Karlos sempre soube que sua irmã Karla era uma tentação ambulante. Eles eram gêmeos, os dois ruivos de pele branquinha que parecia porcelana. Ele era magro mas com o corpo bem malhado, abdômen definido de tanto malhar escondido. Karla era o sonho molhado de qualquer um: seios grandes e firmes com aqueles bicos rosados que marcavam na blusa, bundinha média mas empinada pra porra, coxas torneadas que davam vontade de morder. Toda sexta os pais saíam e só voltavam domingo ou segunda, deixando os dois sozinhos na casa grande com os vizinhos de olho só de longe. Naquela sexta, Karla parecia estar de propósito. Assim que os velhos bateram a porta, ela começou a desfilar pela casa só de calcinha fio-dental preta e sutiã rendado que mal segurava aqueles peitos pesados. A calcinha entrava no rego da bunda dela, marcando a carne branquinha. Karlos ficava de pau duro só de olhar, imaginando o gosto daquela bucetinha depiladinha que ele via de relance quando ela se abaixava. De noite, quando a casa estava em silêncio, Karlos não aguentou. Foi pé ante pé até o quarto dela. Karla dormia de lado, o lençol mal cobrindo o corpo. Ele puxou devagar, revelando ela só de calcinha, os seios quase saindo do sutiã, os bicos rosados duros com o friozinho do ar condicionado. O cheiro dela subiu direto pro nariz dele – aquele perfume de buceta jovem, quente, levemente doce e molhada. Ele se aproximou, ajoelhou na cama, o coração martelando. Afastou a calcinha pro lado com dois dedos, olhando aquela bucetinha inchada, os lábios carnudos, o grelinho aparecendo levemente. Cheirou fundo, inalando como um viciado. "Porra, mana... que cheiro bom da tua bucetinha..." murmurou baixinho. Tirou o pau pra fora – 18cm de grossura, veias pulsando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Abriu bem aquelas nádegas macias, apontou a glande na entradinha quente e foi enfiando devagar. A buceta dela era apertada pra caralho. Ele empurrou uns 5cm, sentindo as paredes quentes e molhadas apertando. Karla se mexeu no sono, soltando um gemidinho baixo. Ele parou, tirou o pau devagar, o coração na boca. Foi aí que viu o diário na mesinha de cabeceira. Abriu na última página. O que leu deixou ele abismado: "Amanhã vou dar banho no Rock e depois... vou deixar ele me foder. Quero sentir aquela pica de cachorro dentro da minha buceta." No sábado de manhã, Karla chamou o pastor alemão pro quintal. Karlos observava escondido. Ela lavou o cachorro com cuidado, passando a mão no pelo molhado, rindo quando ele sacudia água nela. Depois subiu pro quarto, o cachorro seguindo animado. Karlos esperou um pouco e foi atrás, pé leve. Quando chegou na porta entreaberta, a cena era insana. Karla estava de quatro na cama, posição frango assado, bundinha empinada, calcinha jogada no chão. Rock já tinha montado nela, as patas na cintura dela, enfiando aquela pica vermelha e pontuda na bucetinha dela com estocadas rápidas e brutas. Karla gemia alto, desesperada: - Aiiiii meu Deus... que pica grossa... me fode, Rock... enfia tudo na minha bucetinha safada! O cachorro metia com força, o nó inchando na entrada, esticando os lábios rosados dela. Karla balançava a bundinha pra trás, os seios balançando pesados, bicos duros roçando o lençol. O quarto cheirava a sexo animal, buceta molhada, suor. Karlos ficou ali, pau latejando na mão, assistindo o irmão de quatro patas arrombar a buceta da irmã. No melhor da festa, ele fez barulho sem querer. Karla virou o rosto e viu ele. Os olhos dela se arregalaram de pavor. - Karlos! Não... sai daqui! Mas era tarde. O nó do cachorro já tinha entrado, travando dentro dela. Karla gritou de dor misturada com prazer: - Aaaaiii! Tá doendo... o nó dele tá preso na minha buceta! Não consigo tirar! Karlos entrou no quarto, fechando a porta. - Calma, mana. Relaxa. Só espera ele gozar e amolecer. Vai passar. Ela estava tremendo, lágrimas nos olhos, mas a buceta traía, escorrendo melado pelas coxas. Rock continuava dando estocadas curtas, o nó pulsando dentro. Karla gemia baixo agora, mordendo o lábio: - Porra... tá tão fundo... ele tá enchendo minha bucetinha de porra quente... Depois de longos minutos, o cachorro gozou forte, jatos grossos enchendo ela. Quando o nó amoleceu, ele saiu de uma vez, puxando um rio de porra branca que escorreu da bucetinha aberta de Karla. Ela ficou ali, ofegante, bunda empinada, buceta vermelha e inchada. Karlos não perdeu tempo. Tirou a roupa, pau duro latejando, e foi pra cima dela. Posicionou a glande na entrada melada e enfiou tudo de uma vez, sentindo a buceta quente, cheia da porra do cachorro, escorregadia pra caralho. - Para, Karlos! A gente não pode... somos irmãos! - ela tentou, voz fraca. - E você tava deixando o cachorro foder tua bucetinha, mana? Isso pode? Agora cala a boca e geme pra mim. Ela se calou, depois soltou um gemido longo quando ele começou a meter forte: - Aaaahhh... que pica grossa... mais fundo, irmão... me arromba essa buceta safada! Karlos segurava os quadris dela, metendo com tudo, bolas batendo no grelinho. Os seios dela balançavam, ele esticava a mão e beliscava os bicos rosados. Karla gritava: - Isso! Fode tua irmã! Enche minha bucetinha de porra de irmão! Aaaaiii... vou gozar! Ela gozou forte, apertando o pau dele, esguichando um pouco misturado com a porra do cachorro. Karlos não aguentou e gozou também, jatos quentes enchendo ainda mais aquela buceta incestuosa. Depois, suados e melados, foram pro banho juntos. Debaixo da água quente, Karla se ajoelhou, pegou o pau do irmão ainda meio duro e enfiou na boca: - Deixa eu limpar essa pica que acabou de sair da minha buceta... Chupava com fome, língua girando na cabeça, engolindo fundo até a garganta. Karlos segurava o cabelo ruivo dela, fodendo a boca: - Isso, mana... mama a pica do teu irmão. Que boca gulosa da porra. Ele gozou na boca dela de novo. Depois virou ela de frente pro azulejo, abriu a bundinha e enfiou devagar na buceta por trás, metendo enquanto a água caía. Karla gemia desesperada: - Mais forte! Me fode como uma cadela! Aaaahhh... teu pau é maior que o do Rock... me rasga! Transaram no chuveiro, depois no quarto de novo – ela por cima, cavalgando, peitos quicando, gemendo alto. Ele de lado, perna dela levantada, metendo fundo. De quatro outra vez, dando tapas na bunda branquinha que ficava vermelha. Gozaram mais vezes, corpos colados, suor e porra misturados. - Agora somos amantes, mana. Ninguém nunca vai saber. Karla sorriu safada, passando o dedo na buceta inchada: - E nas férias de junho, quando formos acampar... você vai tirar a virgindade do meu cuzinho. Quero sentir essa pica grossa arrombando meu cu apertado, irmão. Eles se beijaram com fome, sabendo que a sacanagem mal tinha começado.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.