Eu sempre fui uma menina insaciável!



Eu sempre fui uma menina insaciável. Aos 19 anos, já não tinha mais nenhum escrúpulo. Qualquer coisa que me desse tesão, eu queria sentir na pele, sem pensar duas vezes. Morava com meus pais, mas naquele dia a casa estava vazia. Só eu e o nosso cão, um vira-lata grande, forte, com pelo escuro e olhar esperto. Ele sempre me seguia pela casa, mas naquele momento algo mudou.
Eu estava de shortinho curto e camiseta fina, sem sutiã, deitada no sofá vendo TV. De repente ele chegou perto, farejando entre minhas pernas. O focinho quente roçou na minha bucetinha por cima da roupa e eu senti um arrepio. Olhei pra baixo e vi: a ponta vermelha do pau dele já estava saindo, brilhando, úmida. Meu coração acelerou. Em vez de afastar, abri um pouco as pernas e deixei ele cheirar melhor.
- Vem cá, safado... tá sentindo o cheiro da minha xota?
Minha mão tremia de tesão quando segurei aquele pauzinho que ia crescendo. Comecei a masturbar devagar, sentindo a pele quente e lisa deslizar. A ponta vermelha inchava, e logo o pau inteiro saiu pra fora, grosso, vermelho, com veias pulsando. Era maior do que eu imaginava. Meu grelo começou a latejar, a buceta ficou molhada na hora, pingando de tesão.
Eu não aguentei. Levantei, tirei o short e a calcinha num movimento só. Minha bucetinha depilada brilhava de tesão. Fiquei de quatro no tapete da sala, empinando a bunda bem alta.
- Sobe, vai... sobe em mim, cachorro gostoso!
Ele não precisou de mais convite. Pulou nas minhas costas, as patas dianteiras agarrando firme meus quadris. O pau dele cutucava loucamente na minha bunda, procurando entrada. Eu estiquei a mão por baixo, segurei aquela pica quente e grossa e direcionei bem na entradinha da minha xota encharcada.
No instante em que a cabeça vermelha encostou na minha carne quente e molhada, ele deu uma estocada bruta. A pica entrou de uma vez, rasgando fundo. Eu gritei de prazer e dor misturados.
- Aaaahhh! Caralho... que delícia! Me fode, vai!
O cão urrava alto, um som gutural e animal, enquanto metia como um louco. Bombadas curtas e violentas, uma atrás da outra, sem parar. A pica entrava toda, batendo fundo no meu útero, esticando minhas paredes. Eu sentia cada veia, cada centímetro latejando dentro de mim. Minha buceta apertava em volta dele, sugando, molhando tudo.
- Aiiiii, porra... tá me arrombando inteira! Mais forte, vai, me fode como uma cadela!
Gemidos desesperados saíam da minha boca enquanto ele me socava sem piedade. O barulho molhado das estocadas ecoava na sala: ploc, ploc, ploc. Meu grelo inchado roçava na barriga dele a cada movimento. Eu rebolava pra trás, encontrando as metidas, pedindo mais.
De repente senti o pau dele inchando dentro de mim. Ficava cada vez maior, engrossando, o nó se formando na base. As bolas dele batiam contra minha buceta, e ele se agarrava mais forte nos meus quadris, cravando as unhas. Eu gozei pela primeira vez, tremendo inteira, apertando a pica dele com força.
- Estou gozandooo! Aaaahhh! Meu Deus, que porra gostosa!
Mas ele não parava. Continuava bombando, o nó crescendo, travando tudo lá dentro. Eu sentia ele pulsar, jorrando esperma quente bem fundo na minha buceta. O volume era absurdo. Fiquei com medo por um segundo, pensando que podia ficar entalada, mas o tesão era maior. Fiquei ali, de quatro, gemendo como uma puta desesperada, gozando de novo enquanto ele me enchia.
- Enche minha buceta, vai... me enche toda de porra!
Depois de um tempo que pareceu eterno, eu me mexi com cuidado. Puxei devagar e o pau saiu com um som obsceno, molhado, enorme, pingando. O nó estava gigantesco, vermelho, brilhando com nossa mistura de gozo. Eu fiquei ali no chão, pernas tremendo, buceta aberta e escorrendo esperma grosso.
Foi a primeira vez. E eu adorei. A partir daquele dia, sempre que ficava sozinha em casa, eu chamava ele.
- Vem cá, meu macho... hoje vou te dar essa buceta de novo.
Eu praticava bastante. Aprendi o ritmo dele, sabia quando o nó ia crescer e como lidar. Às vezes deixava ele me travar de propósito, sentindo aquela pica enorme pulsando dentro, me enchendo até transbordar. Eu segurava o pau pela base, apertando, prolongando o prazer. Quando queria tirar, era só puxar com calma – ele saía fácil, e logo depois eu já queria mais.
Certa tarde, eu estava mais safada que nunca. Coloquei uma coleira nele e me posicionei de quatro na cama dos meus pais, só pra sentir o proibido. Ele subiu rápido, as patas arranhando minhas costas. Eu guiei a pica direto pro meu cu dessa vez.
- Hoje é no cuzinho, vai... devagar primeiro.
Ele meteu com força, abrindo meu cu apertado. Eu gritei alto, mas não parei. A dor virou prazer rápido.
- Aiiiiii, caralho! Me arromba o cu! Fode esse cuzinho guloso!
As estocadas eram ainda mais brutas. O pau entrava fundo, esticando meu anelzinho, batendo lá no fundo. Eu masturbava meu grelo enquanto ele me fodia, gemendo sem parar.
- Isso, assim... me usa como uma vadia! Urrra pra mim!
Ele urrava junto, o corpo tremendo, o nó inchando dentro do meu cu. Gozei tão forte que mijei um pouco de tanto prazer, o corpo convulsionando. Ele jorrou tudo lá dentro, enchendo meu intestino de porra quente.
Depois disso, viramos viciados um no outro. Eu chupava a pica dele também, sentindo o gosto salgado da ponta vermelha na boca, engolindo até onde dava. Lambia as bolas, enfiava a língua no prepúcio. Ele lambia minha buceta e meu cu com aquela língua comprida e áspera, me fazendo gozar só com lambidas.
Uma vez fiquei engatada por quase meia hora, o nó travado fundo na minha xota, sentindo ele pulsar, gozando sem parar. Eu falava baixinho, gemendo:
- Fica aí dentro... me enche mais... sou sua cadela particular.
Ninguém nunca soube. Era nosso segredo sujo e delicioso. Eu era insaciável, e aquele cão sabia exatamente como me satisfazer como nenhum homem conseguia.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Eu sempre fui uma menina insaciável!

Codigo do conto:
266400

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
07/07/2026

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