Ainda me lembro como se fosse hoje daquela sensação que começou tão inocente e virou um vício que me consome até hoje. Eu tinha meus 18 anos, um corpinho de menina curiosa, e meu pai me colocava pra brincar de cavalinho em cima dele. Ele sentava na poltrona da sala, com aquela calça fina de moletom, e eu subia no colo dele, rebolando devagar sem entender direito o que acontecia. O pau dele ficava bem duro, latejando por baixo da roupa, roçando na minha xoxotinha pequena por cima da calcinha. Ele segurava minha cintura com aquelas mãos grandes e morenas, queimadas de sol, e me apertava contra ele, sentindo meu calor. - Que delícia, filhinha... cavalinho gostoso... – ele murmurava baixinho, com a voz rouca, enquanto me balançava pra frente e pra trás. Às vezes ele brincava de cosquinhas, enfiando os dedos por baixo da blusinha e descendo até minha xotinha virgem, dando beijinhos leves na testinha dela por cima da roupa. Beijinhos molhados, quentes, que me faziam rir e ao mesmo tempo sentir um formigamento estranho entre as pernas. Ele lambia de leve, só a língua roçando, e eu ficava quietinha, deixando. Fui crescendo, e aos 19 anos eu já era bem formada. Tinha cabelinho escuro e macio na xoxotinha, um corpinho tesudo com bundinha redonda e durinha que balançava quando eu andava, peitinhos pequenos mas empinados, com biquinhos clarinhos e durinhos que ficavam pontudos só de pensar nele. Meu pai tinha uns 50 anos, 1,75 de altura, moreno queimado do sol de piscina e praia, cabelo liso grisalho, corpo forte de quem trabalhava e curtia a vida. Não era um modelo de beleza, mas puta que pariu, só de pensar nele minha bucetinha ficava molhadinha na hora, latejando de tesão proibido. Um dia ele veio conversar comigo no quarto. Fechou a porta, sentou na cama e disse: - Filha, sabe o que é masturbação? Vou te ensinar direitinho... Eu já sabia, claro, mas fingi inocência só pra sentir ele me tocando. Ele me puxou pro colo dele, abriu minhas pernas devagar e enfiou a mão por dentro do shortinho. Os dedos grossos acariciaram minha xoxotinha por cima da calcinha, sentindo o calor úmido que já escorria. Depois puxou a calcinha pro lado e o dedão dele encontrou meu grelinho inchado, circulando devagar, apertando de leve. - Aiiiiii, paizinho... que gostoso... – eu gemia baixinho, rebolando no colo dele. Ele enfiou o dedinho na entradinha molhada, mexendo devagar, e não demorou nem cinco minutos pra eu gozar pela primeira vez na vida de verdade. Meu corpo tremeu inteiro, buceta pulsando na mão dele, mel escorrendo pelos dedos. Nenhum homem depois, nem aos 27 anos que tenho hoje, me fez gozar igual. Era delicioso, safado, meu pai. Outra vez, estávamos arrumando uns papéis no escritório dele. Ele trancou a porta, baixou a calça e tirou aquele piruzao enorme, grosso, veioso, com uma cabeça roxa inchada brilhando de pré-gozo. Sentou na cadeira e me puxou pra perto, abrindo minhas pernas e esfregando a cabecinha grossa direto no meu grelinho. - Olha como tá molhada essa xotinha da filha... esfrega no pau do papai... – ele dizia, enquanto eu rebolava devagar, sentindo aquela rola quente massageando meu clitóris. Era loucura, me levava pras nuvens, o tesão subindo até eu quase desmaiar de prazer. Mas o dia que mudou tudo foi quando minha mãe avisou que ia passar o dia na casa da tia. Minha irmã estava na rua, na casa do noivo ou sei lá onde, meu irmão também sumido. Eu disse que não podia ir, que tinha uma amiga vindo estudar pra prova. Mentira pura, segundas intenções queimando na buceta. Fiquei sozinha com ele em casa. Tomei um banho caprichado, depilei tudo, passei creminho cheiroso na pele. Coloquei um vestidinho larguinho, sem sutiã, só uma calcinha minúscula que mal cobria minha xoxotinha já molhada de expectativa. Fui pro meu quarto, deitei na cama vendo TV e acabei dormindo, o corpo quente de tesão. Acordei com as mãos dele alisando minhas pernas, subindo pelas coxas grossas e macias. Fiquei quietinha, fingindo que ainda dormia, mas o coração batia forte. Ele levantou o vestido devagar, acariciou minha barriguinha lisinha, subiu pros peitinhos, apertando de leve os biquinhos por cima do tecido fino. Depois desceu direto pra xoxotinha, alisando por cima da calcinha encharcada. - Que gostosa você tá, filha... essa pele lisinha, essa xotinha quente... – ele murmurava, olhando fixo, o pau já marcando na calça. Mandou eu levantar e sentar no sofazinho do quarto. - Vou te chupar agora, filhinha... vou fazer você gozar gostoso na língua do papai... Eu sentei, abri as pernas. Ele tirou minha calcinha devagar, depois o vestidinho, deixando meus peitinhos e minha bela xoxotinha à mostra. Minha buceta tava inchada, molhadinha, grelinho protuberante pedindo atenção. Ele levantou minhas pernas, se ajoelhou e caiu de boca como um animal faminto. Aquela boca grande, carnuda, era perfeita pra mamar. Ele chupava minha xota inteira, sugando os lábios, mordendo meu clitóris de levinho, enfiando a língua grossa no buraquinho apertado, descendo pro cuzinho e lambendo cada pedacinho. Lambeu, sugou, circulou o grelinho com a ponta da língua rápido, depois devagar, fazendo barulhinhos molhados. - Aiiii, paizinho... vai... me chupa... chupa sua filhinha... sou toda sua, seu gostoso... – eu gemia desesperada, rebolando na cara dele. – Isso... lambe meu grelinho... enfia a língua na bucetinha... ai que delícia... Abaixei as pernas, abri bem as coxas, segurando a cabeça dele contra minha xoxotinha. Ele devorava tudo, mamando meu grelo com força, sugando como se quisesse tirar meu mel todo. Apertava meus peitinhos, beliscava os biquinhos durinhos enquanto chupava. Eu delirava, o tesão subindo como uma onda. - Paizinho... não para... vou gozar... aiiiii porra... tá tão booooom... – gritei, o corpo convulsionando. Gozei forte na boca dele, jorrando mel quente na língua carnuda. Ele lambeu tudo, engolindo, gemendo de prazer. Depois ele abaixou as calças, deitou na minha cama, o pauzão enorme apontando pro teto, grosso, veioso, cabeça brilhando. - Vem, filhinha putinha... senta aqui e esfrega essa xoxota no pau do papai... Eu fui, sentei por cima, roçando minha buceta molhada pra cima e pra baixo no comprimento todo. Rebolei devagar, sentindo as veias pulsando contra meu grelinho. Ele abriu minhas pernas bem, olhando minha xota rosada esfregando nele. - Que buceta linda... molhada pra caralho... papai quer te comer, filha... Não aguentou. Me puxou pro colo, mamou minhas tetinhas com fome, chupando os biquinhos enquanto a outra mão dedava meu grelo, dando aquelas tocadinhas mágicas que só ele sabia. Depois me jogou na cama, abriu minhas pernas ao máximo e posicionou a cabeça grossa na entradinha. Empurrou devagar. Doía, ardia, mas eu queria. - Vai, paizinho... enfia... tá doendo mas eu quero seu caralho... me fode... – gemi, cravando as unhas nas costas dele. Ele entrou aos poucos, estocando devagar no começo, depois mais forte. O pauzão grosso abrindo minha bucetinha virgem, rasgando o hímen. Sangue misturado com mel escorrendo. Ele metia cada vez mais fundo, batendo fundo, as bolas batendo na minha bundinha. - Porra, filha... que xota apertada... tá me apertando o pau todo... – ele rosnava, suado, metendo com força. Eu rebolava embaixo dele, gemendo como uma vadia desesperada. - Mais forte, papai... me fode... rasga minha bucetinha... aiiii aiiii aiiii... que delícia... vou gozar de novo... Ele acelerou, estocadas brutais, o quarto cheio do barulho molhado de carne contra carne. - Vou gozar, filhinha... – avisou. Tirou o pau e jorrou leitinho quente direto no meu grelinho inchado. Eu me masturbei rapidinho, esfregando a porra dele no clitóris enquanto ele chupava meus peitinhos e apertava. Gozei de novo, misturando meu mel com o leite dele e um pouco de sangue da virgindade perdida. Depois ele me chamou pro banho. Fomos juntos, ele me ensaboou todinha, esfregando a xoxotinha e a bundinha com carinho, metendo o dedinho no cuzinho apertado, girando devagar. Se ajoelhou, colocou uma perna minha no ombro e me chupou de novo debaixo da água. Eu segurei nos cabelos grisalhos dele, rebolando na boca. - Aiiiiiii paizinho... chupaaa... lambe meu cu também... isso... vou gozar na sua linguinha de novo... aaaahhh! – gritei, gozando forte. Ajoelhei, peguei aquele pauzão com as duas mãos. Chupei a cabecinha enorme, lambi as bolas pesadas, passei a língua em tudo enquanto punhetava ele. - Chupa o pau do papai, filhinha safada... isso... engole mais... – ele gemia. Deixei ele louco, subindo e descendo a boca, lambendo a frestinha da cabeça. Ele gozou na minha boca, jatos grossos de porra quente. Cuspi um pouco de volta no pau dele e continuei chupando, limpando tudo. Terminamos o banho, arrumamos a bagunça no quarto, roupas espalhadas, lençóis molhados. Deitamos na cama da minha mãe, vendo TV. Ele me deu mamadinhas nos peitinhos, dedou minha xoxotinha devagar, eu viciada, rebolando na mão dele. Depois daquele dia, quando senti aquele caralho grosso me preenchendo, transamos muitas vezes. No escritório, na piscina à noite, no carro... ele me fodia de todo jeito, me chamando de filhinha putinha, enchendo minha buceta e minha boca de porra. Eu pedia mais, abria as pernas, oferecia o cu também com o tempo, gemendo desesperada pra ele me arrombar todinha. Até hoje, aos 27, nenhum homem chega perto. Aquele tesão proibido, o pau do papai, os gemidos, o cheiro dele... me vicia pra sempre.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.