Tudo começou numa quinta-feira quente pra caralho, daqueles dias em que o sol parece derreter até o asfalto. Eu tinha 18 anos na época, morena, 1,55 de pura curvas. Meu bumbum era arrebitado, daqueles que chamam atenção quando eu ando, pernas grossas e firmes de tanto subir escada na escola. Peitos não eram grandes, mas eram empinadinhos e sensíveis pra porra. Eu me achava gostosa, e pelo jeito os caras concordavam — por onde eu passava, os olhares grudavam. Fui pro trabalho de grupo de vestido leve, daqueles fininhos que colam no corpo quando suei. Sem calcinha, óbvio, porque tava calor demais e eu gosto dessa sensação de liberdade entre as pernas. Cheguei na casa da Mariana e o pessoal do grupo já tava todo lá. Matheus, o namorado dela, também estava. Ele era meu amigo de longa data e a gente já tinha ficado uma vez, uns amassos rápidos que deixaram gosto de quero mais. Até aí, tudo normal. Éramos seis pessoas no total, o trabalho era grande, então a gente se espalhou pela sala. Mariana teve que sair correndo pra buscar o irmão na escola. Logo depois, os outros meninos inventaram desculpas e foram embora. Sobramos eu, Mariana e Matheus. Eu fiquei na sala, debruçada na mesa, tentando adiantar as partes do trabalho. O suor escorria pelo meu decote, o vestido subia um pouco nas coxas grossas. De repente, ouvi a voz dela lá do quarto: - Manu, vem aqui rapidinho! Fui, achando que era pra ajudar em alguma coisa do projeto. Entrei no quarto e ela tava sentada na cama com aquele sorriso safado. Matheus encostado na parede, olhando. - Vamos fazer um sexo a três? - ela disse, direta, rindo. Eu arregalei os olhos e comecei a rir, nervosa. - Tá maluca, cara? - respondi, mas confesso que meu corpo inteiro esquentou na hora. A bucetinha deu uma latejada só de imaginar. Voltei pra sala tentando me recompor, mas Mariana veio correndo atrás de mim como uma louca. Me jogou no sofá, o corpo dela por cima do meu. As mãos dela foram direto pro meu peito, apertando por cima do vestido, depois desceram pra dentro das minhas coxas, roçando a buceta que já começava a ficar molhada. - Mariana, para com isso! - eu falei, rindo, mas a voz saiu rouca. - Que que tem? Vamos, o Matheus é cara, relaxa - ela respondeu, os dedos já brincando com meus lábios inchados. - Eu não! Para com isso! Mas ela não parou. Em vez disso, chamou o namorado: - Vem, amor. Vamos dar um beijo triplo nela. Matheus se aproximou, o pau já marcando na calça. Eu ainda resisti um pouco: - Aii gente, rs... Mas os três rostos se juntaram. Os lábios dela eram macios, os dele quentes e famintos. A língua da Mariana invadiu minha boca primeiro, depois a dele, e os três se misturaram num beijo molhado, babado, cheio de gemidinhos baixos. Matheus pegou minha mão e colocou direto no volume duro dele. Senti o pau latejando por baixo do tecido. - Matheus, a Mariana é minha amiga... - murmurei, ainda tentando. Mariana riu na minha boca: - Manu, para. Se você não quisesse, não faria nada disso, né? - e mordeu meu lábio inferior. Continuamos nos beijando. As mãos explorando. Matheus saiu um pouco e deixou eu e Mariana sozinhas no sofá. Ela enfiou a mão por baixo do meu vestido e encontrou a buceta lisinha, sem calcinha. - Caralho, você tá sem nada... já tá molhada pra mim - ela sussurrou, passando os dedos no meu grelinho inchado. Eu comecei a acariciar o peito dela, apertando os bicos por cima da blusa. Meu corpo traía qualquer resistência. Eu tava excitada pra porra. Matheus tava com o pau pra fora agora, batendo punheta devagar. Que pau, minha nossa senhora. Grosso, veioso, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. - Vamos pro quarto - ela sugeriu. - Não, gente, para... já fomos longe demais, e se alguém chegar? - eu disse, mas as pernas já me carregavam. No quarto, Matheus sentou na cama: - Quero ver vocês duas se pegando primeiro. Mariana me jogou contra a parede, o corpo colado no meu. Beijos vorazes, línguas se enrolando. A mão dela subiu o vestido todo, dedos abrindo minha buceta molhada, circulando o grelinho. - Ahhh... - eu gemi, baixinho no começo. Eu levantei a blusa dela, expondo os peitos firmes. Chupei um bico com vontade, sugando forte, mordiscando. Ela gemeu alto: - Isso, chupa minha tetinha, Manu... caralho, que delícia. Tirei a blusa dela completamente. Ela puxou meu vestido pela cabeça e eu fiquei completamente nua — buceta inchada, brilhando de tesão, bumbum arrebitado exposto. Matheus batia punheta mais rápido, olhando. Nós duas caímos no chão do quarto, corpos nus se esfregando. Beijos no pescoço, nos peitos. Minha mão desceu pra buceta dela, que tava encharcada. Enfiei dois dedos de uma vez. - Aaaahhh! - ela soltou uma gemidinha aguda, rebolando nos meus dedos como se fosse uma pica grossa. Matheus se levantou e colocou aquele pau enorme na minha boca. Eu chupei igual uma louca, enfiando o mais fundo que conseguia, babando tudo, garganta apertando a cabeça. - Porra, Manu... que boca gulosa - ele gemeu, fodendo minha boca com estocadas lentas no começo. Enquanto isso, Mariana desceu e abriu minhas pernas grossas. A língua dela acertou direto no grelinho, chupando com fome, lambendo a entrada da buceta, enfiando a língua dentro. - Mmmmmm... - eu gemi com o pau na boca, o corpo tremendo. Ela chupava com vontade, sugando meu clitóris, dois dedos dela me fodendo. Eu gozei na boca dela como nunca, o corpo convulsionando, gemendo desesperada em volta da pica do Matheus. - Aaaaiiii caralhooo... tô gozandooo! Ela bebeu tudo, lambendo até a última gota. Depois levantou, me deu um tapa leve na cara e falou com voz safada: - É cachorra, tá gostando de chupar o pau do meu marido? - Eu tô... essa pica é deliciosa pra caralho - respondi, ofegante. - É? Então chupa ele todinho. E depois mete na minha buceta. - É cachorra, tu quer isso? Então tá, vem cá, vem me dar essa buceta - eu disse, me sentindo a puta mais safada do mundo. Eu enfiei os dedos de novo nela enquanto ela cavalgava minha mão. Matheus assistia, pau latejando. Tirei os dedos, chupei o gosto dela e dei pra ela provar também. Depois nós duas caímos em cima dele, chupando aquela pica juntas. Línguas se encontrando na cabeça, descendo até as bolas. Eu puxei o cabelo dela: - Quero ver você foder com ele. Fode, vai cachorra. Ele pegou Mariana, abriu aquelas pernas e meteu tudo de uma vez. O barulho molhado encheu o quarto. - Aaaahhh porraaa! - ela gritou. Eu sentei minha buceta na cara dela e comecei a cavalgar. A língua dela trabalhava fundo, chupando meu grelinho, enfiando na entrada. Gozei de novo, forte, molhando a cara toda dela. - Bebe tudo, cachorra... aaaaiii! Agora era minha vez. Matheus me olhou com fome: - Tá pronta, cachorra, pra tomar pirocada? - Tô... mete tudo nessa buceta que é só de vocês - eu respondi, abrindo as pernas. Ele roçou a cabeça grossa na entradinha molhada, provocando, depois meteu tudo de uma vez. Senti ele abrindo tudo dentro de mim. - Aaaaiiii caralhooo! - gritei, unhas cravando nas costas dele. - Vai cachorra, toma essa piroca grossa - ele rosnava, socando forte, bolas batendo na minha bunda arrebitada. - Vai, me fode! Mete tudo, anda logo! Soca mais, quero pau, porra! - eu implorava, rebolando contra ele. Mariana se masturbava ao lado, dedos voando no grelinho dela: - Isso, fode ela! Mete a pica nessa cachorra, é disso que ela gosta! Cada estocada era mais fundo. Meu corpo inteiro tremia. Eu tava maluca: - Vou gozaaaar... anda, mete mais! Me fode, caralho! Soca tudo bem gostoso na minha bucetinha! Mariana se aproximou: - Para, quero que essa cachorra goze na minha cara. - É? Então me chupa todinha pra você beber minha gala - eu disse, puxando a cabeça dela contra minha buceta enquanto Matheus continuava metendo. Ela chupou com força. Eu forcei a cara dela, rebolando desesperada. - Vou gozaaar... aaaahhh porraaa! - gozei jorrando, o corpo todo convulsionando, ela bebendo tudo. Depois foi a vez dele gozar. Nós duas ajoelhamos como boas cachorrinhas, chupando aquela pica veiosa, lambendo bolas, enfiando fundo na garganta. Ele metia os dedos nas nossas bucetas ao mesmo tempo. Chupamos por uns dez minutos longos, babando, gemendo, implorando: - Goza pra gente... goza na nossa cara, amor... Ele gemeu alto e gozou forte, jatos grossos acertando nossos rostos, bocas abertas, línguas para fora. Nós lambemos tudo, nos beijando com o gozo dele misturado. Foi a melhor foda da minha vida até hoje. Gemidos desesperados, bucetas encharcadas, pica latejando, tapas, puxões de cabelo, palavras sujas o tempo todo. A intensidade era tanta que parecia que o mundo ia acabar ali. Desde aquele dia, a gente fodeu quase sempre que dava. Às vezes só eu e Mariana, outras com Matheus assistindo ou participando. Virou nosso segredo quente, daqueles que deixam a calcinha molhada só de lembrar.
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