A loira de 23 anos, 1,71 de altura, 61 quilos bem distribuídos, coxas grossas de 54 cm, quadril de 94 e aquele bubum durinho, arrebitado, que parecia feito pra chamar atenção. Olhos castanhos que derretiam qualquer um, rosto que lembrava a Sharon Stone na época boa. Todo mundo na faculdade e na rua queria foder ela. Mas ela tinha terminado com o namorado há poucos dias e a carência tava comendo por dentro. Os pais, com medo da violência na região, trouxeram o Hunter do sítio. Um pastor alemão capa preta, enorme, musculoso, dócil com a família mas que impunha respeito só com o tamanho. Pelos pretos brilhantes, focinho úmido, corpo que parecia um cavalo pequeno. Aquele dia o calor tava insuportável. Ela chegou da faculdade aborrecida, casa vazia. Almoçou qualquer coisa e resolveu dar banho no Hunter pra passar o tempo. Vestiu uma bermuda velha jeans surrada que mal cobria a metade das coxas e uma camiseta fina branca sem sutiã, os bicos dos peitos já marcando de leve com o suor. Desceu pro quintal. O cachorro fez festa, pulando, abanando o rabo forte, latindo feliz. Achou que era passeio. - Calma, Hunter... hoje é banho, grandão. Colocou a coleira, amarrou ele num poste baixo. Ligou a mangueira. Água fria jorrando no pelo preto. O bicho se encolheu todo, tremendo, mas ela ria baixinho, passando a mão pra ensaboar. Shampoo de coco, espuma branca escorrendo pelos músculos das patas, pela barriga, pelo peito largo. Depois de meia hora esfregando, enxaguando, secando com toalhas velhas, o Hunter ficou brilhando, cheirando limpo. Ela sentou no chão ao lado dele pra fazer carinho. Mão na cabeça, atrás das orelhas, descendo pra barriga macia. Foi aí que viu: a ponta rosada do pinto do cachorro já saindo um pouquinho da bainha. Curiosidade tomou conta. A loira olhou pros lados – casa vazia. Ninguém. Mão tremendo um pouco, encostou os dedos na ponta quente. O pau do Hunter respondeu na hora, inchando rápido, saindo mais, ficando grosso, vermelho, com veias saltadas. Era bem maior que o do ex-namorado. Longo, pontudo na ponta, com aquele nó inchado na base. - Caralho... olha o tamanho disso... Ela não aguentou. Fechou a mão em volta, sentindo o calor latejante, a pele macia por cima da rigidez. Começou a masturbar devagar, subindo e descendo. O cachorro ficou quieto no começo, depois começou a empurrar o quadril, fodendo a mão dela. Gemidos baixos de cachorro misturados com a respiração dela acelerando. Não demorou. O Hunter gozou forte, jatos grossos de porra quente espirrando na mão dela, no braço, no chão. Porra clara, abundante, cheiro forte de animal. Ela subiu correndo pro banheiro, calcinha encharcada. Tirou tudo, sentou na beira da banheira e enfiou dois dedos na buceta molhada, esfregando o grelinho inchado enquanto pensava naquele pau enorme. - Aiiiii, porra... que tesão do caralho... Hunter... seu pau é tão grande... Gozo veio violento, pernas tremendo, buceta apertando os dedos. No dia seguinte na faculdade só pensava naquilo. Calcinha molhada o tempo todo, mancha na calça jeans. Voltou correndo pra casa. Empregada ainda lá. Tomou banho demorado, se masturbando de novo pensando no cachorro. Ajudou a empregada pra ela ir embora logo. - Nossa, menina, o que aconteceu hoje que você tá ajudando? - perguntou a mulher rindo. - Nada não... só tô sem nada pra fazer. Assim que a porta fechou, ela subiu, vestiu uma mini saia velha curtíssima, sem nada por baixo no começo, mas lembrou da calcinha suja do dia anterior. Pegou do cesto, ainda com cheiro forte de buceta e porra seca. Vestiu. Só de sentir o tecido molhado encostando na bucetinha lisinha já ficou pingando de novo. Desceu. Hunter viu ela e ficou eufórico, rabo abanando, pulando. Levou ele pra lavanderia. Sentou na cadeira velha de madeira. O cachorro enfiou o focinho gelado direto entre as coxas grossas, cheirando forte a calcinha encharcada. - Isso, Hunter... cheira a bucetinha da sua dona... tá sentindo o cheiro de puta que eu tô? Língua áspera, quente, comprida passou por cima do tecido. Lambendo forte, pressionando. Ela abriu as pernas mais, gemendo baixo. - Ahhh... caralho... que língua gostosa... lambe mais, vai... O cachorro empurrava a calcinha pro lado com o focinho, querendo o mel direto. Ela puxou a calcinha pro lado, expondo a buceta inchada, rosada, melada. Língua entrou fundo, lambendo o interior, subindo pro grelinho, sugando o clitóris. Ela segurou a cabeça dele, quadril rebolando. - Isso... come minha buceta com essa língua... aiiiii meu Deus... tô gozandoooooooo... AAAHHH! Orgasmo forte, mel escorrendo na língua do cachorro. Ele lambeu tudo, louco. Ela levantou, tirou só a mini saia, ficou nua da cintura pra baixo. De quatro no chão frio da lavanderia, empinando o bubum arrebitado, como uma cadela no cio. Hunter lambeu tudo de novo, de trás, língua passando na buceta e subindo pro cuzinho apertado. - Lambe meu cu também, vaaaai... que delícia... Ele montou. Patas da frente no chão ao lado dela, corpo pesado em cima. Pica enorme cutucando entre as coxas, procurando o buraco. Ela tava louca de tesão mas com medo ainda. Deixou ele esfregar a ponta quente entre as pernas, fechando e abrindo as coxas, masturbando ele com a carne macia. O cachorro bombeava rápido, instintivo. De repente jatos quentes de porra espirraram na buceta e na calcinha ainda meio puxada pro lado. Ensopou tudo. Ela levantou correndo pro banheiro, com medo de engravidar ou sei lá. Lavou tudo, mas a buceta latejava pedindo mais. Não aguentou. Procurou no cesto outra calcinha suja. Achou uma da mãe, velha, com manchas de xixi secas e cheiro forte. Vestiu na hora. Desceu de novo. Hunter já de pau duro vendo ela. Direto pra lavanderia. Sentou. Focinho no meio das pernas, cheirando a calcinha da mãe. - Cheira, Hunter... é da minha mãe mas tem cheiro de buceta... lambe. Língua atacou de novo. Ela gozou rápido, gemendo alto. - Aaaaiii... porra... tô gozando de novo... De quatro outra vez, só com a mini saia levantada. O cachorro mordeu a calcinha, puxando, rasgando um pouco. Montou forte. Ponta do pau cutucando, pressionando. Num movimento, o tecido rasgou de vez e a ponta grossa entrou na bucetinha melada. - AAAHHH! Porra... tá entrando... Hunter... seu pau tá me abrindo... Ela tentou sair mas o peso dele era demais. Ele empurrou com força bruta. O pau enorme deslizou até o talo, batendo no útero. Inchando dentro, enchendo ela completamente. - Caralhooo... tá tão fundo... me fode, Hunter... me fode como uma cadela... O cachorro metia rápido, forte, selvagem. Patas arranhando os lados, quadril batendo no bubum arrebitado. Barulho molhado de buceta sendo arrombada ecoando na lavanderia. Ela gemia desesperada, voz rouca. - Isso... mete essa pica grossa toda... me enche... ai meu deus... tô sendo comida pelo cachorro... que delícia safada... O nó inchou, travando dentro. Jatos quentes de porra queimando as entranhas, inundando a buceta, transbordando. - Aaaahhh! Tá gozando dentro... sinto os jatos... tá enchendo meu útero... porraaa! Ficaram engatados. Ela tentou puxar, doeu. O cachorro rosnou baixo. - Calma, Hunter... relaxa... sou sua cadela agora... Ficaram uns trinta minutos grudados, ela sentindo o pau pulsar, mais porra vazando. Quando o nó desinchou, saiu um rio de esperma misturado com mel dela escorrendo pelas coxas grossas. Ela correu pro banho, lavou tudo, fez ducha vaginal. Nada aconteceu de ruim. A partir daí virou viciada. Dias depois repetia sempre que podia. Vestia calcinhas sujas, ficava de quatro, deixava ele lamber buceta e cu, depois enfiava aquela pica monstruosa até o fundo, gemendo como puta no cio. - Me fode, Hunter... arromba essa bucetinha da sua dona... quero seu nó travado todo dia... A intensidade só crescia. Ela experimentava posições novas: de lado, sentada no colo dele rebolando, até tentando no cu uma vez, mas doeu demais e voltou pra buceta gulosa. O cheiro de sexo animal tomava a lavanderia. Porra seca no chão, calcinhas destruídas. E a história não parou aí, porque a mãe encontrou a calcinha rasgada e suja de porra de cachorro... Mas isso é pra outra parte, se quiser continuação.
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