Era uma tarde quente de verão, e eu, uma morena gostosa pra caralho, com meus cabelos pretos longos caindo até a cintura, seios fartos e pesados que balançavam a cada passo, e um bumbum avantajado que chamava a atenção de todo macho que cruzava meu caminho, estava sozinha em casa. Meu corpo era uma tentação ambulante: pele morena macia, cintura fina contrastando com as curvas generosas, e uma bucetinha bem cuidada que eu adorava tocar quando o tesão batia. Acabei de tomar banho, o corpo ainda molhado e cheiroso. Desliguei o chuveiro e me enrolei rapidinho numa toalha branca felpuda quando o telefone tocou. Corri pro quarto, coração acelerado, e atendi sem pensar duas vezes. - Alô? Oi, amiga! Tudo bem? – falei, sentando na beirada da cama. Era minha amiga tagarela do outro lado, falando sem parar sobre o dia dela. Eu não quis cortar, então continuei a conversa enquanto tirava a toalha devagar, enxugando os cabelos molhados. Meus seios grandes ficaram livres, mamilos escuros já meio duros com o ar fresco. O Nego, meu pastor alemão forte e peludo, entrou no quarto quietinho, me olhou com aqueles olhos atentos e se deitou no tapete aos meus pés. Eu estava relaxada, pelada total, pernas um pouco abertas enquanto falava. Deitei de costas na cama macia, toalha jogada pro lado, coxas separadas, bucetinha exposta e ainda úmida do banho. O Nego ficou inquieto, mexendo a cabeça, farejando o ar. Eu não liguei muito no começo, concentrada na conversa. De repente, senti o focinho quente dele roçando minha coxa interna. Um arrepio subiu pela espinha. Ele cheirou mais perto, bem na minha bucetinha lisinha, e eu mordi o lábio pra não gemer alto. - Humm... – escapei baixinho, disfarçando. A língua dele, quente, áspera e molhada, tocou minha carne macia. Ele lambeu devagar no início, explorando os lábios da minha buceta, subindo até o grelinho sensível. Meu corpo inteiro tremeu. Eu tentava prestar atenção na amiga, mas o prazer vinha em ondas. - Ahh... continua falando, amiga, tô te ouvindo... – respondi, voz falhando um pouco. O Nego ficou mais ousado. A língua grande dele entrava entre meus lábios, lambendo todo o mel que escorria da minha bucetinha excitada. Ele lambia com fome, fazendo barulhinhos molhados, chupando meu grelinho inchado. Eu me contorcia na cama, quadril se mexendo sozinho. Coloquei os pés na beirada da cama, arreganhei as pernas bem abertas, levantei o bumbum e empinei o cu pra ele. A linguona dele desceu e lambeu meu cuzinho apertado, girando em volta, enfiando a ponta quente. Delírio total. - Porra... que delícia... – sussurrei pra mim mesma, mão livre apertando um seio, torcendo o mamilo. Minha amiga aumentou o tom: - Ei, você tá ouvindo? Tá tudo bem aí? - Ah, sim... acho que o telefone tá com defeito, sua voz tá sumindo... depois te ligo, tá? Beijo! – menti descaradamente e desliguei correndo. Agora sim, livre. O tesão tinha tomado conta. Eu puxei a cabeça peluda do Nego com as duas mãos e enfiei o focinho dele fundo na minha buceta encharcada. - Lambe, Nego... lambe essa bucetinha toda... isso, cachorro safado... Ele obedeceu como um louco. A língua áspera entrava e saía, lambendo meu clitóris inchado, sugando os sucos que jorravam. Eu gozei pela primeira vez, forte, pernas tremendo, gemendo alto: - Aaaahhh! Gozei... porra, que língua gostosa... não para, Nego! Ainda tremendo do orgasmo, sentei na beirada da cama novamente, pernas completamente arreganhadas, buceta vermelha e pingando. Foi quando vi: o pau do Nego estava pra fora, enorme, vermelho, brilhando, com aquela ponta fina e quadrada latejando. Veias grossas pulsando. Era uma pica animal, grossa na base, com o nó já começando a inchar. Isso me deixou completamente louca. O tesão subiu pra cabeça. - Olha só esse pauzão... vem cá, Nego. Eu me abaixei e segurei aquela pica quente com a mão. Dura feito pedra, latejando forte. Comecei a esfregar, sentindo o calor, o cheiro forte de macho. Ele gemia baixinho, quadril se mexendo instintivamente. Não aguentei mais. Puxei o Nego pelas patas dianteiras, levantei ele sobre mim na cama. As patas dele se apoiaram em volta do meu corpo, peito peludo roçando meus seios fartos. Ele começou aquele movimento frenético de vai e vem, pica batendo em mim, procurando o buraco. Eu escorreguei o quadril pra baixo, abrindo bem minha buceta com uma mão, mel escorrendo pelos meus dedos. Com a outra, guiei aquela pica vermelha pra entrada. - Enfia, Nego... mete essa pica em mim... ahhh! A ponta fina entrou fácil, depois o resto grosso. Ele acertou em cheio e começou a estocar como um animal no cio. Profundo, rápido, batendo fundo na minha buceta molhada. Eu sentia cada centímetro entrando e saindo, roçando minhas paredes internas, acertando o fundo. - Aaaaiii... que delícia... me fode, Nego! Mais forte... rasga essa buceta! Eu segurava meus seios grandes, apertando, mamilos duros entre os dedos. O Nego metia sem parar, o pauzão inchando dentro de mim. O nó começou a crescer, esticando minha bucetinha ao limite. Doía um pouco, mas era um prazer insano, me sentia sendo arregaçada toda. - Uuuuhhh... vai... enfia esse nó... me enche toda! Os gemidos saíam desesperados da minha boca. Eu gozava sem parar, orgasmos seguidos, buceta apertando o pau dele, sucos escorrendo. O Nego gemia rouco, estocadas aceleradas, o nó travando dentro de mim, me prendendo. - Aaaahhh! Goza, Nego... goza dentro da minha buceta! Senti o jorro quente dele explodindo lá no fundo, gozo grosso escorrendo pelas minhas coxas mesmo com o nó travado. Ficamos engatados uns minutos, eu ofegante, corpo suado, seios subindo e descendo. Quando ele conseguiu sair, o gozo branco escorreu todo pela minha buceta e cu. Eu me sentei de lado, pernas ainda tremendo. O Nego se levantou e começou a lamber tudo: minhas coxas, minha buceta inchada, meu cu. A língua quente limpando o gozo misturado com meus sucos. - Isso... lambe tudo, meu nego lindo... come meu cu e minha buceta... Abri bem os lábios com as mãos, mostrando o interior rosado e melado. Ele enfiou a língua fundo, lambendo o grelinho sensível de novo, me fazendo gozar mais uma vez, gritando de prazer: - Aaaaiii... estou gozando de novo! Lambe, lambe... que delícia! Eu delirei por um bom tempo, esfregando minha buceta na cara dele, sentindo a língua áspera me limpar e me excitar de novo. O quarto cheirava a sexo animal, suor e gozo. Meu corpo moreno brilhava de suor, cabelos grudados na pele, seios marcados pelos meus próprios apertos. Depois disso, eu deitei exausta, Nego ao meu lado, lambendo suavemente minha pele. Nunca imaginei que algo assim pudesse acontecer, mas o prazer foi tão intenso que eu repetiria sem pensar duas vezes. Aquele dia mudou tudo pra mim. O tesão por aquela pica vermelha e aquela língua incansável ficou gravado na minha pele. Eu ainda não estava satisfeita. O tesão não baixava. Levantei de novo, pus o Nego de lado na cama e me posicionei de quatro, bumbum empinado alto, buceta e cu expostos pra ele. - Vem, Nego... monta nessa vadia morena... mete de novo. Ele subiu rápido, patas nas minhas costas, pica já meio dura roçando meu bumbum. Eu guiei de novo, e ele enfiou com tudo na buceta inchada. O barulho molhado de estocadas enchia o quarto. - Ploc ploc ploc... isso... me arromba! Gemidos desesperados saíam sem controle: - Fode... fode minha buceta... aaaahhh! Mais fundo, porra! O nó inchou de novo, me travando, e outro orgasmo me rasgou por dentro. Eu balançava o corpo pra trás, empinando mais, sentindo as bolas dele batendo no meu grelinho. Gozo dele jorrou outra vez, escorrendo pelas minhas pernas morenas. Depois, eu virei de frente, abri as pernas no máximo, pés no ar, e deixei ele lamber tudo de novo. A língua entrava no cu, na buceta, chupava o grelinho até eu tremer inteira. - Lambe meu cu, Nego... enfia essa língua no meu cuzinho... que gostoso! Eu gozei mais umas três vezes só com a lambida, dedos apertando meus seios fartos, gemendo como uma puta no cio: - Uuuuhhh... gozaaaandooo! O sol já estava baixando quando paramos, eu exausta, buceta vermelha e aberta, gozo por todo lado, corpo marcado pelo prazer proibido. Foi a foda mais intensa da minha vida. O Nego deitou ao lado, satisfeito, e eu acariciei a cabeça dele, sorrindo safada. - Você é meu macho agora... sempre que eu quiser essa pica e essa língua. E assim terminou aquele dia inesquecível, cheio de sacanagem animal que me deixou viciada.
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