Mae tesuda: banho proibido e sexo intenso!

A mãe do Lucas era o tipo de mulher que fazia a rua parar. Aos 38 anos, com 1,63m de pura tentação, 53kg bem distribuídos, peitos de silicone firmes e empinados que ela colocou pra corrigir o que a natureza deixou pequeno, bunda arrebitada de tanto agachar na academia, barriguinha lisinha e coxas grossas que pareciam feitas pra apertar um pau entre elas. Ela malhava todo santo dia, suava, ficava com aquela pele bronzeada brilhando, e o corpo dela gritava sexo. Lucas, desde os 14 anos, já batia punheta pensando nela. O pai era bancário, vivia em Vinhedo, chegava tarde, e em casa a família era liberal pra caralho: banho de porta aberta, troca de roupa na frente um do outro, papo enquanto tomava banho. Toda vez que ela entrava no chuveiro, Lucas ia atrás, fingindo conversar, mas os olhos dele devoravam aqueles peitos, a buceta depiladinha, o cu redondinho.
Ele se masturbava loucamente depois, imaginando enfiando a pica naquela buceta que ele via todo dia. Aos 16, ela pedia opinião sobre as roupas sensuais das sextas. Vestidos colados, calcinha fio-dental enfiada no cu, cinta-liga. Lucas desconfiava que era pra foder com o pai, mas um dia ficou espiando pela fresta da porta. Viu os dois nus na cama, rindo. A mãe contou animada como tinha chupado uma loira na casa de swing, como a vadia lambia a pica do pai, e depois elogiou o pau do noivo da loira: "Nossa, que pica deliciosa, a melhor que eu já sentei na vida". Lucas quase gozou ali mesmo ouvindo.
No fim de semana ele viajou com amigos, mas na segunda vasculhou o armário dela. Achou o cartão da casa de swing em São Paulo. Pronto, a fantasia virou plano. Quando o pai foi transferido pra Santa Catarina, Lucas viu a brecha. Um mês sem o marido, a mãe devia tá louca de tesão, precisando de rola. Ele começou a elogiar mais, a entrar no banho com ela, falar que ela era uma gata insana.
Aquele dia fatídico, Lucas decidiu atacar de vez. Ele já tava no chuveiro, água quente caindo, pau semi-duro só de imaginar.
- Mãe, vem tomar banho comigo hoje! – gritou ele.
Ela apareceu na porta do banheiro, ainda de shortinho e top, sorrindo.
- Tá bom, filho, mas só pra conversar um pouco, hein?
Ela tirou a roupa devagar. Lucas viu os peitos de silicone saltarem livres, bicos já durinhos, a buceta lisinha, o cu perfeito. Ela entrou debaixo da água. O corpo dela roçou no dele por acidente e Lucas sentiu o pau endurecer rápido, ficando latejante, veias pulsando, cabeça roxa inchada.
- Por que seu pau tá assim, Lucas? Tá duro pra caralho... – ela perguntou, olhos arregalados, mas sem sair.
- Porque você é um tesão, mãe. Olha esses peitos, essa bunda... eu sempre quis você.
Ela tentou empurrar ele.
- Para com isso, seu doido! Eu sou sua mãe!
Mas Lucas puxou ela pra perto, colou o corpo molhado no dela, mãos descendo pelas costas até apertar aquela bunda firme. Ele beijou o pescoço dela, chupando a pele quente.
- Sua vadia... você adora dar pra estranhos na casa de swing, chupar pica de outros, sentar em rola alheia. Agora vai ter que dar pra mim também.
Ela resistiu um pouco mais, gemendo baixinho de nervoso e tesão misturado.
- Lucas... não... a gente não pode...
Mas a mão dela desceu e envolveu a pica grossa do filho. Começou a masturbar devagar, sentindo o comprimento, a grossura.
- Meu Deus, filho... que pica grande você tem... tá latejando...
Lucas gemeu alto.
- Isso, mãe... me bate uma punheta gostosa.
Ela cedeu. Ajoelhou no chão do box, água caindo nos cabelos, e engoliu a pica do filho até o fundo da garganta. Chupava como uma profissional, lambendo as bolas, girando a língua na cabeça, sugando forte.
- Aaaahhh... porra, mãe... chupa essa pica... que boca gulosa... – Lucas gemia desesperado, segurando a cabeça dela.
Ela tirava pra respirar, saliva escorrendo.
- Que delícia essa rola do meu filho... grossa, cheirosa... me fode a boca, vai...
Lucas meteu fundo, fudendo a garganta dela. Os gemidos molhados ecoavam no banheiro. Ele não aguentou e gozou jatos grossos na boca da mãe. Ela engoliu tudo, limpando a pica com a língua.
- Hum... leitinho quente do meu menino... gostoso pra caralho.
Foram pro quarto, corpos molhados pingando. Lucas se deitou na cama grande. A mãe subiu, abriu as pernas grossas e sentou a buceta molhada na cara dele.
- Chupa minha buceta, filho. Lambe o grelinho da mamãe.
Lucas atacou faminto. Língua rodando no clitóris inchado, chupando os lábios carnudos, enfiando fundo na buceta quente e melada. Ela rebolava desesperada, gemendo alto.
- Aaaaiii... isso... chupa o grelinho... ahhh... filho da puta... que língua boa... me come com a boca... vou gozar...
O corpo dela tremeu inteiro, coxas apertando a cabeça dele, buceta jorrando gozo na cara do filho. Ela gritava de prazer.
- Gozei... caralho... gozei na boca do meu filho...
Sem dar tempo, ela montou na pica ainda dura dele. Segurou o pau e desceu devagar, sentindo cada centímetro abrir a buceta apertada.
- Que pica grossa... tá me arrombando todinha... aaaahhh...
Começou a cavalgar devagar, depois mais rápido, bunda batendo nas coxas dele, peitos de silicone pulando. Lucas apertava os mamilos, metia pra cima.
- Monta nessa pica, sua vadia... rebola no pau do filho... que buceta quente e molhada...
- Sim... eu sou sua vadia agora... fode sua mãe... mete fundo... ahhh... mais forte...
Os gemidos enchiam o quarto. Ela galopava como louca, suada, cabelo molhado colado no corpo. Lucas virou ela de quatro, agarrou a cintura e meteu com força, batendo o saco na buceta.
- Toma no cu também? – ele perguntou, dedo roçando o cuzinho.
- Ainda não... mas hoje eu dou tudo... enche minha buceta primeiro...
Ele fodeu mais rápido, dedos no grelinho dela. A mãe gritava.
- Aaaaiiii... vou gozar de novo... mete... rasga essa buceta... filho... porraaa...
Ela gozou apertando a pica, esguichando. Lucas tirou e virou ela de lado, levantou uma perna e meteu de novo, olhando o pau entrar e sair da buceta inchada.
A intensidade só aumentava. Ele chupava os peitos enquanto metia, mordia os bicos. Ela pedia mais.
- Me fode como as vadias do swing, Lucas... sou sua puta agora... usa minha buceta, meu cu, minha boca...
Depois de mais um gozo dela, ele virou pra posição missionário, olhando nos olhos. Metia devagar no começo, depois forte, fundo.
- Olha pra mim enquanto eu te fodo, mãe... essa pica é sua de agora em diante.
- Sim... me enche de porra... goza dentro... aaaahhh...
Os corpos batiam, suor misturado, cheiro de sexo no ar. Lucas acelerou, sentindo as bolas apertarem.
- Vou gozar... toma... toma tudo...
Jatos quentes encheram a buceta da mãe. Ela gozou junto, unhas cravadas nas costas dele, gemendo desesperada.
- Goza dentro... me engravida se quiser... sou sua...
Ficaram abraçados, ofegantes. Mas não acabou. Depois de uns minutos descansando, ela pegou o pau mole e chupou de novo, lambendo as bolas, limpando o gozo misturado.
- Quero mais... me fode o dia inteiro.
E foderam. No sofá da sala, ela debruçada, ele metendo por trás, mão no cabelo puxando.
- Bate nessa bunda... me chama de vadia...
- Toma, vadia... sua buceta é minha... cu também vai ser...
Ele cuspiu no cu dela, enfiou o dedo, depois tentou o pau. Ela gemeu de dor e prazer.
- Devagar... arromba o cu da mamãe... aaaaiii... tá entrando...
Centímetro a centímetro, a pica grossa abriu o cuzinho apertado. Quando tava todo dentro, ele começou a meter devagar, depois mais rápido. Ela rebolava, gemendo alto.
- Que delícia... cu cheio de pica... fode meu rabo... mais forte...
Lucas metia com força, bolas batendo na buceta molhada. Dedo no grelinho. Ela gozou de novo, cu apertando o pau.
- Gozando no cu... porraaa...
Ele gozou dentro do cu também, enchendo de leitinho quente.
A tarde virou noite. Tomaram banho juntos de novo, se tocando, se beijando. Na cama, mais uma rodada: 69, ela engolindo a pica enquanto ele chupava buceta e cu. Depois ela sentou de costas, rebolando, mostrando a bunda perfeita subindo e descendo na rola.
- Olha como minha buceta engole seu pau... que delícia...
- Você sempre soube que eu te queria, né mãe?
- Sabia... via você olhando... batendo punheta pensando em mim... agora me come sempre que quiser.
Eles transaram a noite toda. Posições variadas, oral, vaginal, anal. Gozaram várias vezes. Lucas comeu a mãe na cozinha, na mesa de jantar, contra a parede. Cada detalhe: o jeito que a buceta dela piscava depois de gozar, o cu vermelho de tanto meter, os peitos balançando, o suor escorrendo entre os seios, o cheiro forte de sexo, os fluidos escorrendo pelas coxas grossas.
Na manhã seguinte, acordaram colados. Ela acordou ele chupando o pau de novo.
- Bom dia, filho... quer foder sua mãe antes do café?
E continuaram. A relação virou isso: toda hora uma rapidinha, banho juntos virando foda, noites inteiras de sacanagem pesada. Lucas finalmente realizou o desejo de anos, e a mãe, liberada do marido distante, entregou o corpo sem pudor.
Lucas lembrava de todas as vezes que espiou ela nua. O jeito que a água escorria pelos peitos, pingando dos bicos duros. O formato perfeito da buceta, lábios carnudos, grelinho aparecendo quando ela abria as pernas pra lavar. O cu piscando quando ela se curvava. Ele batia punheta imaginando exatamente isso: meter a língua ali, sentir o gosto salgado misturado com sabonete.
No dia do ataque, quando ela ajoelhou no box, a visão era surreal. Boca vermelha esticada ao redor da pica grossa, olhos lacrimejando de esforço, saliva escorrendo pelo queixo, misturando com água. O barulho de gluck gluck ecoando. As mãos dela apertando as coxas dele, unhas cravando. Ele segurava o cabelo molhado, guiando o ritmo, fudendo a garganta como se fosse uma puta barata.
- Engole tudo, vadia... mama a pica do filho... que garganta apertada...
Ela respondia com gemidos abafados, vibrando no pau.
Quando foram pro quarto, o cheiro dela era inebriante. Buceta molhada brilhando, clitóris inchado pedindo atenção. Lucas lambeu devagar no começo, saboreando cada gota, enfiando a língua fundo, sentindo as paredes internas pulsarem. Depois sugou o grelinho forte, dois dedos na buceta, outro no cu. Ela gritava, corpo convulsionando.
- Isso... deda meu cu enquanto chupa... aaaaiiii... tô gozandoooooooooo... porraaa... engole meu gozo...
O squirt dela molhou o rosto inteiro dele, escorrendo pro pescoço.
Quando ela montou, a buceta engoliu a pica centímetro por centímetro, quente, apertada, molhada pra caralho. As paredes massageavam, sugavam. Ela rebolava em círculos, depois subia e descia batendo forte, bunda estalando.
- Sente como minha buceta tá piscando no seu pau... tá me enchendo toda...
Lucas apertava os peitos, torcia os bicos. Beijava a boca dela, línguas dançando, trocando saliva. O ritmo aumentava, suor pingando, cama rangendo. Ele sentia as bolas apertarem de novo.
Mais rodadas: anal lento, com muito cuspe e lubrificação natural da buceta. O cu dela era virgem pro filho, apertadíssimo no começo, depois abrindo e aceitando a grossura. Metidas profundas, ela gemendo de dor prazerosa.
- Tá rasgando meu rabo... mas continua... quero sentir você gozar dentro do cu...
Cada orgasmo era descrito em detalhes: o tremor das coxas, o arquear das costas, os gritos roucos, os jatos de gozo, o aperto na pica. Conversas sujas no meio.
- Você vai contar pro pai? – ele provocava enquanto metia.
- Não... isso é nosso segredo... você é melhor que ele... pica mais grossa, mais tesão...
Eles foderam por horas, pausando só pra beber água, comer algo rápido, e voltar. No final, corpos exaustos, mas satisfeitos. Lucas gozou pela última vez na boca dela, ela engolindo gulosa, limpando até a última gota.
A história continuou por meses, com mais aventuras: foder no carro, na academia dela depois do horário, até planejar uma ida juntos pra casa de swing, mas isso é pra outro conto.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Mae tesuda: banho proibido e sexo intenso!

Codigo do conto:
266192

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/07/2026

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