O sol do fim de tarde batia forte no gramado do sítio, deixando tudo dourado e quente. Márcia, com seus 42 anos bem vividos, caminhava devagar pela varanda, o corpo maduro mas firme de quem malhava e nadava toda semana. Seios médios que ainda desafiavam a gravidade, bunda empinada, coxas grossas e macias, uma buceta gordinha que mal aparecia por baixo da bermuda justa. Aos 24 anos, Bruno observava a mãe com um misto de surpresa e tesão crescente que ele nunca imaginara sentir. Depois da separação do pai, ela tinha ficado solta, falante, rindo de piadas sujas e confessando fantasias que antigamente eram proibidas. A conversa ao redor da churrasqueira tinha descambado pro sexo pesado. Os homens — o namorado dela, Antônio, o filho dele, o cunhado, o pai dele e o rapaz que trouxe os cães — riam alto enquanto tomavam cerveja gelada. - Porra, eu adoraria ver uma mulher dando pra um cachorro de verdade — disse o cunhado, Antônio, com os olhos brilhando. Márcia riu, corando um pouco mas sem desviar o olhar. - Eu também já ouvi falar que é uma loucura de gostoso. Quem sabe um dia eu experimento essa fantasia... O cunhado não perdeu tempo. - Os meus pastores alemães lá no sítio já comeram mulher várias vezes. É foda de ver. Quer tentar agora, Márcia? Eu mando buscar. Ela hesitou só um segundo, olhando pros homens todos ao redor. - Aqui? Com vocês olhando tudo? - Claro, caralho. Todo mundo aqui é adulto. Você realiza sua vontade e a gente mata a curiosidade — respondeu Antônio, já pegando o celular. Bruno sentiu o coração disparar. - Mãe, você tem coragem mesmo? - Ora, filho — ela respondeu com um sorriso safado —, somos todos grandes. Cada um faz o que quer com o corpo. Eu quero sentir aquela pica de cachorro me arrombando. Pouco depois o filho de Antônio chegou com os dois pastores alemães na caçamba da camionete. Os animais eram grandes, peludos, cheios de energia. Um foi preso atrás da casa. O outro, o maior, ficou preso pela coleira no gramado. Antônio trouxe as almofadas, colocou no banco e explicou o esquema. Márcia respirou fundo, o coração batendo forte. Ela começou a se despir ali mesmo na varanda, sob os olhares famintos de todos. Primeiro as sandálias, revelando pés pequenos e bem cuidados, unhas pintadas de vermelho. Bruno já sentia o pau endurecendo dentro da calça. Ela tirou a blusa devagar, depois o sutiã. As costas lisas, a pele bronzeada, os seios saltando livres, mamilos rosados e duros como de uma garota mais nova. Os homens soltaram suspiros baixos. Depois veio a bermuda, descendo pelas coxas grossas. A calcinha branca ficou por último. Quando ela abaixou devagar, a bunda perfeita apareceu: redonda, firme, com uma pele macia que brilhava sob o sol. Entre as pernas, o volume da buceta gordinha, com pelinhos ralos, lábios carnudos entreabertos. Márcia ficou de costas, envergonhada. - Gente, tô com vergonha de virar... - Que isso, Márcia? Mostra essa buceta linda pra gente — disse o namorado, aproximando-se e virando-a pela mão. Ela virou. Os seios empinados, a barriga lisinha, o umbigo perfeito e aquela xana deliciosa, inchada de tesão. Os homens bateram palmas. - Caralho, que buceta mais gostosa! — exclamou o cunhado. - Olha esse cu, parece feito pra levar pica — completou outro. Márcia sorriu, agora mais solta, sentindo o poder da própria nudez. Antônio entregou o frasco com o líquido cheiroso de cadela no cio. Ela caminhou pelada pro gramado, o corpo balançando, bunda rebolando naturalmente. Bruno não conseguia tirar os olhos. O pau dele latejava, duro como pedra. - Bruno, vem cá ajudar a mãe — chamou ela, ajoelhando-se no banco com almofadas, o tronco apoiado, o bumbum empinado pra trás, cu e buceta totalmente expostos. Ele se aproximou tremendo. O cuzinho marrom, enrugadinho, piscava de nervoso. A buceta logo abaixo, já molhada, o grelinho inchado aparecendo. Bruno molhou o dedo no líquido e começou a espalhar devagar no cu da mãe. - Assim, filho... passa bem no meu cu — gemeu ela baixinho. O toque foi demais. Bruno gozou ali mesmo, enchendo a cueca de porra quente, o corpo tremendo. Ele disfarçou como pôde, o jeans ajudando a esconder a mancha. - Pronto, mãe... tá bem meladinho. O cão foi solto. Sentiu o cheiro imediatamente e correu pra cima dela. As patas dianteiras com as luvinhas de pano subiram nas costas de Márcia. A pica vermelha, longa e fina do pastor alemão já estava saindo da bainha, babando, enorme. - Aiiiii, meu Deus... ele tá subindo — sussurrou ela, a voz rouca de tesão. O animal começou a estocar descontrolado. A pica escorregava nas coxas, depois achou o cu. Com uma estocada bruta, entrou fundo. - Aaaahhh! Caralhooo! Que pica grossa! — gritou Márcia, o corpo dando um solavanco. O cachorro não tinha piedade. Metia com força, rápido, o pau sumindo inteiro no cu apertado dela. O barulho molhado de carne contra carne enchia o ar. Márcia gemia desesperada, sem parar. - Aiiii, aiiiiii, aiiiiii! Tá me arrombando o cu! Mais fundo, cachorro safado! Fode esse cu da mamãe! Bruno e os outros desceram da varanda, rodeando a cena. Viam de perto a pica do animal entrando e saindo, o cu da mãe se dilatando, brilhando de lubrificante e baba. Os peitos dela balançavam com cada estocada, mamilos duros. - Olha como ela tá gostando, porra — murmurou Antônio, o pau dele visivelmente duro na calça. Márcia rebolava o quadril, empinando mais a bunda. - Hummm... aaaahhh! Tá batendo no meu intestino! Que delícia de pica de cachorro! Eu tô gozando... tô gozandoooooooo pelo cu! O primeiro orgasmo veio forte. O corpo dela tremeu inteiro, o cu apertando a pica do animal. Ele continuava metendo sem parar, os quadris peludos batendo contra a bunda macia. Depois de minutos intensos, o cão parou, o nó inchando dentro dela, travando os dois juntos. Márcia sentia a porra quente jorrando fundo no cu. - Tá gozando dentro de mim! Sinto os jatos quentes enchendo meu cu! Aaaahhh! Outro orgasmo... caralho, que gozo bom! Ela gozou mais duas, três, quatro vezes enquanto ficavam engatados. Gemidos longos, desesperados, a voz rouca: - Porra... tá transbordando... meu cu tá cheio de porra de cachorro... hummmm... delícia... Bruno assistia hipnotizado, o pau latejando na cueca melada. Ver a mãe nua, de quatro, sendo comida por um pastor alemão, o cu piscando ao redor da pica vermelha, era a coisa mais safada que ele já vira. Depois de uns quinze minutos, o nó amoleceu e o cão saiu. Um jorro grosso de porra branca escorreu do cu dilatado de Márcia, descendo pelas coxas, pingando no gramado. A buceta dela também estava encharcada, o grelinho inchado. - Olha o estrago que esse cachorro fez no cu da sua mãe, Bruno — riu Antônio. Márcia levantou devagar, pernas trêmulas, porra escorrendo. Ela sorriu pro grupo, sem vergonha agora. - Foi foda pra caralho. Gozei como nunca. Mas por hoje chega... o outro cão fica pra próxima. Ela pegou as roupas e foi pro banho, pelada, rebolando devagar, o cu ainda vermelho e aberto. Os homens trocaram olhares, muitos com manchas úmidas nas calças. Naquela noite, Bruno não dormiu. Ficou se masturbando várias vezes, lembrando cada detalhe: o jeito que o cu da mãe piscava quando ele passou o líquido, o barulho das estocadas, os gemidos desesperados dela, a porra escorrendo. Ele imaginava agora como seria se um dia ele mesmo experimentasse aquela buceta e aquele cu maduros. Dias depois, Márcia comentou casualmente com ele: - Filho, você gostou de ver a mamãe sendo cadela? Eu vi seu pau duro o tempo todo... - Gostei demais, mãe. Foi a coisa mais safada da minha vida. - Quem sabe na próxima você me ajuda mais de perto... — respondeu ela com um sorriso malicioso, piscando. E assim a fantasia da família ganhou novos contornos, cada vez mais intensos e sem limites. O cheiro de terra molhada do gramado se misturava com o suor da pele de Márcia e o almíscar forte do cachorro. Enquanto ela estava de quatro, bunda empinada, Bruno podia ver cada preguinha do cu dela, rosado no centro, se contraindo de expectativa. Os lábios da buceta estavam separados, um fiozinho de lubrificação natural escorrendo. Ele passou o dedo devagar, circulando o anel apertado. - Sente meu dedo no seu cu, mãe? Tá piscando tanto... - Tá, filho... passa mais, deixa bem molhadinho pra pica dele entrar fácil. Ai, que tesão... Quando o cachorro subiu, as unhas das luvinhas arranhando levemente as costas dela, Márcia arqueou o corpo. A pica vermelha, com veias pulsando, cutucava tudo: coxas, bunda, depois achou o buraco. - Uuuuuhhh! Entrou! Tá rasgando meu cuuu! — gritou ela, a voz ecoando pelo sítio. O animal metia com fúria animal, quadris batendo forte, bolas peludas batendo na buceta dela. Cada estocada fazia os seios de Márcia balançarem pra frente e pra trás. O som era obsceno: ploc ploc ploc molhado, misturado com os gemidos dela que iam ficando mais agudos. - Fode, cachorro! Come o cu da sua cadela! Aaaahhh... tá tão fundo! Meu grelinho tá pulsando... tô gozando de novo! Os homens ao redor respiravam pesado, alguns já com as mãos dentro das calças, se masturbando discretamente. Bruno via a pica do cachorro inchando, o nó crescendo, travando tudo dentro do intestino dela. Márcia rebolava devagar, apertando, ordenhando o pau animal. - Sinto ele pulsando... vai gozaaaaar... vai encher meu cu de porra quente! Haaaaaaa! Gozei de novo, caralho! Jatos e jatos de porra canina jorravam fundo, tanto que escorria pelos lados mesmo com o nó travado. O cheiro forte de sêmen enchia o ar. Márcia tremia em orgasmos múltiplos, saliva escorrendo da boca, olhos revirados. - Porra... tô me sentindo uma puta completa... cadela cheia de porra... aaaaiii... Quando finalmente se separaram, o cu dela ficou aberto, vermelho, piscando, com rios de porra grossa escorrendo até os calcanhares. Ela se levantou, virou de frente pros homens, mostrando a buceta inchada e o cu destruído. - Olhem o que o cachorro fez comigo... tá tudo melado. Quem quer limpar com a língua? Ninguém respondeu na hora, mas o tesão no ar era palpável. Bruno nunca mais esqueceria aquela visão: sua mãe linda, madura, nua e usada como cadela no cio, gemendo como uma vadia desesperada. E assim a tarde terminou com todos excitados, imaginando a próxima vez que Márcia realizaria mais fantasias. O laço entre mãe e filho ganhou uma camada nova, proibida e extremamente safada. Márcia, ainda pelada após o banho, sentou na varanda com uma cachaça na mão, as pernas cruzadas mas deixando a buceta entrever. - Foi melhor do que eu imaginava. A pica dele é diferente da de homem, mais quente, mais bruta. Meu cu ainda tá latejando de tanto gozo. Bruno, ao lado dela, sentia o pau endurecer de novo. - Mãe, quando você tava gemendo eu quase gozei só de olhar. - Então na próxima você participa, filho. Quem sabe segura o cachorro enquanto ele me fode, ou até experimenta minha buceta depois... A conversa seguia assim, cheia de promessas sujas, detalhes do que fariam com os cães, como ela ia chupar a pica vermelha antes, como ia deixar os homens gozarem nela depois. A intensidade só aumentava a cada palavra.
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