Sabrina tinha 27 anos e um corpo que chamava atenção sem esforço. Peitos firmes, cintura fina, bunda empinada e pernas longas que pareciam feitas pra abrir. Veterinária há três anos, ela trabalhava na fazenda de um rico excêntrico obcecado por animais exóticos. Cavalos, cães, onças... mas nada preparou ela pro que veio depois. Depois que pegou o namorado enfiando a pica na buceta de outra vadia, Sabrina enterrou a dor no trabalho. Virou quase uma máquina: tosa, castração, parto, tudo. Mas à noite, sozinha no quarto da casa de funcionários, ela se entregava à sua tara secreta. Abria o notebook, colocava um pornô bem safado e metia o cabo da escova de cabelo bem fundo na buceta molhada. Naquela noite específica, o vídeo que apareceu mudou tudo. Uma mulher de quatro, gemendo como louca enquanto um cavalo enorme metia aquela pica grossa e rosada dentro dela. Sabrina ficou hipnotizada. A buceta dela latejava só de imaginar. - Caralho... que delícia... – murmurou baixinho, esfregando o grelinho inchado enquanto assistia. O desejo de sentir um animal fodendo ela começou a crescer como uma obsessão. Ela sabia que era perigoso, mas a safadeza falava mais alto. Nos dias seguintes, na fazenda, Sabrina não conseguia mais olhar pros animais do mesmo jeito. Observava o pau dos cavalos saindo da bainha, grosso, venoso, pingando. Atraía os cachorros até eles ficarem com a pica vermelha dura e babava só de imaginar chupar. Mas foi com os chimpanzés que a coisa explodiu. Era um dia quente. Sabrina estava no laboratório da fazenda, sozinha, fazendo testes de sangue. O capataz apareceu com dois chimpanzés travessos nas coleiras: Nick, o mais velho, forte e experiente, e Charles, mais novo, com uns 15 anos, cheio de energia. - Pode soltar eles aqui dentro, eu cuido – disse ela, sorrindo. Assim que tirou as coleiras, os dois começaram a pular e brincar com os brinquedos espalhados. Sabrina sentou na poltrona grande, de pernas cruzadas, e sentiu um calor subir entre as coxas. Começou a reparar nos paus deles. Eram menores que os dos homens, uns 15 centímetros, mas grossos pra caralho, com umas 6 de diâmetro, cabeças rosadas e pelotas pesadas balançando. A imaginação dela voou: se imaginou nua, de quatro, levando aquelas picas de macaco na buceta e no cu. O cheiro da xana dela começou a ficar forte. Nick, o mais velho, parou de brincar e veio cheirando o ar. Chegou bem perto das pernas dela, focinho quase tocando a virilha. Sabrina sentiu a buceta contrair de tesão. - Aiiiiiii meu Deus... olha pra ele... – sussurrou. Charles logo veio atrás, curioso. Os dois chimpanzés estavam agitados, paus começando a endurecer. Sabrina não aguentou. O medo ainda existia, mas o tesão venceu. Levantou devagar, trancou a porta do laboratório e começou a tirar a roupa. Blusa, sutiã, short, calcinha. Ficou completamente pelada, buceta depilada brilhando de tesão, mamilos duros. Nick foi o primeiro. Esticou a mão peluda e apalpou a buceta dela direto, dedos grossos passando na fenda molhada. Sabrina abriu as pernas, sentando na beira da poltrona. - Isso, Nick... toca na minha bucetinha... tá molhada pra você, seu safado... O chimpanzé entendeu o convite. Subiu em cima dela, pica já dura roçando na coxa. Sabrina segurou aquele pau grosso, masturbando devagar, sentindo o calor e a rigidez. Nick grunhiu de prazer. Então, sem aviso, ele empurrou. A pica entrou de uma vez, abrindo a buceta dela. - Aaaahhh! Porra... que grossa! – gritou Sabrina, unhas cravando nas costas peludas dele. Nick começou a meter com força, estocadas rápidas e profundas. A cada pancada, o pau batia no fundo da buceta, roçando o grelinho. Sabrina gemia desesperada: - Isso... mete... fode essa buceta... ai que delícia, sua pica de macaco tá me enchendo toda! Os gemidos dela ecoavam no laboratório. Nick grunhia alto, segurando a cintura dela com força enquanto socava. Charles observava, pau duro, esperando. Sabrina gozou pela primeira vez, corpo tremendo, buceta apertando o pau do chimpanzé. - Tô gozando! Aaaahhh! Não para, caralho! Nick metia cada vez mais rápido, bolas batendo na bundinha dela. De repente ele puxou pra fora e explodiu. Jatos grossos de porra quente jorraram na buceta aberta, escorrendo pelos lábios inchados, pingando no chão. Sabrina respirava ofegante, xana toda lambuzada. Limpou um pouco com a mão, lambendo os dedos sujos de esperma. Charles não esperou. Subiu em cima dela com fome, mais agressivo. Segurou a cintura dela com as mãos fortes e enfiou a pica de uma vez. - Uuuuhhh! Charles... vai devagar... não... ai fode... fode mesmo! – gritou ela. Ele metia como se ela fosse uma fêmea da raça dele. Estocadas brutas, fundas, segurando firme. Sabrina sentia cada veia daquele pau roçando dentro dela. A poltrona rangia com a força. - Isso, seu puto... rasga minha buceta... mete tudo... quero sentir suas bolas batendo no meu cu! Charles grunhia, acelerando. Sabrina segurava as pernas abertas, buceta vermelha e inchada engolindo aquela pica grossa. Gozou de novo, jorrando, molhando as peles dele. - Tô gozando de novo! Aaaaiiihh! Caralho, que tesão! Nick, já recuperado, veio por trás. Sabrina sentiu as mãos dele na bunda, abrindo as nádegas. O dedo peludo roçou o cuzinho. - Não... espera... ai que safado... – gemeu ela, mas não impediu. Enquanto Charles continuava socando a buceta, Nick começou a pressionar o pau contra o cu dela. Devagar, forçou a entrada. Sabrina sentiu a dor misturada com prazer absurdo. - Aaaahhh! Tá entrando no meu cu... que grosso... devagar... porra! A pica de Nick abriu o cuzinho apertado. Logo os dois chimpanzés estavam metendo: um na buceta, outro no cu. Sabrina delirava, corpo suado, gemendo sem parar. - Me fodem... os dois... enchem meus buracos... aiiiiii que delícia... picas de macaco na minha buceta e no meu cu... sou uma vadia... Os movimentos sincronizaram. Charles metia forte na frente, Nick por trás, bolas batendo. Sabrina gozava sem parar, olhos revirados, saliva escorrendo da boca. Os grunhidos deles misturavam com os gritos dela. - Mais... mais forte... me arrombem... quero porra nos dois buracos! Charles foi o primeiro a gozar. Puxou pra fora e jorrou na barriga e nos peitos dela. Nick continuou mais um pouco no cu, depois também tirou e gozou na bundinha, esperma escorrendo pelo rego. Sabrina ficou ali, deitada na poltrona, pernas abertas, buceta e cu piscando, cobertos de porra grossa. Respirava pesado, corpo tremendo dos orgasmos. Foi nesse momento que ela ouviu o barulho. O capataz estava encostado na porta, pau na mão, olhando tudo. Ele se aproximou devagar, sorriso safado no rosto. - Vi tudo, Sabrina. E agora eu quero participar também... Ela sorriu, ainda cheia de tesão, passando a mão na buceta melada. - Então vem... me mostra o que você tem aí... E essa, meu amigo, é só a primeira parte da história. O resto fica pra outra vez, se você quiser.
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