Pepeu nunca brocha!

Era uma quinta-feira que parecia amaldiçoada desde o começo. O marido tinha brochado feio na noite anterior, deixando ela com aquela frustração latejando entre as pernas, uma buceta inchada de desejo sem alívio. Chegou no trabalho já com os nervos à flor da pele, o corpo todo tenso. A mesa não estava como ela gostava – papéis espalhados, canetas fora do lugar. Parecia que o universo conspirava para foder com o dia dela.
De repente, a secretária toca: reunião inesperada. Sem estar no cronograma. Ela respirou fundo, sentindo o estresse subir como uma onda quente. Na sala de reunião, um cara novo, alto, voz grave e gentil, sentou ao lado dela. Durante o café, ele deu umas coordenadas precisas, explicando os pontos com calma. Aos poucos, ela foi relaxando. O corpo, ainda carente, respondia ao timbre dele, mas nada aconteceu. Era só profissionalismo.
A pauta era algo que estava marcado para dois meses depois, mas os investidores europeus, com aquela valorização do euro e o momento econômico apertado, anteciparam tudo. A reunião começou às nove e só terminou lá pelas cinco da tarde. No final, brinde rápido com os investidores, risadas forçadas, alívio no ar. Ela ligou para casa, deixou recado na secretária eletrônica: “Vou chegar mais tarde, amor. Rolou uma reunião pesada.”
O salvador do dia, o cara gentil, convidou para o happy hour. Ela aceitou. Tinha banheiro privativo e um pequeno guarda-roupa na sala – sempre preparada para emergências. Trocaram de roupa, saíram com o grupo para mostrar as belezas do Rio aos investidores. Do Galeão, um pulo rápido de jato até São Paulo. Mais bebida, risadas, conversas que iam ficando mais soltas. A noite terminou sem sexo nenhum. Ele, sabendo que ela era casada, foi respeitoso o tempo todo. Voltaram juntos para o Rio.
No carro dele, colocou um CD. Música boa, ritmo suave. O trajeto inteiro foi assim, com a cidade passando pelas janelas. Na porta da casa dela, ela pediu o CD emprestado:
- Quero tirar uma cópia pra mim, tá? Adorei as músicas.
Ele sorriu, entregou sem problema. Ela entrou, colocou o disco no PC para copiar. Mas quando abriu... não era música. Era uma coleção pesada de vídeos. Animais transando com mulheres. Macacos fodendo negras na África, suínos na Escócia, jumentos enormes no Marrocos. Mas o que realmente pegou ela foi a seção de cachorros com mulheres. Bucetas sendo arrombadas por picas caninas vermelhas, grossas, com nós inchados. Gozadas escorrendo, mulheres gemendo como cadelas no cio.
Aquilo acendeu um comichão forte no meio das pernas dela. A buceta pulsou, molhando a calcinha na hora. Ficou assistindo um vídeo atrás do outro, dedos tremendo no mouse. Viu bucetas rosadas sendo esticadas, grelinhos inchados roçando em pelos, cus piscando enquanto as picas entravam fundo. Fechou os arquivos antes que o dia raiasse, mas o fogo já estava aceso.
Acordou lá pelas treze horas, o corpo lascivo, buceta latejando. Foi pro banho nua, água quente escorrendo pelos mamilos duros. O telefone tocou. Era ele, o salvador, se desculpando pela troca de CDs.
- Ei, desculpa pela confusão. Percebi que troquei. Pode me devolver mais tarde na empresa?
Ela mentiu com voz rouca:
- Ainda não vi nada, acabei de acordar. Depois levo pra você.
Desligou e o tesão voltou mais forte. Tinha um labrador em casa, o Pepeu, forte, 80 quilos de músculo e pelo dourado. Colocou o CD de novo, assistiu mais uma cena de cachorro arrombando uma mulher. A buceta dela pingava. Nua, chamou baixinho:
- Vem, Pepeu... vem cá, garoto.
O cachorro se aproximou curioso. Na primeira vez, ele não entendeu nada. Ela se ajoelhou, mameu na varinha dele. O pau canino começou a sair da bainha, vermelho, brilhante, com aquele cheiro forte de animal. Ele esguichava um líquido claro na boca dela. Ela pensou que era gozo, engoliu, chupou mais forte, língua girando no nó inchado.
- Isso, Pepeu... fica durinho pra mim...
Virou de frente, apoiada em uma mão, puxou ele pra cima dela. Direcionou a pica quente pra entrada da buceta molhada. Entrou um pouquinho, esticando os lábios. Forçou mais. De repente, o cachorro acordou pro instinto. Enfiou de uma estocada só o caralho canino inteiro, fundo pra caralho.
- Aaaahhh! Porra... que grossa! – ela gemeu desesperada, voz falhando.
O peso de 80 quilos caiu sobre ela. Os braços não aguentavam. Os dentes dele rangeram perto do rosto, como se dissesse: você pediu, cadela, agora aguenta. Ele começou a cutucar, enfiando e tirando com força bruta. A buceta dela fazia barulhos molhados, schlick-schlick, toda arrombada.
Ela rastejou de costas até o puff da sala, ajeitou ele nas costas e relaxou o corpo. Mas relaxar foi uma ova. Os bagos grossos entraram também, esticando tudo. Sentiu-se rasgada ao meio. Pepeu estava irreconhecível – selvagem, fodendo a buceta dela como um animal no cio. A cada movimento dela, ele rosnava, ameaçando morder.
- Aiiiii, meu Deus... Pepeu... devagar... aaaahhh! – gemia ela, mas a buceta traía, apertando mais forte em volta daquele mastro monstruoso, quente, pulsando.
Quanto mais apavorada ficava, mais molhada e apertada a buceta ficava. O sinete do interfone tocou. O cachorro latiu furioso dentro dela, o nó inchado travando tudo. Ele engatado, arrastou ela pelo chão até perto da porta, pica ainda enterrada até o fundo da alma. Ela não conseguia gemer alto, mordia o lábio pra não denunciar.
- Quieto, Pepeu... por favor... – sussurrou, voz tremendo de prazer e medo.
Mais um toque no interfone. O cachorro latiu alto, a vibração do latido reverberando direto no caralho dentro dela. A buceta contraiu violentamente. Ele voltou a foder mais frenético, estocadas curtas e brutais, como se quisesse gozar logo pra ir atrás do intruso.
- Haaaaaaa! Tá tão fundo... me arromba, seu cachorro safado! – ela gemeu baixinho, lágrimas de prazer escorrendo.
Sentiu o pau inchar ainda mais, o nó travando tudo. Uma cascata quente de porra canina jorrou lá dentro, enchendo a buceta, escorrendo pelas coxas. Ele deu um salto, tirou tudo com um plop molhado, e foi latir pra fora. Ela ficou no chão, em frangalhos, buceta aberta, vermelha, gozo grosso pingando no piso. Satisfeita como nunca.
Tomou um banho demorado, pernas tremendo. Não foi trabalhar. Pegou o CD, fez cópia, entregou pro boy levar pro cara. Hoje, quando o maridão falha, ela vai pro canil. Pepeu nunca brocha. Ele aprendeu direitinho a foder aquela buceta gulosa.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Pepeu nunca brocha!

Codigo do conto:
266692

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
09/07/2026

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