Ninguém me comeria daquele jeito!

Era uma tarde quente pra cacete, daquelas que o ar parece grudar na pele e fazer tudo latejar. Meu nome é Mariana, 22 aninhos, morena, baixinha com 1,65m e 55kg bem distribuídos. Barriguinha retinha, coxas gostosas sem ser grossas demais, bunda empinada e redondinha que eu mesma adoro olhar no espelho, peitos médios pra grandes que balançam gostoso quando eu ando, cabelos longos lisos e um rostinho de safada que engana todo mundo. Por fora sou a menina discreta, comportada, que estuda direitinho. Por dentro... ah, por dentro eu sou uma putinha que adora calcinhas pequenininhas enfiadas no rabinho, sentindo o fio apertar meu cuzinho o dia todo. Às vezes tiro tudo por baixo da mini-saia só pelo tesão de sentir o ar batendo na bucetinha molhada.
Eu tinha me mudado pra casa do meu irmão e da minha cunhada pra fazer faculdade. Eles trabalhavam, a filhinha deles estudava de tarde, e eu ficava sozinha em casa, deitada na cama estudando pros provas da noite. Aquele dia o calor estava insuportável. Tirei a blusinha fina e a mini-saia, ficando só de calcinha branca pequenininha, deitada de bruços com a bundinha pra cima, as pernas um pouco abertas. A calcinha mal cobria nada, o fio bem enfiado entre minhas nádegas redondas. Qualquer homem que entrasse ali ia ficar louco. Ia querer me comer ali mesmo, enfiar aquela pica dura na minha bucetinha apertada ou no meu cu guloso. Eu sabia o efeito que causava.
O que eu não esperava era que o Urso, o cão enorme da casa, fosse sentir o mesmo. Ele era grande, peludo, forte, daqueles que parecem um urso mesmo. Eu ouvi as patinhas dele se aproximando no quarto. Continuei de bruços, fingindo estudar, mas sentindo um friozinho na barriga. Ele subiu na cama como sempre fazia, deitando perto de mim. A respiração quente e ofegante dele roçava minha coxa. De repente, senti a língua grossa e molhada passar na minha pele.
- Para, Urso... que isso? – murmurei, empurrando ele de leve com o pé.
Ele parou por um segundo, mas o instinto era mais forte. Logo voltou, lambendo mais pra cima, chegando perto da calcinha. Meu corpo reagiu antes da cabeça. Senti um calor subir pela buceta. Tentei sentar, mas ele subiu mais, o corpo pesado em cima de mim. Meu coração acelerou. Empurrei ele com mais força e me sentei na cama, olhando direto pra ele.
Foi aí que vi. O pau do Urso já estava pra fora, enorme, preto, grosso pra caralho, inchado na ponta vermelha brilhante. Latejava, babando um líquido transparente. Fiquei paralisada, olhando aquilo. Era maior que qualquer pica que eu já tinha visto. Meu cuzinho apertou dentro da calcinha, e senti a bucetinha ficar molhadinha na hora.
- Nossa... que pauzão... – sussurrei pra mim mesma, sem acreditar.
Ele se aproximou de novo, farejando. Deixei. A língua dele lambeu minha coxa, subindo devagar. No começo foi estranho, mas quando ele chegou no meio das pernas e passou por cima da calcinha, bem no meu grelinho, eu soltei um gemido baixo.
- Ahhh... caralhooooooooo...
A língua era grossa, grande, molhada e um pouco áspera. Ele lambia com força, pressionando o tecido contra minha buceta inchada. Eu estava ficando encharcada. Sem pensar muito, tirei a calcinha devagar, jogando pro lado. Arregacei as pernas bem abertas, a bucetinha lisinha e molhada exposta pra ele.
- Vem, Urso... lambe minha bucetinha... isso, menino...
Ele não esperou convite duas vezes. A língua atacou direto. Lambeu do meu cuzinho até o topo da buceta, passando no grelinho inchado com velocidade insana. Entrava um pouquinho na entradinha, saía, voltava pro cu, circulava. Era uma loucura. Nenhum homem chupava assim.
Eu gemia sem parar, apertando meus peitos com as mãos, beliscando os bicos duros.
- Aiiiiii, que delícia... lambe mais fundo, porra... ahhh, sua língua é tão grossa... me come com essa boca, Urso!
Ele fazia barulhos molhados, babando tudo. A língua entrava na minha buceta, saía, lambia o cu com vontade, voltava pro grelinho e chupava como se quisesse tirar todo meu mel. Fiquei me contorcendo na cama, quadril subindo e descendo, esfregando minha buceta na cara dele.
- Isso... assim... não para... eu vou gozaaaar... ahhh, caralho, que gostoso!
Os minutos passavam e ele não cansava. Trinta minutos de lambida sem parar. Minha buceta latejava, o cu piscava, o corpo todo tremia. Quando o gozo veio, foi violento.
- Aaaaiiii... tô gozandoooooooo... porra, tô gozando muito! – gritei, o corpo arqueando, pernas tremendo descontroladas.
Gozei jorrando, mel escorrendo na língua dele. Ele continuou lambendo, prolongando o orgasmo até eu ficar mole, gemendo baixinho, ofegante.
- Hummm... continua... não para ainda...
Depois de alguns minutos, puxei ele pra cima de mim. O corpo pesado dele sobre o meu. Eu estava louca de tesão, mas não ia deixar ele me foder como cadela. Tinha medo, mas queria sentir aquela pica enorme.
Segurei aquele caralho grosso com as duas mãos. Era quente, latejando, babando.
- Olha o tamanho dessa pica... que delícia...
Passei a cabeça inchada na minha buceta molhada, esfregando pra cima e pra baixo, batendo no grelinho. Ele começou a se mexer, quadril empurrando como se quisesse enfiar.
- Calma, menino... só um pouquinho...
Enfiei a ponta só um pouco. Senti minha buceta esticar. Era enorme. Gemi alto.
- Aaaah... tá entrando... que grossa...
Tirei logo, com medo, e comecei a bater uma punheta gostosa nele. Mão pra cima e pra baixo, apertando firme, sentindo as veias pulsando.
- Isso... goza pra mim... quero ver esse pauzão jorrando...
Ele gemia baixo, tipo rosnado suave, empurrando na minha mão. Fiquei uns dez minutos assim, esfregando às vezes na minha buceta, depois voltando pra punheta. De repente ele ficou tenso.
- Goza... goza muito... – pedi, acelerando.
Ele gozou pra caralho. Jatos grossos, quentes, muito volume. O primeiro acertou minha barriga, depois mais na buceta, coxas, peitos. Eu continuava batendo, e ele gozava mais, o pau inchando na minha mão.
- Isso... mais... caralho, quanta porra... – gemia, espalhando o gozo dele na minha pele.
Ele gozou várias vezes, até cansar e descer da cama. Eu fiquei lá, toda melada de porra dele e do meu próprio gozo, buceta pulsando, corpo suado.
Levantei tremendo e fui pro banho. A água quente escorrendo no corpo, lembrando de cada lambida, cada jato. Meu rabinho ainda formigava.
Depois daquele dia, eu mudei. Quando ficava sozinha e o tesão batia forte, em vez de me tocar com os dedos, eu chamava ele.
- Vem, Urso... vem lamber a bucetinha da mamãe...
Ele vinha correndo, língua pra fora. Eu tirava tudo, deitava com as pernas bem abertas, bundinha empinada, e deixava ele trabalhar. A língua entrava no cu, na buceta, chupava o grelinho até eu gritar.
- Aaaah... come minha buceta... lambe meu cuzinho... isso, mais rápido!
Eu gozava desesperada, mãos apertando os peitos, corpo convulsionando. Às vezes esfregava a pica dele na minha buceta de novo, batia punheta longa, sentindo ele gozar em mim inteira.
- Goza na minha bucetinha... marca essa putinha...
Eu adorava o cheiro, o calor, a sensação proibida. Sabia que era loucura, que nunca ia deixar ele enfiar tudo, mas aquelas lambidas eram viciantes. Mulheres que nunca experimentaram, deviam deixar. A língua deles é outro nível – grossa, rápida, incansável. Meu grelinho inchava tanto que doía de prazer.
Uma tarde, o tesão estava insano. Eu estava de quatro na cama, bundinha pra cima, calcinha de lado.
- Lambe tudo hoje, Urso... come meu cu e minha buceta...
Ele atacou. Língua no cuzinho primeiro, girando, tentando entrar. Eu empurrava pra trás.
- Isso... enfia essa língua no meu rabinho... ahhh, delícia!
Depois ele descia pra buceta, chupando forte. Eu gemia sem parar, voz rouca.
- Tô ficando louca... não para... vou gozar de novo... aaaaiiii!
Gozei duas vezes seguidas, mel escorrendo pelas coxas. Depois virei, puxei ele, segurei a pica latejante e bati punheta olhando nos olhos dele.
- Essa pica é minha... goza pra sua putinha...
Ele jorrou de novo, porra quente caindo nos meus peitos, na boca um pouco. Eu lambi, sentindo o gosto salgado.
- Hummm... gostoso...
Dias assim se repetiam. Eu ficava mais safada, andando pela casa sem calcinha, chamando ele quando o irmão e a cunhada saíam. Sempre discreta por fora, mas por dentro uma cadelinha viciada nas lambidas daquele pauzão e daquela língua.
Nunca dei pra ele completamente. O medo existia, mas o prazer... o prazer era imenso. Toda vez que gozava na boca dele, eu pensava: isso é loucura, mas é a melhor coisa que já senti.
E assim eu continuava, toda tarde quente, bundinha empinada, buceta molhada esperando aquela língua incansável.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Ninguém me comeria daquele jeito!

Codigo do conto:
266267

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
05/07/2026

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