Desde que meu marido começou a viajar mais, a casa ficava só minha e do Jr. Ele tinha acabado de fazer 18 anos, um rapaz alto, forte, com aquele corpo que já não era mais de menino. Todas as noites que o pai sumia, ele dormia comigo na cama de casal. No começo era só companhia, mas eu comecei a notar coisas. Ele me olhava diferente quando achava que eu estava dormindo. Aqueles olhos famintos percorrendo meu corpo por baixo do lençol fino. Uma noite, senti o lençol sendo puxado devagar. Abri um olho só um pouquinho e vi meu filho ali, de pau pra fora, grosso, veioso, uma pica enorme que eu nunca imaginei que ele tivesse. Ele batia punheta bem devagar, olhando pra minha calcinha. O jeito como a mão dele subia e descia naquela rola grossa me deixou molhada na hora. Meu coração batia forte, a buceta latejando. Dali pra frente, comecei a ter tesão pelo meu próprio filho. Um tesão sujo, proibido, que me consumia. Na sexta que meu marido viajou de novo, resolvi que era a hora. Chamei o Jr. pra ficar em casa me fazendo companhia. Jantamos juntos, rindo de bobagens, mas eu já estava com a cabeça cheia de putaria. Tomei banho, passei perfume nos seios e na buceta, vesti uma calcinha preta minúscula que mal cobria os lábios inchados, uma saia branca curta que terminava no meio das coxas grossas e uma blusa de botão aberta quase até o umbigo, deixando os bicos escuros dos meus peitos aparecendo toda hora. Fui pra sala, coloquei um CD de música lenta e sensual, peguei uma garrafa de uísque e comecei o show. - Jr, vem aqui filho, senta do meu lado. Se eu ficar bêbada demais, você me leva pra cama, tá? Ele sentou, os olhos já grudados em mim. Eu bebia devagar, mas quando ele olhava pro copo, eu virava o líquido num vaso de planta ali perto. Fiquei de frente pra ele, cruzei as pernas devagar, deixando a saia subir e a calcinha preta aparecer inteira. Sabia que ele estava vendo o volume da minha buceta por baixo do tecido fino. Meu grelinho já estava duro de tesão. Levantei e comecei a dançar, rodando devagar, levantando a saia de vez em quando pra mostrar a bunda redonda e a calcinha enfiada entre as nádegas. Meu corpo se mexia no ritmo da música, os seios balançando soltos dentro da blusa aberta. O tesão estava a mil, minha buceta pingando, molhando a calcinha toda. Quando a garrafa estava mais da metade vazia, fingi que estava bêbada. Tropecei nas palavras, falei coisa com coisa. - Aiiiii filho... tô tonta... me leva pra deitar... por favor... Jr. levantou rápido, me abraçou pela cintura. Senti o corpo quente dele contra o meu. Ele me carregou pro quarto, meu braço em volta do pescoço dele, o cheiro de homem jovem me deixando louca. Chegando no quarto, caí de propósito na cama, de barriga pra cima, deixando a saia subir toda, a calcinha preta completamente à mostra, o tecido colado na minha buceta molhada. Fingi que tinha apagado, respiração pesada, olhos semicerrados. Jr. ficou parado um tempo olhando. Depois, com as mãos tremendo, começou a abrir os botões da minha blusa. Meus seios grandes saltaram pra fora, bicos duros. Ele tocou neles devagar no começo, apertando, beliscando os mamilos. - Caralho... que peitos lindos da mamãe... – ele murmurou baixinho. Ele ficou massageando meus peitos, chupando um bico, depois o outro, sugando forte. Eu sentia a boca quente dele, a língua girando. Minha buceta pulsava. Ele desceu a mão, levantou a saia completamente e começou a passar os dedos por cima da calcinha, sentindo o calor e a umidade. - Tá molhada pra caralho... – ele disse, voz rouca. Ele puxou a calcinha devagar pra baixo. Eu, num gemido longo e fingido de quem dormia, abri as pernas bem devagar, expondo minha buceta inchada, os lábios grossos brilhando de tesão, o grelinho protuberante pedindo atenção. Jr. tirou a bermuda. A pica dele pulou pra fora, enorme, grossa, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ele se colocou entre minhas pernas, esfregando aquela cabeça grossa pra cima e pra baixo na minha fenda molhada. Eu comecei a gemer de verdade agora, me retorcendo. - Ahhhhh... hummmm... Num movimento ousado, como se estivesse me virando no sono, empurrei o quadril e fiz a cabeça da pica dele entrar na minha buceta quente. Ele gemeu alto. - Porra... mamãe... tá tão quente e apertada... Ele começou a bombar devagar, entrando mais fundo a cada estocada. Eu gemia desesperada, voz baixa e rouca. - Ahhh... mete... mete filho... enfia essa pica grossa na buceta da mamãe... Ele acelerou, metendo com força, as bolas batendo na minha bunda. O quarto enchia com o barulho molhado de pica entrando em buceta encharcada. - Uhhhh... ahhhhh... assim... fode a mamãe... – eu gemia, as unhas cravando nas costas dele. Meu corpo convulsionava, gozei pela primeira vez, baixo, tremendo, sucos escorrendo pela pica dele. - Tô gozandooooooo... ahhhh filho... Ele metia cada vez mais rápido, suado, ofegante. Senti que ele ia gozar também. Ele tirou a pica de dentro e jorrou uma porra grossa, quente, nos meus seios, nos bicos, escorrendo pela barriga. Um jato atrás do outro. Ele levantou, ofegante, e saiu do quarto. Mas eu queria mais. Muito mais. Levantei nua, buceta pingando, seios lambuzados de porra, e fui atrás dele pro quarto dele. Abri a porta. Ele estava sentado na cama, pau ainda semi-duro, assustado quando me viu. - Mãe... você... acordou? Eu sorri safada, fechei a porta e fui até ele. - Queres comer a mamãe de verdade agora, filho? Sem fingimento? - Quero... caralho, eu quero demais. Eu me ajoelhei na frente dele, peguei aquela pica que já endurecia de novo nas mãos e enfiei na boca. Chupei com fome, língua girando na cabeça grossa, sugando os fios de porra que ainda escorriam, descendo até as bolas, lambendo tudo. - Ahhh mamãe... que boca gostosa... chupa meu caralho... – ele gemia, mão na minha cabeça. Eu babava inteiro, engasgando um pouco quando ele empurrava fundo na garganta. Depois subi, sentei no colo dele, segurei o pau e desci devagar, sentindo aquela rola enorme abrindo minha buceta toda. - Aaaaiiii... que pica grande... tá enchendo a buceta da mamãe todinha... Comecei a cavalgar forte, subindo e descendo, os peitos balançando na cara dele. Ele chupava os bicos enquanto eu fodia. - Fode a mamãe, filho... diz que a mamãe é uma puta... - Minha mãe é uma puta... vadia... depravada... adora pica do filho... - Isso... fode a mamãe vadia... vai meu filho gostoso... meu amante... meu homem... me fode forte... coloca esse caralho todo na minha buceta... enfia tuuuudo... eu quero tuuudo dentro... Eu rebolava, girava o quadril, sentindo a cabeça da pica batendo no fundo da minha boceta. O grelinho roçava na base dele a cada descida. Gemidos desesperados saíam da minha garganta. - Ahhhhhh... uhhhhh... fode gostoso... fode mais... não para... me rasga com essa pica... Ele segurou minha bunda, metendo de baixo pra cima com força bruta. O barulho de carne contra carne enchia o quarto. Eu gozei de novo, forte, apertando a pica dele com a buceta, sucos escorrendo pelas coxas. - Tô gozando de novo... ahhhhh filho... me fode... me fodeeeee... Quando senti ele latejando, prestes a explodir, desci do pau, ajoelhei e enfiei tudo na boca. Ele segurou minha cabeça e gozou fundo na garganta, jatos grossos de gala quente invadindo minha boca. Engoli tudo, lambendo até a última gota. - Boa menina... engole a porra do filho... – ele murmurou. Caímos na cama juntos, suados, nus, abraçados. Dormimos assim, o pau dele encostado na minha buceta ainda molhada. Depois daquela noite, virou rotina. Sempre que o pai viaja, a gente fode como animais. Eu ensinei tudo pra ele: como lamber meu grelinho até eu gritar, como meter no meu cu devagar no começo e depois forte, como me fazer gozar várias vezes seguidas. Hoje eu tenho 40 anos e ele continua me comendo. Adoro quando ele me chama de puta da casa, de mamãe vadia, enquanto enfia aquela pica que eu criei tão fundo. Às vezes ele chega do trabalho, me joga no sofá, levanta minha saia e me fode ali mesmo, sem preliminares, só buceta molhada recebendo caralho. Eu gemo no ouvido dele: - Mete filho... fode a buceta que te pariu... me enche de porra... Ele responde metendo mais fundo: - Essa buceta é minha... puta da mamãe... vou gozar dentro hoje... E goza, enchendo minha boceta de gala quente, escorrendo pelas coxas enquanto eu tremo de prazer. É sujo, é proibido, mas é o melhor sexo da minha vida. Meu filho me fode como ninguém, porque fui eu que ensinei cada gemido, cada estocada, cada palavra chula. E eu não trocaria isso por nada.
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