Carla tinha 36 anos e carregava no corpo e na alma uma fome que nunca se saciava. Mãe desde os 16, criara o filho sozinha com a ajuda da mãe, enquanto o pai da criança desaparecera no mundo. Aos 30 se casara com um homem que amava de verdade, mas o sexo para ela era outra história. Ninfomaníaca assumida, Carla precisava de pau como precisava de ar. Amor e tesão nem sempre caminhavam juntos, e ela já tinha pulado a cerca várias vezes sem culpa. Quando o marido viajava, o corpo dela ficava inquieto, latejando, molhado só de pensar. Naquela noite quente de verão, o marido estava fora. Carla pediu ao filho, agora um rapaz alto e forte de 20 anos, para dormir com ela. Não gostava de cama vazia. - Vem cá, filhote, dorme com a mainha hoje. Tá calor e eu não quero ficar sozinha. Ele aceitou, como sempre. Deitaram na cama grande, ela de camisola fina de algodão que mal cobria as coxas grossas, ele só de cueca. No começo foi inocente. Viraram de conchinha, o corpo dele colado nas costas dela. O cheiro de mãe, aquele perfume misturado com suor, já começava a mexer com ele. Carla sentiu o pau do filho encostar de leve na bunda, mas fingiu dormir. O roçar veio devagar. Primeiro só um toque. Depois mais insistente. A pica dele endureceu rápido, grossa e quente, pressionando contra o tecido da camisola. Cada movimento fazia o pau deslizar entre as nádegas dela, subindo e descendo. Carla mordeu o lábio, o tesão subindo como lava. A buceta dela já pingava, o grelinho inchado latejando. Ela soltou um gemidinho baixo, quase imperceptível. Ele percebeu. O coração do rapaz disparou, mas o tesão venceu o medo. As mãos dele subiram devagar, apalpando os seios grandes e pesados da mãe por cima da camisola. Os mamilos dela estavam duros como pedrinhas. - Mainha... você tá acordada? - ele sussurrou, a voz rouca de desejo. Carla não respondeu com palavras. Em vez disso, levou a mão para trás e agarrou aquela pica dura feito rocha. Era grossa, latejante, a cabeça inchada babando pré-gozo. Ela apertou, sentindo o calor, o pulsar forte. - Aiiiii, meu Deus... que pica gostosa, filhote... - murmurou, a voz trêmula. Sem pensar duas vezes, ela afastou a calcinha para o lado. A buceta estava encharcada, os lábios inchados, melados de tesão. Guiou a cabeça da pica do filho e empurrou para trás. Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, abrindo a carne quente e molhada da mãe. - Aaaahhh... caralho... mainha... você tá tão quente... tão apertada... - ele gemeu, desesperado. Começou o vai e vem. Devagar no início, depois mais forte. O pau dele entrava fundo, batendo no fundo da buceta dela, roçando o grelinho a cada estocada. Carla rebolava contra ele, a bunda grande batendo contra a barriga do filho. - Isso, filhote... mete na buceta da mainha... mais forte... ai, que delícia... fode sua mãe, vai... Os gemidos dela enchiam o quarto. Desesperados, molhados. Ele apertava os seios dela, beliscava os bicos, enquanto a pica entrava e saía com um barulho obsceno de carne molhada. Carla gozou pela primeira vez como há anos não gozava. O corpo inteiro tremeu, a buceta apertando a pica do filho em espasmos. - Aaaaiiii... tô gozandoooooooo... meu filho... tô gozando na sua pica... aaaahhh! Ela se virou, os olhos brilhando de luxúria. Beijou o filho com fome, línguas se enrolando, saliva escorrendo, bocas devorando uma à outra sem pudor nenhum. As mãos dela desciam, apertando a bunda firme dele, puxando-o mais para si. - Quero você por cima agora... me come de papai e mamãe, filhote. Quero sentir esse pauzão me arrombando bem gostoso. Ele subiu em cima dela. Carla abriu as pernas largas, a buceta exposta, brilhando de tesão e gozo. Ele posicionou a pica na entrada e empurrou devagar, sentindo cada dobra quente engolir ele inteiro. Quando estava todo dentro, recostou a cabeça nos seios grandes dela e começou a meter. Fundo. Forte. Ritmado. - Mainha... que buceta perfeita... tão molhada... eu te amo tanto... - ele murmurava entre gemidos, chupando um mamilo, depois o outro, mordiscando. - Isso, meu amor... mama os peitos da mainha enquanto fode ela... enfia tudo... ai, que gostoso... mete mais fundo... arromba essa buceta... O quarto cheirava a sexo. O barulho das peles se chocando, o som molhado da pica entrando e saindo da buceta encharcada, os gemidos desesperados. Carla cravava as unhas nas costas dele, rebolando os quadris para encontrar cada estocada. Ele acelerou, batendo forte, as bolas batendo na bunda dela. - Mainha... tô quase... posso gozar dentro? - ele pediu, a voz embargada de prazer. - Goza, filhote... enche a buceta da mainha de porra... me enche todinha... aaahhh! Ele explodiu. Jatos grossos e quentes de porra jorraram fundo dentro dela, enchendo a buceta até transbordar. Carla gozou junto, o corpo convulsionando, gritando de prazer. - Aaaaiiii... tá enchendo... que porra quente... tô gozando de novo... meu Deus! Ficaram abraçados, suados, ofegantes. A pica dele ainda dentro, pulsando. Mas o tesão não acabou. Carla sentia ele endurecer de novo dentro dela. - Ainda tá duro... que garoto safado... - ela riu, beijando o pescoço dele. Viraram de lado. Ele por trás novamente, mas agora com mais confiança. Passou a mão por baixo, encontrou o grelinho inchado e começou a esfregar enquanto metia. Carla gemia sem parar, a voz rouca. - Isso... esfrega o grelinho da mainha... mete no meu cu também se quiser... hoje sou toda sua... Ele não resistiu. Tirou a pica da buceta melada, posicionou na roseta apertada e empurrou devagar. Carla soltou um gemido longo, dolorido e prazeroso ao mesmo tempo. - Uuuuhhh... devagar, filhote... que pica grossa... abre o cuzinho da mainha... aaaahhh... Entrou inteiro. Começou a foder o cu dela com vontade, enquanto os dedos dele entravam na buceta, dois, três dedos, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo. Carla estava em êxtase, o corpo tremendo sem controle. - Me fode... me arromba os dois buracos... sou sua putinha, filhote... sua mãe vadia... aaaaiiii... mais forte! Os gemidos viraram gritos. Ele metia sem piedade, a pica entrando e saindo do cu apertado, os dedos fazendo barulho na buceta encharcada. Gozaram juntos mais uma vez, ele enchendo o cu dela de porra quente, ela esguichando nos dedos dele. Dormiram grudados, o pau dele ainda meio duro dentro da mãe. E assim começou tudo. Desde aquela noite, faziam todos os dias. Quando o marido saía, virava festa. Carla ensinava o filho todos os truques. Chupava a pica dele com devoção, engolindo até o fundo da garganta, babando, engasgando, pedindo mais. - Engole tudo, mainha... que boca gostosa... - ele gemia, segurando a cabeça dela. Ela lambia as bolas, enfiava a língua no cu dele, depois sentava na pica e cavalgava como louca, os seios pulando, o suor escorrendo pelo corpo maduro e gostoso. - Olha como a mainha senta gostoso... tá sentindo como minha buceta mama sua pica? - provocava, rebolando rápido. Ele a comia na cozinha, no sofá, no banheiro. Uma vez a pegou de quatro no chão da sala, metendo fundo enquanto ela mordia o travesseiro para não gritar alto demais. - Isso, filho da puta... rasga essa buceta... me faz sua cadela... aaaahhh! Dois anos se passaram. O segredo deles era sujo, intenso, viciante. Carla nunca se sentiu tão viva. Toda vez que o filho entrava nela, era como se o mundo parasse. A pica dele era perfeita para ela — grossa, longa, sempre pronta. A buceta dela nunca secava perto dele. O cu também virava brinquedo favorito. Certa tarde, ele chegou do trabalho e ela já esperava nua na cama, pernas abertas, dedos brincando no grelinho. - Vem cá, filhote... a mainha tá louca de tesão o dia todo pensando nessa pica... Ele tirou a roupa rápido, pulou na cama e enfiou a cara entre as coxas dela. Lambeu a buceta com fome, chupando o grelinho, enfiando a língua fundo, bebendo todo o mel que escorria. - Que buceta deliciosa, mainha... tão molhada pra mim... adoro comer você... - Isso... chupa o grelo da mainha... enfia essa língua gostosa... aaaahhh... tô gozando na sua boca, filhote! Ela gozou na cara dele, esguichando. Depois ele a virou de bruços, levantou a bunda grande e enfiou tudo de uma vez na buceta. Metia com força, batendo fundo, segurando os cabelos dela. - Toma, mainha... toma essa pica toda... vou te encher de porra de novo... - Sim... me enche... me usa... sou sua puta particular... fode... fode... aaaaiiii! Os gemidos ecoavam pela casa vazia. Ele alternava entre buceta e cu, tirando e enfiando, fazendo ela delirar. Gozaram várias vezes naquela tarde, corpos colados, suados, exaustos e felizes. Carla sabia que era errado para o mundo, mas para ela era puro prazer. Amor e sexo misturados de um jeito proibido e irresistível. O filho era o amante perfeito — jovem, vigoroso, louco por ela. E ela, a mãe safada que ensinava e aprendia, gemendo desesperada toda vez que ele a penetrava. Noites viravam dias de sexo sem fim. Posições novas, brincadeiras, oral longo e molhado, anal profundo, tudo valia. Ela adorava quando ele a chamava de mainha enquanto gozava dentro, enchendo os buracos dela até escorrer pelas coxas. - Mainha... você é tudo pra mim... - ele dizia depois, abraçado. - E você é o pau que me mantém viva, filhote... nunca para... - respondia ela, beijando-o com a mesma fome do primeiro dia. E assim continuavam, dia após dia, ano após ano. Um segredo quente, molhado e deliciosamente sujo que os unia mais que qualquer coisa. Carla, a mãe ninfomaníaca, finalmente encontrara o pau que saciava sua fome insaciável. E o filho, o rapaz que um dia roçara sem querer, agora comia a mãe com paixão e tesão sem limites.
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