Eu, Michelle, 27 anos, 1,78 de altura, pele clara que ficava ainda mais gostosa sob o sol, cabelos pretos longos até a metade das costas, olhos verdes que brilhavam quando o tesão batia. Bucetinha bem aparadinha, daqueles lábios carnudos que pediam pra ser chupados, e uma bunda fenomenal, redonda, empinada, que fazia qualquer um virar a cabeça. Eu sou lésbica, mas caralho, teve aqueles dois momentos de zoofilia que até hoje me deixam molhada só de lembrar. Vou contar um deles com todos os detalhes, sem filtro nenhum.
Naquela época eu tava no fundo do poço. Sem emprego, dinheiro contando cada centavo pro aluguel do apartamento, e o pior: fazia um tempão que não rolava uma boa noitada de sexo com mulher. Eu sou fogosa pra caralho, insaciável quando o clima pega. Siricas, vídeos pornô, nada mais dava conta. Minha buceta vivia latejando, pedindo uma pica grossa ou uma língua habilidosa enfiada fundo. As preocupações tomavam conta, mas o corpo não perdoava.
Até que uma amiga me chamou pra casa dela. Fazia tempo que a gente não se via, precisava botar o papo em dia. Cheguei lá super bem recebida. O Lord, o pastor alemão dela, grandão, bonito, pelagem brilhante, fez a maior festa quando me viu. Pulava, latia alegre, lambia minhas pernas. Entramos, sentamos no quintal pra tomar sol e uma laranjada gelada. Conversa ia, conversa vinha, quando o telefone dela tocou. Era uma colega em crise, tinha terminado o noivado, casa nova, móveis, tudo pronto e agora o caos. Minha amiga ficou aflita.
- Michelle, vou ter que sair rapidinho. Fica aqui, tá? Não demoro mais de uma hora. Só fica de olho no Lord, dei banho nele hoje cedo e se deixar sozinho ele vai se sujar todo de novo.
Eu concordei. Melhor esperar do que ir embora e perder o papo. Ela saiu, fiquei sozinha com o cachorro no quintal. Sentei na cadeira, chamei ele.
- Vem cá, Lord. Vem brincar comigo.
Fiz carinho na cabeça dele, cocei atrás das orelhas. Ele adorava. Mas o calor tava insuportável, sol batendo forte. Ele começou a querer se rolar no chão. Tive que correr atrás, puxando ele pra não sujar. De repente ele pulou em mim, se apoiou com as patas e me derrubou sentada no piso do quintal. Eu caí rindo.
- Ai seu safado! Quase me derruba de vez.
Mas parei de rir quando senti ele se ajeitando na minha perna, começando a bombar. Aquela pica dele já saindo um pouco da bainha. Puxei a perna rápido e repreendi.
- Ei, para com isso! Não faz isso não.
Ele se abaixou todo tristinho, deitou de lado. O calor tava foda. Eu suava, blusa colada no corpo, shortinho de lycra marcando minha bunda. Foi aí que vi: parte do pau dele pra fora. Vermelho, pontudo, brilhando. Meu Deus, fazia tanto tempo que eu não sentia nada me preenchendo. Lembrei dos contos de zoofilia que lia escondido, dos vídeos que assistia às vezes. Aquilo sempre me excitava de um jeito estranho, proibido. Minha bucetinha começou a latejar, calcinha molhando rapidinho. O tesão foi mais forte que qualquer vergonha.
Chamei ele de novo, baixinho.
- Vem cá, vem. Deixa eu te fazer carinho.
Ele se aproximou, sentou. Eu me abaixei, olhei ao redor pra ter certeza que ninguém via, e estiquei a mão. Toquei aquela vara quente. Comecei a punhetar devagar. A pica dele foi saindo toda, enorme, vermelha, latejando. Nunca tinha visto algo assim tão de perto. Grossa na base, com aquela bola inchando. Jatinhos de gozo começaram a sair, espirrando no meu braço, quente e pegajoso.
- Caralho... olha o tamanho disso.
Parei, tirei meu shortinho de lycra e desviei a calcinha pro lado. Minha bucetinha inchada, melada, grelinho duro. Apontei pra ele.
- Lambe aqui, Lord. Lambe minha buceta.
Ele não pensou duas vezes. Aquela língua grande, áspera, quente, passou direto no meu clitóris. Eu me contorci toda no chão, pernas abrindo.
- Ahhh... porra... que delícia...
Ele lambia com vontade, enfiando a língua entre meus lábios, sugando o mel que escorria. Eu esfregava minha buceta na cara dele, quadril rebolando desesperada. Uma mão apertava meus peitos por cima da blusa, beliscando o bico. Gozei pela primeira vez rapidinho, gemendo baixo.
- Isso... continua... ahh fode... lambe meu grelinho...
Gozei de novo, pernas tremendo. Ele parou de lamber e voltou a bombar na minha perna. Eu não tava satisfeita. Queria mais. Queria aquela pica toda dentro de mim.
Fiquei de quatro, empinei minha bunda fenomenal, balancei devagar.
- Vem, safado. Monta em mim.
Ele pulou em cima, patas nas minhas costas, pica roçando minha coxa, procurando o buraco. Eu tive que guiar com a mão. Segurei a base, evitando aquela bola enorme pra não ficar engatada de vez. Apontou pra minha buceta molhada.
- Enfia... vaaaai...
De uma estocada só ele meteu. Meu Deus, que sensação. Aquela vara vermelha entrando fundo, quente, pulsando.
- Aaaahhh... caralho... tá entrando toda...
Comecei a balançar minha bunda pra trás, encontrando as bombadas dele. O Lord ficou doido, metendo com força, babando na minha blusa. Eu gemia sem parar.
- Isso... me fode... mete essa pica grossa na minha buceta... ahh... ahhh...
Ele tentava engatar a todo custo, a bola batendo na entrada. Eu segurava, mas o prazer tava me deixando louca. Orgasmo atrás de orgasmo, minha buceta apertando em volta dele. Num momento de descuido, ele meteu tudo, a bola entrou.
- Nããão... porra... engatou... ahhh fode...
Fiquei desesperada por um segundo, mas o tesão venceu. Ele bombava descontrolado, colado bunda com bunda, estocando violento. A pica inchando dentro de mim, me esticando toda. Doía, mas era uma dor gostosa pra caralho.
- Aiiiiiiii... tá me estourando... mas continua... me enche de porra...
Ele babava, latia baixo, metendo sem parar. Eu sentia cada jato quente explodindo lá dentro, me enchendo. Minha buceta pulsava, gozando sem parar. Ficamos engatados uns 35 minutos. Ele tentava descer, mas a bola prendia. A vara pulsava, inchada, me mantendo cheia de porra quente.
- Que delícia... sinto você pulsando dentro... me fode mais...
Ele descansou um pouco, depois subiu de novo, bombando mais devagar. Eu rebolava como podia, apertando ele.
- Isso... goza mais... enche minha bucetinha...
Quando finalmente a pica murchou, ele saiu com um barulho molhado, ploc, e um monte de porra escorreu da minha buceta pro chão. Fiquei largada ali, pernas tremendo, satisfeita como não ficava há meses. Deflorada, mas feliz pra caralho. O Lord lambeu toda a gozada do chão.
Levantei correndo, me limpei com o que tinha, limpei o chão. Justo na hora que minha amiga chegou. Ela não desconfiou de nada.
- Nossa, o Lord tá esgotado, dormindo pesado.
- É, brincamos bastante - respondi, ainda sentindo a buceta latejando.
Depois desse dia, toda vez que eu ia lá ele me recebia com festa, farejando minha bunda, querendo repetir. Teve uma segunda vez, mas não foi tão perfeito. O risco era grande, mas aquele primeiro encontro... caralho, ainda sonho com aquela pica vermelha me estocando!
Eu me lembro de cada sensação como se fosse hoje. O cheiro do quintal, sol quente na pele, suor escorrendo entre meus seios. Quando ele lambia, a língua áspera raspava meu grelinho inchado, fazendo eu arquear as costas e gemer rouca.
- Aiiiii meu Deus... lambe mais fundo... enfia essa língua na minha buceta...
Eu gozei tanto que o mel escorria pelas coxas. Depois, quando ele montou, o peso dele nas minhas costas, as unhas arranhando de leve, o calor do corpo peludo. A pica entrando devagar no começo, depois com força bruta. Cada estocada fazia meus peitos balançarem, bunda tremendo com o impacto.
- Mete... mete forte... me arromba essa buceta... aaaahhh...
O nó inchando, pressionando minhas paredes internas, me fazendo sentir cheia como nunca. A dor misturada com prazer insano. Eu mordia o lábio pra não gritar alto demais. Porra escorrendo, barulhos molhados de tanto gozo. O jeito que ele babava no meu pescoço, ofegante. Eu rebolando desesperada, apertando ele com a buceta.
- Isso... goza dentro... me enche toda... quero sentir cada jato...
Minutos longos engatada, pulsando, latejando. Meu corpo tremendo em orgasmos múltiplos, visão embaçada. Quando saiu, o rio de porra quente saindo, escorrendo na minha perna, pingando. Eu me sentindo usada, suja, mas completamente saciada. Limpei tudo com pressa, coração disparado, mas com um sorrisinho no rosto.
A segunda vez foi mais arriscada. Ele tava mais agitado, quase me derrubou de novo. Tive que segurar mais firme, guiar melhor. Mas o prazer foi o mesmo, talvez até mais intenso porque eu já sabia o que esperar. A pica entrando, o nó prendendo, as estocadas violentas me fazendo gemer como uma cadela no cio.
- Fode... fode sua puta... me usa...
Eu tava viciada naquele tesão proibido. Mesmo sendo lésbica, aquele cachorro grandão me deu o que nenhuma mulher tinha dado naqueles meses. A intensidade animal, sem pudor, só instinto puro.
O conto continua com mais camadas: as lembranças que voltavam enquanto eu me limpava, o medo misturado com excitação quando ouvia o carro da amiga chegando, o jeito que minha buceta ficou inchada o resto do dia, latejando a cada passo. Cada detalhe sensorial - o gosto salgado do suor, o cheiro de sexo no ar, o calor da porra escorrendo, os gemidos que eu segurava virando suspiros desesperados.
- Ahhh... Lord... você me fodeu tão bem...
E ele, todo satisfeito depois, lambendo as patas, me olhando com aqueles olhos que pareciam saber exatamente o que tinha rolado. Toda vez que ele me via depois, o rabo balançando, farejando entre minhas pernas, me lembrando do segredo sujo que a gente compartilhava.
Foi intenso, cru, animalesco. E mesmo com o risco, foi uma das trepadas mais memoráveis da minha vida. Sem filtro, sem limites, só desejo puro e uma buceta faminta sendo bem servida por aquela pica vermelha e quente.