Fazia sexo com minha esposa na cachoeira, quando fomos surpreendidos por um de nossos cães!
Era o ano de 1988. Eu tenho 55 anos agora, mas naquela época era um homem no auge, casado com a Lúcia, uma loira de 20 anos que parecia saída de um sonho molhado. Ela era ex-manequim, 1,75 de altura, seios pequenos e firmes que cabiam perfeitamente na mão, mas a bunda... ah, aquela bunda grande, redonda, empinada, que balançava de um jeito que deixava qualquer um louco. Tinha um fogo insaciável, a safada. Mal ficamos juntos e fomos morar na fazenda grande que a gente tinha. Lá, transávamos em todo canto possível. No lago, com a água batendo na cintura enquanto eu metia nela devagar, sentindo a bucetinha apertada engolir minha pica de 17 cm. No mato, encostados numa árvore, ela de quatro gemendo baixo pra não espantar os animais. Aquele domingo foi especial. Os empregados foram dispensados, só sobraram dois garanhões na cocheira pra gente alimentar. Depois do almoço, Lúcia apareceu com uma saia indiana leve, rodando nas coxas grossas, e eu sabia que não tinha calcinha por baixo. O olhar dela já entregava: tava molhada só de pensar. - Vem, amor... vamos pra cocheira vazia. Quero sentir você me comendo bem gostoso hoje – ela disse, com aquela voz rouca de tesão. Chegamos lá. O cheiro de serragem, feno e animal enchia o ar. Encostei ela no coxo de madeira, levantei a saia e abri aquelas pernas. Minha pica já tava dura como pedra. Rocei a cabeça grossa na entradinha da xaninha dela, que tava encharcada, brilhando. - Aiiii, caralho... mete logo, enfia essa pica toda em mim – ela gemeu, empinando a bunda grande pra trás. Eu meti de uma vez, sentindo a bucetinha quente e apertada me apertar. Comecei a estocar forte, minhas bolas batendo na bunda dela. Ploc, ploc, ploc. O som ecoava na cocheira. Ela gemia alto, rebolando, pedindo mais. - Isso, fode minha buceta, mete fundo... ahhh, que delícia! Depois de um tempo metendo sem parar, senti o gozo chegando. Puxei a pica pra fora, brilhando com os cremes dela. - Chupa, Lúcia. Quero gozar nessa boquinha gulosa. Ela se ajoelhou na serragem, sem se importar com a sujeira. Segurou minha pica com as duas mãos e enfiou na boca, chupando com volúpia, gemendo enquanto lambia. A saia levantada até as costas, ela se masturbava, dois dedos no grelinho inchado. - Mmm... que pica gostosa... me dá esse leitinho quente – ela murmurava entre chupadas, babando tudo. Os gemidos dela eram desesperados, o corpo tremendo de tesão. Ela tava quase gozando quando, de repente, o Farrapo, nosso galgo enorme – mais de 1,80 em pé – apareceu pela porta que a gente esqueceu aberta. Nem notamos no calor do momento. A língua dele passou direto na bunda exposta da Lúcia. - Aiiii, que porra! – ela deu um pulo pra frente, assustada, mas quando viu o cachorro, começou a rir. Eu ri também, pau latejando. - Porra, cortou nosso gozo. Mas... deixa ele ver até onde vai, amor. Tá curioso. - Não, eu tenho nojo... tira ele daqui – ela disse, mas o olhar dela tava misturado com algo novo, um tesão proibido. Convenci ela. Fiz ela ficar de quatro de novo, tirei a saia completamente. O corpo nu dela na serragem era uma visão: bunda empinada, bucetinha rosada piscando. Chamei o Farrapo, mas ele ficou desconfiado. Fui rápido na cozinha, peguei leite num prato. Voltei e aproximei o prato. Ele veio lambendo. Depois, lambuzei um pouco do leite na xaninha dela. - Seu safado! Tá me lambuzando pra ele... – ela reclamou, mas já tava aceitando, a voz rouca. O Farrapo cheirou, depois começou a lamber. Aquela língua enorme, áspera, passou devagar na bucetinha dela. No começo ela ficou quieta, mas logo... - Ahhh... caralho... que língua quente... continua lambendo minha buceta, vai! Os gemidos dela ficaram altos, desesperados. Ela se arregaçou toda, abrindo a bunda com as mãos pra expor mais o grelinho e a xaninha apertada. - Isso... lambe meu grelinho... ai, tô louca! Eu tava de pau duro de novo, assistindo. Ela pediu: - Vem aqui na frente, amor. Quero chupar sua pica enquanto ele me lambe. Me posicionei na frente dela. Lúcia engoliu minha pica fundo, chupando com fome, enquanto o cachorro lambia sem parar. Ela rebolava a bunda, gemendo em volta do meu pau. De repente, o Farrapo subiu nas costas dela, as patas enormes segurando a cintura fina. Ela se apavorou. - Tira ele! Tira, pelo amor de Deus! – gritou. Tentei, mas ele rosnou bravo. O pau dele, enorme, uns 25 cm, grosso como meu pulso, roçava na bucetinha dela, deslizando entre os lábios molhados. - Porra, ele tá roçando... tá gostoso demais – ela admitiu, a voz falhando de tesão. Propus: - Deixa ele enfiar um pouquinho só, amor. Só a cabecinha. - Não... é muito grande, vai me rasgar... mas... aiii, foda-se, tenta. Eu segurei o pau dele, direcionei pra entrada encharcada. Ela já tinha gozado duas vezes só com as roçadas, o corpo tremendo. Assim que a ponta entrou, o Farrapo deu uma estocada bruta e enterrou tudo. - Aaaaaiiiii! Caralho, tá me arrombando! Tira, tá doendo! – ela gritou, lágrimas nos olhos. Ele ficou quieto dentro dela, o nó inchando, prendendo. As patas firmes na cintura. Aos poucos, a dor passou. - Tá... tá ficando bom... que pica grossa dentro de mim... vem aqui, chupa meu pau enquanto ele te fode – eu disse. Ela voltou a me chupar, babando, enquanto rebolava devagar a bunda maravilhosa. Isso ativou o cão. Ele começou a estocar, primeiro devagar, depois numa velocidade louca, selvagem. - Uuuuhhh... aiiiii meu Deus... tá me fodendo tão fundo... nunca gozei tanto! – ela urrava entre chupadas, o corpo sacudindo. Os estocadas eram brutais, o pau dele entrando e saindo com força, fazendo barulhos molhados. A bucetinha dela tava esticada ao máximo, vermelha, inchada. - Isso, Farrapo! Come a buceta da minha mulher! – eu grunhia, segurando a cabeça dela. Ela gozava sem parar, gemidos desesperados: - Tô gozando de novo... aaaahhh... me enche toda! Ele deu a estocada final, se juntando na bunda dela, o nó inchando enorme dentro. - Tá crescendo! Tá me arrombando! Vai me rasgar! – ela gritou, olhos arregalados. Eu gozei na boca dela vendo aquilo. Ela engoliu tudo, tremendo. O cachorro jorrava porra quente lá dentro, enchendo a bucetinha. Ela gozava mais, chorando de prazer e dor. Tentei tirar, mas ele tava engatado. Fiz carinho nela. - Calma, amor... relaxa... tá preso, mas vai passar. Ela relaxou aos poucos. - Tá ficando gostoso de novo... tô cheia de porra dele... goza mais uma vez pra mim. Gozei com ela mais duas vezes até ele se desengatar. Um jorro de porra misturada com um pouco de sangue saiu da bucetinha inchada e vermelha. O Farrapo, carinhoso, lambeu tudo, limpando a xaninha dela. Aquela língua no grelinho inchado fez ela gozar pela última vez, gemendo fraco: - Aiiiiiii... que delícia... limpa minha bucetinha arrombada... Depois disso, ela ficou machucada dias. Não transamos por mais de uma semana, a buceta inchada e dolorida. Mas quando voltamos, só lembrar daquele dia fazia a gente foder como loucos. Ela rebolava contando: - Lembra quando o Farrapo me encheu toda? Que pica monstruosa... me fode pensando nisso. Eu metia fundo, os dois gozando com a memória fresca. A gente nunca repetiu com o cachorro, ela teve medo e nojo depois, mas aquele domingo ficou marcado pra sempre como o dia mais safado da nossa vida. A intensidade, os gemidos, o proibido... tudo isso ainda me deixa duro só de lembrar. Na cocheira, antes do Farrapo, o clima já era elétrico. O suor escorrendo, o cheiro de sexo misturado com o da serragem. Cada estocada minha fazia os seios dela tremerem, a bucetinha apertada piscando em volta da minha pica. Ela virava o rosto, olhos vidrados: - Mais forte... me quebra, amor... quero sentir você batendo no fundo da minha xaninha! Quando o cachorro lambeu pela primeira vez, o choque virou tesão rápido. A língua longa alcançava tudo, lambendo do cu até o grelinho, fazendo ela tremer inteira. - Porra, que lambida... tá me fazendo gozar só com a boca dele! Eu assistia, punhetando devagar, vendo a bucetinha dela se contrair. Quando ele subiu, as patas arranhando levemente a pele macia da cintura, o peso do corpo enorme sobre ela... o pau vermelho, latejando, procurando entrada. Eu guiando, sentindo o calor animal. A penetração bruta, o grito dela ecoando, depois virando gemidos roucos de prazer misturado com dor. - Tá tão fundo... me enchendo toda... fode, Farrapo, fode minha buceta de vadia! Os estocadas rápidas, o corpo dela sacudindo como uma boneca, baba escorrendo da boca enquanto chupava minha pica. O nó inchando, pressionando as paredes internas, fazendo ela sentir cada pulsação. Gozos múltiplos, o corpo convulsionando, lágrimas de êxtase. Depois, o desengate, a porra jorrando, o cachorro lambendo carinhosamente, e ela gozando de novo, exausta, a bucetinha destruída mas satisfeita. Essa memória alimentou nossa vida sexual por anos. Mesmo separados agora, lembrar daquilo ainda acende o fogo. A Lúcia, com 38 anos, ainda gostosa pra caralho, deve pensar nisso às vezes também.
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