Touro gozou fundo nela!

Valéria tinha só 20 anos, mas o corpo dela já chamava atenção pra caralho. Com 1,65m e 51 quilos bem distribuídos, os seios médios balançavam firmes por baixo da blusinha fina, as pernas grossas e torneadas sustentavam um bumbum enorme, arrebitado, daqueles que pareciam feitos pra chamar o olhar e a mão. Era verão, daqueles quentes pra foder o juízo de qualquer um, e ela decidiu passar as férias na fazenda dos tios, no meio do interior mais isolado. Quando chegou já era noite, o ar ainda quente e cheirando a terra molhada, mas ela mal viu o lugar. Foi direto pra cama, o corpo cansado da viagem, sonhando com o que o dia seguinte traria.
De manhã cedo o cheiro de café fresco acordou ela. Os tios e os operários já tinham saído pra roça, só voltariam à tardinha. A casa ficou vazia, silenciosa, só o canto dos passarinhos e o mugido distante do gado. Valéria tomou banho rápido, vestiu uma blusinha branca colada que marcava os bicos dos seios e uma minissaia jeans curta pra caralho, daquelas que mal cobriam metade das coxas grossas. Sem sutiã, sem calcinha. O calor estava insuportável, o suor já escorrendo entre os peitos e descendo pro vale daquele bundão empinado.
- Nossa, que delícia ficar sozinha aqui... – murmurou pra si mesma, sorrindo enquanto saía pra caminhar.
A fazenda era linda mesmo. O celeiro velho, o cercado com gados pastando, porcos fuçando a lama, galinhas ciscando. Ela andava devagar, sentindo o vento quente subir pela saia e roçar na bucetinha depilada. Até que viu um galpão branco, meio afastado. Curiosa, foi chegando perto. A porta estava entreaberta. Empurrou e entrou. O cheiro era forte, de animal, de couro, de algo selvagem. No centro tinha uma mesa grande e, no meio, uma manequim vaca. Plástica, coberta de couro sintético marrom, com um buraco largo no final, na altura exata pra receber uma pica grossa. Valéria entendeu na hora: era o local onde tiravam o sêmen dos touros reprodutores. O touro subia, enfiava o pauzão naquele buraco e o técnico recolhia tudo do outro lado.
Mas o que aconteceu com ela foi estranho pra porra. Em vez de nojo, sentiu um calor subir pela barriga, a buceta latejando de repente, molhando as coxas. Imaginou-se ali, sendo uma vaquinha de verdade, sendo montada por um touro arriado, aquela pica monstruosa rasgando ela por dentro. A xana dela escorreu forte, um fiozinho quente descendo pela perna.
- Caralho... eu queria ser essa vaquinha... – sussurrou, a voz rouca de tesão.
Não tinha ninguém por perto. A fazenda vazia. Valéria trancou a porta por dentro, tirou a calcinha que nem estava usando e arrastou uma cadeira. Subiu no manequim com dificuldade, encaixando as pernas grossas nas pernas artificiais da vaca. Empurrou aquele bumbum enorme pra trás até o buraco do manequim ficar colado na entrada da sua buceta. A saia subiu nas costas, o cu e a xana expostos. Enfiou a mão por baixo, os dedos já roçando o grelinho inchado.
- Aiiii, que gostoso... fode, vaquinha safada... – gemia baixinho enquanto começava a siririca, circulando o clitóris rápido, enfiando dois dedos na buceta molhada.
Os olhos fechados, a imaginação correndo solta: um touro pesado subindo nela, a pica quente e grossa abrindo ela toda. Estava no auge quando ouviu um barulho forte na porta. Abriu os olhos assustada. Era um touro de verdade, marrom, enorme, músculos brilhando de suor, os chifres largos. O coração dela disparou.
- Merda... sai daqui, vai embora! – pensou, tentando empurrar o corpo pra frente. Mas o bumbum gigante tinha entalado no manequim. Não saía. O touro cheirou o ar, sentiu o cheiro dela no cio e galopou pra cima do manequim como se fosse rotina.
Valéria congelou. O pau do touro já estava pra fora, uma pica absurda, uns 50 centímetros de comprimento, grossa como o pulso dela, veias pulsando, e na ponta um cogumelo inchado, roxo, babando pré-gozo. O animal subiu, as patas da frente apoiadas no manequim, e enfiou aquela benga direto no buraco.
- Não... por favor... – ela sussurrou, mas a voz saiu tremida de medo e tesão misturados.
A pica bateu forte na coxa, no bumbum, na mão que ela colocou desesperada pra proteger a entrada. O touro bombeava frenético, o pauzão deslizando pra cima e pra baixo, lambuzando tudo de porra quente e grossa. A mão dela ficou melada, escorregadia.
- Aiii meu Deus... tá quente pra caralho... – gemeu ela, o corpo tremendo.
O tesão venceu. Com o coração na boca, Valéria tirou a mão devagar.
- Seja o que Deus quiser... me fode, touro... me arromba toda...
Aquele cogumelo enorme encostou na entrada da xaninha dela, quente, melado, pulsando. Num movimento bruto, o touro empurrou e enfiou metade da pica de uma vez.
- Aaaaiiiiii! Caralhooo! Tá rasgando minha buceta! – berrou Valéria, a dor misturada com um prazer animal que fez ela ver estrelas.
A pica continuou entrando, centímetro por centímetro, abrindo as paredes da buceta dela como nunca. Sentiu o cogumelo bater fundo no útero, esticando tudo lá dentro. O touro não parava, metendo com força bruta, o vai e vem frenético fazendo o manequim balançar.
- Uiuiui... mais fundo... aiiii porra, tá me enchendo toda... que pica gigante... – gemia ela sem parar, a voz rouca, desesperada.
Cada estocada fazia o bumbum enorme dela tremer, o cu piscando de tesão. O touro acelerava, o pauzão saindo quase todo e voltando com força, o cogumelo inflando ainda mais lá no fundo. Valéria sentia as bolas pesadas batendo nas coxas, o cheiro forte de animal dominando o galpão.
- Ahhh... tô gozandooooooooo... não para... fode essa vaquinha... – gritou quando o primeiro orgasmo veio, forte, fazendo a buceta apertar a pica do touro como um punho.
O animal berrou alto, sentindo o aperto, e meteu ainda mais fundo. Então veio o jato. Um jorro quente, grosso, queimando o útero dela. Não parava. Porra e mais porra enchendo ela até transbordar, escorrendo pela buceta arrombada, pingando no chão do galpão.
- Aaaahhh... tá queimando tudo... me enche de porra, touro... sou sua vaca... – Valéria delirava, gozando de novo, o corpo convulsionando, as pernas tremendo sem controle.
O touro tirou a pica devagar, o cogumelo saindo com um plop molhado, seguido de um rio de sêmen branco e grosso que jorrava da buceta dela. Ele desceu e foi embora como se nada tivesse acontecido. Valéria ficou ali, presa, ofegante, uns 20 minutos até conseguir se mexer. Quando finalmente se soltou, as pernas mal sustentavam o corpo. A xana estava inchada, vermelha, latejando, expelindo porra a cada passo.
Ela se agachou no chão do galpão, forçando com os dedos pra tirar o resto.
- Nossa... olha quanta porra... tá saindo tudo... – murmurou, vendo o chão ficar branco.
Caminhou de volta pra casa com dificuldade, as coxas meladas, o bumbum dolorido. Tomou um banho longo, mas nos cinco dias seguintes a buceta dela continuou soltando fogo, latejando a cada movimento, lembrando do que aquele touro tinha feito.
Mas o tesão não passou. Toda noite, deitada na cama, Valéria revivia cada detalhe, a mão entre as pernas, dedando a xana ainda sensível.
- Queria mais... queria que ele voltasse e me fodesse de novo... – sussurrava no escuro, gozando sozinha com a memória daquela pica monstruosa.
A fazenda nunca mais foi a mesma pra ela. A vaquinha safada tinha acordado de vez.
Valéria acordou no segundo dia com a buceta ainda latejando da fantasia do dia anterior. O sol entrava pela janela, quente, fazendo suor escorrer entre os seios. Ela se olhou no espelho: o bumbum enorme parecia ainda mais empinado, as coxas grossas marcadas com leves hematomas do atrito com o manequim. A xana estava inchadinha, os lábios vermelhos, o grelinho sensível só de roçar na calcinha que ela resolveu usar dessa vez.
- Caralho, ontem foi loucura... mas que tesão do caralho... – disse baixinho, passando os dedos na entrada ainda melada.
Os tios saíram de novo. Ela não resistiu. Voltou pro galpão, o coração acelerado. A manequim vaca estava lá, o buraco ainda com resquícios secos da porra do touro. Valéria repetiu o ritual: cadeira, pernas encaixadas, bumbum pra trás, saia levantada. Dessa vez enfiou dois dedos logo de cara, abrindo a buceta.
- Vem, touro... monta na sua vaquinha... me enche de pica grossa... – gemia, rebolando contra o manequim.
O barulho veio de novo. O mesmo touro, ou talvez outro, não importava. Enorme, o pau já saindo da bainha, latejando, veias saltadas, o cogumelo brilhando.
Dessa vez Valéria nem tentou sair. Deixou ele subir, sentiu o peso nas costas, o calor do corpo animal. A pica bateu primeiro no cu, roçando o anelzinho apertado, depois deslizou pra buceta.
- Aiiiiii... devagar... não... enfia tudo... – pediu em voz alta, como se o touro entendesse.
Ele enfiou. Brutal. A pica rasgou caminho, abrindo a buceta dela até o limite. Valéria berrou, o corpo arqueando.
- Aaaahhh! Tá me arrombando! Que pica enorme... tá tocando no útero... fode, fode forte!
O vai e vem era selvagem. O cogumelo entrava e saía, fazendo barulhos molhados, a porra pré-gozo misturando com os sucos dela. O bumbum dela batia contra a barriga do touro, o cu piscando a cada estocada. Ela enfiou um dedo no cu pra sentir ainda mais cheia.
- Uiuiui... meu cu e minha buceta... tô virando uma cadela no cio... mais, mais fundo... rasga essa xana!
O orgasmo veio em ondas. Primeiro leve, depois um tsunami que fez ela gritar desesperada, a buceta apertando a pica como se quisesse ordenhar. O touro berrou e jorrou. Jatos longos, quentes, enchendo o útero até doer. A barriga dela inchou levemente com tanto volume. Quando ele saiu, a porra escorreu como uma cachoeira, formando uma poça no chão.
Valéria ficou ali tremendo, gozando ainda com os dedos no grelinho.
- Porra... tô viciada... quero todo dia...
Nos dias seguintes ela voltou sempre. Às vezes ficava horas imaginando, outras o touro aparecia de verdade. Cada vez mais intensa. Uma tarde ela ousou virar um pouco, oferecendo o cu também. O touro tentou, o cogumelo pressionando o anelzinho.
- Aiiiiii devagar... meu cu é apertado... aaaahhh! Tá entrando... arromba meu cu também!
A dor foi lancinante, mas o prazer maior. Ele meteu fundo, alternando buceta e cu, deixando os dois buracos destruídos e cheios de porra.
No último dia, antes de ir embora, Valéria se despediu com uma sessão longa. Gemendo sem parar:
- Sou sua vaquinha pra sempre... me fode até eu não aguentar mais... enche minha buceta, meu útero, meu cu... quero levar sua porra pra cidade...
Quando saiu do galpão, caminhando devagar, as pernas bambas, a xana e o cu latejando, ela sorria. Aquelas férias tinham mudado tudo. A menina de 20 anos voltou pra casa com segredos safados que ninguém nunca imaginaria.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Touro gozou fundo nela!

Codigo do conto:
266309

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
06/07/2026

Quant.de Votos:
2

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