Morávamos eu, Karinee, com 18 anos recém-completados, minha mãe e o Ivan, meu padrasto, numa casa grande em estilo sobrado. O quintal era enorme, cercado por muros altos pra caralho, mais de três metros e meio, porque o Ivan era doido por privacidade. No fundo tinha um canil espaçoso onde ele criava o Tigre, um Dobermann preto lindo, forte, reprodutor de primeira linha. As pessoas traziam cadelas no cio pra cruzar com ele quase toda semana. Minha janela do quarto no primeiro andar ficava bem em cima do canil, uma visão privilegiada pra foder a cabeça de qualquer uma. Eu adorava espionar. Quando o Tigre montava, eu ficava hipnotizada. Ele cheirava a xana da cadela, lambia tudo com aquela língua grossa e áspera, depois subia rápido. O pau dele era uma tora vermelha, grossa pra porra – uns 5,5 cm de diâmetro e quase 18 cm de comprimento, com aquele nó enorme na base que inchava feito uma bola. Ele dava umas estocadas brutas, enfiava tudo, e os dois ficavam travados, bunda com bunda, por uns vinte minutos. Eu me masturbava loucamente ali mesmo, enfiando o vibrador no meu cu já arrombado pelo Ivan, uma mão na buceta molhada e a outra apertando os peitos. Gozava pra caralho imaginando aquela rola animal me rasgando. Aquele dia minha mãe tinha saído com o Ivan pra resolver umas coisas. Eu voltei do cursinho mais cedo e ninguém sabia. A Cleusa, nossa empregada de anos, achou que tava sozinha em casa. Eu tava no quarto quando vi ela se aproximando do canil. Levantou a saia até a cintura, mostrando aquele bum-bum arrebitado, redondo, com um fio dental preto enfiado no rego. Uma mão já descia pra esfregar a buceta por cima da calcinha, a outra entrava por baixo da camiseta apertada, apertando os peitos grandes e escuros. O Tigre tava com uma cadela no cio dentro do cercado. A cadela não queria dar, fugia das investidas. Cleusa, toda safada, entrou no canil pra ajudar. Segurou a cadela pela coleira com uma mão e com a outra tentou guiar aquela pica vermelha pro buraco. Mas a cadela escapava. O Tigre, doido de tesão, viu a Cleusa agachada e montou nela de repente. Ela tentou engatinhar pra sair, mas o cachorro era pesado e forte. Eu via o cacete dele sumindo entre as coxas grossas dela. -Porra, Tigre... espera... ahhh! Ela tirou o fio dental rapidinho, levantou a saia toda pras costas pra não levar arranhão e ficou de quatro, bunda arreganhada, batendo na própria nádega. -Vem, Tigre! Vem, porra! Vem foder essa buceta! O cachorro montou, bombando descontrolado. Não acertava de primeira. Cleusa enfiou a mão por baixo, pegou aquela rola quente e guiou a ponta pro meio dos lábios inchados dela. Quando o Tigre sentiu o calor molhado da xana, deu uma estocada violenta. -Aaaaiiiiihh! Caralhooo! Que grossa! Ele meteu fundo, rápido, selvagem. O nó entrou esticando tudo. Cleusa gemia desesperada, babando, enquanto ele parava em cima dela, babando nas costas. Depois virou, e ficaram travados, bunda com bunda, o pau pulsando dentro dela enchendo de porra quente. Eu tava com a buceta pingando, sem calcinha, só de saia curta e camiseta. Desci correndo as escadas, entrei no canil sem fazer barulho. Os dois ainda trelados. Cleusa me viu e ficou branca. -Karinee! Pelo amor de Deus, não conta pra ninguém... eu... -Calma, Cleusa. Vai ser nosso segredo... – eu ri baixinho, o tesão queimando. – Na verdade... eu quero participar também. Levantei minha saia, fiquei de quatro bem do lado deles, empinei aquela bunda nova e redonda pro Tigre. Ele ainda preso na Cleusa, mas já começava a endurecer de novo. Cheirou minha xana virgem e meu cuzinho, e passou aquela língua áspera do grelinho até o rego. -Aaaahhh... que delícia... lambe, Tigre... lambe essa bucetinha molhada... A língua dele era grossa, quente, raspava nos meus lábios carnudos, sugava meu mel que escorria. Gozei na hora, tremendo, jorrando na cara dele. Ele lambia tudo como se fosse leite. Enquanto isso, o pau dele inchava de novo dentro da Cleusa, ele tentava sair, puxando ela. -Para, Karinee! Fica quieta! Ele tá me rasgando aqui dentro... aaaaiii... por favor... Eu, safada, comecei a engatinhar devagar. O Tigre me seguia pra continuar lambendo, arrastando a Cleusa junto. -Aiiiiiii, caralho! Tá me esticando toda! – Cleusa gemia alto, dor misturada com tesão. De repente, ssssplooft! O pau saiu dela com um barulho molhado, jorrando porra e suco de buceta. O Tigre veio doido pra cima de mim. Senti aquela rola quente, molhada, babando nas minhas coxas, tentando acertar. Eu ainda era virgem na buceta, não queria arriscar. Virei mais a bunda. -Cleusa, me ajuda! Guiar ele pro meu cuzinho... eu quero essa tora me arrombar! - Menina, você não vai aguentar... é muito grosso, olha o tamanho desse nó... -Eu aguento sim. Já senti rola grande antes. Enfia logo! Cleusa, ainda de quatro, pegou o pau do Tigre todo melado com a porra dela, lubrificou meu anelzinho apertado com aquele creme quente. Segurou a ponta vermelha e encostou. O Tigre sentiu o calor e bombou frenético. A ponta entrou, esticando meu cuzinho. -Aaaahhh! Devagar... tá abrindo demais! Ele metia com força animal, as pregas do meu cu sendo empurradas pra dentro. Dor e prazer misturados. Cleusa segurava o nó pra não entrar de uma vez. -Tá quase, Karinee... relaxa esse cu... isso... toma essa pica de cachorro! Com uma estocada bruta, o Tigre rompeu a mão dela e enfiou o nó inteiro. -Aaaaaiiiiihhhhh! Me rasgouuu! Aiii, caralhooo! Tá doendo pra porra! Senti meu cu queimando, esticado ao limite. Sangue misturado com porra escorrendo pelas coxas. O Tigre parou em cima de mim, babando, o pau pulsando fundo, jorrando porra quente direto no meu intestino. -Tá sangrando, Karinee... meu Deus, ele te estourou... -Tá acabando a dor... agora só prazer... sinto ele gozando dentro... quanta porra, porra! Encheu meu cu todo! Ficamos travados, bunda com bunda. A cadela se aproximou, ciumenta, e começou a lamber minha bunda, o pau saindo devagar, o cu piscando aberto, porra escorrendo. O Tigre puxava, me arrastando pelo canil porque era mais pesado. Quando saiu, plop molhado, fiquei de quatro, os dois cachorros me lambendo o cu arrombado, o sangue e a porra misturados. Cleusa me ajudou a levantar. Subimos pro meu quarto, fomos pro banheiro. Tomamos banho juntas, o corpo dela colado no meu, mãos ensaboando as partes doloridas e ainda latejando. -Eu já fiz isso outras vezes com ele... – ela confessou rindo, passando o dedo no meu cu ainda aberto. – Mas nunca vi ninguém tomar tão fundo assim. Rimos muito, beijamos, esfregamos as bucetas uma na outra de leve. A partir daquele dia viramos cúmplices de verdade. Sempre que a casa ficava vazia, descíamos pro canil. Eu aprendia a segurar as cadelas, ela me ensinava posições, e o Tigre virava nosso macho particular. Uma tarde, depois de mais uma sessão pesada, eu tava de quatro de novo, cu já acostumado mas ainda apertado. Cleusa segurava o Tigre enquanto ele lambia meu grelinho inchado. - Lambe, Tigre... chupa essa xana virgem... aaaahhh! Ele subiu, eu empinei mais. -Agora enfia na buceta, Cleusa... hoje eu quero sentir na frente também. -Tem certeza? Ele é bruto... -Quero. Arromba minha bucetinha hoje. Ela guiou. O pau entrou devagar no começo, depois estocadas fundas, o nó batendo na entrada. - Aaaaiii! Tá me abrindo toda! Mais fundo, Tigre! Me fode como cadela! Ele metia selvagem, bolas batendo, o nó forçando pra entrar. Cleusa chupava meus peitos, mordia os bicos. Eu gozava sem parar, squirt escorrendo. - Tô gozandooo! Aaaahhh! Enfia esse nó! Quero ficar travada! Quando o nó passou, explodi em prazer animal. Ficamos presas por quase meia hora, ele jorrando mais porra quente na minha buceta. Cleusa se masturbava olhando, gozando junto. Depois, no banho, conversávamos baixinho. - Ninguém nunca pode saber disso, Karinee. - Segredo nosso. E sempre que eu quiser mais... a gente desce. A partir daí, o quintal virou nosso puteiro particular. O Tigre, o pau vermelho inchado, o cu e a buceta arrombados, os gemidos ecoando baixo entre os muros altos. Eu me sentia viva, safada, completamente entregue ao tesão mais animal que já senti.
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