O dia que meu irmão mais novo me enrabou!

O sol batia quente no quintal da casa da minha mãe, aquele tipo de calor que gruda na pele e deixa tudo mais lento, mais perigoso. Eu, Vivi, estava deitada de bruços na toalha velha estendida no chão. Meu biquíni minúsculo mal cobria o essencial: a parte de cima apertava meus seios médios e pontiagudos, quase deixando os mamilos escaparem a cada respiração. A calcinha de baixo era uma tira fina que mal escondia minha buceta inchada e meu cu rosadinho. Minha cintura fina contrastava com o bumbum grande, durinho, empinado de tanto agachar na academia. Coxas grossas, firmes, brilhando com o óleo de bronzeador. Meu rosto lindo, com aqueles lábios carnudos, ficava meio escondido pelo cabelo solto.
Eu era casada há anos, tinha um filho de cinco, mas ali, sozinha no quintal, me sentia livre. Minha mãe tinha saído cedo com o menino, e o Juca, meu irmão caçula de dezoito anos, dormia até tarde como sempre. Pelo menos era o que eu achava.
De repente ouvi o barulho da porta dos fundos. Abri um olho discretamente e vi ele ali, sem camisa, peito definido de quem malha escondido, bermuda folgada balançando. Meu coração deu um salto, mas relaxei. Era só o Juca. Nada demais.
Ele se aproximou devagar. Senti o olhar dele queimando minha pele. Fiquei quieta, fingindo que dormia, o sol batendo nas minhas costas. Aí veio o primeiro toque. Dedos quentes passando na parte interna das minhas coxas, bem devagar, subindo até quase roçar na tanguinha.
Arrepiei inteira. Um calafrio subiu pela espinha.
- Caralho... que bunda gostosa da minha irmã... - ele murmurou baixinho, quase pra si mesmo.
Não respondi. Fiquei imóvel, mas minha buceta já latejava. Ele continuou alisando, apertando de leve a carne macia das coxas, subindo pro bumbum. Mão aberta, espalmando bem forte, amassando aquelas bandas durinhas.
- Porra, Vivi... você não faz ideia do quanto eu penso nessa raba... - disse ele, voz rouca.
Senti o cheiro forte de porra no ar. Ele estava batendo punheta enquanto me apalpava. Gozou ali mesmo, jorrando quente nas minhas costas e no bumbum. Fiquei chocada, mas o tesão veio forte. Meu corpo traía, pingando.
Ele não parou. Abaixou o rosto e começou a lamber. Língua quente, molhada, passando por toda a extensão da minha bunda, recolhendo a própria porra misturada com suor.
- Hummm... delícia... - gemeu ele, lambendo mais fundo.
Quando a língua dele passou por cima da calcinha, roçando minha buceta, eu tremi. Ele puxou a tira pro lado e deu uma lambida longa, bem no meio da fenda molhada.
- Aiiiiii... que buceta cheirosa... pingando pra mim... - sussurrou.
Eu abri um pouco as pernas, sem conseguir resistir. O tesão estava tomando conta. Ele atacou meu cu com vontade. Língua dura, girando no furinho apertado, tentando entrar.
- Isso... abre esse cuzinho pra mim, mana... - disse ele, voz cheia de fome.
Eu suspirei alto, gemendo baixo.
- Ahhh... Juca... que isso... nunca me lamberam assim...
Ele ficou louco. Enfiou a língua mais fundo, chupando, babando no meu cu virgem de lambida. Meu grelinho inchado latejava, mas ele focava no buraco de trás. Gozei de repente, forte, melando a calcinha toda, quadril se mexendo sozinho, empinando pra ele.
- Porra, mana... você gozou no meu rosto... que delícia... - ele disse, lambendo meu gozo.
O cheiro de sexo encheu o quintal. Ele montou em mim, joelhos dos lados do meu corpo. Senti a ponta grossa da pica dele tocando minhas nádegas. Quente, latejando, muito maior que a do meu marido.
- Não... Juca... a gente não pode... - murmurei, mas minha voz saiu fraca, cheia de desejo.
Ele agarrou minhas ancas com força, puxou meu rabo pra cima, empinando bem. Puxou a tanguinha pro lado e apontou aquela rola grossa no meu cu.
- Vou comer esse cuzinho apertado, Vivi... tá pedindo pra ser arrombado... - rosnou.
E atolou. De uma vez só, até o talo. Senti uma dor queimando, rasgando.
- Aaaaiiii... caralho... tá me rasgando... sua pica é enorme... - gritei, desesperada.
Ele não parou. Começou a bombear forte, vai e vem rápido, as bolas batendo na minha buceta molhada. A dor virou prazer bruto.
- Isso... geme pra mim, mana... toma essa vara no cu... - dizia ele, ofegante.
- Ahhh... Juca... devagar... aiiiiii que gostoso... me fode... - respondi, gemendo alto.
Meu cu apertava em volta da pica dele, sentindo cada veia, cada centímetro me abrindo. Ele acelerou, socando fundo. Gozei de novo, tremendo inteira, melando as coxas.
- Porra... tô gozando no seu cu, Vivi... toma toda a porra do irmão... - gritou ele.
Senti jatos quentes enchendo meu intestino. Ele jorrou muito, transbordando. Fiquei ali, arfando, o cu pulsando.
Mas ele não saiu. Ainda duro, puxou a rola pra fora com um ploc molhado, virou meu corpo um pouco e encaixou na buceta encharcada.
- Agora vou arrombar essa bucetinha casada... - disse, voz safada.
Abriu minhas pernas mais e meteu tudo de uma vez.
- Uuuuurrooo... aiiiiiiii meu Deus... tá me esfolando... que pica grossa... - urrei, quase desmaiando de prazer e dor misturados.
Ele bombava como um animal, mãos apertando minha cintura fina, batendo fundo. Meus seios balançavam, mamilos roçando a toalha. O som de carne molhada ecoava: ploc ploc ploc.
- Fode... fode sua irmã, Juca... me enche de porra... - implorei, desesperada.
- Toma, vadia... essa buceta é minha agora... mais apertada que eu imaginava... - respondia ele, socando mais rápido.
Gozei de novo, forte, esguichando no pau dele. Meu corpo convulsionava. Ele continuou, me virando de lado, levantando uma perna, metendo de lado, depois por cima, sempre fundo.
- Olha como sua buceta engole minha pica... tá toda melada... - disse, olhando pra baixo.
Depois de uns minutos intensos, ele parou, saiu de dentro de mim e me posicionou de quatro, bumbum bem empinado. Abriu minhas pernas e mergulhou a boca na minha buceta inchada, chupando forte, língua no grelinho, dois dedos no cu ainda cheio de porra.
- Hummm... chupa... chupa minha buceta, maninho... aiiiiii que delícia... - gemia eu, empinando mais.
Ele mamava como se fosse a última refeição. Sugava o clitóris, enfiava língua fundo. Gozei na boca dele, jorrando, pernas tremendo.
- Isso... engole o gozo da mana... - falei, voz rouca.
Ele se levantou, pica ainda dura, brilhando. Eu, mesmo exausta, virei e segurei aquela rola grossa com as duas mãos.
- Deixa eu mamar esse cacete que me destruiu... sempre quis um pauzão assim... - disse, olhando pra ele com olhos pidões.
- Chupa, Vivi... mama o pau do irmão... - ordenou ele.
Abri a boca e engoli o máximo que pude. Era grosso, veioso, com gosto de buceta, cu e porra misturados. Chupei com fome, babando, descendo até engasgar, subindo, lambendo as bolas pesadas.
- Caralho... que boca gulosa... engole mais fundo... - gemia ele, segurando meu cabelo.
Mamei por longos minutos, olhos lacrimejando, saliva escorrendo no queixo. Ele fodeu minha boca, batendo no fundo da garganta.
Depois me colocou de novo de quatro e meteu no cu outra vez, mais devagar agora, saboreando.
- Ahhh... de novo no cuzinho... vai, rasga ele... - pedia eu.
A intensidade cresceu de novo. Ele batia forte, mão dando tapas no bumbum, deixando marcas vermelhas. Meu corpo todo suado, cabelo grudado no rosto, gemendo sem parar.
- Tô gozando de novo... aaaaiii... enche meu cu de porra mais uma vez... - gritei.
Ele jorrou, enchendo tudo. Saímos dali sujos, exaustos. Ele foi pro quarto sem dizer mais nada. Eu fiquei no chão, pernas moles, buceta e cu latejando, escorrendo porra.
Levantei devagar, fui pro banho. Debaixo da água quente, passei a mão na buceta inchada, lembrando de cada socada.
Mais tarde, dentro de casa, cruzamos no corredor. Ele agiu normal.
- E aí, mana, dormiu bem? - perguntou, como se nada.
- Dormi... o sol tava bom... - respondi, natural, mas por dentro ainda sentia o pau dele me abrindo.
O resto do dia passei pensando naquilo. Casada, mãe, e meu irmão caçula de dezoito anos tinha me comido como uma puta. Doída, mas satisfeita. Só faltou chupar ele mais tempo, engolir aquela porra grossa direto na garganta. Quem sabe da próxima...

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O dia que meu irmão mais novo me enrabou!

Codigo do conto:
266229

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/07/2026

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