Pai pegou filho no flagra comendo a mãe, aproveitou e comeu também!
A casa estava silenciosa depois do jantar, mas a tensão ainda pairava no ar como fumaça de cigarro barato. Marcos tinha acabado de engolir a última garfada enquanto o pai, o Sr. Agenor, não parava de reclamar na orelha dele. - Seu moleque preguiçoso, quando é que você vai arrumar um emprego decente? Ficar montando clube de mulher é coisa de vagabundo! Eu trabalhei a vida inteira de sol a sol pra te dar exemplo e você... A mãe de Marcos, Dona Lurdes, baixinha, com quadril largo, bunda grande e carnuda, coxas grossas que roçavam uma na outra quando andava, e aqueles seios pequenos mas firmes, ficava quieta. Ela já estava acostumada com as brigas diárias. Só olhava pro prato, mexendo a comida com o garfo, mas de vez em quando seus olhos escuros desviavam pro filho. Havia algo diferente no jeito que ele a encarava ultimamente. Marcos terminou o jantar sem responder muita coisa. Levantou, deu um beijo rápido na testa da mãe e foi pro quarto. Fechou a porta, encostou a testa na madeira e jurou pra si mesmo: - Hoje eu coloco um par de chifres bem grandes nesse velho rabugento. A mamãe vai ser minha. Ele tirou a roupa devagar, sentindo o coração bater forte. Vestiu uma cueca samba-canção de seda preta, bem justa, que marcava tudo. Depois pegou o remédio que tinha comprado escondido, daqueles que deixam o pau duro por horas, e engoliu. Colocou o anel peniano na base, apertando firme. Em poucos minutos o pau dele inchou, ficou grosso, venoso, a cabeça vermelha e brilhando, latejando contra o tecido da cueca. Parecia uma vara de ferro quente. Saiu pro sofá da sala, deitou de lado, ligou a TV num volume baixo e arrumou a cueca pra que o volume ficasse bem evidente, o contorno da pica grossa e das bolas marcando perfeitamente. Ficou fingindo que assistia, mas o coração martelava. Dona Lurdes apareceu carregando a mesa de passar roupa. Usava só uma camiseta comprida velha, que mal cobria a bunda grande. As coxas grossas apareciam inteiras, e dava pra ver o balanço dos peitinhos pequenos por baixo do tecido quando ela se mexia. Ela montou a mesa, ligou o ferro e começou a passar uma camisa do marido. Pelo espelho da estante, Marcos conseguia ver tudo. Ela estava atrás dele, mas não tirava os olhos do volume na cueca do filho. A boca dela entreabriu um pouco. Passava a roupa devagar, mas o olhar estava grudado naquela pica enorme que parecia pulsar. Depois de um tempo, ela guardou as roupas, dobrou a mesa e sentou devagar ao lado dele no sofá. A coxa quente encostou na perna de Marcos. Passou a mão carinhosamente sobre o umbigo dele. - Filho, vai pra cama... Tá tarde. Marcos fingiu que dormia, respirando pesado. Coçou o saco devagar e deixou a pica saltar pra fora da cueca, dura, grossa, a cabeça inchada brilhando com um pouco de pré-gozo. Dona Lurdes ficou paralisada. A boca encheu d’água na hora. Fazia anos que ela não via uma pica daquele tamanho, tão grossa, com veias saltadas e aquela cabeça vermelha pedindo pra ser chupada. Sentiu um arrepio forte na espinha, a buceta dela deu uma latejada molhada. - Filho... vai pra cama... — murmurou baixinho, mas a mão dela já descia do umbigo. Os dedos tremiam. Ela passou as unhas de leve na pele quente da pica, roçando de cima a baixo. Marcos continuou fingindo. Ela olhou pro corredor, pro quarto onde o marido dormia, e depois baixou a cabeça. Puxou o cabelo pra trás das orelhas, aproximou o nariz e cheirou fundo. O cheiro forte de macho jovem, suor e tesão subiu direto pro cérebro dela. - Aiii, que delícia... — sussurrou. Encostou a ponta da língua na cabeça inchada. Um fio grosso de saliva ligou a boca dela na pica do filho. Deu uma chupadinha rápida, limpando o pré-gozo, sugando devagar. Marcos não aguentou mais. Abriu os olhos, sentou rápido e abraçou a mãe com força. Ela tentou empurrar, assustada. - Marcos! O seu pai... o seu pai tá no quarto! Ele agarrou a bunda grande dela com as duas mãos, apertando aquela carne macia e quente, puxando o corpo dela contra o dele. - A senhora é muito gostosa, mamãe. Eu quero te comer faz tempo. Ela olhava apavorada pra porta do quarto, mas o corpo traía. A buceta já pingava. Ele abriu as pernas grossas dela, afastou a calcinha pro lado e enfiou dois dedos na bucetinha molhada enquanto o outro dedo ia pro cuzinho apertado. - Aiiiiii, filho... não... — gemeu ela, mas enfiou a língua na boca dele, beijando desesperada. Caíram no chão da sala, agarrados. A camiseta subiu até a cintura. Dona Lurdes montou no filho, esfregando a buceta molhada na pica dura. - Come filhinho... come a mamãe... que pinto gostoso... enfia tudo nessa bucetona da sua mãe... — sussurrava no ouvido dele, mordendo a orelha. Marcos enfiou a pica de uma vez, fundo, até as bolas. Ela soltou um gemido rouco. - Aaaaiii... que grossa... tá rasgando a mamãe... O dedo dele entrava e saía do cu dela, molhado de buceta. Ela rebolava desesperada, os quadris largos batendo forte. - Isso... aiiiiii... mais fundo... come a buceta da mamãe... que delícia... Levantou, tirou a calcinha de vez, deixou a camiseta, puxou até a cintura expondo a bucetona inchada e o cuzinho. Sentou de novo na pica, devagar, sentindo cada veia roçar dentro dela. - Olha no espelho, mamãe... vê como seu filho tá te arrombando. Ela virou o pescoço, olhando o reflexo. A pica enorme entrando e saindo, brilhando de melado. - Aaaah... que visão gostosa... enfia mais... rebola esse quadril pra mim... Afastou as alças da camiseta, encostou os peitinhos pequenos na boca do filho. Ele chupou os bicos duros, mordendo de leve. De repente ela segurou a pica, tirou da buceta e colocou na entradinha do cu. - Vai, filho... arromba o cu da mamãe com esse pintão. Ele forçou. Ela rebolou, ajudando. A cabeça entrou com um pop molhado. - Aaaaiii... tá doendo... mas continua... arromba... arromba a mamãe... Começou a cavalgar, subindo e descendo, a bunda grande batendo nas coxas dele. - Isso... aiiii... aiiiii... come o cu da sua mãe... que pinto grande... me enche toda... A porta do quarto abriu. Sr. Agenor apareceu de pijama, olhos arregalados, coração disparado. - O que é isso?! Dona Lurdes nem parou. Continuou cavalgando mais devagar, olhando pro marido com um sorriso safado. - Que pergunta idiota, Agenor. Tô dando o cuzinho pro nosso filho. Olha o tamanho dessa pica... olha como ele tá arrombando a bunda da sua esposa. Fechou os olhos, desceu todo o pau até o fundo no cu e gemeu alto, sem se importar com os vizinhos. - Aaaaiii... isso... come a sua mãe, filhinho... ai... enfia no cu da mamãe... tá doendo... tá doendo gostoso... aaaahhh... Virou pro marido. - Olha, Agenor... olha como o pau do seu filho some inteiro no meu cu... olha ele comendo a mãe dele... Agenor ficou parado um segundo, pau endurecendo no pijama. Depois se aproximou, segurou o rosto da mulher e enfiou a língua na boca dela enquanto ela continuava cavalgando o filho. Marcos gozou primeiro, jorrando porra quente fundo no cu da mãe. Ela levantou, ficou de quatro no chão, cu apontado pro marido, esperma escorrendo pelas coxas grossas. Colocou a pica do filho na boca e chupou gulosa, limpando tudo. - Hmmm... que porra gostosa do meu filhinho... Engoliu tudo, lambendo as bolas. O pau de Marcos continuava duro por causa do remédio e do anel. Ela sentou ele no sofá, virou de costas, enfiou de novo no cu e fez movimentos circulares com a bunda grande. Olhando direto na cara do marido: - Seu pau tá duro, querido? Olha como seu filho tá me comendo o cu... Deitou as costas no peito de Marcos, levantou as pernas bem abertas, expondo a bucetona molhada e inchada, grelinho latejando. Agenor tirou o pau pra fora do pijama e começou a bater punheta, olhando aquilo tudo. Dona Lurdes sorriu. - Vem, querido... vem comer a buceta da sua esposinha enquanto o nosso filho me fode o cu. Agenor se aproximou, meteu o pau na buceta dela de uma vez. Ela soltou um gemido longo. - Aaaahhh... isso... dois paus ao mesmo tempo... enfia na buceta da sua esposinha... enfia fundo... Marcos metia no cu por baixo, Agenor na buceta por cima. Ela estava cheia, completamente empalada, o corpo tremendo de prazer. - Aiiiiii... aiiiiiii... que delícia... me arrombem... me enchem... sou a puta da família agora... Os três gemiam juntos. Ela gozou forte, esguichando na pica do marido, o corpo convulsionando, unhas cravadas no sofá. - Aaaaiii... tô gozando... tô gozando como nunca... aaaahhh... Marcos gozou de novo no cu dela. Agenor não aguentou e encheu a buceta de porra. Depois daquilo, o silêncio só tinha gemidos baixos e respirações ofegantes. Dona Lurdes, ainda com as duas picas dentro, virou o rosto e beijou o filho, depois o marido. - A partir de hoje, paz em casa. Você para de brigar com o Marcos, Agenor. E nós três vamos resolver tudo assim... com muito amor e muita pica. Agenor, exausto e satisfeito, só concordou com a cabeça. E assim o clube das mulheres de Marcos ganhou uma nova sócia permanente: a própria mãe. E o pai nunca mais reclamou do emprego dele.
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