Eu sempre soube que Cíntia era uma delícia proibida. Casado com a irmã dela há mais de seis anos, eu, moreno, 1,87m, corpo sarado aos 36, tentava me controlar. Mas ela, com 1,67m, olhos verdes penetrantes, cabelos longos ondulados que caíam como cascata nas costas, seios fartos que balançavam a cada passo e uma bunda fenomenal, redonda, empinada, daquelas que faz qualquer homem perder a linha, era um tesão constante. Dois anos atrás ela se casou, não teve filho e o casamento acabou. Depois disso, o fogo que eu sentia por ela só aumentou. Quando meus sogros faleceram e ela ficou sozinha, veio morar com a gente. Respeitei o limite, mas por dentro eu queimava. Aquele dia mudou tudo. Cheguei mais cedo do trabalho, suado do treino, a casa silenciosa. Minha esposa só voltaria depois das nove da noite. Entrei na sala e congelei. Cíntia estava lá, só de biquíni minúsculo, posando sensualmente na frente de uma câmera fotográfica montada num tripé. O biquíni mal cobria os mamilos rosados que marcavam o tecido fino. Ela arqueava as costas, empinava aquela bunda gostosa, virava de lado mostrando o perfil dos seios pesados. A bucetinha marcada no fundo do biquíni, o corpo brilhando de um óleo que ela devia ter passado. Meu pau deu um pulo imediato dentro da bermuda. Ela me viu e assustou, tentando cobrir os peitos com as mãos. - O que você tá fazendo aqui tão cedo? – perguntou vermelha. - Relaxa, Cíntia. Não se preocupa. O que é isso tudo? Ela sentou na beira da cama, ainda de biquíni, e me contou tudo. Queria mandar fotos sensuais pra um chat de relacionamento, ver se arrumava alguém. Fazia tempo que não trepava, estava na seca total. Eu disse que ela tava brincando, que era linda, charmosa, com aqueles atributos todos que deixavam qualquer macho louco. Ela corou, mas sorriu, gostando do elogio. Ofereci tirar as fotos pra ela. Vacilou, mas aceitou quando garanti que seria o mais profissional possível – embora eu soubesse que era impossível com aquela visão a poucos metros. Começamos devagar. Fotos comportadas, ela sorrindo, posando de lado. Aos poucos foi soltando. Tirou a parte de cima do biquíni primeiro, os seios fartos saltando livres, mamilos duros, peras suculentas que eu queria morder. Depois a saia, ficando só com o biquíni de baixo. Meu pau já estava duro pra caralho, marcando na bermuda. Ela percebeu, mordeu o lábio e começou a me atiçar com olhares. - Tô com muito calor… vou tirar o resto deste biquíni e fazer fotos bem sensuais – disse ela, voz rouca. - Fique à vontade. Com certeza pretendentes não vão faltar – respondi, a voz falhando. - Ó, mas se comporte hein. Você é meu cunhado, marido da minha irmã – alertou, mas com um sorriso safado. - Vou tentar – falei, sabendo que era mentira. Ela tirou as duas peças. Completamente nua. Bucetinha depilada quase toda, só um filete fino de pelos acima do grelinho inchado. Bunda perfeita, seios balançando. Meu pau subiu até o umbigo, latejando visivelmente. - Meu Deus, o que é isso? Como minha irmã aguenta? – perguntou arregalando os olhos verdes, olhando fixo pro volume. - É que sou carinhoso – respondi, tentando sorrir. - Ah bom… vamos continuar as fotos! Ela não tirava os olhos da minha pica. Eu também não conseguia desviar da cavala tesuda na minha frente. Sugeri poses mais ousadas, como se ela estivesse transando de verdade, só encenação. Ela fez cara de safada e topou, desde que fosse do jeito dela. Tirei a bermuda e a camiseta, ficando de cueca. O pau esticava o tecido ao máximo. - Eu tirei tudo, você também tem que tirar – exigiu ela, lambendo os próprios lábios como se quisesse devorar. Perguntei se tinha certeza. Ela confirmou. Tirei a cueca. A pica grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, pulou livre. Ela lambeu a boca de novo. Deitei na cama de barriga pra cima. Ela montou pra simular um 69. Aquela bunda fenomenal na minha cara, bucetinha rosada, molhada, cheirando a tesão puro, o grelinho inchado pedindo atenção. Quase gozei só de olhar. - Olha, não se esqueça, é só de mentirinha! – avisou. - Ok! Como quiser! Ela aproximou a boca da minha pica, quente, sem tocar ainda. Eu encostei os lábios na bucetinha dela. Ela deu um pulo. - O que você tá fazendo? Isso não era o combinado! - Não resisti… você é gostosa demais. Tem a xereca mais bonita que eu já vi na vida – confessei, voz rouca. Ela fez carinha de puta safada. - Você nunca experimentou, como pode saber? - Se eu tivesse a chance de ter você, nunca mais ia querer saber de chat de relacionamento. - Duvido – provocou. Não aguentei. Caí de boca naquela frutinha molhada. Língua lambendo o grelinho inchado, chupando os lábios carnudos, enfiando fundo na buceta quente e apertada. Ela gemeu alto, se entregando. - Me chupa, seu gostoso! Mete a língua na minha buceta que eu não aguento mais de vontade! Ahhh… assim… lambe meu grelinho, porra! Ela agarrou minha pica grossa com as duas mãos e enfiou na boca. Chupada profissional, quente, molhada, sugando forte, descendo até o fundo da garganta. Cabeça da pica batendo na garganta dela enquanto eu devorava aquela bucetinha. Gemidos abafados, saliva escorrendo. - Hmmm… que pica grande… delícia… – murmurava ela entre uma chupada e outra. Ela saiu de cima, virou de quatro na cama, empinando aquela bunda fenomenal. - Vem me comer de quatro, que eu adoro! Vem seu pauzudo gostoso! Mete logo nessa buceta! - Sua safada… eu sabia que você tava louca por uma pica de verdade. Toma meu pau, sua vagabunda! Toma pau do seu cunhadinho! Segurei aqueles quadris largos, alinhei a cabeça grossa na entradinha molhada e meti tudo de uma vez. Buceta apertadíssima, quente, sugando minha pica. - Aaaaiiiii! Que delícia! Mete seu puto! Mete a pica que é da minha irmã em mim também! Mais fundo, caralho! Ahhh… que tesão! Rebolei devagar primeiro, sentindo cada centímetro daquela xereca gulosa. Depois acelerei, batendo forte, bolas batendo no grelinho. A bunda tremendo a cada estocada. - Rebola no meu pau, gostosa! Que bucetinha mais apertada você tem… que delícia! Ahhh… toma tudo! - Deixa eu sentar nesse caceteão! Nunca tive um pau tão grande dentro de mim… o do meu ex era metade do seu! Vai, mete mais… mais… gostoso! Assim eu vou gozar rapidinho… que delícia… aaahhh! Ela virou, sentou por cima, engolindo minha pica até o talo. Começou a cavalgar desesperada, seios fartos pulando na minha cara. Peguei um mamilo na boca, chupei forte enquanto ela quicava. - Tesuda… cavala… goza no meu pau! Goza, porra! Que eu também vou encher sua buceta com minha porra grossa! Ahhh… delícia! - Vou gozaaaaaaaar… vou gozar desgraçado! Que pau gostoso… tô gozando… tô gozando… aaaiiiiiiiii!!! Que delícia!!! Me enche agora com sua porra, safado… aahhh!! Senti a buceta dela apertando forte, esguichando quente enquanto eu explodia. Jatos grossos de porra enchendo ela toda, transbordando. Gozei como nunca, o corpo todo tremendo. Ficamos ali, suados, ofegantes, ela esparramada na cama com a buceta vermelha, gozada, pingando minha porra. Beijei ela com fome. - Isso foi só o começo, cunhadinho… – sussurrou ela. Corremos pra nos arrumar porque minha esposa estava pra chegar. Mas nos prometemos muitas outras sessões de “fotos”. E foram muitas mesmo. Quase todo dia que dava, a gente repetia. Às vezes na sala, outras no quarto dela, até no banheiro. Eu comia aquela buceta apertada de todo jeito: de lado, com as pernas dela nos ombros, no sofá, contra a parede. Chupava o grelinho até ela implorar, metia no cu dela depois de lubrificar bem, ouvindo gemidos desesperados. - Mete no meu cu também, seu tarado! Abre essa bundinha com sua pica grossa! Aaaai… devagar primeiro… agora mete tudo! Que delícia, porra! Eu metia, segurando aqueles cabelos ondulados, chamando ela de puta da família, de cunhada safada que adora roubar o pau do cunhado. Ela rebolava, pedia mais, gozava gritando, leite escorrendo pelos peitos enquanto eu enchia o cu ou a buceta de novo. As sessões de fotos viraram pretexto pra trepadas longas, suadas, barulhentas. Uma vez ela me chupou debaixo da mesa da cozinha enquanto a irmã tomava banho. Outra, me sentou na cadeira e cavalgou devagar, mordendo meu ombro pra não gemer alto demais. O tesão era insaciável. Aquela bunda fenomenal, aqueles seios pesados, aquela bucetinha gulosa que apertava minha pica como se nunca quisesse soltar. Até hoje, quando minha esposa sai, a gente se devora. Cíntia virou minha puta particular, a cavala que realiza todas as fantasias que eu guardava há anos. E cada vez que eu meto fundo, ouvindo ela gemer “toma mais, cunhadinho, enche essa buceta”, sei que nada vai parar isso.
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