Era um sábado ensolarado, daqueles que o ar parece pesar no corpo. Jaqueline tinha 23 anos, loira de olhos acinzentados, corpo magro e pele clara que ficava dourada fácil. Estava sozinha em casa com o cachorro, um vira-lata grande e agitado que sempre seguia ela pra todo lado. O calor estava insuportável. O suor escorria entre os seios e descia pela barriga enquanto ela andava pela casa só de shortinho e top. “Porra, tá quente demais”, murmurou pra si mesma. Decidiu ir pra piscina. Foi pro quarto, tirou a roupa e vestiu um biquíni minúsculo, daqueles que mal cobriam os mamilos e deixavam a metade da bunda de fora. O tecido fino grudava na pele suada. O cachorro veio atrás, abanando o rabo, língua pra fora por causa do calor. Ela mergulhou a mão na água da piscina. Morna, perfeita. Entrou rápido, boiando de costas, sentindo o sol queimar os ombros. O cachorro ficou na borda, ofegante. - Vem, garoto! Entra aqui pra refrescar essa carcaça – chamou ela, rindo. Ele pulou na água desajeitado, espirrando tudo. Ficaram brincando um tempo, ela jogando água nele, ele tentando pegar os braços dela. Depois de uns minutos, Jaqueline saiu, pingando, e foi pra dentro tomar banho. Tirou o biquíni molhado, deixou a água quente cair no corpo, ensaboando os peitos pequenos e firmes, descendo a mão pela barriga até a bucetinha lisinha. Saiu do banho enrolada numa toalha curta e foi pro quarto. Quando abriu a porta, quase gritou. - Seu filho da puta! Olha o estado da minha cama! O cachorro estava lá em cima, todo sujo de terra do quintal, rolando nas cobertas limpas. Jaqueline suspirou, mas não conseguiu ficar brava de verdade. - Tá bom, vem cá. Vamos te dar banho também. Levou ele pro quintal, ainda só de toalha. Ligou a mangueira e começou a molhar o pelo dele. O cachorro tremia um pouco com a água fria. Quando chegou na parte de baixo, Jaqueline agachou e, sem querer, roçou a mão no pau dele. Viu um troço vermelho, pontudo, saindo da bainha. - Que porra é essa? Tá com calor também, né, safado? Terminou o banho, enxaguou ele bem. O sol ainda batia forte. Ela olhou pro muro alto que cercava o quintal – ninguém ia ver nada. Num impulso, soltou a toalha e ficou completamente nua. Os bicos dos peitos endureceram com o vento. O cachorro se sacudiu, espirrando água, e de repente aproximou o focinho da coxa dela. A língua quente e áspera passou direto na xoxota dela. - Ei! Para com isso, caralho! – deu um tapa leve no focinho dele. Mas o cachorro não parou. Lambeu de novo, mais fundo, a língua comprida abrindo os lábios da buceta dela e passando no grelinho inchado. Jaqueline sentiu um choque de prazer subir pela espinha. As pernas tremeram. - Aiiiii, porra... que delícia... Ele continuou lambendo gostoso, babando na bucetinha dela, subindo pro cuzinho apertado. Jaqueline abriu mais as pernas, segurando na parede. - Isso... lambe minha buceta, vai... lambe esse cu também... Estava molhada pra caralho, o mel escorrendo pelas coxas. Não aguentou mais. Pegou ele pela coleira e chamou: - Vem pra dentro, garoto. Agora. Foi pra sala, ficou de quatro no tapete, bundinha empinada, buceta piscando, pingando. O cachorro veio rápido, farejando. A língua atacou de novo, lambendo o cu e a buceta com fome, enfiando a ponta dentro dela. - Ahhh! Isso, meu cachorro safado! Lambe minha xoxota toda... caralho, que língua gostosa! Jaqueline gemia alto, rebolando contra o focinho dele. Sentia o prazer subir rápido. Mas queria mais. Queria sentir aquela pica vermelha dentro dela. O cachorro ficou excitado. Montou nas costas dela, as patas da frente agarrando a cintura fina. Ela sentiu o pau quente batendo contra a bunda, procurando o buraco. - Calma, deixa eu te ajudar... Esticou a mão pra trás, segurou aquela pica vermelha e latejante. Era grossa na base, pontuda, babando pré-gozo. Apontou direto pra entrada da buceta molhada. - Enfia, vai... mete essa pica de cachorro na minha buceta... Ele deu uma estocada forte. A pica entrou de uma vez, rasgando fundo, batendo no útero. - Aaaaiiii! Porra, que dor! Tá muito fundo, caralho! Mas a dor virou prazer quase imediatamente. Ele começou a bombear rápido, selvagem, o pau entrando e saindo com força, as bolas batendo na buceta dela. Jaqueline gritava, desesperada. - Isso! Mete fundo! Fode minha buceta, seu cachorro! Aiii, aiii, aiii... tá batendo no meu útero! Os gemidos dela enchiam a sala. Ela sentia cada veia daquela pica animal pulsando dentro dela, esticando as paredes da buceta. O nó inchado na base começava a crescer, pressionando o grelinho por dentro. - Ahhh... tá inchando! Vai me arrombar toda! Fode, fode, fode! O cachorro arfava pesado, as patas apertando mais forte, metendo como um louco. Jaqueline gozou pela primeira vez, o corpo tremendo inteiro, a buceta apertando a pica dele. - Tô gozandooooooo! Porra, tô gozando na pica do meu cachorro! Aaaahhh! Mas ele não parou. Continuou metendo mais rápido, o nó travando dentro dela agora, prendendo os dois. Jaqueline sentia o pau pulsar, latejando. - Goza dentro, vai! Joga essa porra quente no meu útero! Me enche de leite de cachorro! Ele uivou baixo e gozou. Jatos grossos, quentes, jorraram fundo dentro dela, enchendo a buceta até transbordar. Jaqueline sentiu o gozo quente batendo no fundo, e gozou de novo, mais forte, gritando. - Aaaaiii! Tá enchendo tudo! Que porra quente... tô gozando de novo! Meu cu tá piscando, caralho! Ficaram presos uns minutos, o nó travado, a porra escorrendo pelas coxas dela. Jaqueline tremia, suor misturado com baba e gozo. Quando o nó desinchou e ele saiu, um rio de sêmen branco e grosso saiu da buceta arrombada, pingando no chão. Ela virou de lado, ofegante, olhando pro cachorro que lambia o próprio pau. - Caralho... meu primeiro caso com animal e já tô viciada. Vem cá, vamos ver se você aguenta mais uma rodada...
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.