Acariciando minha irmã dormindo!

Aquela noite parecia igual a tantas outras. Eu estava largado no sofá da sala, assistindo um filme qualquer que passava na TV, o volume baixo pra não acordar a casa. Do meu lado, Paulinha, minha irmã caçula de 18 anos, dormia pesado como sempre. O corpo dela esticado no sofá, coberto por um lençol fino que mal escondia as curvas que tinham começado a aparecer de verdade nos últimos meses. Eu tinha 25 anos e nunca, em mil anos, tinha pensado nela daquele jeito. Incesto? Nem com prima, quanto mais com a própria irmã. Mas o destino, ou o demônio do tesão, resolveu foder com tudo.
Durante um comercial, meus olhos desceram sem querer pro vão do lençol. Porra, ali estava: a calcinha de algodão branca com moranguinhos desenhados, apertadinha contra a pele macia da bucetinha dela. O tecido marcava o formato dos lábios, uma marquinha leve no meio onde a fenda começava. Meu pau deu um pulo tão forte dentro da cueca que quase rasgou o short. - Caralho, Paulinha... que bucetinha linda da porra... – murmurei baixinho, sentindo o sangue ferver.
Tentei me controlar. O filme voltou, mas eu não conseguia mais prestar atenção. Meu pau latejava, duro feito pedra, empurrando o tecido. Eu repetia mentalmente: acorda, mana, acorda logo senão eu vou fazer merda. Mas ela continuava dormindo, a respiração calma e profunda, os peitinhos subindo e descendo devagar por baixo da regata fina.
Quando o filme acabou, eu me levantei pra fazer o de sempre: pegar ela no colo e levar pro quarto. Me aproximei e, por coincidência ou sorte do caralho, a regata tinha deslizado. Um dos peitinhos pequenos, ainda brotando, aparecia quase inteiro – o biquinho rosado, durinho, pedindo pra ser chupado. Não resisti. Minha mão tremendo foi direto, por cima do tecido, e eu apertei de leve, balançando o corpo dela como se estivesse só tentando acordar.
- Paulinha... acorda, mana... – chamei, mas minha voz saiu rouca de tesão. Nada. O sono dela era de pedra.
Senti o calor daquele peitinho miúdo na palma da mão, o bico endurecendo contra meus dedos. Meu pau babava pré-gozo na cueca. Eu a peguei no colo, o corpo leve e quentinho contra o meu peito, e fui pro quarto dela com o coração martelando. Fechei a porta devagar, o clique quase me fazendo gozar de nervoso e excitação juntos.
Deitei ela na cama e, em vez de cobrir logo, fiquei olhando. - Só vou olhar um pouquinho, só ver... – pensei. Mas as mãos já agiam sozinhas. Levantei a regata devagar, expondo os dois peitinhos perfeitos, pequenos, com aqueles bicos rosados que pareciam feitos pra boca. Eu me abaixei e chupei um, devagar no começo, passando a língua em círculos. O gosto era doce, pele limpa de menina. Depois chupei com mais força, sugando o biquinho inteiro pra dentro da boca enquanto minha mão descia.
Puxei o lençol e a camisola pro lado. A calcinha com moranguinhos estava ali, colada na pele. Eu bolinei por cima do tecido, sentindo o calor da xoxotinha dela. O dedo médio pressionou bem no meio, onde o grelinho devia estar. Ela não se mexeu. - Porra, mana, sua bucetinha tá quentinha... – sussurrei, a voz falhando.
Não aguentei. Puxei a lateral da calcinha pro lado e vi pela primeira vez a buceta da minha irmã. Quase gozei ali mesmo. Era linda pra caralho: os lábios pequenos, rosados, quase sem pelo ainda, só uma penugem clarinha começando a nascer. A fenda fechadinha, brilhando um pouquinho de umidade natural. O cheiro subiu forte quando aproximei o nariz: um mix de xixi fresco de menina, suor leve e aquele aroma doce de buceta virgem. Eu enfiei o nariz de vez, inalando fundo.
- Hummm... que cheiro bom da porra, Paulinha... sua xoxota cheira a putinha inocente...
Minha língua saiu sozinha. Primeiro lambi devagar, de baixo pra cima, sentindo o gosto salgadinho misturado com doçura. Depois abri mais os lábios com os dedos e ataquei o grelinho. Chupei com força, sugando o botãozinho pra dentro da boca, rodando a língua rápido. A bucetinha dela começou a molhar de verdade, um líquido clarinho escorrendo. Eu lambia tudo, enfiando a ponta da língua na entradinha apertada, fodendo devagar.
Ela continuava dormindo, mas o corpo traía: os quadris davam micro-movimentos, a respiração ficou mais pesada. Eu tirei a calcinha de vez, deixando ela completamente pelada. Subi de novo pros peitinhos, chupando um enquanto dois dedos deslizavam na buceta encharcada. - Tá molhada pra caralho, mana... sua bucetinha tá pingando pra seu irmão...
Meu pau estava babando tanto que o short tinha uma mancha grande. Eu tirei ele, liberando a pica grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de tesão. Peguei a mãozinha dela e enrolei os dedinhos em volta da minha rola. Comecei a me masturbar com a mão dela, esfregando a cabeça quente contra a palma macia.
Depois deitei por cima, sem peso, e comecei a esfregar a pica na bucetinha dela. A cabecinha deslizava entre os lábios, batendo no grelinho, descendo até a portinha apertada. Eu empurrava de leve, só a cabeça entrando um centímetro, sentindo o calor virgem me apertar. - Ai porra... que buceta apertada... queria te foder de verdade, Paulinha... te arrombar esse cu e essa xoxota...
Os gemidos escapavam baixos da minha garganta enquanto eu acelerava a fricção. A bucetinha dela estava ensopada, o barulho molhado de carne contra carne enchendo o quarto. Eu chupava os peitinhos, mordia de leve o pescoço, lambia a orelha.
- Gemendo pra mim mesmo dormindo... sua putinha... toma a pica do irmão roçando na sua bucetinha...
O tesão subiu demais. Meu corpo inteiro tremeu. Eu segurei a pica e gozei forte, jatos grossos e quentes espirrando na barriguinha dela, na buceta, nos peitinhos. Um gozo interminável, as pernas tremendo, a visão escurecendo de tanto prazer. - Aaaahhh... caralho... gozei tanto na sua xoxota...
Fiquei ali uns minutos, recuperando o fôlego, passando o pau ainda meio duro na mistura de porra e mel dela. Depois limpei tudo com cuidado, vesti a calcinha e a camisola de volta, como se nada tivesse acontecido. Beijei a testa dela e saí.
Mas aquilo não parou ali. Virou vício.
Quase toda noite eu repetia. Às vezes entrava no quarto dela já de pau duro, levantava a camisola e chupava aquela bucetinha até ela ficar inchada e brilhando. Lambia o cuzinho também, enfiando a língua no furinho apertado enquanto dois dedos fodiam a xoxota. - Que cu gostoso, mana... um dia vou te comer aqui também...
Uma noite ela estava de lado, a bunda empinada. Eu me deitei atrás, esfreguei a pica entre as nádegas, lambuzando o cu com cuspe e pré-gozo. Empurrei devagar, só a cabeça no cuzinho. Ela soltou um suspiro dormindo, o corpo se abrindo um pouquinho. Eu não meti fundo, mas rocei até gozar de novo, enchendo a fenda da bunda de porra quente.
- Toma no cu, Paulinha... sua irmãzinha safada... tá levando leitinho do irmão no furinho...
De dia eu olhava pra ela normal, como se nada. Mas à noite eu virava um animal. Certa vez risquei mais: deitei ela de barriga pra baixo, abri as pernas e fiquei horas com a cara enfiada entre as coxas, chupando, lambendo, enfiando língua fundo na buceta e no cu. O cheiro dela depois de um dia quente era ainda mais forte, mais safado. Eu gozava na cara dela, no cabelo, e limpava depois.
Ela nunca acordou. Acordava de manhã com a xoxota molhada, talvez achando que era suor ou sonho. Mas eu sabia. Sabia que tinha chupado, lambido, esfregado e gozado em cada pedacinho daquela bucetinha, daqueles peitinhos e daquele cuzinho virgem.
E toda vez que eu saía do quarto, pau mole e satisfeito, pensava a mesma coisa: amanhã eu volto. Porque agora ela era minha, mesmo que nunca soubesse.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


271877 - Ele meteu sem querer no meu cu, depois disso fiquei fissurada em dá o rabinho! - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
271822 - Apaguei o fogo da minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 1
271792 - Dona Angela, coroa e cavala! - Categoria: Coroas - Votos: 5
271697 - O marido de minha amiga me engravidou! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
271689 - O dia que descobri a pasta com fotos de meu pé no PC de meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 1
271664 - O dia que transei com meu irmão mais novo! - Categoria: Incesto - Votos: 2
271663 - Acho que meu cunhado quer me comer! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
271605 - Aquela frase do livro não saia da minha cabeça! - Categoria: Incesto - Votos: 0
271604 - Meu pai comia bem, mas eu como melhor! - Categoria: Incesto - Votos: 3
271602 - A neurose de minha tia! - Categoria: Incesto - Votos: 3
271570 - Liberdades com a minha tia! - Categoria: Incesto - Votos: 1
271559 - Mulher pequena! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
271554 - Viagem gostosa com minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 4
271553 - Irmã ecologicamente correta! - Categoria: Incesto - Votos: 2
271545 - A gente trepava gostoso ouvindo nossos pais treparem! - Categoria: Incesto - Votos: 8
271334 - Transei com o entregador do Ifood e foi mais gostoso do que eu esperava! - Categoria: Fantasias - Votos: 1
271332 - Encoxada na professora! - Categoria: Confissão - Votos: 3
271262 - Estuprada pelo pedreiro do meu marido! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
271248 - Enfermeira timida e recatada! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
271247 - Crente novinha! - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
271188 - De saia no trem lotado! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 2
271182 - Quase uma neném, um tesão de ninfeta! - Categoria: Virgens - Votos: 8
271111 - A vizinha distraída! - Categoria: Exibicionismo - Votos: 8
271058 - Tia e sobrinho no mesmo teto! - Categoria: Incesto - Votos: 6
271045 - Brincando de fantoche com meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 7
271043 - Meu namoradinho da igreja me deu o pirulito! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
271042 - Eu evangélica, trepei com um adolescente! - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
271037 - Eu tenho relações sexuais com meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 4
270981 - Vendo minha irmã se acabando na siririca, me senti na obrigação de ajudar ela a gozar gostoso! - Categoria: Incesto - Votos: 3
270980 - Transei com a amiga de minha esposa em um casamento! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Acariciando minha irmã dormindo!

Codigo do conto:
266227

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/07/2026

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
0