A casa estava silenciosa naquela noite, o tipo de silêncio que só existe quando a mãe viaja pra casa da vovó. Eu, Dani, com meus 20 anos, 1,69 de altura, 57 quilos de corpo branquinho e cabelos longos caindo pelas costas, deitava na cama usando só uma camisolinha fina. Meu pai, aquele alcoólatra nato que a família evangélica fingia ignorar, tinha saído de novo. Eu esperava, o coração batendo forte no peito. Tudo começou quando eu tinha 18. Eu via ele chegar bêbado, puxar minha mãe pro quarto e passar horas lá. A curiosidade me consumia. Uma noite, me aproximei da porta entreaberta e espiei. Lá estava ela, de joelhos, com a rola grossa do meu pai na boca. Ele segurava os cabelos dela com força, enfiando fundo. - Chupa, cachorra! Coloca toda a minha rola na boca, vai, engole! Minha mãe gemia abafada, saliva escorrendo pelos cantos da boca enquanto ele metia com vontade. Quando ele gozou, gemendo rouco, o corpo tremendo, eu senti um calor estranho entre as pernas. Aquilo me perturbou, mas também me fascinava. A partir daí, toda noite eu esperava o show. No feriado, quando minha mãe viajou, a coisa mudou. Na noite anterior, eu tinha visto pela primeira vez ele chupando a xaninha dela. A língua dele lambendo o grelinho, os dedos abrindo os lábios carnudos. Eu fiquei ali na porta, mão dentro da calcinha, me tocando desesperada. Gozei tanto que minhas pernas tremeram, imaginando que era eu na boca dele. Naquela noite, depois que ele saiu pra rua, eu me deitei sem calcinha, só de camisolinha. Cochilei, mas acordei com os passos cambaleantes no corredor. A porta do meu quarto abriu devagar. Fechei os olhos, fingindo dormir, o coração disparado. Senti o lençol sendo levantado, a camisolinha subindo. Um facho de lanterna iluminou minha bucetinha lisinha, sem pelo nenhum. - Tá ficando gostosa pra caralho... - ele murmurava baixinho, bêbado. O dedo dele roçou por cima da camisolinha primeiro, depois desceu e tocou direto na pele quente. Ele esfregava devagar, circulando meu grelinho inchado. Eu mordia o lábio pra não gemer alto. Ouvi o barulho ritmado da mão dele se masturbando, depois um gemido rouco baixo. Ele gozou ali, no chão do meu quarto, e saiu cambaleando. Eu não aguentei. Meti dois dedos na buceta molhada e me masturbei duas vezes seguidas, gozando com o nome dele na boca. No dia seguinte, repetiu. Eu tirei a calcinha de propósito, abri um pouco as pernas e esperei. Ele entrou, viu minha bucetinha exposta e pirou. - Que buceta gostosa, filha! Adoro buceta de menina, lisinha assim, sem pelo nenhum. Que filha safada... Ele caiu de boca. A língua quente e molhada lambeu meus lábios vaginais devagar no começo, depois com gula. Chupava meu grelinho com força, sugando, passando a língua rápida. Enfiava a ponta da língua dentro da minha entradinha apertada, fodendo devagar. Os dedos abriam meus lábios, ele babava tudo. - Hummm... que xaninha doce, filhinha. Tá molhada pra mim, né? Eu queria gritar de tesão, mas me segurava. Ele chupava como um animal faminto, o nariz esfregando no meu clitóris. Quando ele esfregou a cabeça grossa da rola na minha bucetinha, eu quase gozei só com aquilo. A cabecinha quente deslizando entre meus lábios, molhando tudo de pré-gozo. Ele enfiou um dedo com força. Ardeu pra caralho, mas o prazer veio junto. Chupava meus peitinhos pequenos com fome, mordendo os bicos, puxando. Senti o jato quente dele gozando nas minhas coxas. Ele saiu rápido. Passei a noite toda me tocando, enfiando dedos, imaginando a rola dele me arrombando. De manhã, na cozinha, ele entrou com cara de culpado, cabeça baixa. - Filha... me desculpa. Bebi demais ontem, não lembro direito. Não conta pra sua mãe, pelo amor de Deus. Eu olhei pra ele, o corpo ainda latejando de tesão. - Não conto se você repetir tudo. E dessa vez tira minha virgindade com essa pica grossa. Ele arregalou os olhos, surpreso. - Você... gostou? - Gostei pra caralho, pai. Faz tempo que eu espio você comendo a mamãe. Quero chupar sua rola e sentir você me fodendo de verdade. Ele não pensou duas vezes. Baixou a calça ali mesmo na cozinha e tirou aquela pica grossa, já meio dura. - De joelhos, filhinha. Chupa o pau do papai. Eu me ajoelhei, como tinha visto a mamãe fazer tantas vezes. Segurei a base grossa, senti o cheiro forte de homem. Lambi da base até a cabeça, depois abri a boca e engoli o máximo que consegui. - Isso, filhinha... chupa gostoso. Que boca quente da porra. Você mama melhor que sua mãe, caralho. Ele segurava meus cabelos longos, guiando minha cabeça. Eu babava, engasgando um pouco, mas não parava. A saliva escorria pelo queixo, pingando nos meus peitos. Ele gemia rouco, empurrando mais fundo. - Vai, engole mais. Que putinha safada... minha filhinha chupando rola. Ele me levantou, me colocou deitada na mesa da cozinha, abriu minhas pernas bem abertas. A luz do dia iluminava tudo. Ele viu minha bucetinha rosada, molhada, aberta. - Olha essa xaninha... linda pra caralho. Caiu de boca de novo. A língua entrava fundo, fodendo minha entradinha, depois subia pro grelinho, chupando forte. Ele dava corda nos meus peitos, apertando, beliscando os bicos. Eu gozei na boca dele, o corpo convulsionando, gemendo desesperada. - Aiiiiiii, pai... tô gozandoooooooo... não para, por favor! Ainda estava gozando quando senti a cabeça grossa da rola dele pressionando minha entrada. Ele empurrou de uma vez. A dor foi forte, rasgando minha virgindade. - Aaaaiii! Dói, pai... mas não para! Ele grunhiu, excitado com meus gemidos de dor. - Aguenta, filhinha. A bucetinha da minha filha é apertada pra caralho. Vou te arrombar direitinho. Ele metia com força, cada estocada fundo, as bolas batendo na minha bundinha. A dor misturava com um prazer insano. Eu gemia alto, unhas cravando nas costas dele. - Mais forte, pai! Me fode... enfia essa pica toda na minha bucetinha virgem! Ele acelerava, suado, bêbado de tesão. Chupava meus peitos enquanto metia sem parar. O barulho molhado da pica entrando e saindo enchia a cozinha. - Que buceta gulosa... tá me apertando todo. Goza no pau do papai, vai! Eu gozei de novo, o corpo tremendo inteiro, pernas apertando a cintura dele. Ele urrou, enfiando até o fundo e gozando dentro de mim, jatos quentes enchendo minha bucetinha. Caímos os dois na mesa, ofegantes. Daquele dia em diante, ele virou meu único homem. Toda vez que a mãe saía, a gente se pegava como animais. Na mesa, no sofá, no quarto dele. Eu chupava a rola dele com vontade, engolia o leite grosso, deixava ele comer meu cu também depois de um tempo. Ele me ensinava tudo, chamando de filhinha safada, putinha dele. Uma tarde, ele chegou mais cedo. Eu estava na sala só de calcinha. Ele me pegou ali mesmo, me colocou de quatro no chão. - Abre essa bundinha pra mim, Dani. Eu abri, empinando. Ele cuspiu na minha roseta, esfregou a pica e foi enfiando devagar no meu cu virgem. - Aaaahhh! Tá rasgando, pai... mas continua... - Que cu apertado, filha da puta. Tá gostando de levar no rabinho, né? Ele metia cada vez mais fundo, a mão descendo pra esfregar meu grelinho. Eu gemia desesperada, empurrando contra ele. - Me fode no cu, pai! Enfia tudo! Sou sua putinha! Os gemidos dele ficavam roucos, as estocadas fortes faziam meus peitos balançarem. Quando ele gozou no meu cu, o leite escorrendo pelas coxas, eu gozei junto, tremendo inteira. A gente não parava. No banheiro, ele me fodia contra a parede, água caindo nos nossos corpos. Na cama da mãe, ele me comia de lado, sussurrando sacanagens no meu ouvido. - Essa buceta é minha agora. Ninguém mais vai te comer, só o pau do papai. Eu respondia gemendo. - Só sua, pai... me enche de porra todo dia. Os dias viraram semanas, meses. Eu vivia molhada, esperando ele chegar. Quando ele bebia, ficava ainda mais animal, me chupando até eu implorar, me fodendo em todas as posições. Eu aprendia a rebolar no pau dele, a apertar a buceta em volta da rola grossa. Uma noite, depois de gozarmos juntos pela terceira vez, ele me abraçou forte. - Você é minha, filhinha. Pra sempre. Eu sorri, sentindo a pica dele ainda dentro de mim, latejando. - E você é meu único homem, pai. Me come sempre que quiser. E assim continua até hoje. A família evangélica nunca soube. Mas dentro de casa, quando a mãe não está, a gente fode como se o mundo fosse acabar. Buceta, cu, boca... tudo dele. E eu amo cada segundo.
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