Priscila observava tudo com um sorriso satisfeito no rosto, o corpo moreno brilhando de leve suor depois do almoço simples no sítio. Aos 33 anos, formada em medicina, ela tinha construído aquele paraíso particular perto de São Carlos, com seus 6 hectares cheios de jatobás, ipês amarelos e pequis que cresciam fortes. O riacho cristalino nos fundos murmurava baixinho, e os animais — sete cães, sete cavalos, sete bodes — viviam livres e felizes. O caseiro já tinha ido embora às doze, deixando o lugar só para elas. As vinte amigas, todas profissionais bem-sucedidas, riam baixinho enquanto tomavam o café da tarde: queijo branco fresquinho, bolo de fubá ainda quente, manteiga da roça derretendo e leite recém-tirado. Kátia, a convidada especial de 20 anos, loira de tirar o fôlego, cintura fina, seios pequenos e firmes, mal conseguia esconder a ansiedade. Ela tinha contado tudo no caminho: separada do namorado que a respeitava demais, ainda virgem, louca por um fim de semana de prazer puro, sem limites. - Agora é a sua vez, minha linda — disse Priscila, a voz baixa e carinhosa, enquanto as outras formavam uma roda ampla na sala grande do sítio, tapete macio no chão de madeira. Kátia tirou a roupa devagar, revelando o corpo perfeito, pele clara contrastando com o tapete escuro. Ela deitou nua, pernas ligeiramente abertas, os olhos verdes de Priscila brilhando de expectativa. Priscila saiu e voltou logo depois, trazendo Hunter, o Doberman manso, bonito, pelagem preta e brilhante, bem cuidado. O cão farejou o ar, os olhos atentos. Chegou devagar, o nariz frio tocando primeiro as coxas de Kátia. A loira estremeceu. - Aiiiii, que delícia... lambe aí, Hunter... — murmurou ela, a voz já rouca. A língua quente e áspera do doberman deslizou devagar pela buceta depilada dela, lambendo os lábios inchados. Kátia arqueou as costas, um gemidinho baixo escapando. - Hummm... isso... continua, porra... sua língua é quente pra caralho... Hunter lambia com fome, o focinho pressionando o grelinho dela, que inchava rápido. Cada passada fazia Kátia se contorcer, os peitinhos pequenos tremendo. As amigas observavam em silêncio, algumas já com a mão entre as pernas. - Olha como ela tá molhada já — comentou uma das médicas, voz baixa. — A virgenzinha tá pingando pra esse cachorro. Kátia virou de quatro, empinando a bunda perfeita, empurrando contra o focinho do cão. Hunter montou nela, as patas da frente nas costas dela, o pênis vermelho e pontudo já saindo da bainha, duro e babando. Ele acertou de primeira, enfiando a pica canina na buceta apertada. - Aaaahhh! Porra, tá entrando... que grossa... me fode, Hunter! — gritou Kátia, o corpo inteiro tremendo. O doberman começou a bombear rápido, movimentos curtos e desesperados, o nó inchando dentro dela. Kátia gemia alto, sem controle. - Aiii, aiii, aiiii... tá batendo fundo... meu cu tá piscando... continua, cachorro safado... me enche de porra! As estocadas eram rápidas, o som molhado ecoando na sala. Hunter babava na nuca dela, o hálito quente. Kátia empurrava para trás, a buceta engolindo mais da pica dele. - Tô gozando... caralho, tô gozando no pau do cachorro! — berrou ela, o corpo convulsionando, sucos escorrendo pelas coxas. Hunter acelerou, rosnando baixo, e de repente parou, o corpo rígido. Todas ouviram o gemido gutural dele enquanto jorrava porra quente dentro da buceta virgem. Kátia gritava de prazer. - Sente isso... tá enchendo tudo... quente pra caralho... me inunda, Hunter! Eles ficaram travados pelo nó, uns 35 minutos de pura agonia gostosa. Kátia gemia baixinho o tempo todo, o corpo suado, tremendo. - Não sai ainda... fica aí dentro... que delícia ter uma pica de cachorro me arrombando... Quando o nó desinchou e ele saiu, um jorro de porra misturada com sanguezinho leve escorreu pela buceta dela. Hunter ainda deu um banho de língua, lambendo tudo, limpando a própria porra do cu e da buceta dela. Kátia se contorcia, pedindo mais. - Mais... eu quero mais... tô viciada já... Priscila sorriu e foi buscar Visão Negra, o belo manga larga preto, pelagem brilhante como seda. O cavalo entrou na sala enorme, imóvel, poderoso. Kátia se aproximou de quatro, os olhos brilhando de luxúria. - Olha esse pau... meu Deus... — sussurrou ela, segurando o membro que já começava a crescer. O pênis do cavalo era enorme, grosso, preto, veias pulsando. Ela esfregou as duas mãos nele, masturbando devagar. O animal bufou, o pau endurecendo mais, soltando pré-gozo claro pela ponta. - Tá molhando minha mão... que cheiro forte... quero isso dentro de mim. Ela colocou duas almofadas grandes embaixo do cavalo, posicionou-se de quatro, a bunda empinada. Com uma mão guiou a ponta grossa para a entrada da buceta ainda melada da porra do Hunter. - Devagar... ai, que cabeça grande... tá abrindo minha buceta toda... A ponta entrou com um pop molhado, esticando os lábios ao máximo. Kátia gritou de prazer e dor misturados. - Aaaahhh! Tá rasgando... mas que gostoso... enfia mais, Visão Negra! O cavalo fez um movimento instintivo, forte, e metade do pau monstruoso deslizou para dentro. Kátia quase desmaiou de prazer, os olhos revirando. - Porraaa... tá batendo no meu útero... meu grelinho tá explodindo... me fode com esse pau de cavalo, vai! O animal começou a bombear, movimentos pesados, o pau entrando e saindo com barulhos obscenos, porra e sucos voando. Kátia gemia desesperada, sem parar. - Hummm... aaaai... mais fundo... arromba minha buceta virgem... tô gozando de novo... caralho, tô esguichando no pau dele! As amigas na roda comentavam excitadas. - Olha como ela tá aguentando isso tudo... a putinha tá louca por animal. - Goza pra ele, Kátia... deixa ele te encher. Visão Negra acelerou, o corpo enorme tremendo, e gozou com força. Jatos grossos de porra quente invadiram a buceta dela, transbordando, escorrendo em cascata pelas coxas, pingando no tapete. Kátia gritava, o orgasmo mais intenso da vida dela. - Sente... tá jorrando dentro... quente, grosso... me enche toda... que porra deliciosa... tô gozando junto! O cavalo ficou ali uns minutos, o pau ainda pulsando dentro, antes de sair devagar, um rio de esperma branco saindo da buceta arrombada dela. Kátia caiu de lado, ofegante, mas com um sorriso satisfeito. - Mais... eu quero repetir... Hunter de novo, depois o cavalo... tô viciada nessa safadeza. Priscila se aproximou, acariciando os cabelos loiros dela. - Calma, minha linda. Temos o fim de semana todo. Agora descansa um pouco, bebe água, e depois a gente continua. As meninas também querem brincar um pouco com os bodes e os outros cães. O sol da tarde entrava pelas janelas, iluminando os corpos suados. O cheiro de sexo, porra e suor enchia a sala. Kátia lambeu os lábios, os olhos ainda vidrados de prazer. - Nunca imaginei que seria assim... tão intenso... quero sentir todo pau de animal desse sítio na minha buceta e no meu cu. As horas seguintes foram uma loucura. Hunter voltou, montando de novo, dessa vez Kátia de lado, a perna levantada, o nó inchando enquanto ela gemia sem parar. - Mete esse nó no meu cu agora... quero dupla penetração de cachorro... Uma das amigas ajudou, guiando o pau do doberman para o cuzinho apertado. Kátia gritou de prazer quando ele entrou. - Aaaai, meu cu... tá rasgando... mas continua... fode meu cu virgem, Hunter! O movimento era selvagem, o cão arfando, babando. Ela gozava sem parar, o corpo convulsionando, sucos e porra escorrendo. Depois foi a vez de outro cavalo, um alazão mais calmo. Kátia montou de frente dessa vez, as mãos no pescoço dele, descendo devagar no pau enorme. - Olha como minha buceta tá aberta... cabe tudo agora... me fode forte, cavalão! Os gemidos enchiam o sítio. As amigas se tocavam, algumas se lambendo entre si enquanto assistiam. Priscila, com sua bunda perfeita empinada, deixou um bode lamber sua buceta enquanto observava. - Que delícia ver você assim, Kátia... toda arrombada e feliz. A loira respondia entre gemidos. - Tô virando uma puta de animais... quero porra de cavalo, cachorro e bode o dia todo... meu corpo tá pegando fogo. Eles repetiram as cenas várias vezes, alternando animais, posições. Kátia de quatro no riacho, água cristalina batendo nas pernas enquanto um cavalo a montava por trás, o pau entrando fundo, água e porra misturando. Hunter lambendo o cu dela depois, limpando tudo. Cada detalhe era intenso: o cheiro forte de porra animal, o calor dos corpos, o som molhado das estocadas, os gritos desesperados de Kátia. - Mais fundo... arromba meu útero... enche meu ventre de porra quente... tô viciada, porra! Quando a noite caiu, elas acenderam fogueira do lado de fora. Kátia, exausta mas pedindo mais, deitou numa manta, pernas abertas, buceta vermelha e inchada, esperma escorrendo. - Quem quer ver eu chupar o pau de um bode agora? — perguntou ela, voz rouca. As amigas riram e trouxeram um bode jovem. Kátia se ajoelhou, segurou o pênis fino e comprido, lambendo a ponta. - Tem gosto forte... mas eu adoro... enfia na minha garganta. Ela chupou com fome, o bode se mexendo, até gozar na boca dela. Kátia engoliu parte, o resto escorrendo no queixo e nos peitos pequenos. - Delicioso... quero tudo. O fim de semana inteiro foi assim: sexo sem limites, intensidade máxima, gemidos ecoando pelo sítio, corpos suados, bucetas e cus arrombados por picas de animais. Priscila coordenava tudo, garantindo que os bichos estivessem felizes e bem tratados depois. Kátia saiu dali transformada, viciada em prazer animal, sonhando com a próxima visita. - Obrigada, Priscila... foi o melhor fim de semana da minha vida. Minha buceta e meu cu nunca mais vão ser os mesmos. Priscila abraçou ela, rindo baixinho. - Volte sempre, minha putinha. O sítio e os animais estão sempre prontos pra mais. E assim, no paraíso particular perto de São Carlos, o prazer seguia selvagem, sem pudores, cheio de porra, gemidos e desejo puro. Na manhã seguinte, Kátia acordou cedo, o corpo dolorido mas ansioso. Saiu nua para o cercado dos cavalos. Visão Negra pastava tranquilo. Ela se aproximou, acariciando o flanco negro brilhante. - Bom dia, meu garanhão... quer foder essa buceta de novo? O cavalo bufou, o pau já saindo devagar. Kátia se posicionou debaixo dele, de quatro sobre uma pilha de feno macio. Guiou o pau enorme novamente, a buceta ainda sensível do dia anterior. - Aiiii, caralho... tá mais folgada mas ainda aperta... entra inteiro hoje, vai! Metade, depois mais, o movimento forte do animal fazendo ela gritar. - Aaaahhh! Tá batendo no fundo... meu ventre tá cheio... goza dentro, me engravida de porra de cavalo! As estocadas eram poderosas, o pau grosso esticando tudo. Kátia gozava em ondas, os gemidos desesperados assustando os pássaros. - Tô gozando sem parar... porra, que pauzão... me destrói! Quando ele gozou, o volume foi tanto que a barriga dela inchou levemente, esperma saindo em jatos fortes, molhando o feno todo. Hunter se juntou, lambendo a mistura, depois montando no cu dela enquanto o cavalo ainda pingava. - Dupla agora... pica de cachorro no cu e resquícios de cavalo na buceta... tô no paraíso! O nó inchou no cuzinho, travando os dois animais de formas diferentes. Kátia tremia inteira, saliva escorrendo da boca, olhos revirados. - Não aguento mais de tanto gozo... mas não para... fode, fode! As outras amigas acordaram e se juntaram, cada uma escolhendo um animal. Uma advogada loira pegou um bode, deixando ele foder sua buceta enquanto chupava outro cão. Gemidos coletivos enchiam o ar. - Olha como a Kátia tá aguentando os dois... que puta corajosa — dizia Priscila, ela mesma de quatro para um cavalo mais jovem. O dia virou uma orgia animal completa. Detalhes sensoriais: o suor escorrendo pelas costas de Kátia, o cheiro terroso misturado com porra, o som de peles batendo, línguas lambendo, paus entrando e saindo. Diálogos chulos nonstop. - Enfia nesse cu, Hunter... arromba meu intestino com seu nó! — pedia Kátia. - Goza na minha cara, bode safado... quero leite quente no rosto! — gritava outra. Priscila, orgulhosa da sua bunda perfeita, empinava para Visão Negra, sentindo o pau enorme abrir sua buceta experiente. - Vem, grandão... me fode como você fodeu a virgenzinha ontem. Minha buceta adora esse tamanho. Eles passaram horas assim, descansando só para comer queijo, bolo e leite, depois voltando para mais rodadas. Kátia aprendeu a tomar porra no cu, na boca, entre os seios, tudo. À tarde, no riacho, cena aquática: Kátia deitada na água rasa, Hunter montando por cima, o pau entrando enquanto a correnteza lavava o excesso. Depois o cavalo na margem, ela ajoelhada chupando a ponta enorme, engasgando mas insistindo. - Quero aprender a engolir mais... tá tão grosso na garganta... O prazer era desesperado, intenso, sem fim. Gemidos ecoavam: aaaai, porra, caralho, me fode, enche, arromba, goza! Quando o domingo terminou, Kátia mal conseguia andar, mas o sorriso era enorme. - Foi transformador... nunca mais vou ser a mesma. Obrigada por esse mundo de sacanagem animal. Priscila beijou sua testa. - O sítio te espera sempre, com mais picas, mais porra e mais prazer.
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