Cheguei bêbada em casa e meu irmão me ajudou a tomar banho!
Simone sempre soube que era uma puta tarada desde novinha. Aos 19 aninhos, o corpo dela já chamava atenção pra caralho: bunda redondinha, empinada, daqueles que balançam gostoso quando ela anda; seios fartos, pesados, com bicos que marcavam qualquer blusinha fina. Ela adorava provocar sem nem precisar falar nada. Andava pela casa de shortinhos curtinhos, camisetas coladas, e sentia o olhar do irmão mais velho grudado nela o tempo todo. Ele, com 22 anos na época, era um fortão, corpo definido de quem malhava, cara de tarado que não disfarçava. Toda vez que ela passava, ele comia ela com os olhos, como se já estivesse imaginando enfiando aquela pica grossa na bucetinha da irmã. Naquele fim de semana os pais tinham viajado. Simone saiu com as amigas, bebeu mais do que o normal – ela que quase não bebia. Chegou em casa cambaleando, a cabeça girando, a buceta latejando de tesão acumulado. O irmão, que tava em casa vendo filme, abriu a porta e viu ela naquele estado. - Caralho, Simone... você tá destruída. Vem, deixa eu te ajudar. Ele abraçou ela pela cintura e, sem querer ou querendo, a mão grande dele roçou de leve nos seios fartos. Simone sentiu um choque elétrico direto na xana. O corpo dela queimou inteiro. Subiram as escadas devagar, o peito dela encostando no braço dele a cada degrau. No quarto dela, ela se jogou sentada na cama, as pernas abertas sem nem perceber. - Mano... me ajuda no banho? Eu mal consigo ficar de pé... por favor... Ele riu baixo, mas os olhos já tavam escuros de desejo. - Tá bom, mas só pra te ajudar, hein. Ele tirou a blusa dela devagar. Quando os seios pularam livres, ele parou, respirando pesado. O volume da pica dele já tava marcando a bermuda, roçando na coxa dela. Simone sentiu aquilo e gemeu baixinho. Ele ajudou ela a tirar o resto, as mãos tremendo um pouco. Quando chegou na calcinha, ela levantou o quadril e falou, a voz rouca de tesão: - Tira tudo, mano... me leva pro banho. Debaixo do chuveiro quente, a água escorrendo nos corpos, ele ensaboou ela. As mãos grandes passaram nos seios, apertando os bicos duros. Simone arqueou as costas, gemendo: - Ahhh... assim, mano... aperta mais... Ele desceu a mão e, quando ela tirou a calcinha molhada, ele não resistiu. Os dedos grossos roçaram na bucetinha depilada, já encharcada, não só de água. - Mano... lava ele pra mim... por favor... Ele meteu um dedo devagar na buceta quente e apertada. Simone gritou de prazer: - Aaaahhh! Isso... mete o dedo gostoso... caralho, que delícia! Ele começou a bombear o dedo, depois dois, enquanto o polegar circulava o grelinho inchado. Ela gozou pela primeira vez ali mesmo, as pernas tremendo, a buceta apertando os dedos dele, esguichando um pouco. - Gozei, mano... porra, gozei gostoso na sua mão! Ele tirou a roupa rapidinho e entrou debaixo do chuveiro com ela. O pauzão latejando, cabeça grossa, veias marcadas, uns 20 centímetros de puro tesão. Simone olhou e mordeu o lábio. - Que pica linda, mano... deixa eu sentir ela. Ela se ajoelhou, a água caindo nas costas, e pegou aquele cacete com as duas mãos. Lambeu da base até a cabeça, sentindo o gosto salgado. - Mmm... delícia... vou chupar esse brinquedinho todo. Abocanhou fundo, chupando como uma vadia faminta, a boca quente engolindo metade do pau. Ele segurou a cabeça dela e começou a foder a boquinha. - Isso, irmãzinha... chupa meu cacete... engole tudo... porra, que boca gulosa! Ela babava, engasgando um pouco, mas não parava. As bolas batendo no queixo dela. Ele gemeu alto e gozou, jatos grossos de porra quente enchendo a boca e escorrendo no rosto dela. - Aaaahhh! Toma minha porra, Simone! Depois do banho ele tentou parar: - Melhor a gente parar por aqui... Mas ela, já mais sóbria mas mil vezes mais tarada, não quis saber. Vestiu um shortinho branco curtinho, quase transparente, marcando a bunda e a fenda da buceta, e uma blusinha fina onde os bicos dos seios apontavam duros como pedrinhas. Foi pra sala, sentou do lado dele no sofá. O filme nem importava. Ela deitou no colo dele e sentiu a pica dura latejando embaixo da cabeça. - Mano... eu tô louca de tesão... quero foder com você a noite toda. Quero sentir esse cacetezão entrando na minha bucetinha molhadinha... Ele perdeu o resto de controle. Puxou ela pelo braço, levou pro quarto dos pais, ligou o ar-condicionado. Jogou ela na cama grande, tirou o shortinho e a blusinha num segundo. O corpo nu dela brilhando. Ele passou o pau pesado na bunda dela, esfregando a cabeça grossa na entradinha do cuzinho. - Abre mais as pernas, vadia... deixa eu brincar nesse cu gostoso. Ela abriu, empinando a bunda. - Esfrega aí, mano... brinca no meu cuzinho... ahhh! Ele roçou a cabeça na porta do cu, depois desceu pro grelinho, masturbando ela com o pau. Simone se contorcia: - Mete logo, porra... quero essa pica me arrombando! Ele não meteu ainda. Ficou roçando, torturando. Lambeu o cuzinho dela, enfiando a língua fundo na xaninha, subindo pros seios, mordiscando os bicos. - Delícia... você é uma putinha tarada, irmã... Ela pegou o pau dele, masturbando rápido. - Mete na minha buceta, mano... por favor... enfia esse cacete todo! Ele abriu as pernas dela bem abertas, posicionou a cabeça grossa na entradinha melada e empurrou devagar. A buceta apertada engoliu centímetro por centímetro. - Aaaaiiihh! Que grossa... tá me abrindo toda... continua! Ele começou a bombear devagar, depois mais rápido. A cama rangendo. Simone dedilhava o grelinho enquanto ele metia. - Isso... fode minha buceta... mais forte! Aaaahhh! Tô gozandoooooooo! Ela gozou forte, a buceta apertando o pau dele, esguichando. Ele não parou, aumentou o ritmo, metendo fundo, as bolas batendo na bundinha. Depois virou ela de ladinho, enfiou de novo, dessa vez brincando com o cuzinho também. O cu dela já relaxado, ele meteu a metade da pica no cu enquanto enfiava os dedos na buceta. - Aaaahhh! Tá no meu cu... que delícia... mete mais! Ele metia cada vez mais fundo, suado, gemendo rouco: - Porra, que cu apertado... vou gozar dentro! Puxou ela contra o corpo, enterrou a pica toda no cuzinho e gozou forte, jatos quentes enchendo o intestino dela. - Toma minha porra no cu, irmãzinha... aaaahhh! Ela gozou junto, tremendo inteira. Mas não parou. Eles continuaram a noite toda. Foderam de novo na posição de quatro, ele puxando o cabelo dela, metendo bruto na buceta. - Fode essa putinha, mano... me arromba! Aaaaiiihh! Gozei de novo! Depois ela sentou no pau dele, cavalgando desesperada, os seios pulando, a bunda batendo nas coxas dele. - Olha como eu rebolo nesse cacete... mmm... tá batendo no fundo... vou gozar de novo! Ele apertava os seios, chupava os bicos, mordia o pescoço. Gozaram juntos mais uma vez, porra escorrendo pela buceta e coxas. De manhãzinha, deitados suados, ele ainda com a pica semi-dura dentro dela, ela sussurrou: - A gente vai continuar fazendo isso sempre, né mano? Eu sou sua putinha particular agora. Ele sorriu, metendo devagar de novo: - Sempre, Simone. Essa buceta e esse cu são meus. E assim eles viraram amantes escondidos. Até hoje, quando os pais saem, ela abre as pernas pra ele, limpa a buceta melada depois de cada foda e já pede mais.
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