Mãe evangélica e fogosa!

Roberto ainda sentia o braço latejando do jogo de basquete, mas o que realmente latejava era outra coisa. Ele tinha 18 anos, 178 cm de altura, corpo definido de quem jogava bola com frequência. A mãe dele, Maria, era uma morena de 1,58m, de 35 anos, que deixava qualquer um virando o pescoço. Seios fartos, bundão redondo e bronzeado, cabelos compridos que às vezes prendia num coque apertado, daqueles que deixavam o pescoço exposto. Crente fervorosa, ia à igreja toda semana, mas o padre ouvia dela há meses que não sentia mais vontade de sexo. O pai tentava, coitado, mas nada.
Aquele dia mudou tudo.
- Filho, vem pro banheiro que eu te ajudo com o banho. Você não consegue nem levantar o braço direito direito.
Roberto ficou envergonhado quando tirou a roupa na frente dela. O pau já meio inchado só de imaginar. Maria sorriu com calma, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
- Não precisa ter vergonha, meu filho. Já te vi peladinho desde que você cresceu. Relaxa.
Ela ensaboou o peito dele, os ombros, desceu pros braços. Quando chegou nas partes íntimas, a mão dela parou um segundo. Roberto sentiu o sangue todo descer. O pau endureceu rápido, ficando grosso, latejando. Maria olhou, respirou fundo e, sem dizer nada, envolveu a mão quente e molhada na pica do filho.
- Que duro... mais que duro, filho. Nossa, como seu pênis é gostoso... parece uma linguiça grossa. Que gracinha...
Roberto quase gozou ali mesmo. O coração batia tão forte que parecia que ia explodir.
- Mãe... que loucura... meu Deus, minha própria mãe...
Uma mistura louca de desejo, tesão proibido e sacanagem tomou conta dele. Nunca sentiu nada igual na vida. A mãe crente, casada, ali segurando o pau do filho como se fosse um brinquedo novo.
Ele gaguejou:
- A senhora não tem vergonha de estar assim comigo?
Maria apertou mais, passou o polegar na cabeça rosada e inchada.
- Você é meu filho. A gente não tem que ter vergonha um do outro. Esquece a vergonha... Olha só que linguiçona. Eu tô orgulhosa do meu filhinho.
Ela pegou o prestobarba e o sabonete Dove. Começou a depilar o pau dele com cuidado, passando a mão devagar, elogiando sem parar.
- Eu sou apaixonada por sacos... por isso tô tirando esses pelos. Olha só que delícia... Eu acho gostoso ficar passando a mão nele... Esse é só meu... só pra mim... Um sacão e uma linguiçona... tudo meu.
Roberto gemeu baixo, o corpo tremendo. De repente, Maria deu uma olhada fulminante pro pau latejante, abriu aquela boca carnuda e abocanhou tudo.
- Meu Deus, mãe! Mãe, que delícia... que bocona quente, meu Deus...
- Isso é meu, só meu... um pintão e um saco só pra mim... e é só meu... e meuuu... um filho só pra mim transar... que loucura... Aiiii meu Deus, filhinho... que pintão gostoso, parece uma linguiçona. Olha só o tamanho dessa cabeça, que grande e lisinha. E é todinha minha. Esse linguicão é só meu e tudo meu...
- Uauuuuuuu... Por que a senhora tá fazendo isso? Que loucura, mãe... A senhora é minha mãe e crente...
- E você é o meu filho, meu Deus, que sacanagem... com meu filho e não com o meu marido.
- Assim, maezinha, assimmm... Isso, engole o meu pintão... Isso, passa a língua na cabeça... Hummmmmm que delícia...
- A mamãe tá orgulhosa de você. Eu nunca pensei que algum dia eu pudesse chegar nesse ponto. E que eu não consegui mais aguentar ver você me mostrar essa linguiça gostosa... Olha só que coisona gostosa...
Ela chupava com fome, babando, fazendo barulhos molhados. Roberto segurava a cabeça dela, empurrando devagar. Maria gemia em volta do pau, os olhos cheios de tesão.
De repente ela se levantou, foi pro quarto e voltou com um pote de chantilly.
- Agora você vai ver o que é mamar de verdade.
Levou o pote à boca, deu uma golada grande, cuspiu tudo em cima do cacete do filho. O creme branco escorreu pela cabeça, pelo tronco, até os sacos. Ela atacou de novo, chupando como uma louca, lambendo cada gota.
- Meu Deus, que mulher... que mãe crente e gostosa... Issooo, mamaeee... Issooo, maezinha, que maravilhaaa...
- Você tá gostando de me amamentar, filho?
Roberto não aguentou. Gozou forte, esguichando jato atrás de jato na boca dela. Devia ter uns bons 1 litro de porra grossa. Maria engoliu tudo, nem uma gota escapou. Limpou os lábios com a língua e sorriu safada.
- Mãe, eu gozei muito?
- Você fica super excitado me vendo amamentar você... Eu gosto de ver a sua cara de prazer.
Não demorou e começou outra sessão de chupeta. Roberto segurou a cabeça dela.
- Hummmm, maezinhaaa... Sua porcalhona... Por que a senhora tá babando assim no meu pinto? Olha só que lambuzeira que a senhora tá fazendo... Tá deixando meu pintão todo lambuzado.
- Assimmm, maezinha, assimmm... Deixa ele bem molhado. Continua babando, sua putona gostosa. Vai, puta, cospiiii, sua putona porcalhona...
Maria babava sem parar, cuspiu mais, chupou os sacos, lambeu tudo. Os gemidos dela ecoavam no banheiro.
Chegou a vez dele. Roberto agarrou a mãe, levou pro quarto, colocou ela de quatro na cama. O bundão enorme, bronzeado, empinado. Começou a dar tapas fortes. A pele ficava marcada com as digitais dele mesmo sendo tão morena.
- Me fode, filhooo... Me fode com esse pintão... Issooo, força, força... Meu filho... Eu te amo...
- Que loucura, maezinha... Que maravilha, sua crente, sua vagabunda...
Ela adorava ser xingada. Rebolava, empinava mais.
- Bate mais, filho... Me judia... Eu sou sua putinha agora...
Roberto beijou, lambeu, esbofeteou aquela bunda enorme. Depois enfiou a cara no meio, lambeu o cu e a buceta molhada dela. Maria gritava de prazer.
- Aiiii filho... Lambe o cu da mamãe... Isso, chupa meu grelinho... Haaaaaaa...
Ele pegou o pau e esfregou na entrada da buceta quente e encharcada.
- Vai, mãe... Pede.
- Me fode, Roberto... Enfia esse pintão na buceta da sua mãe crente...
Ele meteu tudo de uma vez. Maria arqueou as costas, gritando.
- Aaaaaaiiiii... Que grosso... Me rasga, filho... Issooo... Me fode gostoso...
Ela cavalgava por cima depois, subindo e descendo com força. Os seios fartos balançando, os gemidos desesperados enchendo o quarto.
- Assim, filhinho... Mais fundo... A buceta da mamãe é toda sua... Hummmm... Aiiii... Vou gozar...
Gozo atrás de gozo. Ela tremia, esguichava, arranhava o peito dele.
Depois veio o canguru perneta. Maria sentou no colo, pernas abertas, e desceu devagar no pintão. Rebolava desesperada, beijando a boca do filho.
- Eu te amo, meu filho... Isso é tão errado e tão bom... Aaaaaah...
Roberto pegou mais chantilly, passou nos seios fartos dela e lambeu cada centímetro, chupando os mamilos duros enquanto metia.
- Mãe, seus peitos são deliciosos... Tão macios...
Ela pediu:
- Agora enfia no meu cu, filho... Quero sentir você todo dentro da minha bundinha.
Ele lubrificou com saliva e chantilly, pressionou a cabeça grossa no cuzinho apertado. Maria gemeu alto quando entrou.
- Aiiiiii... Devagar... Que delícia... Mais... Me arromba o cu, filhinho...
Ele meteu devagar no começo, depois mais forte. O cu dela apertava o pau como uma luva quente. Os gemidos dela eram desesperados, misturados com choro de prazer.
- Haaaaaaa... Isso... Me fode o cu... Sua mãe crente tá virando uma puta pra você...
Foram pro banheiro de novo, debaixo do chuveiro. A água quente caindo. Maria arranhava as costas dele com unhas fortes, marcando a pele até sangrar levemente. O prazer era tanto que ela não sabia onde colocar as mãos – puxava os cabelos, arranhava, mordia o ombro.
- Goza dentro de mim, filho... Enche a buceta da mamãe... Aaaaaaiiiii... Gozei de novo...
Roberto gozou forte, enchendo ela. Maria teve mais um orgasmo violento, pernas tremendo, corpo colado no dele.
Eles repetiram em várias posições aquela tarde e noite. Na cama, no sofá, encostados na parede. Ela chupava, ele comia a buceta, o cu, lambia o grelinho inchado até ela implorar para parar. Xingamentos, elogios, gemidos desesperados:
- Sua putona gostosa... Minha mãe safada...
- Sim, filho... Sou sua putona... Me usa quando quiser...
Depois desse dia, viraram amantes. Sempre que o pai saía, eles se pegavam com a mesma fome. Maria ainda ia à igreja, mas agora com o segredo delicioso entre as pernas. Roberto nunca mais olhou pra ela da mesma forma. Era a mãe, a mulher, a puta particular dele.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Mãe evangélica e fogosa!

Codigo do conto:
266225

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/07/2026

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