Meu nome é Clara. Naquela época eu tinha acabado de fazer 18 anos e meu corpo já era uma tentação ambulante. Branquinha, cabelos longos, lisos, sedosos e negros que caíam até a metade das costas. Lábios avermelhados, naturalmente carnudos. Alta, com curvas bem marcadas: nem magra nem gorda, bumbum empinado que balançava quando eu andava, e seios fartos, pesados, que chamavam atenção o tempo todo. Morava só com minha mãe e o Enzo, meu padrasto. Ele era lindo pra caralho: 35 anos, loiro, olhos verdes claros que pareciam perfurar a alma, alto, corpo definido de quem malhava todo dia. Minha mãe tinha se separado do meu pai e casado com ele, e eu... bom, eu já estava louca por ele fazia tempo. Meus hormônios estavam à flor da pele. Eu descobri o prazer sozinha, ainda virgem, sem nunca ter beijado ninguém de verdade. Tinha uma suíte só pra mim, com hidromassagem e uma cama de casal enorme e alta. Todo santo dia, antes de dormir, eu me trancava no quarto, tirava toda roupa e ficava completamente nua na frente do grande espelho. Admirava meu corpo devagar. Passava as mãos nos seios, apertando os bicos rosados até ficarem duros. Descia devagar pela barriga lisinha até minha bucetinha, que eu mantinha sempre depilada, bem lisinha e rosada. Abria os lábios com os dedos, olhando como ficava molhadinha só de me tocar. O grelinho inchava rapidinho, pedindo atenção. Na cama, pegava meu bichinho de pelúcia e esfregava ele bem forte contra minha buceta. Que delícia, porra. Eu me ajoelhava, colocava a bucetinha bem em cima dele e rebolava devagar, apertando, sentindo o pelúcia ficar encharcado do meu mel. Gemidos baixinhos escapavam: - Ahhh... que gostoso... - Até gozar, tremendo inteira. Mas o que eu mais gostava era do vibrador que comprei escondido. Passava ele no melzinho que escorria da minha buceta pra lubrificar bem, depois enfiava inteiro no meu cuzinho apertado. Fazia movimentos de vai e vem, imaginando que era uma pica grossa me arrombando. Tinha uma vontade louca de enfiar na bucetinha virgem, mas resistia. Queria perder o cabacinho com um homem de verdade, com um cassete grande e grosso como os dos filmes pornôs que o Enzo guardava no quarto dele. Eu tinha descoberto aqueles DVDs escondido e assistido várias vezes, tocando minha bucetinha enquanto via aquelas mulheres sendo destruídas por paus enormes. Na banheira de hidromassagem era outro nível. Levava o vibrador, enfiava no cuzinho e posicionava a bucetinha bem no jato forte de água. O jato batia direto no grelinho e eu gemia alto, rebolando: - Hum... isso... me fode... - Gozava tão forte que quase desmaiava. Uma noite, acordei no meio da madrugada com sede. Fui até a cozinha beber água e, quando passei perto do quarto da minha mãe e do Enzo, ouvi gemidos altos. A porta estava entreaberta. Meu coração disparou, mas a curiosidade foi maior. Espiei. Enzo estava fodendo minha mãe com força bruta. Vi aquele cassete enorme dele entrando e saindo da buceta dela. Era grosso, venoso, pelo menos uns 22 centímetros como eu descobriria depois. Igualzinho aos atores pornôs. Minha bucetinha latejou de tesão na hora. Voltei pro meu quarto correndo, tirei a roupa e me masturbei como uma louca, imaginando aquele pau me arregaçando. A partir daí, a atração virou obsessão. Toda vez que me tocava, era pensando no pau do Enzo. Imaginava ele me comendo no cu, na buceta, me enchendo de porra. Eu queria dar pra ele desesperadamente. Comecei a provocar devagar. Andava pela casa de top justo e shortinho curtíssimo, sem sutiã, deixando os bicos dos seios marcando. À noite, usava camisolas transparentes, quase sem nada por baixo. Notava o Enzo olhando, disfarçando rápido quando eu virava. Meu tesão só aumentava. Então minha mãe avisou que ia viajar por uma semana por causa do trabalho. Eu quase pulei de alegria. No primeiro dia sozinha com ele, resolvi ir com tudo. Andei pela casa só de calcinha e sutiã rendado. Quando o Enzo me viu na sala, parou o que estava fazendo, olhos arregalados. Ele ficou olhando meus seios fartos balançando, minha calcinha marcando a bucetinha lisinha. Dei um sorrisinho malicioso e voltei pro quarto, mas o clima já estava armado. Naquela noite me masturbei pensando nele até gozar duas vezes. Acordei mais tarde com o som da TV ligada na sala. Fui até lá só de calcinha, os seios de fora. Enzo estava sentado no sofá, de costas, pelado, punhetando aquele pau monstruoso enquanto assistia um pornô. Meu coração quase saiu pela boca, mas eu estava decidida. Cheguei perto e falei baixinho: - Oi... posso assistir com você? Ele abriu os olhos assustado, boquiaberto, olhando pra mim quase nua. - Adoro filmes pornôs... deixa eu assistir com você? Ele só fez que sim com a cabeça, ainda chocado. Sentei bem do lado dele. Por uns minutos só observei o filme, mas o pau dele latejava ali, enorme, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Virei pra ele: - Deixa eu sentar no seu colo? Nem esperei resposta. Sentei em cima dele, de calcinha ainda, pressionando minha bucetinha quente e molhada contra a coxa dele. Enzo gemeu baixinho. Virei de frente, roçando a buceta bem em cima do cassete dele. Encostei meus seios fartos na cara dele. Enzo não resistiu. Abocanhou um bico, chupando forte, mamando gostoso, mordiscando. - Hum... que delícia... - eu gemia, rebolando. Ele me deitou no sofá, ficou por cima, arrancou minha calcinha com um puxão. Abriu minhas pernas e mergulhou a boca na minha buceta. Chupou meu grelinho inchado, enfiou a língua fundo, lambendo todo o mel que escorria. Eu perdi a noção de tudo. - Vai! Chupa minha buceta! Hum... que delícia... assim... mais forte... - gemia alto, desesperada, segurando a cabeça dele. Enzo parou, olhos selvagens: - Sua putinha! Puxou sua mãe, hein? Sua puta safada! Você quer meu cassete, não é? Pois agora vai ter, sua vadia! Ele me colocou de joelhos no tapete, enfiou aquele pauzão na minha boca. Segurou minha cabeça e fodeu minha garganta, vai e vem bruto. Eu engasgava, babava, mas chupava com fome. - Isso! Chupa gostoso, sua puta! Engole esse pau! - ele grunhia. Não demorou e ele gozou forte, enchendo minha boca de porra quente e grossa. Engoli tudo, olhando nos olhos dele. Deitamos no sofá um pouco, ofegantes. Quebrei o silêncio: - Tenho um vibrador... sempre enfio ele no meu cuzinho imaginando que é o seu pau. Agora eu quero o seu pau de verdade... no meu cuzinho e na minha buceta! Por favor, Enzo, me fode! Ele me deitou no chão com carinho, ergueu minha bundinha empinada. Esfregou a cabeça grossa do pau na minha buceta molhada, lubrificando. Depois cutucou meu cuzinho apertado e foi enfiando devagar. Centímetro por centímetro, aquele cassete de 22cm abrindo meu buraquinho virgem. - Ahhh... que gostoso... me arromba o cuuuu... - eu gemia, empinando mais. Quando estava todo dentro, ele começou a meter forte, violento, bolas batendo na minha buceta. O som de carne contra carne enchia a sala. Ele tirou, esfregou na entrada do cu e gozou ali, porra quente escorrendo pelo meu cuzinho e pingando na buceta. - Enzo... agora come minha buceta, por favor! Quero sentir você arregaçando ela! Ele pegou uma almofada, colocou embaixo da minha bunda, abriu minhas pernas bem abertas. Esfregou o pau ainda duro na minha entrada virgem e enfiou com tudo. Quebrou meu cabacinho de uma vez. Dor misturada com prazer insano. - Toma... toma... toma... sua puta! Toma essa pica grossa! - ele metia fundo, batendo bem no fundo da minha buceta. Eu gritava de prazer: - Aiiii meu Deus... me fode... mais forte... rasga minha bucetinha... hum... tô gozando! Gozou primeiro eu, apertando o pau dele com as paredes da buceta. Ele tirou e jorrou toda a porra quente na minha barriga e nos seios. Ficamos ali no tapete, suados, abraçados, respirando pesado. Depois tomamos banho juntos, ele me ensaboando os seios, a buceta, o cu, e dormimos agarradinhos na cama dele. Depois daquele dia, viramos loucos um pelo outro. Sempre que minha mãe saía, a gente se pegava. Na cozinha, no sofá, no meu quarto, na hidromassagem. Ele me fodia de quatro, de lado, comigo por cima rebolando naquele pauzão. Eu chupava ele no carro, ele me comia no banheiro. Meu cuzinho e minha buceta viraram dele. Eu gemia como uma puta desesperada toda vez: - Me enche de porra... arromba meu cu... fode essa bucetinha safada... A atração que começou com olhares virou uma loucura diária. E eu nunca me arrependi nem por um segundo.
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