A noite estava abafada, daquelas que grudam a pele na roupa. Ana, com seus 24 anos, 1,65 de altura e uns 50 quilos bem distribuídos, pele branca e cabelos pretos caindo soltos pelas costas, acordou com o choramingo baixo do bebê no quarto ao lado. O marido viajava de novo, como sempre, e ela tinha vindo passar uns dias na casa dos pais pra não ficar sozinha com o recém-nascido. Deu de mamar pro pequeno, que logo pegou no sono satisfeito, mamando gostoso no peito cheio de leite. O calor não dava trégua. Ana suava entre os lençóis finos. Resolveu tomar um banho rápido. Antes, passou pela cozinha pra pegar água gelada. A casa toda dormia. Pais no quarto com ar-condicionado ligado e porta fechada. Ela, só de calcinha fina, pegou a toalha no ombro e saiu nua pelo corredor escuro. Na geladeira, inclinou o corpo pra pegar uma metade de pera na prateleira de baixo. Foi aí que sentiu algo quente e úmido encostando bem no rego da bunda e roçando a bucetinha depilada. - Porra! – ela sussurrou, virando rápido. Era o Black, o cão mestiço de pastor que os pais criavam. O bicho grandão, peludo, com aqueles olhos atentos. Ana ralhou baixinho: - Sai, Black! Vai pra cama, caralho. Tomou o banho, esfregou o corpo todo, mas o toque quente daquele focinho não saía da cabeça. Deitou de novo, mas o sono não vinha. O bebê acordou mais tarde, mamou outra vez e dormiu. Ana ficou rolando na cama, a buceta latejando de um jeito estranho. Não era carência – o marido comia ela direitinho sempre que estava em casa. Mas algo naquela lambida inesperada tinha acendido um fogo safado dentro dela. Levantou sem fazer barulho. A camisola curta mal cobria a bunda redonda. Foi até a cozinha. Black dormia no chão frio de cerâmica. Ela tirou a calcinha devagar, o coração batendo forte, e ficou parada ali, pernas ligeiramente abertas. O cão acordou na hora, abanando o rabo grosso. Chegou perto farejando o ar. Direto na xana dela, deu uma fungada longa e profunda, como se estivesse sentindo o cheiro de fêmea no cio. - Ahhh... vai, cheira gostoso – Ana murmurou, inclinando o corpo pra frente, abrindo mais as pernas. A língua quente e áspera do Black lambeu devagar primeiro, passando pelo grelinho inchado e descendo até o buraco molhado da buceta. Depois lambeu com mais fome, enfiando a ponta entre os lábios carnudos, recolhendo o mel que já escorria. - Isso... lambe minha bucetinha, Black... caralho, que delícia... Ela gemia baixinho, segurando na bancada da cozinha. As pernas tremiam. O cão lambia sem parar, focinho pressionando o clitóris, língua entrando fundo na xana quente e molhada. Ana sentia o gozo se aproximando rápido. Não aguentou. Chamou ele baixinho: - Vem, Black. Vamos pra biblioteca. No cômodo escuro e silencioso, tirou a camisola, ficou completamente pelada, deitou de costas no sofá grande, abriu as pernas bem abertas. - Come, cachorro... lambe tudo. Black pulou animado, enfiou o focinho entre as coxas brancas e atacou. Língua longa percorrendo a buceta inteira, subindo pro grelinho, descendo pro cuzinho apertado. Lambeu o cu com vontade, circulando o anel enrugado, tentando enfiar a ponta. - Aiiii, porra... lambe meu cu também... que safado... Ana rebolava devagar contra o focinho, mão no cabelo dele, puxando mais pra perto. O prazer subia em ondas. De repente o cão se empolgou, agarrou a perna dela com as patas da frente e começou a se esfregar, o pau vermelho e pontudo já saindo da bainha, roçando na coxa macia. Ela virou de quatro no chão, bunda empinada bem alta, inclinada pra trás. - Vem, Black... lambe minha xana e meu cu de novo. Ele lambeu tudo, babando, língua entrando na buceta e no cuzinho alternadamente. Depois pulou nas costas dela. As unhas arranharam a pele branca. Ana sentiu dor. - Calma, porra... Levantou rápido, pegou um pano de chão limpo, fez uma faixa grossa nas costas pra proteger. De quatro outra vez, bunda empinada, buceta pingando. Black pulou de novo, patas dianteiras firmes na faixa, agarrou com força. O pau duro batia contra as coxas, procurando o buraco. Não acertava. Ana esticou a mão pra trás, segurou aquela pica quente, vermelha, cheia de veias, e guiou a ponta pro meio da buceta molhada. - Enfia, vai... assim... Quando a cabeça grossa entrou, o cão sentiu e meteu tudo de uma vez. A pica dele era comprida, fina na ponta mas engrossando no meio. Entrou fundo na xana apertada. - Aaaahhh! Porra... que gostoso... mete, Black! Ele começou a bombar como um louco. Quadris se movendo rápido, metendo com força bruta. O barulho molhado de pica entrando e saindo da buceta enchia a biblioteca silenciosa. Ana gemia desesperada: - Isso... fode minha buceta... aiiii, caralho... mais forte! O pau do cão batia fundo, tocando lugares que o marido nunca alcançava. O caldo da buceta dela misturado com o pré-gozo dele escorria pelas coxas. Ana sentia o nó inchando na base, pressionando os lábios da xana. De repente o nó entrou inteiro. Ficou enorme lá dentro, travando tudo. - Aiiii, meu Deus... tá inchando... dói gostoso... aaaahhh! Ela se mexeu um pouco e o nó saiu com um plop molhado. Mas o gozo veio forte. Ana gozou gritando baixinho, corpo tremendo inteiro, buceta apertando e soltando jatos. - Tô gozandooooooo... porra... que delícia... aaaahhh! Caiu de lado no chão, pernas abertas. Black veio lambendo tudo, língua limpando a mistura de porra e mel que escorria da buceta inchada. Lambeu o cu também, enfiando fundo. Ana gozou mais duas vezes só com a lambida, gemendo rouca: - Lambe tudo... limpa minha bucetinha gozada... isso... que cachorro safado... Ficou ali uns minutos, bamba, pernas fracas. Depois levantou, pegou as roupas, foi pro banheiro tomar um banho longo, esfregando bem a xana e o cu. Voltou pro quarto e dormiu como uma pedra, o corpo relaxado como nunca. No dia seguinte, Black se comportou normal, nem olhava pra ela. Mas nas outras vezes que ficou na casa dos pais, sempre arrumava um jeito de dar uma rapidinha com ele. Às vezes na cozinha mesmo, outras na biblioteca, sempre de quatro, sentindo aquela pica animal enchendo a buceta até o nó travar e o gozo explodir. Ana nunca contou pra ninguém. Mas guardou aquela sensação de entrega total, de ser comida com força bruta e instinto puro.
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