O dia que enrabei minha irmã mais velha!

Esse conto é o mesmo que escrevi anteriormente a esse, porém pelo ponto de vista do irmão.
O sol já batia forte no quintal da casa simples onde Juca morava com a mãe. Aos 18 anos, ele acordava sempre com o pau meio duro, daqueles tesões matinais que não perdoam. Mas naquele fim de semana tudo mudou. Vivi, a cunhada casada, amiga da família que aparecia todo sábado e domingo, estava deitada de bruços na grama do fundo, só de biquíni. A parte de baixo era minúscula, mal cobria o buraquinho do cu dela. As bandas grandes, lisas, bronzeadas, quase inteiras de fora, brilhando com um pouco de suor. De lado dava pra ver o volume dos peitos apertados contra a toalha, os mamilos marcando o tecido fino da tanquinha.
Juca sentiu o caralho endurecer na hora, latejando dentro da bermuda. Ele já tinha passado meses olhando aquelas tanquinhas curtas que ela usava, os shorts apertados que marcavam a buceta carnuda. Vivi era casada, tinha um filho pequeno, mas o corpo dela era um convite pro pecado: bundona empinada, cintura fina, pele macia. Ele engoliu seco, olhou pro lado, viu que a mãe não estava em casa, e se aproximou devagar.
Ela parecia dormindo, respirando calma. Juca parou atrás dela, o coração batendo forte. A mão tremia quando ele esticou os dedos e tocou de leve aquela bunda perfeita. A pele era quente, lisinha, sem um pelo fora do lugar. Ele apertou de leve, sentindo a carne ceder macia. O pau dele já estava duro que nem ferro, babando pré-gozo na cueca.
- Porra... que delícia... – ele murmurou baixinho.
Não resistiu. Baixou a bermuda, pegou o cacete latejante na mão e começou a bater uma punheta rápida, olhando aquela bundinha. Cinco minutos de vaivém desesperado e ele gozou forte, jatos grossos de porra quente caindo direto nas bandas da Vivi. O leite escorreu pelo vinco, molhando o buraquinho do cu e escorrendo pra buceta. Ela se mexeu de leve, arrepiada toda, mas não acordou de vez. Juca ficou ali, pau ainda semi-duro, ofegante.
O tesão não passou. Pelo contrário, voltou mais brabo. Ele se ajoelhou, abriu as pernas dela um pouco e aproximou o rosto. O cheiro dela era doce, misturado com suor e um leve aroma de mulher excitada. Ele lambeu devagar, começando pela bunda toda, sentindo o gosto da própria porra misturada com a pele dela. A língua deslizou pelo vinco, lambendo tudo, até chegar na bucetinha inchada. Ele chupou os lábios grossos, enfiou a ponta da língua entre eles, sentindo o melzinho que já começava a escorrer.
Vivi soltou um suspiro longo.
- Huuuuuummmmmm...
Ela abriu um pouco mais as pernas, arrebitou a bundona de leve. Juca puxou a tanga pro lado, expondo o cuzinho rosado e piscando. Ele beijou ali, deu lambidas circulares, depois enfiou a língua com força, fodendo o cu dela com a boca.
- Huuuuuummmmmm... aaaahhh... – ela gemeu mais alto, o corpo tremendo.
Ele percebeu que ela estava acordada, mas fingindo. Isso só deixou ele mais louco. Enfiou a língua mais fundo, girando, chupando o interior quente e apertado do cu dela. Vivi rebolou devagar, oferecendo mais.
- Hmmmm... que gostoso... – ela sussurrou, voz rouca de sono e tesão.
Juca se posicionou de joelhos atrás dela, o pau duro de novo, veias saltadas. Ela virou o rosto de leve, olhou pro cacete dele e mordeu o lábio. Tentou fingir que dormia, mas o corpo traía. Ele voltou a lamber o cuzinho, enfiando a língua até o fundo, chupando forte.
De repente Vivi levantou a bunda quase meio metro, o quadril balançando, gemendo alto.
- Aaaahhh... porra... huuuuuuummmmmm... tô gozando... aaaaiii...
Ela gozou forte, melando a tanquinha toda, um cheiro forte de buceta molhada tomou o quintal. Juca não aguentou. Montou nela, agarrou os quadris largos, apontou a cabeça grossa do caralho na entrada do cu e empurrou.
- Aaaaaaaaaiiiii... caralho... – ela gritou, o corpo inteiro tensionando.
Ele enterrou tudo de uma vez, até o talo, sentindo o cu dela apertar como um punho quente. Doeu um pouco na ponta do pau dele, mas o tesão era maior. Puxou devagar e meteu de novo, forte, fundo.
- Mete... huuuummm... mete esse caralho no meu cu... – ela gemeu, voz desesperada.
Juca começou o vaivém, metendo com força, as bolas batendo na buceta molhada dela. O cu dela piscava, sugando ele. Vivi rebolava, empinando mais.
- Isso... fode meu cuzinho... aaaahhh... mais forte... seu filho da puta...
Ele metia sem parar, suado, ouvindo os gemidos dela cada vez mais altos. Vivi gozou de novo, o cu apertando tanto que quase fez ele gozar junto. Ele parou um segundo, sentindo a dorzinha, mas ela rebolou braba, forçando.
- Não para... mete... mete logo...
Ele voltou com tudo, socando fundo. Depois de minutos de foda bruta no cu, ele gozou dentro, enchendo o intestino dela de porra quente.
Mas não acabou. Juca tirou o pau, ainda duro, e virou ela de lado. Abriu as pernas dela, olhou a bucetinha inchada, grelinho saltado, melada. Ele se abaixou e chupou com fome, língua fodendo o buraco, sugando o clitóris.
- Huuuuuuu... sssssssss... isso... chupa minha buceta... aaaahhh...
Vivi segurou a cabeça dele, empurrando contra a xota. Ele enfiou dois dedos no cu dela enquanto chupava, sentindo ela tremer.
Ela gozou na boca dele, jorrando melzinho doce. Juca subiu, empinou a bundona dela de novo e meteu o cacete na buceta de uma vez.
- Aaaaiiiii... filha da puta... tá rasgando... – ela urrou.
Ele tirou rápido, assustado, mas ela virou o rosto, olhos cheios de tesão.
- Mete senão eu te mato... – rosnou.
- O quê?
- Mete se não te mato, seu filho da puta! Mete logo essa pica grossa na minha buceta... agora!
Juca meteu com tudo, enterrando até o fundo. A buceta dela estava encharcada, quente, apertando.
- Huuuuuuummmmmm... assim... vai e vem... fode bem fundo... – ela pedia, gemendo sem parar.
Ele metia forte, tirava quase todo, esperava um segundo e atolava de novo. O barulho molhado de pica entrando na buceta enchia o quintal. Vivi gemia desesperada.
- Haaaaaaa... mais... mais... me fode... huuuuuummmmmm... tô gozando de novo...
Eles gozaram juntos, ele enchendo a buceta dela de porra. Ficaram ofegantes, corpos colados.
Depois desse dia, virou rotina. Todo domingo, Vivi pedia pra mãe do Juca levar o sobrinho pra passear. Ela ia pro quintal, deitava de biquíni, esperava. Juca acordava, ia até lá sem dizer uma palavra. Às vezes ele começava lambendo o cu dela devagar, enfiando a língua fundo enquanto ela gemia baixinho.
- Hmmmm... lambe meu cuzinho... assim...
Outras vezes ele já chegava com o pau duro e enfiava direto na buceta, metendo bruto.
- Aaaaiii... caralho... que pica gostosa... fode sua safada...
Vivi virava uma puta no cio. Pedia pra ele chupar o grelinho dela até ela gozar jorrando. Depois abria o cu com as mãos.
- Enfia no meu cu agora... quero sentir essa rola grossa me arrombando...
Ele metia fundo, segurando os cabelos dela, socando sem parar. Os gemidos dela eram desesperados, altos.
- Huuuuuuuummmmmm... isso... rasga meu cu... aaaahhh... tô gozando pelo cuuuu... porraaa...
Eles fodiam em todas as posições. Ela por cima, rebolando a bundona, peitos balançando, gemendo no ouvido dele.
- Olha como eu sento na sua pica... huuuummm... tá me enchendo toda...
Ele a virava de quatro, metia na buceta, depois no cu, alternando, sentindo os dois buracos apertados. Gozavam várias vezes, porra escorrendo pelas coxas dela, cheiro de sexo dominando tudo.
Num domingo especialmente quente, Vivi chegou mais safada. Deitou de bruços, mas já com a tanga puxada pro lado, cuzinho piscando. Juca se ajoelhou e enfiou a língua fundo, fodendo o cu dela com vontade, babando tudo.
- Haaaaaiii... come meu cu com a boca... assim... mais fundo... sssssss...
Depois ele montou, meteu o caralho no cu dela de uma vez, segurando os quadris e bombando forte. Vivi gritava de prazer.
- Isso... me arromba... fode esse cu de puta... huuuuuummmmmm... tô gozando...
Ele tirou, virou ela, chupou a buceta inchada, enfiou três dedos no cu enquanto sugava o grelinho. Ela gozou tão forte que molhou o rosto inteiro dele.
- Aaaahhh... porra... que delícia... agora mete na buceta... me enche...
Juca meteu na xota molhada, fodendo com estocadas profundas. Os diálogos eram só sacanagem.
- Tá gostando dessa pica, sua casada safada?
- Tô... me fode... sou sua puta agora... mete mais... huuuuummm...
Eles passaram horas assim, trocando de buraco, gozando, lambendo, chupando. O pau dele entrava e saía brilhando de mel e porra. O cu dela ficava vermelho, aberto, piscando depois de tanta foda. A buceta inchada, grelinho sensível.
No final, deitados na grama, suados, ele ainda passava o pau mole entre as bandas dela, lambuzando tudo.
- Todo domingo vai ser assim? – ele perguntou baixinho.
Vivi sorriu, arrebitou o cu de leve.
- Todo domingo... e se eu puder, mais vezes... quero essa pica me fodendo sem parar...
E assim continuou. Juca, agora com 19, acordava todo domingo sabendo que a cunhada casada estava lá, oferecendo buceta e cu pra ele. Sem palavras no começo, só gemidos, lambidas, metidas fundas e porra escorrendo. Uma rotina de tesão puro, intensa, sem limites.
Vivi gemia cada vez mais alto com o tempo, pedindo coisas cada vez mais safadas. Um dia ela quis que ele mijasse no cu dela depois de gozar, pra limpar. Outro dia pediu pra ele bater na bundona enquanto metia.
- Bate nessa bunda... marca ela... huuuummm... sou sua vadia...
Os gemidos dela eram música pro Juca: huuuuuummmmmm, aaaaiii, porra, mais, me fode, arromba, enche de porra. Ele nunca se cansava de ouvir, de sentir o corpo dela tremendo, o cu e a buceta apertando o pau dele.
E assim eles continuavam, todo domingo, no quintal, vivendo aquela loucura secreta cheia de tesão, porra, gemidos desesperados e prazer sem fim.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O dia que enrabei minha irmã mais velha!

Codigo do conto:
266230

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/07/2026

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