A noite estava quente pra porra em Balneário Camboriú, aquele tipo de calor que gruda na pele e faz a buceta latejar só de pensar em uma mão safada. Eu tinha dezenove anos, corpo jovem, peitos firmes e uma bundinha redonda que chamava atenção por baixo daquele vestidinho curto que mal cobria metade das coxas. As costas quase nuas, o tecido leve roçando nos mamilos duros de vez em quando. A festa de aniversário da minha amiga estava rolando solta, martinis descendo fácil, e eu já estava meio aérea, rindo alto demais, rebolando sem querer. Meu namorado Marcelo era um babaca. Brigamos feio porque o filho da puta ficou com outra garota bem na minha frente. Depois de alguns copos, eu me sentia solta, molhada entre as pernas, com raiva e tesão misturados. Quando deu uma hora da manhã, papai chegou pra me buscar, como combinado. Entrei no carro, deitei a cabeça direto no colo dele, fingindo que estava mais bêbada do que realmente estava. - Pai... briguei com o Marcelo... ele é um idiota... – murmurei, roçando o rosto de propósito no volume que já começava a crescer dentro da calça dele. Papai acariciou meus cabelos com a mão grande, a voz rouca: - Calma, filhinha. Você é uma moça linda, não precisa ficar assim. Mas não pode chegar em casa nesse estado, sua mãe ia surtar. Vamos resolver isso. - O que vamos fazer, pai? – perguntei, com a voz manhosa, sentindo o pau dele endurecendo debaixo da minha bochecha. - Podemos ir pra um motel rapidinho. Você toma um banho, se recupera, e depois vamos pra casa. Ninguém precisa saber. Concordei na hora, o coração batendo forte. Papai ligou pra mamãe, mentiu que eu ia ficar mais uma horinha na festa. Dirigiu até o motel mais próximo, o carro cheio daquele silêncio carregado de tesão proibido. Chegando lá, fingi que tinha dormido. Papai me pegou no colo como se eu fosse uma bonequinha, meus braços em volta do pescoço dele, o vestido subindo e mostrando a calcinha minúscula que eu tinha escolhido pra não marcar. Ele me carregou pra suíte, me deitou na cama king size e foi encher a banheira. Enquanto isso, virei de bruços, a bunda empinada de leve, o tecido da calcinha enfiado entre as nádegas. Papai voltou, os olhos famintos. Começou a alisar minhas pernas, subindo devagar até a bundinha. Tirou o vestido com cuidado, me deixando só de calcinha. - Que delícia de filhinha... olha essa bundinha gostosa... – sussurrou ele, passando as mãos grandes por cima do tecido fino. Ele puxou a calcinha pro lado e começou o banho de língua. A boca quente dele cobriu minha bucetinha inteira, chupando forte, a língua entrando entre os lábios molhados, lambendo o grelinho inchado. Depois desceu pro cuzinho, lambendo em círculos, enfiando a ponta da língua dentro do meu furinho apertado. Eu tremia inteira, gemendo baixinho, fingindo acordar aos poucos. - Hmmm... pai... que gostoso... – soltei, virando o rosto. Ele me despiu completamente, pegou no colo de novo e me levou pra banheira quente. Entrei de bruços, só a cabeça e a bundinha de fora d’água, empinada pra ele. Papai se ajoelhou atrás de mim. - Você ainda é virgem na buceta, filhinha. Hoje não vou comer essa xota apertada. Mas esse cuzinho... esse eu vou experimentar hoje. Ele lambia meu cu com vontade, a língua fodendo o furinho, fazendo barulhinhos molhados. Pegou um creme, passou generosamente na entrada do meu rabo. Primeiro um dedo, entrando devagar. - Aiiii, pai... tá bom... – gemi, rebolando contra a mão dele. Dois dedos. A dor veio, mas o tesão era maior. - Mais, pai... me acostuma com esse dedão grosso... quero seu pau no meu cu... Papai gemeu rouco, tirou os dedos e começou a pincelar a cabeça cabeluda da pica dele no meu cuzinho lambuzado. O cacete dele era grosso, veioso, uma jeba enorme que eu já tinha chupado várias vezes antes, mas nunca sentido dentro de mim. - Vai devagar, filhinha. Relaxa essa bundinha pra mim. Ele empurrou a cabeça. Senti a pressão, o ardor. - Aaaahhh... pai... tá muito grosso... aiiiii que delícia... – gritei, desesperada, misturando dor e prazer. Ficou só com a cabeça dentro por uns três minutos, pulsando, me abrindo aos poucos. Eu rebolava devagar, empurrando pra trás, querendo mais. - Enfia tudo, pai... quero sentir esse pauzão me arregaçando o cu... me fode, por favor... Ele segurou minhas nádegas, abriu bem e foi enfiando devagar. Centímetro por centímetro, a pica grossa invadindo meu intestino virgem. Doía pra caralho, mas eu estava encharcada, o tesão fazendo minha buceta pingar na água da banheira. - Isso, filhinha... toma o cacete do papai no seu cuzinho apertado... que bundinha gulosa... – rosnava ele, suando. Finalmente senti as bolas batendo na minha buceta. O pau inteiro enterrado no meu rabo. Ele começou a bombar devagar, saindo quase tudo e metendo fundo. O ritmo foi aumentando, o barulho molhado de carne contra carne ecoando no banheiro. - Aiiiii, pai... me fode... me arromba esse cu... aaaahhh... que gostoso... – eu gemia desesperada, os olhos revirando. Papai metia cada vez mais forte, as bolas estalando contra mim, as mãos apertando minha cintura. Eu rebolava como uma puta, empinando mais, pedindo mais fundo. - Toma, vadiazinha... papai tá te comendo o cu bem gostoso... que rabo apertado... – ele grunhia, acelerando. O prazer subiu rápido. Senti ele latejando dentro de mim. - Vou gozar, filhinha... toma essa porra quente no seu cuzinho... Um jorro grosso, quente, explodiu fundo no meu rabo. Ele gozou jato atrás de jato, me enchendo até transbordar. Ficou deitado em cima de mim, o pau ainda latejando dentro, pulsando. Sem tirar o cacete do meu cu, ele me pegou no colo e fomos pro chuveiro. A água quente caindo enquanto ele me fodia devagar de novo, o pau escorregando fácil no meu rabo lambuzado de porra e creme. - Continua metendo, pai... não para... – implorei, enfiando um dedo na minha bucetinha molhada, esfregando o grelinho inchado. Me masturbei loucamente enquanto ele socava meu cu. Gozei forte, tremendo, gritando: - Aaaaiii... tô gozando... pai... que delícia... Ele gozou de novo, mais porra quente enchendo meu intestino. Ficamos ali, ofegantes, o pau ainda dentro de mim até amolecer. Tomamos banho separados, nos arrumamos e voltamos pra casa como se nada tivesse acontecido. No caminho, papai prometeu: - Quando você perder a virgindade dessa bucetinha com algum namorado, filhinha, aí sim vou te foder de todas as maneiras. Vou comer essa xota, esse cu, essa boquinha... vou te transformar na minha putinha particular. E cumpriu. Hoje sou uma puta maravilhosa na cama, deixo meu marido fazer o que quiser, graças às lições safadas do papai.
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