Comi minha tia por acaso!

- Tia, que saudade que eu tava de você... - eu disse, enquanto ela abria aquele portão com um sorriso que logo se transformou em algo mais triste quando perguntei do tio.
Ela me puxou pra dentro, fechando a porta atrás de nós. Sentamos no sofá da sala, bem pertinho, quase de frente um pro outro. O ar já estava carregado, mas eu ainda tentava manter o tom leve.
- Pelo menos segunda vocês têm peixe pra comer! - brinquei, piscando.
Seus olhos se encheram de lágrimas na hora.
- Só se for piranha... - respondeu ela, a voz embargada, e começou a chorar baixinho.
Eu me aproximei imediatamente, pegando sua cabeça com as duas mãos e encostando no meu ombro forte.
- Chore à vontade, tia. Solte tudo que tá guardado aí dentro. Eu tô aqui.
Ela soluçava contra o meu peito, o corpo tremendo. Depois de um tempo, levantou o rosto molhado e me olhou nos olhos.
- Você me acha feia? Acha que eu mereço isso, sobrinho? Um homem que me deixa sozinha meses seguidos...
- Imagina, tia! A senhora é uma mulher linda pra caralho. Pele macia, corpo que ainda faz qualquer homem virar a cabeça. E digo mais: se fosse minha mulher, eu não te largava em casa por nada nesse mundo. Eu te comia todo dia, várias vezes, até você implorar pra parar.
Ela deu um sorrisinho tímido, mas os olhos brilharam com algo novo. Uma chama que acendeu também dentro de mim. Meu pau já começava a latejar dentro da bermuda.
- Você me acha atraente mesmo? - perguntou baixinho, a voz rouca.
- Sim, e muito. Tão gostosa que eu já tô ficando duro só de olhar pra você.
Ela não pensou duas vezes. Passou a mão atrás da minha nuca, puxou meu rosto e me deu um beijo maravilhoso, quente, molhado. Nossas línguas se enroscaram imediatamente, dançando desesperadas. Eu chupei a dela, ela chupou a minha, gemendo baixinho na minha boca. Apertei sua cintura, ela apertou meus ombros. Quando desci beijando seu pescoço e dei uma chupadinha forte na orelha, ela gemeu entre os dentes:
- Hmmm... gostosinho... vamos pra cama agora, porra... eu tô molhando a calcinha inteira.
Demoramos uns bons quinze minutos pra chegar no quarto. No corredor a gente parava a cada dois passos: eu a prensava contra a parede, enfiava a mão por baixo do vestido dela, apertava aquela bunda macia e redonda, enquanto ela esfregava a coxa na minha pica dura por cima da bermuda. Quase fodemos ali mesmo, mas conseguimos chegar.
Assim que entramos no quarto, ela já foi tirando a roupa com pressa, ficando só de calcinha e sutiã pretos de rendinha, transparentes o suficiente pra mostrar os mamilos escuros e durinhos.
- Tá vendo isso aqui? - disse ela, passando as mãos no próprio corpo. - Eu me produzo toda, me arrumo, passo perfume... e aquele babaca faz mais de seis meses que nem me olha. Agora é tudo seu, sobrinho. Abusa dessa buceta que tá louca de saudade de uma pica de verdade.
Eu sentei ela na beira da cama e comecei a beijá-la da cabeça aos pés. Voltei pra boca, devorando aqueles lábios carnudos, chupando a língua dela com fome. Desci pro pescoço, mordi de leve, desci pros peitos. Mordisquei os mamilos por cima do sutiã, lambendo a renda molhada da minha saliva. Ela arqueava as costas, gemendo:
- Vai, gostoso! Chupa esses peitos da sua tia... hmmm... hoje eu sou sua putinha particular. Abusa de mim, me usa como quiser!
Com um gesto rápido ela tirou o sutiã, jogando longe. Os peitos grandes, um pouco caídos mas ainda firmes e pesados, pularam livres. Mamilos grossos, vermelhos, implorando.
- Chupa!!! Chupa logo, caralho!
Eu caí de boca, chupando um mamilo com força enquanto apertava o outro com a mão. Ela segurava minha cabeça contra os peitos, gemendo alto:
- Aiii, que delícia... morde de leve... isso... assim...
Enquanto isso, minha mão desceu pela barriga dela, chegando na bucetinha. A calcinha já estava encharcada, o tecido grudado nos lábios inchados. Comecei a esfregar o clitóris por cima do pano, sentindo ela tremer.
Tirei a calcinha devagar, revelando aquela buceta quase careca, inchada, brilhando de tesão. Os grandes lábios carnudos, o grelo grande e vermelho saltado pra fora. Cheiro de mulher excitada invadiu o quarto.
- O que você vai fazer? - perguntou ela, surpresa.
- Vou te chupar, ué. Vou comer essa buceta com a boca até você gozar na minha cara.
- Nossa... seu tio nunca me fez oral, por mais que eu pedisse... nunca...
- Pois comigo peça o que quiser que eu faço, tia. Hoje você vai gozar quantas vezes aguentar.
Me ajoelhei no chão, abri bem as pernas dela e enfiei o rosto naquela delícia. Comecei lambendo os lábios externos, devagar, subindo até o grelo. Quando chupei ele com força, sugando e batendo a língua rápido, ela deu um pulo na cama.
- Aaaahhh! Porra... que gostoso... chupa esse grelinho, sobrinho... assim... hmmmm!
Ela segurava minha cabeça, rebolando contra minha boca. Eu enfiava a língua fundo na buceta quente e melada, bebendo todo aquele melzinho doce e grosso que escorria sem parar. Chupava o grelo, lambia o cu dela de leve, voltava pro grelo. Ela gozou pela primeira vez com um grito abafado, o corpo convulsionando, jorrando tanto mel que lambuzei meu queixo inteiro.
- Aiiiii meu Deus... gozei... gozei tanto... não para... continuaaa...
Fiz ela gozar mais duas vezes seguidas. Minha língua já doía, mas eu não parava. Ela puxava meus cabelos, gemia desesperada:
- Que boca maravilhosa... você mama melhor que qualquer mulher... aaaahhh... tô gozando de novo, caralho!
Só depois que ela pediu pra sentir minha pica dentro dela eu parei.
Fiquei em pé ao lado da cama, tirei a camiseta e a bermuda. A cueca mal conseguia conter o volume. Meu pau latejava, a cabeça rosada saindo pra fora.
Ela olhou com olhos arregalados, lambendo os lábios.
- Uau! Que pica grande! Qual o tamanho disso aí, hein?
- Nem é tão grande assim... tem só 20cm.
- É três centímetros maior que a do seu tio... que delícia... vem cá, deixa eu chupar essa rola grossa.
Ela se sentou na beira da cama e começou a me chupar como uma profissional. Lambeu da base até a cabeça, girando a língua na glande, chupando as bolas uma por uma. Depois enfiou metade na boca, sugando forte, fazendo barulho molhado.
- Hmmm... que pau gostoso... grosso... cheiroso... quero engolir tudo...
Eu gemia, segurando a cabeça dela, metendo devagar na boca quente.
- Tia... assim eu gozo rápido... caralho... sua boca é perfeita...
Implorei pra ela parar, senão acabaria gozando ali mesmo. Ela se deitou na cama, abrindo as pernas bem abertas.
- Vem, meu sobrinho tesudo. Vem foder sua titia com força. Vem fazer o que aquele otário do seu tio nunca fez direito!
Me deitei entre as pernas dela, ergui uma coxa grossa e comecei a esfregar a cabeça da pica na entrada molhada da buceta. Ela estava apertadinha, quente como um forno.
- Vai com calma... faz muito tempo que não sinto nada mais grosso que meus dedos... seja carinhoso no começo...
- Vou enfiar bem devagarinho. Se doer, me avisa.
Fui entrando aos poucos, centímetro por centímetro. Ela gemia alto, unhas cravadas nas minhas costas.
- Aiiii... que delícia... vai... vai enfiando... hmmmm... tá enchendo tudo...
Num movimento brusco do quadril dela, ela engoliu todo o meu pau de uma vez. Deu um gritinho abafado, olhos revirando.
- Agora me arregaça, me fode forte, seu safado! Me faz sua putinha!
Comecei a meter com força, estocadas profundas e ritmadas. O barulho molhado da buceta dela ecoava no quarto. Cada vez que eu tirava quase tudo e enfiava de volta com força, ela gritava:
- Isso! Mete tudo! Rasga essa buceta! Aaaahhh... que pica maravilhosa... mais forte... mais fundo!
Ela gozou mordendo o travesseiro, o corpo tremendo inteiro, buceta apertando meu pau como um punho. Sem tirar de dentro, mudei de posição: pus as duas pernas dela nos meus ombros e continuei metendo, agora mais fundo ainda.
- A partir de hoje eu sou sua puta, sobrinho... sempre que quiser... aaaahhh... tô gozando de novo... caralhooo!
Tirei o pau até a pontinha e enfiei tudo de uma vez várias vezes, batendo as bolas no cu dela. Ela gozou pela terceira vez na penetração, jorrando mel escorrendo pelas minhas bolas.
- Nossa... acho que nunca gozei tanto na vida... você não goza nunca?
- Tô me segurando pra aproveitar ao máximo. Talvez isso não se repita...
- Bobinho... acha que eu não vou querer essa pica gostosa de novo? Engano seu. Agora sai de cima e ajoelha na cama.
Fiz o que ela mandou. Ela ficou de quatro, empinando aquela bunda gostosa, e começou outra chupada maravilhosa. Olhava pra mim enquanto lambia a cabeça, sorria safada, dava piscadinhas. Punhetava com uma mão e chupava com vontade.
- Goza pra mim... quero engolir tudo...
Eu não aguentei mais. Segurei a cabeça dela e gozei como um louco, jatos grossos enchendo a boca dela. Ela se engasgou um pouco mas engoliu tudo, lambendo até a última gota.
Ficou de joelhos na minha frente, me beijou com gosto de porra, e eu correspondi sem nojo nenhum.
- Você não tem nojo! É realmente um homem maravilhoso...
- Como eu poderia ter nojo de algo que é meu e tá numa boca tão gostosa como a sua?
Nos abraçamos forte na cama, corpos suados colados. Ela confessou baixinho, ainda ofegante:
- Algumas vezes eu me masturbei pensando em você... imaginando essa pica me fodendo...
Beijei ela novamente, profundo.
- Sempre que possível vamos transar, tia. Não se preocupa. Essa buceta agora tem dono.
Ficamos ali um tempo, acariciando um ao outro. Mas o tesão não tinha acabado. Logo ela estava de novo esfregando a buceta na minha coxa, gemendo:
- Quero mais... me fode de novo... quero sentir essa pica no meu cu também... me ensina tudo hoje...
E a noite mal tinha começado. Eu a virei de bruços, abri aquela bunda grande e comecei a lamber o cuzinho apertado enquanto ela gemia desesperada, pedindo pra eu comer todos os buracos dela. Meti devagar no cu dela, sentindo a apertadinha resistir e depois engolir tudo. Ela gritava de prazer:
- Aiiiii que delícia... rasga meu cu... mete fundo... sou sua putinha anal também... aaaahhh... goza dentro de mim!
Gozei pela segunda vez, enchendo o cuzinho dela de porra quente. Ela gozou junto, tremendo inteira.
Depois disso, ainda rolou mais uma rodada na banheira, onde eu a fodi em pé contra a parede, água caindo nos nossos corpos, enquanto ela gritava meu nome e pedia pra eu nunca parar de foder ela.
Quando finalmente acabamos, exaustos e satisfeitos, ela me abraçou forte e sussurrou:
- Obrigada, sobrinho... você me fez sentir viva de novo. Essa pica grande e essa boca safada salvaram meu dia.
Eu sorri, apertando aqueles peitos ainda sensíveis.
- Sempre que o tio sumir, me chama. Essa buceta e esse cu são meus agora.
E assim terminou aquela tarde inesquecível, cheia de tesão, gemidos, porra e prazer proibido entre tia e sobrinho.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comi minha tia por acaso!

Codigo do conto:
266162

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/07/2026

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