Massagem deliciosa na filha!

Era um domingo preguiçoso daqueles, o sol já entrando pela janela do quarto e aquecendo o ar. Você acordou com a pica latejando forte dentro da cueca, aquela tesão proibida que sempre te consumia por dentro. Sua filha, aquela delícia que cresceu te visitando nos fins de semana, não estava mais ao seu lado na cama. O corpo dela ainda parecia impresso no lençol, o cheiro doce de menina misturado com o seu.
Você se levantou, shorts folgado marcando o volume da rola dura, e foi andando devagar pelo corredor. Do outro quarto veio um gemidinho baixo, abafado, daqueles que só quem tá se tocando sabe fazer. Empurrou a porta bem devagar, sem fazer barulho. Lá estava ela, debaixo das cobertas, a mão mexendo entre as pernas, o corpo se contorcendo levemente. Assim que você entrou, ela parou na hora, congelou.
- O que você tá fazendo aí, filha? - você perguntou, a voz rouca de sono e tesão.
Ela ficou vermelha como um pimentão, os olhos arregalados de vergonha.
- Nada, pai... não tô fazendo nada - respondeu baixinho, mas você viu o peito dela subindo e descendo rápido, as bochechas pegando fogo.
Você deixou pra lá naquele momento, mas o clima ficou carregado. Mais tarde, ela reclamou de uma dor nas costas depois de dormir torto.
- Tá doendo aqui, pai. Será que você pode me dar uma massagem? - pediu ela, inocente.
Sem segundas intenções aparentes, você concordou. Ela deitou de bruços na cama grande, só com aquela sainha curta que mal cobria a bundinha redonda e empinada. Você começou devagar, as mãos grandes espalmadas nas costas dela, apertando os músculos com firmeza. Mas logo percebeu: ela deu uma empinadinha sutil, levantando o quadril só um pouquinho, como se o corpo pedisse mais.
Seu pau respondeu na hora, inchando todo dentro do shorts. Você pegou dois travesseiros e colocou embaixo da barriga dela, fazendo aquela bundinha deliciosa subir ainda mais, arrebitada pra você. Subiu na cama, posicionando as pernas dela entre as suas, o corpo sobre o dela. As mãos continuavam na massagem, mas os quadris já começaram a se mexer devagar, encoxando de leve.
A sainha subia aos poucos com o movimento do seu corpo. Você sentia o calor da pele dela, o tecido fino da calcinha roçando na sua coxa. O tesão foi crescendo, virando uma onda quente.
- Tá melhor assim? - sussurrou você, quase colado no ouvido dela.
Ela só gemeu baixinho.
- Tá, pai...
Aquele "tá, pai" foi como gasolina no fogo. Você ficou mais ousado, os movimentos dos quadris mais firmes, esfregando a pica dura por cima do shorts contra aquela bundinha macia e dura ao mesmo tempo. Ela não reclamou, só respirava mais pesado, o corpo relaxando e empinando ainda mais pra trás.
Você desceu as mãos pela cintura dela, levantando a sainha devagar com o corpo, expondo mais da pele. O pau latejava, babando pré-gozo na cueca. Não aguentando mais, você puxou ele pra fora pela lateral do shorts, a rola grossa e quente pulando livre, a cabeça vermelha brilhando.
- Posso continuar, filha? Aqui tá bom? - perguntou você, a voz tremendo de desejo.
- Tá, pai... continua... - ela gemeu, a voz manhosa, desesperada.
Você começou a esfregar a pica bem no meio daquela bundinha arrebitada, sentindo a carne macia ceder sob a pressão. Pra cima e pra baixo, devagar no começo, depois mais rápido. O cu dela, apertadinho por baixo da calcinha fina, roçava na cabeça da sua pica. Você puxou a calcinha pro lado com um dedo, sentindo o calor úmido da bucetinha dela roçando de leve na base da rola.
- Aiiii, pai... que delícia... - ela soltou, o gemido saindo mais alto, o corpo tremendo.
Você acelerou, pegando firme na cintura dela, metendo os quadris como se estivesse fodendo de verdade. A bundinha balançava com cada estocada seca, o barulho de carne contra carne enchendo o quarto. Sua pica deslizava entre as bandas do cu dela, quente, suada, babada.
- Geme pra mim, filha... diz que tá gostando da pica do pai - você rosnou baixinho, perdido no tesão.
- Tá gostando... aii, pai... sua pica tá tão dura... esfrega mais no meu cu... - ela respondeu, a voz entrecortada por gemidos desesperados. - Hmmm... ahhh... assim, pai... não para...
O movimento ficou frenético. Você massageava as costas com uma mão enquanto a outra apertava aquela bundinha, abrindo as bandas pra sua rola deslizar melhor. Sentia o grelinho dela roçando indiretamente, a bucetinha molhada pingando, molhando sua coxa.
Ela começou a rebolar pra trás, encontrando seus movimentos, o corpo todo entregue.
- Aiiiii, meu Deus... pai... tô sentindo tudo... sua pica grossa no meu cu... me faz gozar assim... - gemia ela, os dedos agarrando os lençóis.
Você estava no limite, a rola pulsando, as bolas cheias roçando na bucetinha quente dela. Empurrou mais forte, esfregando a cabeça da pica direto no furinho apertado do cu, imaginando como seria enfiar tudo ali.
- Vou gozar, filha... vou gozar na sua bundinha deliciosa... - avisou você, a voz rouca.
- Goza, pai... goza pra mim... enche minha bundinha de porra... ahhh... hmmm... - ela gritou quase, o corpo convulsionando num orgasmo que fez ela tremer inteira.
Você explodiu. Jatos grossos de porra quente saíram da sua pica, pintando as bandas do cu dela, escorrendo pela bucetinha molhada, sujando a sainha e os travesseiros. Você continuou esfregando, misturando a porra na pele dela, gemendo alto junto com ela.
- Porra... que delícia, filha... sua bundinha me deixou louco... - você murmurou, desabando por cima dela, o pau ainda pulsando entre as bandas meladas.
Ela virou o rosto de lado, os olhos brilhando de tesão e vergonha misturados.
- Pai... isso foi tão errado... mas tão bom... - sussurrou ela, respirando pesado. - Pode massagear mais vezes assim?
Vocês ficaram ali, colados, a porra esfriando na pele, o quarto cheirando a sexo proibido. O tesão do incesto que sempre viveu dentro de você tinha voltado com força total, e agora tinha um novo segredo delicioso entre vocês.
Depois daquele gozo, você não saiu de cima dela. Ficou esfregando devagar a pica ainda meio dura, espalhando a porra quente por toda a bundinha. Ela rebolava sutilmente, como se quisesse mais.
- Olha o que você fez, pai... tá tudo melado de porra... - disse ela, com aquela voz safada que te enlouqueceu.
Você desceu a mão, passando os dedos pela bagunça, sentindo o cu piscando sob o toque. Enfiou um dedo devagar na bucetinha encharcada, sentindo como ela estava apertada e quente.
- Sua bucetinha tá pingando, filha. Tá louca pela pica do pai, né? - perguntou você, enfiando o dedo mais fundo.
- Tô, pai... aiiiiii... enfia mais... meu grelinho tá latejando... - gemeu ela desesperada, empinando mais.
Você massageava o clitóris com o polegar enquanto o dedo entrava e saía, o som molhado ecoando. Ela gemia sem parar, o corpo se contorcendo de prazer.
- Haaaa... pai... assim eu vou gozar de novo... sua mão na minha buceta... que delícia...
Você tirou o dedo, lambendo a porra misturada com o mel dela, depois virou ela de lado, puxando a sainha toda pra cima. A pica já estava dura outra vez, roçando na coxa dela.
- Quero sentir mais essa bundinha - disse você, posicionando a rola entre as pernas dela, esfregando na bucetinha por trás sem penetrar.
O vai e vem ficou intenso, a cabeça da pica batendo no grelinho inchado a cada movimento. Ela agarrava sua mão, apertando contra os peitos dela por baixo da blusa.
- Morde meu pescoço, pai... me fode assim... mesmo sem enfiar... - pediu ela, a voz falhando.
Você obedeceu, chupando e mordendo a pele macia enquanto acelerava os quadris. O atrito era insano, a bucetinha molhada lubrificando tudo. Ela gozou de novo, gritando seu nome, o corpo todo tremendo.
- Paiiii... tô gozandoooooooo... aaaahhh...
Você gozou pela segunda vez, jorrando mais porra na barriga e na buceta dela. Ficaram abraçados, suados, ofegantes, sabendo que aquilo era só o começo de algo muito mais safado.
O resto do dia passou com olhares cúmplices, toques escondidos. À noite, quando ela deitou na sua cama de novo, a mão dela já foi direto pra sua pica por baixo do lençol.
- Quero mais, pai... me ensina tudo... - sussurrou ela.
E assim, o tesão proibido que começou com sua irmã quando vocês eram moleques encontrou novo combustível na filha que você tanto desejava. Uma loucura deliciosa, cheia de gemidos, porra e bundinha arrebitada.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Massagem deliciosa na filha!

Codigo do conto:
266231

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/07/2026

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