Prazer animal sem limites!



Valéria, com seus 20 anos, corpo de dar inveja e aquela curiosidade de quem ama estudar, nunca imaginou que o estágio na clínica veterinária ia virar a maior foda da vida dela. Ela era morena, olhos verdes brilhando de inteligência, 1,65m de pura delícia, 52kg bem distribuídos, pernas grossas que pareciam feitas pra apertar, um bumbum largo e empinado que balançava gostoso quando andava, seios médios durinhos com biquinhos escuros que marcavam qualquer blusinha. Estudiosa pra caralho, sonhava com doutorado em veterinária, mas teoria é uma coisa, prática é outra bem diferente.
Chegou o primeiro dia sozinha na clínica. Tinha se arrumado toda: tanguinha branca fininha enfiada no rego, deixando aquele bundão enorme quase todo de fora, calça corsário coladinha marcando cada curva, blusinha branca fina sem sutiã, os mamilos espetados pedindo atenção. A dona da clínica elogiou a aparência dela, disse que os animais iam adorar. Valéria riu, inocente ainda.
Quando ficou sozinha, chegou a dona de um pastor alemão enorme. O cachorro era manso, mas quieto demais. A mulher deixou ele e saiu, voltando só à tardinha. Valéria fechou a porta, levou o grandão pra sala dos fundos e colocou ele na maca com esforço. Examinando, não achava nada. Até que olhou embaixo.
- Caralho... que pauzinho pequeno... coitadinho, só uns 6cm – murmurou baixinho.
Mas quando passou a mão quente nele, aconteceu. A ponta vermelha saiu, inchando rápido, virando um cacete grosso de uns 15cm, latejando quente na palma dela. Valéria sentiu o corpo todo esquentar. Lembrou daqueles sites de zoofilia que tinha visto por curiosidade. A bucetinha dela começou a babar na hora, molhando a tanguinha.
- Nossa... que cacetão vermelho... latejando assim... – sussurrou, o tesão subindo como uma onda.
Não resistiu. Abaixou o rosto e colocou na boca. Quente, pulsante, soltando aquele líquido pré-gozo sem parar. O gosto era forte, animal, mas fez ela chupar com fome, a língua rodando na glande pontuda. O cachorro balançava o rabo, língua de fora, gemendo baixo.
Ela descascou mais, revelando o nó enorme, uma bola de uns 6cm de largura. Sabia o que era: o que engatava a cadela no macho. A buceta dela latejava, inchada, encharcada.
- Quero isso dentro de mim... vou virar cadela hoje – disse pra si mesma, voz rouca.
Tirou o corsário correndo, puxou a tanguinha pro lado e desfilou o bundão na frente do pastor, rebolando devagar, abrindo as pernas grossas. O cheiro da xana molhada deixou o cachorro louco. Ele subiu nas patas traseiras, o cacete pelando roçando no rego dela, esfolando a bunda larga.
Valéria subiu na maca, ficou de quatro embaixo dele, a bundona empinada. Tirou a tanguinha de vez. A ponta do pauzão encostou nos lábios inchados da buceta, roçou o grelinho sensível e entrou com força. Ela gemeu alto.
- Aaaahhh... que porra dura... tá pelando... me rasgando devagar...
Duas estocadas e o cacete inteiro entrou, esfolando as paredes quentes e molhadas da xana. Era diferente de homem: puro músculo, latejando, queimando por dentro. O nó batia nos lábios, tentando forçar entrada. Valéria rebolava desesperada, empinando mais o rabo.
- Enfia... enfia tudo, seu cachorro safado... me fode como cadela...
O pastor metia rápido, frenético, as patas apertando a cintura dela. O nó pressionava forte, doía e dava prazer ao mesmo tempo. De repente, com um empurrão forte, o nó entrou. Valéria berrou, o corpo todo tremendo.
- Aaaaiiiiii... tá entrando... me arrombando... que volume enorme... meu Deus...
Sentiu o útero sendo esmagado pelo cacete todo enterrado. O cachorro bombeava sem parar, o nó travado dentro, inchando mais. Ela gemia desesperada, baba escorrendo da boca.
- Me fode... me enche de porra... sou sua cadelinha... aaaahhh... mais forte...
Os jatos começaram. Porra quente, grossa, jorrando direto no fundo do útero. Jato atrás de jato, sem parar. A barriguinha dela inchava levemente com o volume. Valéria gozou loucamente, a buceta apertando o nó, esguichando em volta.
- Gozandoooooo... gozando no cacete do cachorro... porra... que delícia...
Ficaram engatados uns 25 minutos. Rabo com rabo, o nó latejando dentro dela, o rabo do pastor abanando sobre o bundão largo. Ela se sentia dominada, preenchida, animal. Quando ele puxou, saiu com um ploc molhado, seguido de uma cascata de porra branca escorrendo da xana arrombada pro chão.
- Olha essa porra toda... mais de cinco vezes a de um homem... – ofegou ela.
O cachorro lambeu o próprio cacete, depois veio e lambeu a buceta dela com aquela língua áspera, passando no grelinho, no rego, limpando tudo. Valéria tremia de prazer.
Mas ela queria mais. Lembrou das fotos de cu. Virou de costas, empinou o bundão largo de novo.
- Agora no meu cu... quero sentir esse nó no rabo também...
O pastor subiu de novo. Ela guiou o cacete vermelho pro cuzinho apertado. Entrou devagar no começo, doendo pra caralho.
- Aiiiiiii... dói... tá muito grosso... para... não... continua...
Mas o cachorro não parava. As patas apertaram a cintura grossa, o cacete forçou fundo. Com uma estocada bruta, o nó entrou no cu. Valéria berrou de dor, lágrimas escorrendo.
- Aaaaarghhh... me rasgou o rabo... tá enorme dentro... dói demais...
O pastor metia sem piedade, o cacete esfolando o intestino, o nó travado esticando o cuzinho ao máximo. Aos poucos a dor virou tesão bruto. Ela começou a rebolar, colaborando.
- Isso... fode meu cu... me arromba o rabão... sou sua cadela total... aaaahhh... mais fundo...
O cachorro acelerou, o bundão largo dela balançando com cada estocada. Porra quente jorrou de novo, enchendo o intestino, subindo pro estômago. A barriguinha inchou visivelmente. Valéria gozou de novo, mais forte, o corpo convulsionando.
- Gozando no cuuuuuuu... porra quente me enchendo... nunca gozei assim... aaaaiiiiii...
Engatados de novo no cu, ela ficou imóvel, sentindo o volume latejar. Quando saiu, outra cascata de porra sujou o chão todo. O cachorro lambeu o cuzinho arrombado, sugando a própria porra.
Valéria limpou tudo correndo, lavou o cachorro e a si mesma. Quando a dona voltou, o pastor estava animado.
- Ele melhorou bastante – disse a mulher.
Valéria sorriu, ainda sentindo o cu e a buceta latejando.
- Só precisava de um pouco de amor, né? – respondeu, a voz um pouco rouca.
Mas por dentro, ela sabia que tinha virado cadela de verdade. Daquele dia em diante, todo estágio ia ter um horário secreto com os "pacientes". A buceta e o cu dela pediam mais cacetes de cachorro, mais nós travando, mais porra quente enchendo até transbordar. Ela estudava veterinária de dia, mas de tarde virava a veterinária cadela, gemendo desesperada enquanto era fodida por animais enormes, o corpo sensacional todo suado e marcado por patas, o bundão largo empinado recebendo rola atrás de rola.
Nas semanas seguintes, Valéria repetiu a dose com outros cães que chegavam. Um labrador com pau ainda mais grosso, um vira-lata que metia com uma velocidade insana. Ela aprendia a posicionar melhor, a relaxar o cu pra receber o nó sem rasgar tanto, a chupar aqueles paus vermelhos até o último jato. Os gemidos dela ecoavam na clínica vazia:
- Me enche... me arromba a xana... enfia o nó no meu cu... sou cadelaaa... cadela gostosa... aaaahhh... goza dentro... me engravida de porra de cachorro...
O tesão era animal, cru, sem limites. Ela filmava escondido às vezes, assistia depois em casa enquanto se masturbava, enfiando dedos no cu ainda sensível, lembrando da sensação de ser completamente dominada, engatada, cheia de porra quente que escorria por horas.
O corpo dela mudava um pouco: a buceta ficava mais inchada, o cuzinho mais acostumado a ser alargado. Os seios durinhos balançavam enquanto ela era montada, os biquinhos roçando na maca. Pernas grossas tremendo, bumbum largo vermelho das patas. Olhos verdes nublados de prazer puro.
Uma tarde, com dois cães ao mesmo tempo – um na frente, outro atrás – foi o ápice. Um metendo na buceta, o outro no cu. Valéria de quatro, babando, gemendo sem parar.
- Dois cacetes... me fodendo ao mesmo tempo... que delícia... mais... mais forte... arrombem essa cadela...
Os nós entraram quase juntos, travando ela completamente. Jatos duplos de porra encheram os dois buracos. Ela gozou tanto que desmaiou de prazer por uns segundos, o corpo convulsionando, porra escorrendo pelas coxas grossas.
Depois, limpando tudo, suada, com o cheiro de sexo animal impregnado, ela sorria. A veterinária estudiosa tinha encontrado uma paixão nova, bem mais intensa que os livros. E toda vez que um cão entrava na clínica, a bucetinha dela molhava na hora, pronta pra mais uma sessão secreta de pura sacanagem animal.
Valéria sentia cada veia daquele cacete pulsando dentro dela como se fosse vivo. O calor era insano, quase queimando as paredes sensíveis da xana. Cada estocada fazia o grelinho dela roçar no pelo do cachorro, mandando choques de prazer pro clitóris inchado. Ela apertava os seios durinhos com as próprias mãos, torcendo os biquinhos escuros enquanto gemia:
- Me mama... me fode... quero leite de cachorro no útero...
O nó inchava mais a cada minuto, pressionando o ponto G dela sem parar. Quando o gozo veio, foi como uma explosão: a buceta dela esguichou forte, molhando as patas do pastor, o corpo todo tremendo como se tivesse convulsão. Os gemidos eram roucos, desesperados, quase uivos.
- Aaaahhhhh... gozandoooooo... gozando tanto... porra quente me enchendo... sinto os jatos batendo no fundo...
Depois do cu, ela experimentou de lado, de frente com as pernas grossas abertas no ar, até sentada no cacete enquanto o cachorro deitava. Sempre o nó travando, sempre aquela sensação de ser completamente possuída, de virar fêmea de verdade. A porra quente escorrendo depois, grossa, branca, com cheiro forte que ela aprendia a amar, lambendo um pouco dos dedos só pra sentir o gosto proibido.
Ela contava os dias pros estágios, ansiosa pra fechar a porta e virar cadela. Estudava anatomia animal de dia, aplicava na própria carne à tarde. O bundão largo ficava marcado, o rego vermelho, mas o prazer valia cada dor inicial. Valéria tinha se tornado viciada, obcecada, uma veterinária que agora entendia os animais de uma forma bem mais íntima e chula do que qualquer livro ensinaria.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Prazer animal sem limites!

Codigo do conto:
266390

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
06/07/2026

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