Desde pequena eu já sabia que era louca pelo meu pai. Aos 24 anos agora, morando em Recife há uma década, ainda sinto aquele fogo no peito e entre as pernas quando penso nele. Sou loira, 1,70 de altura, olhos castanhos, corpo esbelto mas com curvas no lugar certo. Com 12 anos já era alta pra caralho, 1,63, e sonhava em ser a mulher dele de verdade. Moramos juntos com a madrasta desde que vim do interior, e eu me grudava nele o tempo todo. Tomava banho junto, encostava meu corpo molhado no dele, sentia a pele quente. Na praia era pior: eu colava, sentava no colo dele na areia, deixava ele me abraçar forte. Com 18 anos meus peitos já estavam pontudos, durinhos, e toda vez que ele me apertava ou mordia de leve meu pescoço eu ficava com a bucetinha encharcada. Ele tinha ciúme do caralho de mim, e eu dele. Comecei a notar como ele olhava pros meus peitos quando eu andava pela casa sem sutiã. Ele me deu uns sutiãs pra disfarçar, mas eu quase nunca usava. Aí veio a oportunidade perfeita. A madrasta teve que passar um mês inteiro no interior com a mãe dela, que estava doente. Quando ela viajou, eu virei a dona da casa. Andava pela sala dando ordens pra empregada, preparava as refeições pro papai, que tirou uns dias de folga. Ele se divertia me vendo no papel de mulher dele, ria e me olhava com aquele brilho safado nos olhos. À noite a gente via filme em DVD, sempre comédia, ria pra caralho juntos. Uma madrugada eu acordei com sede e fui pra cozinha. A televisão da sala estava ligada. Meu pai estava lá, sentado no sofá, de pau pra fora, batendo uma punheta gostosa enquanto assistia um pornô de ninfetas. Meu Deus, a primeira vez que vi a pica dele. Era grossa, veia pulsando, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Me arrepiei inteira, senti um calor subir pela barriga. Sem pensar, enfiei a mão dentro da calcinha. Minha bucetinha já estava melada, o grelo inchadinho latejando. No filme, uma ninfetinha abria a buceta toda pra câmera. Papai gemia baixo: - Caralho... que bucetinha apertada... Ele acelerou a mão, o pau latejando. Eu me encostei na parede, dedando minha buceta devagar, mordendo o lábio pra não gemer. Quando ele gozou, jatos grossos de porra voando no peito, eu corri pro quarto e me masturbei como louca, imaginando aquela pica me arrombando. Passei a noite toda planejando: ia provocar ele até não aguentar mais. Eu ia ser a putinha do meu paizinho. Na manhã seguinte levantei de camisolinha curtinha, quase mostrando a bunda. Entrei na cozinha rebolando devagar. Ele estava sentado tomando café e os olhos dele grudaram nas minhas coxas, subindo pros peitos que balançavam livres. - Bom dia, filha... dormiu bem? - a voz dele saiu rouca. - Dormi pensando em você, papai... - respondi com um sorriso safado, me esticando pra pegar uma xícara, deixando a camisola subir e mostrar a calcinha branca colada na buceta. Fiquei me movimentando pela cozinha, abaixando, virando, deixando ele ver tudo. Sentia o olhar dele queimando minha pele. À tarde, enquanto ele falava no telefone na sala, inventei de arrumar o sofá. Vesti uma saia bem curta, sem calcinha. Me abaixei sem dobrar os joelhos, abrindo as pernas de leve. Minha bucetinha ficou exposta, rosada, já molhada. Ele parou de falar, os olhos fixos no meu cu e na fenda brilhante. Corri pro quarto depois, tranquei a porta e me masturbei violentamente, enfiando dois dedos fundo enquanto gemia baixinho: - Ai papai... me fode com essa pica grossa... arromba sua filhinha... À noite saí com as amigas pra um aniversário. Dancei com um menino da minha idade, ele me beijou, levou pra varanda e tentou enfiar o dedo na minha buceta com força. Doeu pra porra, eu gritei, empurrei ele e saí correndo da festa. Cheguei em casa chorando, triste e frustrada. Papai estava na sala. Viu meu rosto e me puxou pro sofá. - O que houve, filha? Fala pra mim. Eu tinha vergonha, mas ele fez carinho no meu cabelo, me abraçou forte. Senti o cheiro dele e minha buceta reagiu na hora. - Conta, não tem vergonha comigo. Contei tudo. Ele ficou furioso, levantou querendo ir atrás do menino. - Eu vou quebrar a cara daquele filho da puta! - Não, papai, por favor... todo mundo ia saber... Ele concordou a contragosto, sentou de novo e me olhou estranho, a respiração pesada. - Ele fez mais alguma coisa? Tem certeza? Deixa eu ver se ele te machucou. Meu coração disparou. Concordei. Tirei o vestido devagar, ficando só de calcinha. Ele desceu pro chão, ajoelhado na minha frente. Puxou minha calcinha pra baixo bem lento. A respiração dele ficou rápida, quente batendo na minha pele. - Porra, filha... você ainda não tem pelinhos quase... que bucetinha lisinha... O dedo dele passou na abertura, roçando leve. Soltei um suspiro profundo, tremendo. - Papai... - O melhor é eu verificar direito se ele te feriu. Coloca os pés no sofá, filhinha. Obedeci. Fiquei quase de cócoras no sofá, pernas abertas, bucetão exposto pra ele. A saia subiu toda, a buceta inchada brilhando. - Nossa, filha... você só tem 18 anos mas tem um bucetão delicioso... - ele disse, passando o dedo na fenda, abrindo os lábios. Eu gemia baixinho. Ele pediu pra eu encostar a cabeça no sofá e fechar os olhos. Fiz. Ouvi o barulho de zíper. Abri um pouquinho os olhos e vi ele batendo punheta, a pica enorme na mão, olhando fixo pra minha buceta. - Que buceta linda... rosadinha, molhada... filha mais gostosa... O dedo dele esfregou meu grelinho inchado. Tava gostoso pra caralho. Eu rebolava devagar. - Papai... quer que eu abra mais minha bucetinha pra você? - Abre, filhinha... abre bem pra papai ver. Com os dedos eu abri os lábios, mostrando o interior rosado e molhado. Ele acelerou a punheta, gemendo rouco. - Filha mais bucetuda que eu tenho... porra... que delícia... Ele gozou violentamente, jatos grossos de esperma voando no chão e nas minhas coxas. Eu gozei junto, tremendo, apertando o grelo, gemendo alto: - Aaaahhh papai... gozei... sua filhinha gozou pra você... Depois ele fingiu que nada tinha acontecido. Me ajudou a me recompor, disse que felizmente o menino não tinha feito pior. Pediu pra eu não contar nada pra ninguém, senão a madrasta não ia me deixar sair mais. Concordei. Ele foi pro quarto, mas eu vi o pau ainda semi-duro na calça. Quando a madrasta voltou, nada mudou por fora. Mas por dentro eu era dele. E teve muitas outras vezes... Naquela mesma semana, depois do jantar, eu fui tomar banho e deixei a porta entreaberta. Ele passou no corredor e parou. Entrei no chuveiro, ensaboei os peitos devagar, beliscando os bicos, gemendo baixinho pra ele ouvir. - Vem, papai... olha sua putinha tomando banho... Ele entrou. A pica já dura marcando a bermuda. - Filha... você tá me matando... - Eu quero ser sua mulher, papai. Quero sua pica dentro de mim. Ele me puxou pra fora do box molhada, me colocou sentada na pia. Abriu minhas pernas e ajoelhou. O rosto dele colado na minha buceta. - Que cheiro bom... buceta de filha é a melhor... A língua dele lambeu devagar da entrada até o grelinho. Eu segurei a cabeça dele. - Aaaahhh... papai... lambe minha bucetinha... isso... Ele chupou meu grelo com fome, enfiou a língua fundo, bebendo meu mel. Eu rebolava na cara dele, gemendo desesperada. - Papai... me fode... quero sua pica grossa me arrombando... Ele levantou, segurou o pau e esfregou a cabeça na minha entrada. Empurrou devagar. Meu bucetão apertado engoliu ele centímetro por centímetro. - Porra... que buceta quente e apertada... filha da puta... tá me engolindo inteiro... - Aiiiiii papai... tá me rasgando... mas continua... me fode fundo... Ele meteu forte, batendo as bolas no meu cu. O barulho molhado ecoava no banheiro. Eu cravava as unhas nas costas dele. - Mais forte, papai! Arromba a buceta da sua filha! Aaaahhh... tô gozando... goza dentro! Ele acelerou, suado, gemendo rouco. - Vou gozar na buceta da minha filhinha... toma... toma toda a porra do papai... Explodimos juntos. Ele jorrou dentro de mim, quente, enchendo minha buceta. Eu tremia, gozando sem parar, leite escorrendo pelas coxas. Depois disso, quase todo dia a gente transava. De manhã, ele me acordava com a pica na boca. Eu chupava gostoso, lambendo as bolas, engasgando no pau grosso. - Chupa, filhinha... mama a pica do papai... À tarde, na sala, ele me fodia de quatro no sofá, batendo na bunda. - Rebola esse cu, putinha... que delícia de rabo... Eu rebolava, gemendo: - Bate no meu cu, papai... me dá tapa... sou sua vadia... Uma noite ele quis experimentar meu cu. Me deixou de quatro na cama, cuspiu no buraco apertado, enfiou o dedo devagar. Depois o pau. - Aiiii... tá doendo... mas não para... arromba meu cuzinho... - Que cu virgem gostoso... apertando minha pica... vou te encher de porra... Ele meteu fundo, eu gritava de prazer e dor misturados, gozando com o cu cheio. Ele gozou jorrando no meu intestino. Teve vez que a gente quase foi pego pela madrasta. Eu estava de joelhos no quarto dele, mamando a pica quando ela chegou mais cedo. Ele gozou na minha boca rapidinho e eu engoli tudo, limpando com a língua. - Boa menina... engole o leitinho do papai... Eu adorava quando ele me chamava de filhinha safada, bucetuda, putinha dele. A gente fodia em todo canto da casa: na cozinha, ele me sentava na mesa e me comia enquanto o jantar esquentava. No carro, estacionado, eu sentava no pau dele e cavalgava desesperada. - Papai... me enche... quero ficar grávida de você... - Cala a boca, vadia... mas que ideia gostosa... Eu gozava imaginando, apertando a pica com a buceta. Foram dias e noites de puro tesão proibido. Eu provocava o tempo todo: dormia sem calcinha, deixava marcas de chupão no pescoço dele escondido, mandava mensagens safadas quando ele estava no trabalho. - Tô com saudade da sua pica grossa na minha buceta molhada, papai. Vem me foder quando chegar. Ele chegava louco, me jogava na cama e me comia até eu não aguentar mais, gemendo desesperada, o corpo todo tremendo. - Aaaahhh... papai... mais... me quebra... sou sua putinha pra sempre... E assim foi. Mesmo depois que a madrasta voltou, a gente arrumava jeitos. Banheiro trancado, rapidinhas no carro, noites que ela dormia cedo. Eu era viciada no pau do meu pai, e ele na buceta da filha. Até hoje, quando penso nisso, fico molhada. Foi a experiência mais intensa da minha vida.
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