Era uma quinta-feira qualquer quando tudo mudou na vida de Ana. Ela passeava com o Nick, o pastor alemão enorme e forte que o marido tinha dado de presente, quando viu dois cachorros cruzando na rua. O macho montado na fêmea, metendo com força, o pinto vermelho e inchado entrando e saindo rápido. Ana ficou paralisada, o coração acelerado. À noite, sozinha na cama, a imagem não saía da cabeça dela. Sentiu a buceta latejando só de lembrar. Tocou o grelinho devagar e gozou pensando naquilo, imaginando o que seria sentir algo tão animal dentro dela. Na sexta-feira à tarde o marido viajou a trabalho. A casa ficou silenciosa, só ela e o Nick. Ana estava molhada desde o almoço. Foi pro quintal, chamou o cachorro com a voz rouca: - Nick, vem cá, garoto... Ele veio correndo, abanando o rabo. Ana o levou pro quarto, trancou a porta e sentiu o corpo todo formigar. Sentou na cama e começou a fazer cosquinhas na barriga dele, subindo as mãos devagar. Não demorou, o pinto do Nick começou a sair da bainha, vermelho, brilhando, crescendo rápido. Era grosso, longo, com aquela ponta pontuda. Ana ficou hipnotizada. - Olha só pra isso... que pica enorme você tem, Nick... Ela passou a mão trêmula no pau dele, sentindo o calor, a rigidez. A outra mão desceu pra própria buceta. Estava encharcada, os lábios inchados, o mel escorrendo pela coxa. Tirou o short e a camiseta num segundo, ficou completamente pelada. Pegou uma cadeira, abriu as pernas bem abertas, a buceta exposta, rosada e molhada. Nick se aproximou, farejando. O nariz frio tocou na xana dela e Ana soltou um gemido baixo. - Aiiiiiii, caralho... lambe, Nick, lambe essa buceta... A língua dele era quente, áspera, comprida. Começou a lamber tudo, do cu até o grelinho, bebendo o suco dela com fome. Ana segurou a cabeça dele, empurrando contra si. - Isso, assim... lambe meu grelinho, porra... que delícia... Os gemidos dela enchiam o quarto. A língua entrava na entrada da buceta, lambia o cu, voltava pro clitóris inchado. Ana tremia, as pernas abertas ao máximo, gozando pela primeira vez só com a boca dele. O orgasmo foi forte, ela gritou: - Ahhh, fode... tô gozandoooooooo, Nick! Depois da primeira onda, ela não aguentava mais esperar. Ficou de quatro na cama, a bunda empinada, a buceta pingando. - Vem, Nick... monta em mim. Quero essa pica toda dentro. O cachorro pulou, as patas na cintura dela. O pinto batia contra as coxas, procurando. Ana esticou a mão pra trás, segurou aquela vara quente e guiou pro buraco certo. Quando a ponta entrou, ela soltou um gemido longo. - Uhhh... entra devagar... ai que grosso... Nick empurrou e de repente meteu tudo. A pica dele invadiu fundo, esticando as paredes da buceta dela. Ana sentiu uma dor estranha misturada com prazer absurdo. - Porra... tá me arrombando... mete, Nick, mete tudo! Ele começou a bombear como um animal, rápido, selvagem. O barulho molhado de pica entrando na buceta encharcada ecoava. Ana gemia desesperada, o rosto enterrado no travesseiro. - Aiiiii aiiiii aiiiii... que delícia... fode minha buceta, caralho... mais forte! Os quadris dele batiam contra a bunda dela, as bolas peludas encostando no grelinho. Ana sentia cada veia, cada centímetro daquela pica canina abrindo ela. O prazer subia rápido. Ela gozou de novo, apertando o pau dele por dentro. - Tô gozandooooooo... ahhh, não para, Nick! Ele continuou metendo sem parar, uns vinte minutos de foda intensa. Ana suava, os peitos balançando, a boca aberta soltando gemidos roucos. De repente sentiu o nó inchando, o pau dele travando dentro dela. O jato quente veio forte, leite grosso enchendo a buceta. - Tá gozando dentro... caralho, que quente... me enche toda! O sêmen escorria pela buceta dela, pingando na cama enquanto o nó prendia os dois. Ficaram assim uns minutos, Ana tremendo de prazer. Depois que o nó desinchou, Nick saiu e o creme branco escorreu abundante da xana aberta dela. Ana deitou de lado, ofegante. Mas o cachorro já estava duro de novo, lambendo o próprio pau e depois voltando pra cheirar ela. - Quer mais, né safado? Eu também... Ela sorriu, maliciosa. Virou de novo de quatro, mas dessa vez abriu as nádegas com as mãos, mostrando o cu rosado e enrugado. - Agora vai pro rabinho, Nick. Quero sentir essa pica no meu cu. Cuspiu na mão, passou saliva no cuzinho e no pau dele. Guiou de novo. A ponta pressionou o anel apertado. - Devagar... aiiii que delícia... Ele empurrou e o cu dela cedeu, engolindo centímetro por centímetro. Ana gritou de prazer misturado com dor gostosa. - Uhhhh... tá entrando no meu cu... que pica grande... fode meu rabinho! Nick começou a meter com força, o cu dela esticando ao máximo ao redor da grossura dele. Ana se tocava no grelinho, os dedos voando. - Isso, mete no cu da mamãe... arromba meu rabinho, Nick... aiiiiiii aiiiiii aiiiiiii! Os gemidos dela eram desesperados, quase uivos. O pau entrava e saía, fazendo barulho molhado, o cu dela piscando a cada estocada. O prazer era diferente, mais profundo, animal. Ela gozou de novo, o corpo inteiro convulsionando. - Tô gozando pelo cuuuu... porra, que gostoso! Nick acelerou, as patas apertando a cintura dela. O nó inchou dentro do cu, travando tudo. Outro jorro quente encheu o intestino dela. Ana sentiu o leite escorrendo quando ele saiu, misturado com saliva e sucos. Os dois descansaram um pouco, mas o desejo não acabava. Ana ficou chupando o pau dele, lambendo o gosto misturado da própria buceta e cu, enquanto ele lambia ela de novo. Foderam mais duas vezes naquela tarde – uma na buceta, outra no cu – até o sol se pôr. Ana perdeu a conta de quantos orgasmos teve. A cama estava destruída, molhada de porra e mel. Quando o marido ligou à noite, ela atendeu com a voz ainda rouca: - Tudo bem por aqui, amor. Nick tá me fazendo companhia... ele é bem carinhoso. Desligou o telefone e sorriu pro cachorro deitado ao lado, o pau ainda meio duro. - Amanhã a gente continua, né, safado?
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