Mãe, filha e seu cão comedor!



Era uma sexta-feira quente pra caralho na casa da Shirley. Aos 37 anos, ela ainda era uma mulher de tirar o fôlego: 1,70m, 57kg, cabelo preto comprido caindo pelas costas, bundinha empinada que balançava gostoso quando ela andava. Casada com o Paulo, que vivia viajando, e mãe da Flávia, uma garota de 18 anos que estava virando mulher rapidinho, com os peitinhos firmes se formando e um corpo que prometia ficar igual ao da mãe.
Shirley estava sozinha em casa, fazendo faxina. Vestia só um shortinho surrado e uma regata velha, suada do esforço. Os vidros da sala reluziam enquanto ela passava o pano. De repente, o Flux, o rottweiler enorme, preto e musculoso, começou a latir feito louco no quintal.
- Que foi, Flux? Calma, caralho!
Ela foi ver e encontrou a amiga trazendo uma cadelinha nova, uma coisinha bonitinha no cio. Shirley pegou a cadela no colo, fez carinho, conversou um pouco. Quando a amiga foi embora, o cheiro da cadela no cio ficou grudado nas mãos e nas roupas dela. Flux sentiu aquilo tudo e não parou mais de latir.
Shirley levou o cachorro pra área de serviço pra tentar acalmá-lo enquanto limpava. Mal entrou, o rottweiler enorme começou a cheirar ela freneticamente. O focinho frio e úmido subiu pelas pernas suadas, enfiando forte contra a virilha do shortinho fino.
- Ei, Flux! Para com isso, seu safado!
Ela tentou continuar o serviço, mas o cachorro estava possesso. O cheiro da buceta suada misturado com o cio da cadelinha deixou ele louco. O focinho pressionou mais fundo, roçando direto no pano que cobria a xana dela. Shirley se desequilibrou, quase caiu.
Quando ela virou de costas pra tentar sair, Flux pulou. As patas da frente agarraram firme na cintura dela, o peso enorme a jogando pra frente. Ela caiu de quatro no chão frio da área.
- Não! Flux, sai de cima de mim, porra!
O coração dela batia descontrolado. A ideia do cachorro tentando comer ela era absurda e assustadora. Ela gritou, se debateu, conseguiu se soltar e trancou ele lá dentro. Tremendo, meio machucada, voltou pra faxina. Mas algo estranho já tinha ficado na cabeça dela.
Quase noite, Flávia chegou da escola toda animada com a festa que ia ter mais tarde.
- Oi, mãe! Vou tomar banho rápido!
A garota correu pro banheiro. Shirley, ainda abalada, resolveu tomar banho também. Ligou o som alto pra relaxar, tomou um banho demorado, se recompôs. Quando saiu, enrolada na toalha, escutou gemidos estranhos vindo da área de serviço.
Pensou que era vizinha, mas o som estava perto demais. Correu até lá e abriu a porta.
A visão que encontrou paralisou ela.
Flávia, sua filhinha virgem de 18 anos, estava de quatro no chão, a toalha caída nas costas, babada na nuca. O Flux estava em cima dela, enfiando aquela pica enorme e vermelha na bucetinha apertada da menina. Sangue fresco escorria pelas coxas da garota, misturado com os fluidos do cachorro.
- Mãe... – Flávia gemeu com a voz entrecortada de dor e medo, os olhos cheios de lágrimas.
O pau do Flux era grosso, venoso, muito maior do que Shirley imaginava. Entrava e saía com estocadas brutais, o nó inchando na entrada da xana virgem. Shirley ficou parada, o balde de água na mão, sem saber se jogava ou não.
De repente, Flávia soltou um gemido diferente.
- Ahhh... mãe... agora tá passando... tá ficando bom...
A dor dava lugar ao prazer. A bucetinha da garota, recém-arrombada, começava a se acostumar com aquela jamanta pulsando dentro dela. Shirley sentiu um calor subir pela própria buceta. A xana dela molhou na hora, o clitóris inchando. Sem conseguir se controlar, ela se aproximou.
Uma mão foi pra cabeça da filha, acariciando o cabelo molhado.
- Calma, filhinha... tá tudo bem...
A outra mão desceu pro meio das próprias pernas, abrindo o shortinho e enfiando dois dedos na buceta encharcada. O grelinho dela estava duro, latejando.
Flux virou de bunda com Flávia, o nó preso dentro da bucetinha apertada. A garota arfava desesperada.
- Mãe... ele tá pulsando... tem uma coisa grande dentro... ahhh... tá quente... tá enchendo minha bucetinha toda!
Flávia gozou pela primeira vez, o corpo tremendo inteiro, gemendo alto.
- Aaaaiii... tô gozandoooooooo... a pica dele tá me fazendo gozar!
Shirley esfregava o próprio grelinho com força, os dedos entrando e saindo da buceta melada.
- Isso, filha... goza pra ele... deixa ele te foder bem gostoso...
A mãe gozou logo depois, as pernas tremendo, gemendo baixinho enquanto via o cachorro arrombar a filha.
Os minutos passavam. Flávia gozou mais duas vezes, a bucetinha esguichando um pouco em volta do nó inchado. Quinze minutos depois, Flux começou a puxar. Shirley segurou a filha pela cintura.
Com um puxão forte, o pau saiu com um barulho molhado de rolha saindo. Um jorro enorme de porra branca e grossa escorreu da bucetinha arrombada de Flávia, misturado com sangue e o gozo da garota. Era muito, pingando no chão, formando uma poça.
Flux lambeu o próprio pau sujo e depois enfiou o focinho na buceta da menina, limpando tudo com lambidas longas e grossas.
Flávia estava exausta, deitada no chão, pernas abertas, bucetinha vermelha e inchada.
Depois de outro banho, as duas sentaram pra conversar. A garota contou tudo.
- Eu saí do banho e não tinha calcinha limpa, mãe. Fui na área procurar. Ajoelhei de quatro pra olhar embaixo das coisas, ainda com a toalha. Senti o focinho do Flux no meu cu... gostei da sensação quente... fiquei paradinha. Ele enfiou a língua na minha bucetinha... eu me abri mais... e aí ele pulou. Agarrou minha cintura e meteu. Doeu pra caralho nas primeiras estocadas, mas depois... nossa, mãe... a pica dele é tão grossa... encheu tudo. Eu chamei você, mas o som tava alto.
Shirley ouvia, a buceta molhando de novo só de lembrar.
Naquela noite, nenhuma das duas dormiu direito. Flávia estava arrombada, precisava descansar, a festa foi cancelada. Shirley rolava na cama, sonhando com o pau do Flux enterrado nela. Acordava suada, a xana pingando.
De manhã cedo, ela soltou o cachorro. Flux saiu todo faceiro, o pau meio de fora da capa, vermelho e brilhando.
Nos dias seguintes, as fodas se repetiram com intensidade ainda maior.
Uma tarde, Shirley estava na cozinha quando ouviu gemidos de novo. Foi correndo. Flávia estava de novo de quatro na sala, completamente pelada, o Flux metendo com força.
- Ahhh... Flux... mete mais fundo... arromba minha bucetinha virgem de novo! – a garota gritava.
Shirley se juntou. Tirou a roupa, se ajoelhou ao lado da filha.
- Deixa a mamãe ver essa pica entrando em você, filha.
Ela segurou o pau do cachorro na base, sentindo o calor e a grossura, ajudando a guiar enquanto ele estocava. Depois, não resistiu. Deitou de lado, abriu as pernas e deixou Flux cheirar sua buceta madura.
O rottweiler pulou nela também. As patas agarraram sua cintura, a pica enorme encontrou a entrada molhada e entrou de uma vez, esticando as paredes da xana da mãe.
- Aaaaiii... que pica grande, porra! Me fode, Flux! Me arromba como fez com minha filha!
Os gemidos das duas se misturavam. Flávia se aproximou, chupando os peitos da mãe enquanto o cachorro metia sem parar.
- Mãe... ele tá tão fundo em você... olha como sua buceta engole tudo...
Shirley gozava sem parar, o corpo convulsionando. O nó inchou dentro dela, prendendo os dois. A pressão no grelinho era insana.
- Tô gozando de novo... porra... enche minha buceta de porra quente!
Quando o nó saiu, o jorro de sêmen foi ainda maior, escorrendo pelas coxas dela. Flávia se abaixou e lambeu a buceta da mãe, provando o gozo misturado.
As sessões viraram rotina. Às vezes era Flávia sozinha, gemendo desesperada enquanto o cachorro a fodia como uma cadela no cio. Outras vezes mãe e filha juntas, de quatro lado a lado, o Flux alternando entre as duas bucetas molhadas.
Uma noite, Shirley quis mais. Colocou Flávia de quatro na cama dela, o cu empinado.
- Hoje ele vai experimentar seu cuzinho também, filha.
Flávia tremeu de medo e tesão.
- Vai doer, mãe?
- No começo sim... mas depois você vai pedir mais.
Shirley lambuzou o cu da garota com bastante saliva e lubrificante, abrindo com os dedos. Flux subiu, o pau vermelho brilhando. A ponta cutucou o cuzinho apertado.
- Aaaahhh... devagar... – Flávia gemeu quando a cabeça entrou.
Centímetro por centímetro, a pica grossa invadiu o cu virgem. A garota gritava de dor e prazer misturados.
- Queima... mas tá bom... mete mais... fode meu cu, Flux!
Shirley masturbava o grelinho da filha enquanto via o pau do cachorro desaparecer no cuzinho dela. Quando o nó entrou, Flávia gozou tão forte que esguichou na cama.
A mãe não aguentou. Se posicionou na frente da filha, abrindo o próprio cu.
- Agora vem em mim também.
Flux, depois de soltar do cu da filha, pulou na mãe. A pica, ainda suja do cuzinho de Flávia, encontrou o cu maduro de Shirley e enfiou fundo.
- Porraaa... que delícia... me arromba o cu, seu cachorro safado!
Os gemidos enchiam o quarto. As duas mulheres gozando uma atrás da outra, corpos suados, bucetas e cus pingando porra.
Depois daquilo, Shirley escreveu em foruna online pedindo conselhos pra outras mulheres que tiveram experiências parecidas. Queria preparar o cu dela direito pra próximas sessões anal com o Flux.
A casa nunca mais foi a mesma. O rottweiler virara o garanhão da família, e as duas mulheres, cadelas loucas por aquela pica enorme.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


266407 - Ajudando a prima a trepar com o dog! - Categoria: Zoofilia - Votos: 0
266404 - Fazia sexo com minha esposa na cachoeira, quando fomos surpreendidos por um de nossos cães! - Categoria: Zoofilia - Votos: 0
266403 - Comida com força bruta pelo cão! - Categoria: Zoofilia - Votos: 0
266400 - Eu sempre fui uma menina insaciável! - Categoria: Zoofilia - Votos: 0
266392 - Ela foi papada pelo dog! - Categoria: Zoofilia - Votos: 0
266391 - Sozinha com o dog! - Categoria: Zoofilia - Votos: 0
266390 - Prazer animal sem limites! - Categoria: Zoofilia - Votos: 0
266309 - Touro gozou fundo nela! - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
266285 - Gravida e insaciável! - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
266284 - Irmãos sozinhos em casa e o cachorro! - Categoria: Zoofilia - Votos: 1
266283 - Amigas na chácara! - Categoria: Zoofilia - Votos: 2
266271 - O que levou a curiosidade dela! - Categoria: Zoofilia - Votos: 1
266270 - Nada normal para uma mulher! - Categoria: Zoofilia - Votos: 0
266269 - Como meu cachorro chupa bem! - Categoria: Zoofilia - Votos: 2
266268 - Mamãe topou trepar com um cachorro! - Categoria: Zoofilia - Votos: 2
266267 - Ninguém me comeria daquele jeito! - Categoria: Zoofilia - Votos: 2
266265 - Fodida sem querer por meu dog! - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
266233 - Boquete proibido no irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 5
266231 - Massagem deliciosa na filha! - Categoria: Incesto - Votos: 4
266230 - O dia que enrabei minha irmã mais velha! - Categoria: Incesto - Votos: 2
266229 - O dia que meu irmão mais novo me enrabou! - Categoria: Incesto - Votos: 4
266228 - Uma foda deliciosa com minha irmã e minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 5
266227 - Acariciando minha irmã dormindo! - Categoria: Incesto - Votos: 3
266226 - Pai pegou filho no flagra comendo a mãe, aproveitou e comeu também! - Categoria: Incesto - Votos: 1
266225 - Mãe evangélica e fogosa! - Categoria: Incesto - Votos: 3
266217 - Meu pai, e que pai! - Categoria: Incesto - Votos: 4
266213 - Tudo em casa: mãe e filho! - Categoria: Incesto - Votos: 2
266205 - O dia que seduzi meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 4
266203 - Nunca iria imaginar, mas curti muito! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 4
266201 - Deixando meu filho cuidar de mim! - Categoria: Incesto - Votos: 7

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Mãe, filha e seu cão comedor!

Codigo do conto:
266401

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
07/07/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0