicionou. A cabeça grossa roçando minha entrada. - Vai mãe... quer meu cacete? - Quero... enfia tudo... me arromba... Ele empurrou. Centímetro por centímetro, esticando minha buceta madura. Doeu gostoso no começo, depois só prazer. - Aaaaaai... que pica enorme... tá me rasgando... mais fundo... me fode filho... Ele metia forte, bolas batendo na minha bunda. Valéria e Dani lambiam meus mamilos, dedo no meu cu. - Que buceta apertada mãe... tá apertando meu pau... vou te comer todo final de semana agora... Gemidos desesperados enchiam o sítio. Eu rebolava, cravando as unhas nas costas dele. - Mais forte... me quebra... aiii... tô gozando... porra... que delícia... Gozei jorrando, esguichando na pica dele. Flávio não parou. Me virou de quatro, enfiou de novo, metendo fundo. Valéria debaixo de mim, chupando meu grelinho enquanto o irmão me fodia. Daniela sentou na cara da Valéria. Era uma loucura de corpos, suor, gemidos. - Toma mãe... toma o cacete do seu filho... vai levar porra dentro dessa buceta gostosa... - Goza dentro... enche a mamãe... aiiii... Ele gozou forte, jatos quentes enchendo minha buceta. Eu tremia, gozando de novo. Depois foi a vez das meninas. Flávio fodeu as três, uma depois da outra, trocando de buraco. Eu chupei o cu da Valéria enquanto ele comia ela. Dani sentou no meu rosto. Horas de sacanagem sem parar. De madrugada, exaustos, deitamos juntos na cama grande. Corpos colados, mãos ainda se tocando. - Isso vai ser nosso segredo... todo final de semana no sítio - sussurrei. Flávio beijou meu pescoço. - Pode deixar mãe... essa pica é de vocês agora. E assim começou nossa nova vida. Cheia de tesão, porra, bucetas molhadas e gemidos que ecoavam pelo sítio isolado. Eu nunca me senti tão viva. Na manhã seguinte, acordei com a boca do Flávio no meu peito. Ele chupava o bico devagar, mão entre minhas pernas. - Bom dia mãe... sua buceta tá inchada ainda... quer mais? Abri as pernas sem falar nada. Ele desceu, lambeu tudo, enfiando língua fundo. - Aiii... come a mamãe de novo... que filho safado... Valéria acordou e se juntou, beijando minha boca enquanto o irmão me comia. Daniela filmava com o celular, sorrindo. - Olha como a mãe engole a pica... que puta gostosa... Flávio me fodeu de lado, devagar no começo, depois forte. Cada estocada fazia meus seios balançarem. - Que buceta gulosa... aperta filho... aiiiii que gostoso... Troquei pra cima dele, cavalgando devagar, sentindo cada veia da pica roçando dentro. - Rebola mãe... mostra pra maninha como se faz... Valéria sentou no rosto dele. A gente se beijava por cima, tetas se esfregando. Gemidos altos de novo. - Aaaaaah... tô gozando de novo... porra... Gozei tremendo, leite escorrendo pela rola. Ele me tirou e enfiou na Valéria, depois na Dani, revezando. Eu chupava as bolas dele enquanto ele comia as duas. Passamos o dia todo assim: na piscina, na cozinha, no sofá. Cada canto do sítio virou palco de sacanagem. Eu descobri que adorava levar no cu também. Flávio lubrificou com saliva e foi enfiando devagar. - Relaxa mãe... vai caber... que cu apertado... - Aiii... devagar... tá doendo gostoso... enfia tudo... me arromba o cu... Quando entrou todo, eu gritei de prazer. Ele metia devagar, depois mais rápido. Valéria enfiava dedos na minha buceta ao mesmo tempo. - Duplamente... que delícia... tô cheia... aiiii... goza no meu cu filho... Ele gozou fundo, porra quente enchendo meu intestino. Eu gozei tão forte que quase desmaiei. E assim foi o final de semana inteiro. Conversas sujas, diálogos sem filtro. - Mãe, sua buceta é melhor que a da maninha... mais molhada, mais apertada. - Cala a boca e me fode, filho da puta... enche a mamãe de porra de novo. Valéria ria. - Olha a mãe virando puta... adoro... Dani: - Quero aprender a chupar assim também... me ensina Sara... Eu ensinava, de boca cheia de pica. No domingo à tarde, antes de voltar, fizemos uma última rodada longa. Os quatro na cama grande. Flávio deitado, eu cavalgando a pica, Valéria sentada na cara dele, Dani chupando meu cu enquanto eu subia e descia. Gemidos desesperados, corpos suados colados, cheiro de sexo no ar. - Mais rápido mãe... me ordenha com essa buceta... - Tô quase... aiii... que pica... vai... goza comigo... Gozei gritando, ele jorrando dentro. As meninas gozaram também, lambuzadas. Voltamos pra cidade exaustos, mas com planos pro próximo final de semana. O caseiro novo que se foda. O sítio agora era nosso templo de sacanagem familiar. Eu, Sara, finalmente encontrei o tesão que faltava. E olha, não parei mais. Todo sábado era isso: picas, bucetas, cus, porra pra todo lado, gemidos até perder a voz. Uma família unida do jeito mais safado possível.
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