- Thiago, meu irmãozinho, entra aqui logo com essa carta que a mamãe mandou entregar – disse Dayana, mas eu já tinha empurrado a porta do quarto dela e parado congelado. Ela estava completamente pelada na cama, pernas abertas na frente da webcam, os dedos brincando com aquela xoxotinha rosada e lisinha, poucos pelinhos bem aparadinhos em volta do grelinho inchado. Os seios fartos subiam e desciam com a respiração acelerada, mamilos rosados duros como pedrinhas. O cabelo preto longo espalhado no travesseiro, aquele corpo escultural brilhando de suor. Meu pau deu um salto imediato dentro da bermuda. Deixei a carta cair no chão, os olhos grudados nela. Dayana soltou um gritinho, correu pra desligar o micro e veio atrás de mim antes que eu chegasse na cozinha. - Para, Thiago! Não conta pra ninguém, pelo amor de Deus! Especialmente pro papai... – ela me puxou de volta pro quarto, fechando a porta com força. Estava ainda nua, o corpo tremendo. - Eu não vou falar nada, juro – respondi, tentando disfarçar o volume na bermuda. Ela me olhou com aqueles olhos castanhos intensos e jogou a isca: - Eu sei das fotos e vídeos que você guarda no seu computador, safado. Aquelas putarias todas... Eu guardo segredo se você guardar o meu. - Tá me ameaçando? – perguntei, o coração acelerado. - Não, irmãozinho... só trocando favores. Aliás, eu posso conversar com a Mônica pra ela transar com você, hein? Aquela amiga minha que você baba todo. Mesmo sabendo que era papo, concordei na hora. Perguntei o que ela estava fazendo na webcam. - Nada de live, só me filmando pra guardar o vídeo depois... fica mais gostoso quando vejo depois. Ela sorriu maliciosa e pediu minha câmera digital emprestada. Fui buscar e, quando voltei, ela já estava posando. - Pelo tipo de pornô que você curte no PC, você deve ser expert em fotos, né? Depois eu trago umas amigas pra você fotografar também. Fiquei empolgado pra caralho. Pedi que ela vestisse algo pra fazer uma sequência de strip. Dayana colocou uma calcinha fio-dental preta que mal cobria a fenda da buceta, uma calça jeans colada que marcava cada curva da bunda redonda, uma blusinha justa que apertava os melões e sandálias. Começou a tirar devagar, rebolando, enquanto eu clicava sem parar. A cada peça que caía, meu pau inchava mais. Aqueles seios pesados balançando livres, as coxas grossas e firmes, a xoxota perfeita, carnuda, com os lábios inchadinhos brilhando. Quando ela ficou nua de novo, eu me aproximei pra um close. - Abre mais as pernas, mana... – pedi, as mãos tremendo nas coxas dela. Toquei de leve na bucetinha quente. Ela deu um pulo. - Ei! Só fotografar, Thiago! Somos irmãos, caralho! – reclamou, mas a voz saiu rouca. - Só ajudando na pose... – disfarcei. Ela apertou meu pau por cima da bermuda. - E isso aqui tão duro por quê, hein? Tá animadinho com a irmãzinha? Eu estava louco. Disse que já tinha fotos suficientes e saí pro meu quarto. Joguei tudo no computador e comecei a olhar cada detalhe: o jeito que os mamilos dela endureciam, a xaninha molhada, o cu piscando levemente nas poses. Não aguentei. Baixei a bermuda e comecei a bater uma punheta gostosa, imaginando tocar ela de novo. A porta abriu de repente. Dayana entrou pra pedir desculpas e parou boquiaberta ao me ver com a mão no pau, olhando as fotos dela na tela. - Porra, Thiago... – murmurou. - Desculpa, mana... não conta pra mamãe e pro papai, tá? Igual eu prometi. Ela ficou olhando meu caralho latejando. - No que você estava pensando enquanto batia punheta? - Na hora que eu toquei sua xoxota... – confessei. Ela mordeu o lábio. - Quanto a nos tocarmos... eu não vejo problema. Você pode me tocar e, enquanto isso, eu faço uma massagem bem gostosa no seu brinquedinho, tá? Tirou a roupa num segundo. Eu avancei, apertando aqueles seios maravilhosos, mamilos rosados entre os dedos. Desci a mão e comecei a massagear a bucetinha dela, enfiando dois dedos devagar. Estava encharcada, quente pra caralho. - Ahhh... devagar, irmão... – gemeu baixinho. Enquanto eu dedava a passarinha dela, ela agarrou meu pau e começou a punhetar lento, pele subindo e descendo, delicioso. - Chupa meu pau, vai... – pedi, desesperado. - Não... ainda não – respondeu, mas continuou massageando. Continuei enfiando os dedos, curvei eles pra acertar o ponto G. Dei uma lambida forte na xoxota. Ela tremeu. - Quer me chupar? Se quiser eu deixo... Deitei ela na cama e mergulhei a cara naquela buceta cheirosa. Língua no grelinho, chupando os lábios, enfiando fundo. Dayana gemia desesperada, segurando minha cabeça. - Aiiii, caralho... assim, Thiago... chupa a bucetinha da sua irmã... que delícia! Pegou a câmera e começou a fotografar enquanto eu devorava ela. Os gemidos dela enchiam o quarto. Depois subi pros melões, chupando aqueles tetões como se fossem sorvete derretendo. - Mmm... mama meus peitos, irmão... eles são seus agora... Beijei ela na boca. Ela correspondeu por uns segundos, línguas se enrolando, depois parou. - O que nós estamos fazendo? Você é meu irmãozinho... - Quer amor maior que esse? Agora chupa meu pau, minha linda. Ela hesitou, mas se ajoelhou e deu uma abocanhada gulosa no meu caralho. Quente, molhada, sugando fundo. - Isso, mana... engole o pau do irmão... – gemi, fotografando ela mamando. De repente a porta abriu. Mamãe Marlene entrou e arregalou os olhos. Dayana congelou com meu pau na boca. - Que porra é essa?! – mamãe perguntou, voz baixa mas chocada. Ficamos os dois envergonhados pra caralho. Dayana soltou meu pau. - Desculpa, mãe... não sei onde eu estava com a cabeça... não conta pro papai, por favor. Dayana tentou sair, mas mamãe falou: - O pai de vocês não precisa saber... mas tem uma coisa. Se isso são fotos em família, eu devia estar junto. E começou a tirar a roupa ali mesmo. Que mulherão. Aos 38 anos, seios firmes ainda empinados, bunda redonda, buceta bem cuidada com um triângulo de pelos. Meu pau, que tinha amolecido de susto, endureceu na hora. Mamãe veio, se ajoelhou e engoliu meu pau como uma porca esfomeada. - Mmm... que pica gostosa do meu filho... – murmurou com a boca cheia. - Day, fotografa isso! – pedi. Ela, ainda assustada, pegou a câmera. Mamãe chupava com fome, babando, garganta profunda, olhos fixos nos meus. - Ahhh, mãe... que boca deliciosa... – gemi. Não aguentei. Explodi um jato grosso de porra na boca dela. Mamãe sugou tudo, depois abriu a boca pra Dayana fotografar o leitinho escorrendo. Pegou um pouco com o dedo e passou na boca da filha. - Experimenta esse leitinho... é uma delícia. Dayana fez cara de nojo no começo, mas lambeu. Depois engoliu o resto do meu pau, chupando até a última gota. - Realmente... uma delícia – disse, lambendo os lábios. - Que tal curtirmos esse momento em família e deixar as fotos pra depois? Os melhores ficam na memória – sugeri. Elas sorriram. Dayana ainda meio receosa. Botei mamãe na cama e enfiei meu pau na bucetinha quente dela. - Ahhh, filho... que pica grossa... mete fundo na buceta da mamãe! – gemeu ela. Enquanto eu bombava forte, Dayana me beijava apaixonada, línguas dançando. Eu dedava a buceta da minha irmã ao mesmo tempo. - Mais forte, Thiago... arrebenta a buceta da sua mãe! – pedia Marlene. Pedi pra comer ela de quatro. Ela empinou aquela bunda perfeita. Meti de novo, vendo o cuzinho piscando. - Quero foder seu rabinho, mãe... - Não... nunca fiz isso... o cu não, filho... Insisti enquanto metia na buceta. Ela gemia alto. - Ahhh... aiiiii... paraaaaaa....o cu não... Saí, beijei ela com paixão, línguas se devorando. Pedi de novo. Ela sorriu, safada: - Tá, meu amorzinho... enfia esse pau gostoso no cu da mamãe e mete bem gostoso. Cuspi no cuzinho virgem, enfiei um dedo devagar, depois dois, três. Quando tava laceando, cuspi de novo e forcei a cabeça do pau. - Aaaaiiii... devagar, filho... que cu apertado... – gemeu alto. Fui entrando aos poucos. Delicioso, quente, apertado pra caralho. Comecei a meter. - Isso... fode o cu da mamãe... não para! – gritava ela. Dayana se masturbava olhando, depois me beijava. Bombeei violento por minutos, beijando minha irmã e arrombando o rabo da mãe. Gozei fundo no cu dela. Mamãe desabou na cama. - Nossa, meu amor... que delícia. Day... pega toda essa porra e traz pra minha boca. Dayana sugou o sêmen que escorria do cu da mãe e cuspiu na boca dela. As duas se beijaram, línguas brigando pelo meu leitinho. Coloquei meu pau no meio, elas revezando chupadas. Chupei os tetos da mãe enquanto elas se beijavam. Quando fiquei duro de novo: - Agora é sua vez, mana. Botei na bucetinha da Dayana, metendo carinhoso enquanto nos beijávamos. - Mmm... irmão... que gostoso... – gemia ela. - Se quiser comer meu cu, a hora é agora – ofereceu. Fiz o mesmo processo, lubrifiquei, enfiei devagar. Ela gemia mais meiga. - Aiiii... devagar... meu cuzinho... ahhh... Depois voltei pra buceta, fodendo por trás, línguas se enroscando. Tirei e meti entre os seios dela. Mamãe se juntou, as duas revezando boquetes. - Dá seu leitinho pra gente de novo, meu amor... – pediu mamãe. Punhetei e gozei na cara das duas. Elas lamberam tudo, se beijando, sugando meu pau. Deitamos os três exaustos. Mamãe riu: - Eu vim chamar vocês pro almoço, mas essa foi a melhor comida da minha vida. Rimos. Concordamos que ficaria só entre nós. Tomamos banho juntos, mãos bobas, e almoçamos. À noite dormimos os três na cama grande, transando de novo até o amanhecer. Domingo foi mais do mesmo: porra no café da manhã delas, gemidos o dia todo, cinema com toques discretos por baixo da roupa, pizza, sorvete e sexo sem parar. Segunda cedo, enquanto papai ainda viajava, mamãe tomou o leitinho dela no cu de novo. Dayana ficou em casa comigo, metendo até a hora de sair. À noite, fingimos normalidade, mas sempre que possível eu como o rabinho da mamãe (ainda virgem pro papai) e a bucetinha da Dayana. Mês passado, Dayana trouxe a Mônica pra brincar... mas isso é papo pra outro dia, junto com a Rosana e a Cristiane.
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