Violando o cuzinho de minha mãe!

Era uma casa simples, só nós dois desde que meu pai se foi há anos. Eu e minha mãe sempre fomos muito próximos, daqueles laços que misturam amizade, cumplicidade e uma intimidade que às vezes beirava o perigoso. Ela era morena, pele macia e bronzeada, corpo escultural de quem malhava religiosamente três vezes por semana. Bunda redonda, firme, peitos cheios que balançavam levemente quando ela andava pela casa de shortinho e regata. Eu, filho único, já adulto, vivia obcecado por ela de um jeito que tentava esconder, mas que explodia nas minhas punhetas noturnas.
Aquele dia começou inocente. Eu no quarto, porta entreaberta, selecionando umas revistas pornô antigas que guardava na estante. Tinha uma pilha delas: loiras sendo arrombadas, asiáticas com paus enormes no cu, e especialmente uma edição toda dedicada a sexo anal. Meu pau já latejava dentro da cueca só de folhear. Escolhi umas três pra sessão de punheta quando ela entrou de repente, vestindo um short jeans justo que marcava a curva perfeita da bunda e uma blusa fina.
— Filho, vou arrumar aqui rapidinho, tá uma bagunça...
Eu me atrapalhei, joguei um livro por cima das revistas na cama, mas era tarde. Ela viu tudo. Em vez de brigar ou fingir que não viu, pegou uma das revistas com calma, exatamente a de sexo anal, e começou a folhear devagar. Seus olhos se fixaram nas fotos: mulheres de quatro, cuzinhos dilatados engolindo paus grossos, porra escorrendo.
Eu fingia ler o livro, mas meu coração batia forte. Ela virava as páginas, mordia o lábio inferior de leve, fazia expressões mistas de curiosidade e espanto. Depois de um tempo, murmurou quase pra si mesma:
— Nossa... não sei como tem gente que faz isso.
— Isso o quê? — perguntei, fingindo distração, voz rouca.
— Sexo anal. Não sei como uma mulher consegue sentir prazer com uma pica enfiada no cu. Deve doer pra caralho.
Fiquei sem jeito, mas o tesão veio forte. Sorri bobamente pra quebrar o gelo:
— Sei lá, mãe. Eu adoro. Comia uns cuzinhos que eram apertados pra porra e viraram bocetas de tanto meter.
Ela me olhou intrigada, um brilho diferente no olhar, mas não disse nada. Guardou as revistas no lugar, terminou de arrumar e saiu. Naquela noite, me masturbei pensando nela. Imaginava minha mãe de quatro, aquele rabo empinado pedindo pica. Gozei tanto que sujou a barriga toda.
No dia seguinte, depois do jantar, estávamos no sofá vendo TV. O clima estava leve até ela tocar no assunto de novo.
— Sabe, filho, comentei com as amigas no trabalho sobre aquelas revistas que vi no seu quarto. Várias confessaram que adoram dar o cu. Dizem que o prazer é insano, que gozam como nunca.
Eu corei, mas mantive a pose.
— E você e o pai? Nunca tentaram?
— Não. Ele nunca quis, e eu tinha medo. Hesitava demais.
— Nunca é tarde, mãe. Você é linda, tem uma bunda que qualquer homem mataria pra comer. Encontra alguém especial e realiza essa fantasia.
Ela riu baixinho, corando também.
— Tem que ser uma pessoa muito especial. Alguém de confiança.
Então veio a bomba:
— Peguei um filme na locadora hoje. Só de sexo anal. Fiquei curiosa pra caralho depois daquela conversa. Se você não se importar, vou assistir agora. Pode ver comigo se quiser.
Meu pau deu um salto só de imaginar. Aceitei na hora. Sentamos lado a lado, luzes apagadas. O filme começou: cenas cruas, mulheres gemendo desesperadas enquanto paus grossos arrombavam cuzinhos virgens. Eu fiquei de pau duro instantaneamente, a calça marcando o volume. Ela também respirava mais pesado, olhos grudados na tela, coxas apertadas uma contra a outra.
Em determinado momento ela se levantou, trouxe duas latinhas de cerveja gelada. Abriu a dela e bebeu um gole longo.
— É verdade que você tem experiência nisso? Já comeu mesmo alguns cuzinhos?
Eu, sem mais vergonha, respondi direto:
— Sim, mãe. Já meti minha pica em vários. Cu apertado, quente, que massageia o pau inteiro. Delícia.
Ela riu, um riso nervoso e excitado.
— E acha que alguém ia gostar de provar o meu cuzinho?
Levantou do sofá, deu uma volta devagar na minha frente, empinando aquela bunda maravilhosa, redonda, durinha de academia. O short marcava a fenda, deixava pouco pra imaginação.
— Ninguém em sã consciência recusaria essa bunda, mãe. É perfeita.
— Então passa a mão. Quero que você sinta como ela é durinha.
Hesitei dois segundos, mas o tesão venceu. Enchi a mão naquela carne macia e firme, apertei, alisei, desci o dedo pela fenda por cima do tecido. Meu pau virou pedra.
— Se a gente não fosse mãe e filho, você comeria meu cuzinho? — perguntou ela, voz baixa, rouca.
— Com certeza. Eu metia devagarinho, depois com força, até você gritar de prazer.
Ela sentou de novo, mas o clima tinha mudado. Eu não aguentava mais. Levantei.
— Mãe, tô louco de tesão. Vou tomar um banho frio e dormir.
Ela riu.
— Vontade de comer algum cuzinho, né?
— É. E como a única mulher aqui é você, teria que ser o seu.
— Se eu não fosse sua mãe, eu dava. Garanto.
O álcool, o filme, o tesão acumulado... resolvi ser audacioso. Baixei a calça ali mesmo, botei a pica pra fora. Grossa, latejando, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo.
— Olha, mãe. Acha que seu cuzinho aguentaria tudo isso?
Ela arregalou os olhos, fixou o olhar no meu pau.
— Nossa... deve ser doloroso pra caralho no começo.
— Só tem um jeito de descobrir.
Ela riu, mas o riso era puro fogo.
— Vai tomar seu banho frio, safado.
Não obedeci. Comecei a me masturbar devagar na frente dela, mão subindo e descendo na vara.
— Ninguém vai saber, mãe. Só a gente. Deixa eu sentir esse cu virgem.
Ela ficou em silêncio uns segundos, respirando pesado, olhando meu pau. Depois concordou, voz trêmula:
— Tá bom. Mas ninguém nunca fica sabendo disso. E tem que ser carinhoso, é minha primeira vez. Se eu mandar parar, você para. Só anal, nada de buceta, nada de beijo, só o cu. E vai ser só hoje.
— Prometo. Tudo como você quiser.
Ela foi tomar banho. Eu peguei o pote de KY no quarto, sentei no sofá tentando me acalmar. Meu coração martelava. Quando ela voltou, de camisola fina branca, cheirosa, cabelo molhado, minha boca secou.
— Qual posição é melhor?
— De quatro no sofá, mãe. Empina esse rabo pra mim.
Ela obedeceu. Subiu no sofá, ficou de quatro, levantou a camisola até a cintura. Aquela bunda linda apareceu inteira: redonda, pele morena macia, o cuzinho rosado piscando no meio, bucetinha já molhada brilhando logo abaixo.
Tirei toda minha roupa. Passei KY generosamente na pica, alisando devagar, sem tirar os olhos daquela visão. Depois me aproximei, abri as bandas com as mãos e passei o creme gelado no cuzinho dela. Ela soltou um gemidinho baixo.
— Ahhh... tá frio...
Posicionei a cabeça da pica bem na portinha.
— Vai devagar, filho... por favor.
Pressionei devagar. A cabeça forçou, o anel apertado resistiu, depois cedeu com um pop. A glande entrou toda.
— Aaaaiiihh! — gemeu ela alto, cabeça jogada pra trás, mãos agarrando a almofada do sofá.
Segurei firme na cintura dela e fui empurrando centímetro por centímetro. O cu dela era absurdamente apertado, quente, pulsando em volta da minha pica. Ela gemia desesperada, mordeu o sofá.
— Uhhh... tá enchendo tudo... devagar... aiiiiiii meu Deus...
Em poucos minutos eu estava com toda a vara cravada até o saco no cuzinho virgem da minha mãe. Ela botou a mão pra trás, tocou onde estávamos unidos, sentindo o pau enterrado.
— Caralho... tá todo dentro... que sensação louca...
Comecei o vai-e-vem suave. Ela gemia alto a cada estocada:
— Ahh... ahhh... devagar... assim... uhhh...
— Mexe a bundinha pra trás, mãe. Empurra contra mim.
Ela aprendeu rápido. Jogava o corpo pra trás, encontrando minhas bombadas. O som de carne contra carne enchia a sala: ploc, ploc, ploc. Aumentei o ritmo. Metia com mais força, vendo a bunda tremer a cada impacto.
— Isso... toma no cu, mãe... que rabo gostoso... apertado pra porra...
— Aiiiii filho... tá me arrombando... uhhh... mais fundo...
Botei a mão por baixo, encontrei a bucetinha encharcada, dedilhei o grelinho inchado. Ela surtou.
— Aaaahhh! Isso! Meu grelinho... caralho... vou gozaaaaar... não para!
O cuzinho dela apertou minha pica como um punho, contraindo em espasmos. Ela gritava, corpo tremendo, gozando forte enquanto eu continuava metendo.
Eu segurava o gozo com todas as forças. Queria aproveitar cada segundo daquele cu virgem. Troquei de posição, mandei ela de ladinho, uma perna levantada. Meti de novo, mais fundo ainda. Ela gemia sem parar, palavras desconexas:
— Mais... mete mais... ai que delícia... meu cu tá pegando fogo... filho da puta... continua...
Voltei pra quatro, segurei os cabelos dela de leve, metendo com força agora. A bunda batia contra minha barriga, suados, o cheiro de sexo dominando tudo. Ela gozou de novo, cu piscando loucamente.
Não aguentei mais. Senti o gozo subindo.
— Mãe... vou encher seu cu de porra... aaaahhh!
Urrei como animal, jatos grossos explodindo fundo no intestino dela. Gozei tanto que escorreu pelos lados quando puxei devagar. Ficamos engatados um tempo, ofegantes, suados. Quando amoleceu, saí. O cuzinho dela ficou aberto, piscando, vazando minha porra branca.
— E aí, mãe? Gostou?
Ela, sem forças, deitada de lado:
— Gostei... mas doeu um pouco. Prefiro o sexo normal, na buceta. Mas foi intenso pra caralho.
Sorri, abracei ela por trás.
— Tô às ordens se quiser tentar de novo qualquer hora.
Ela sorriu cansada, virou o rosto e me deu um beijo na testa. Dormimos abraçados no sofá, o cheiro de sexo ainda no ar, sabendo que algo tinha mudado para sempre.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Violando o cuzinho de minha mãe!

Codigo do conto:
266199

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/07/2026

Quant.de Votos:
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