Max morava numa cidadezinha minúscula no interior do Rio Grande do Norte, daquelas onde todo mundo se conhece. A grande atração era uma cachoeira escondida no meio de uma mata fechada, difícil de chegar, mas a menos de um quilômetro da casa dele. Desde pequeno, ele e os irmãos tomavam banho lá, pulando nas pedras, brincando na água cristalina. Aos 23 anos, Max tinha cabelo e olhos castanhos, corpo normal, nem magro nem gordo. No final do ano passado, a prima dele de Recife chegou para passar as férias. Ela tinha acabado de fazer 18 anos. A última vez que Max tinha visto a garota, ela ainda era uma menina correndo de calcinha pela casa. Quando ela desceu do carro, ele e os irmãos ficaram de boca aberta. Estonteante. Morena, pele morena dourada, corpo todo na medida certa. Peitos firmes, cintura fina e, principalmente, uma bunda redonda, empinada, daquelas que faz qualquer homem perder o fio da meada. Uma bunda que balançava gostoso só de andar. Ela chegou numa quinta-feira à tardinha. À noite, a mãe de Max decidiu que a prima dormiria no quarto dele. Max mal teve tempo de sonhar com aquilo quando a mãe já estava pendurando a rede dele na sala. Duas noites seguidas ele dormiu mal, imaginando o corpo dela na cama dele, só de camisola fina. Os dias foram passando. Ela visitou toda a família, mas na cidade pequena não tinha muita coisa pra fazer. No segundo final de semana, Max viu que ela estava entediada e arriscou: - Prima, quer ir tomar banho na cachoeira comigo? Tá um calor danado e lá é o melhor lugar da região. Os olhos dela brilharam. - Topo na hora! – respondeu animada. Max sentiu o pau latejar dentro da bermuda só de imaginar ela de biquíni. Escolheu o momento perfeito: os irmãos tinham ido pra um jogo de futebol na cidade vizinha e só voltariam à noite. Ela se arrumou em dez minutos. Saiu do quarto com um shortinho jeans minúsculo e uma blusinha que mal cobria a barriga. Foram andando pela trilha. A cachoeira estava quase vazia por causa do jogo. Só dois casais bem distantes, ocupados demais pra notar qualquer coisa. Eles foram pra um canto mais reservado, perto da queda d’água. A água era cristalina, dava pra ver os peixinhos nadando entre as pedras. - Nossa, que lindo! – ela disse, tirando o shortinho devagar. Quando Max viu o biquíni fio-dental preto, a pica dele endureceu como pedra. O tecido mal cobria a boceta e a bundinha redonda saltava pra fora. Ela fingiu não notar o volume na bermuda dele e entrou na água. Ele esperou um pouco, disfarçando, e entrou também. O clima estava estranho no começo. Ela começou a fazer perguntas sobre a cachoeira, a mata, a cidade. Quinze minutos depois, já estavam brincando de jogar água um no outro. Risadas, toques “acidentais”. Max chamou: - Vem, vou te mostrar uma caverna atrás da queda d’água. Ela topou. Entraram. O barulho da água era ensurdecedor. Dentro da caverna pequena, um casal estava transando forte. O cara metendo com tudo, a mulher gemendo alto. Eles nem notaram a presença dos dois. Max e a prima saíram rápido, mas ela ficou com o rosto vermelho, respirando mais rápido. Ele percebeu que ela tinha ficado excitada. Na água, sem querer, o pau duro dele esbarrou na coxa macia dela. Ela não disse nada, só fechou os olhos por um segundo. Depois pediu pra sair dali. Max sugeriu outra queda d’água mais adiante, mais isolada. Chegando lá, o lugar estava completamente deserto. A água caía forte, formando uma piscina natural cercada de pedras e vegetação. - Quando eu era menor, até os 13 anos, tomava banho pelado aqui – disse Max, rindo. Os olhos dela brilharam. - E por que não toma hoje? - Tenho vergonha de você. Só se você tirar também. Ela mordeu o lábio. - Eu tiro só a parte de cima... Max não pensou duas vezes. Tirou o calção. A pica dele pulou pra fora, grossa, veias marcadas, cabeça rosada inchada, já babando pré-gozo. Ela olhou fixo e deixou escapar: - Oh... que pauzão... Ele cobrou: - Agora é sua vez, prima. Tira essa parte de cima. Ela desamarrou o biquíni. Dois seios perfeitos pularam livres, mamilos marrons escuros, duros como pedra. Eram médios, empinados, balançando a cada movimento. Max não conseguia parar de olhar. Ela foi nadar e, quando mergulhou, deixou a bundinha empinada toda à mostra, a tanga fio-dental sumindo entre as nádegas carnudas. Ele se aproximou por baixo d’água. O pau roçou nas coxas dela e ficou ali, pulsando. Ela fechou os olhinhos e soltou um longo suspiro: - Hmmm... Max estava louco. Perguntou direto: - Você ainda é virgem? Ela quase engasgou, mas respondeu sincera: - Só transei umas quatro vezes... Ele sentiu o sangue ferver. Arriscou tudo: - Quer tocar no meu pau? Ela fez uma carinha safada, mordeu o lábio inferior e balançou a cabeça afirmativamente. Max se aproximou mais. Ela segurou a pica grossa com a mãozinha macia, apertando devagar, sentindo o calor e a rigidez. - Caralho, prima... tá tão duro por minha causa... Ele a puxou e deu o beijo mais quente da vida dele. Línguas se enrolando, saliva trocando, gemidos abafados. Enquanto beijavam, ele baixou a tanga dela devagar. A bucetinha apareceu: poucos pelinhos pretos bem aparados, lábios carnudos, vermelhos, brilhando de tesão. O grelinho inchado já apontava. Caminharam até a margem. Max a colocou sentada numa pedra lisa e caiu de boca. Lambeu aquela buceta com fome. Língua passando no grelinho, chupando os lábios, enfiando na entradinha apertada. - Aiiii, Max... que delícia... chupa minha bucetinha... ahhh... assim... – ela gemia, se contorcendo, mãos agarrando o cabelo dele. Ele lambeu por mais de dez minutos, sugando o clitóris, enfiando dois dedos. Ela tremia, dava espasmos, soltava gemidos desesperados: - Haaaa... tô quase gozando... não para... chupa mais forte... porra... Quando ela gozou pela primeira vez, apertou as coxas na cabeça dele, buceta pulsando na boca dele, mel escorrendo. Max não aguentava mais. Posicionou o pau na entradinha dela e empurrou devagar. Era apertadíssima. - Que buceta gostosa e apertada, prima... tá me esmagando... Ela gemeu de dor e prazer misturados. Ele lembrou da babosa ao redor. Pegou uma folha grande, espremeu a baba natural e passou na pica toda, brilhando. Ela ficou com um pouco de medo: - Tem certeza? - Relaxa, é natural, não tem problema nenhum. Ele posicionou de novo e empurrou. Dessa vez a pica entrou até o talo, saco batendo na bundinha. - Aaaaiii... que pauzão... tá me arrombando todinha... hmmmm... mete mais... Max começou a meter com força. O barulho de carne molhada ecoava junto com o da cachoeira. Ele segurava os seios dela, beliscava os mamilos. Ela rebolava, cravava as unhas nas costas dele. - Mais rápido, Max... fode minha bucetinha... assim... ahhh... vou gozaaaar de novo... Gozaram juntos como animais no cio. Ele jorrou forte dentro dela, enchendo a grutinha quente. Mas ainda não estava satisfeito. - Vira essa bundinha pra mim, prima. Quero comer esse cu gostoso. Ela hesitou, rosto juvenil preocupado: - Seu pau é muito grande... eu só dei uma vez pro namoradinho, e o dele era fininho... Isso só deixou Max mais louco. Prometeu ser carinhoso. Pegou outra folha de babosa, passou no pau e no cuzinho dela. Enfiou um dedo, depois dois, abrindo devagar. Ela relaxou aos poucos, gemendo: - Hmmm... tá gostoso... vai devagar... Quando estava pronta, ele encostou a cabeça grossa e empurrou. O cu dela engoliu a pica centímetro por centímetro até o saco bater na bunda macia. - Caralho... que cu apertado... tá me apertando inteiro... – ele grunhiu. Ela gritou de prazer: - Aaaahhh... tá me rasgando... mas continua... mete no meu cu... fode minha bundinha... Ele meteu cada vez mais forte. Segurava os quadris dela, estocadas profundas. O cuzinho piscava em volta da pica grossa. Ela rebolava desesperada, gemendo alto: - Mais... mais fundo... que delícia... tô sendo arrombada... haaa... goza no meu cu... Ele gozou como um cavalo, jatos grossos enchendo o intestino dela. O cu dela apertava tanto que parecia que ia espremer toda a porra. Depois disso, ainda treparam mais três vezes. Na segunda, ele comeu ela de quatro na margem, buceta melada batendo contra ele. Na terceira, ela sentou na pica dele, rebolando loucamente, seios pulando, gemendo sem parar: - Que pica maravilhosa... tá me enchendo toda... vou gozar de novo... aaaaiii... Na última, ele a fodeu contra uma pedra, pernas dela enlaçadas na cintura dele, metendo fundo enquanto chupava os mamilos. Gozaram mais uma vez, suados, melados, exaustos. Voltaram pra casa quase no escuro, pernas bambas. Durante as férias inteiras repetiram o ritual quase todos os dias que conseguiam ficar sozinhos. Na cachoeira, na mata, até escondidos no quarto quando a casa estava vazia. Cada vez mais safados, mais intensos, explorando todos os buracos, lambendo, chupando, metendo até não aguentarem mais. Max nunca esqueceu o gosto daquela bucetinha apertada e daquele cu guloso da prima de 18 anos.
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