Viúva a um tempo, não resisti a rola de meu cão!



Eu me chamo Pietra, tenho trinta e poucos anos e vivo num vazio que pouca gente entende. A maioria das mulheres da minha idade já tem filhos correndo pela casa, mas eu não. Meu marido morreu num acidente de trânsito horrível, daqueles que levam tudo embora num segundo. Desde então, fiquei viúva e o corpo reclamando. Quem não tem homem fode com cão, né? E eu, que sempre fui bem caliente, sentia aquela fome crescendo dia após dia.
Sexo pra mim é simples: não precisa de pau gigante ou grosso como um braço. Basta ser suculento, latejante, e o dono saber como enfiar fundo na minha xana, remexer, bater no fundo até eu tremer. Com meu marido a vida sexual nunca foi das melhores, mas eu dava um jeito. Às vezes escapava no shopping, conhecia algum cara, deixava ele me comer rapidinho no banheiro ou no carro. Sempre com camisinha, claro. Medo de doença, de Aids, de tudo. Mas depois da morte dele, até isso parou. Caí num desinteresse total por gente. Já experimentei mulher, mas nada batia. Meu negócio mesmo era pênis, pica dura, latejante, enchendo minha buceta gulosa.
Aquele sábado ensolarado mudou tudo. Calor infernal, casa vazia. A empregada tinha pedido dispensa e saído logo depois do almoço. Eu estava no quarto, viciada como sempre, navegando sites pornôs cheios de depravação. Cliquei em tudo que era sacanagem pesada. Depois do banho frio, vesti só uma calcinha vermelha de renda fininha, minissaia curta e um bustiê que mal segurava meus peitos. Voltei pro micro, mas lembrei dos filmes que tinha alugado de manhã. Três ou quatro pornôs bem pesados. Um deles de zoofilia. O moço da locadora me olhou espantado, mas eu nem liguei. Vergonha? Pra quê?
Apertei play e me joguei na cama, recostada em dois almofadões grandes. O filme era bruto. Cadelas humanas gemendo enquanto cachorros enormes metiam aquelas picas vermelhas, nós inchados travando dentro da buceta. Porra de cachorro jorrando grosso, cavalo esporrando em bocetas abertas. Minha xana começou a latejar. Senti a calcinha melando inteira, um fio de mel escorrendo pela racha.
- Caralho... que tesão... – murmurei pra mim mesma.
Enfiei a mão por baixo da saia. Dois dedos entraram fácil na buceta quente e molhada. O polegar girava no grelinho inchado. Fodia meus buracos com força, imaginando aquelas cenas. O orgasmo veio violento, um vulcão de porra feminina melando meus dedos, coxas e lençol. Gozei berrando baixinho, corpo tremendo. Depois, exausta, adormeci com a brisa fresca da janela batendo no corpo suado.
Acordei horas depois com a campainha tocando e Sadhan, meu fila enorme, latindo feito louco. Era o filho da vizinha atrás da bola que tinha caído no quintal. Ajeitei a saia, fui lá, peguei a bola e joguei. O garoto deu uma olhada comprida nas minhas coxas expostas, mas eu nem liguei. Ao voltar, notei um vazamento no cano do tanque da lavanderia. Me ajoelhei, agachei bastante, peitos quase tocando o chão pra olhar embaixo.
Foi aí que senti. Um bafo quente, úmido, bem no meu traseiro. Levei um susto do caralho e virei rápido. Era Sadhan. O cachorro do meu falecido, um fila de quase sessenta quilos, alto como eu em pé. Ele cheirava minha xana melada da siririca de antes. A calcinha ainda estava úmida, a minissaia levantada.
- Sadhan... que isso, menino... – falei baixinho, mas o corpo já traía.
Ele lambeu. Língua grossa, quente, passando de baixo pra cima nas minhas coxas, varrendo a buceta e roçando o cu. Arrepios fortes subiram pela espinha. Eu tinha visto filmes, sabia como era, mas nunca tive coragem. Medo, nojo, tudo. Mas naquele momento, sozinha, muros altos, tesão acumulado de três meses sem pau nenhum... por que não?
- Porra... que delícia essa língua... continua, vai... – sussurrei.
Sadhan parecia entender. Sentou, me olhando com aqueles olhos famintos. Eu não aguentei. Puxei a calcinha pra baixo, tirei de vez, fiquei só de saia. Encostei na máquina de lavar, afastei bem as pernas, levantei a saia com as duas mãos e abri minha buceta na frente dele.
- Olha só pra essa xana molhada, Sadhan... tá vendo como tá piscando pra você? Lambe tudo, cachorro safado.
Ele aproximou o focinho. Cheirou fundo, depois enfiou a língua. Lambeu do cu até o grelinho num movimento longo, molhado, insistente. Eu segurei na máquina pra não cair. O prazer foi tão forte que minhas pernas tremeram.
- Aaaahhh... caralho... que língua gostosa... lambe mais fundo, vai... isso, assim!
Sentei na beirada da máquina, pés nos calcanhares, buceta totalmente arreganhada. Com dois dedos abria os lábios pra ele, a outra mão apertava meus peitos, beliscava os bicos duros. Sadhan lambia sem parar. Língua entrando na entrada da xana, circulando o grelinho, voltando pro cu. Eu rebolava devagar no ar, gemendo cada vez mais alto.
- Hummm... fode minha buceta com essa língua... aiiiiii meu Deus... vou gozar de novo... não para!
Mas eu queria mais. Muito mais. Queria ser montada, ter aquela pica canina toda dentro de mim. Desci da máquina, tentei ficar de quatro no chão. Antes que eu conseguisse, Sadhan pulou. Patas dianteiras me abraçando na altura dos peitos, corpo pesado sobre mim. Senti a pica dele cutucando minha bunda, quente, molhada, já saindo do prepúcio.
Levei a mão pra trás, segurei aquele cacete. Era enorme. Grosso, vermelho, latejante, com um nó inchando na base.
- Puta que pariu... que pica grande... olha o tamanho disso...
Apertei firme e comecei a punhetar. Sadhan gania, empurrava as ancas pra frente, fodendo minha mão. Esfreguei o prepúcio pra trás, forcei o nó pra fora. Ele esporrou um pouco, porra quente melando minha mão, escorrendo na bunda, no rego, nas coxas. O cheiro era forte, animal, me deixou ainda mais louca.
Me agachei devagar até ficar de quatro sobre umas roupas sujas que espalhei no chão pra proteger os joelhos. Sadhan veio por cima, me agarrando forte pela cintura. O nó esfregava no meu cu, a pica melando minhas costas. Eu puxei pra baixo, guiei a cabeça pro meio dos lábios da buceta.
- Vem, cachorro... enfia essa pica toda na minha xana... me fode como uma cadela...
Ele empurrou. Num golpe só entrou quase tudo, nó incluso. Doeu pra caralho no começo, mas a buceta estava tão melada que engoliu. Eu urrei de prazer e dor misturados.
- Aaaaiiii... caralhooo... tá rasgando minha buceta... mas continua... mete tudo!
Comecei a rebolar desesperada, mamando aquela pica com as paredes da xana. Sadhan metia forte, ancas batendo contra minha bunda. O nó inchava mais, travando dentro. Cada estocada batia fundo no útero. Eu sentia os jatos quentes de porra canina enchendo tudo.
- Isso... me enche de porra... fode essa buceta viúva... aaaahhh... vou gozar... vou gozaaar!
O orgasmo veio violento. Meu corpo inteiro convulsionou, buceta apertando o pau dele, esguichando mel misturado com a porra dele. Sadhan gania alto, esporrando mais, tanto que escorria pelas minhas coxas em rios grossos. Ficamos engatados um tempão, ele ainda dando estocadas curtas, o nó me dilatando ao máximo.
- Hummmm... que delícia ser sua cadela... fica aí dentro... me arromba...
Quando o nó desinchou o suficiente, ele saiu devagar. Um rio de porra canina jorrou da minha xana aberta, inchada, vermelha, esgarçada. Eu fiquei de quatro, tremendo, sentindo o cu piscando de tesão também. Toquei minha buceta dilatada, enfiei dedos, tirei cheios de porra e lambi.
- Gostoso pra caralho... quero mais...
Sadhan ainda estava excitado. O pau vermelho balançando, pingando. Eu me virei, fiquei de lado, abri as pernas de novo.
- Vem de novo, menino... lambe esse cu agora... prepara pra eu te dar o outro buraco.
Ele obedeceu. Língua explorando meu cu, entrando um pouco. Eu gemia como louca, dedo no grelinho.
- Isso... come meu cu com a língua... prepara pra essa pica grossa...
Levantei a bunda mais, empinei. Sadhan montou de novo. Dessa vez guiei pro cu. A cabeça pressionou, forcei um pouco. Entrou devagar, queimando, esticando.
- Aaaaiii... devagar... meu cu tá virgem pra cachorro... caralho que delícia...
Ele meteu mais fundo. O nó entrou com dificuldade, mas eu queria. Rebolei, empurrei pra trás. Logo ele estava todo dentro, fodendo meu cu com força animal. Porra escorrendo, melando tudo. Eu berrava de prazer.
- Me enraba... fode esse cu guloso... aaaahhh... mais forte... sou sua cadela!
Gozei de novo, cu apertando o pau dele, corpo todo suado e tremendo. Sadhan esporrou dentro do meu intestino, jatos quentes enchendo. Ficamos travados mais tempo ainda. Quando saiu, outro rio de porra escorreu do cu dilatado, misturando com o da buceta.
Eu estava destruída, feliz, saciada como nunca. Deitada no chão da lavanderia, pernas abertas, porra escorrendo de todos os buracos, acariciando Sadhan que lambia meu corpo suado.
- Obrigada, meu macho... você me fodeu como ninguém... amanhã a gente repete, hein?
O sol ainda entrava pela janelinha. Eu sorria, corpo dolorido mas vivo. Finalmente tinha encontrado algo que preenchia aquele vazio. Uma cadela humana satisfeita.
Depois daquele dia, o vício começou de verdade. Eu mal esperava a empregada sair pra chamar Sadhan pra lavanderia. Um dia, eu preparei tudo. Tomei banho, passei óleo no corpo todo, especialmente na buceta e no cu. Coloquei uma coleira de cachorro no pescoço, só pra me sentir mais puta.
- Vem, Sadhan... hoje sua dona quer ser comida nos dois buracos ao mesmo tempo se possível.
Ele montou rápido. Primeiro na buceta, metendo fundo, nó travando, esporrando grosso. Eu gritava:
- Isso... enche minha xana de porra quente... bate no útero... aaaahhh... gozei de novo!
Depois tirei, virei e dei o cu. Ele entrava mais fácil agora, já acostumado. O barulho molhado de pica entrando no cu era obsceno, alto, me deixava louca.
- Olha o barulho dessa pica no meu cu... fode mais... rasga essa bundinha...
Eu gozava seguidas vezes, corpo convulsionando, gemendo desesperada. Sadhan gania junto, ancas batendo forte. Porra escorrendo pelo chão. Eu lambia o que caía, suja, depravada, feliz.
Em outra sessão, eu deitei de costas na máquina, pernas bem abertas no ar. Sadhan ficou em pé, patas na máquina, metendo de cima pra baixo. A pica batia tão fundo que eu sentia no estômago.
- Caralho... tá me furando inteira... continua... não para... sou sua puta canina!
O orgasmo foi tão forte que eu mijei um pouco de tesão, misturando com a porra. Ele esporrou tanto que minha barriga parecia inchada. Quando saiu, eu fiquei lá, buracos abertos, pulsando, rios brancos escorrendo.
Eu narrava tudo pra mim mesma, excitada com a própria depravação:
- Olha como minha xana tá destruída... inchada, vermelha, cheia de porra de cachorro... e eu amo isso...
Às vezes eu gravava com o celular, via depois, me masturbava revivendo. O cheiro de sexo animal tomava a lavanderia. Eu lambia o pau dele depois, chupava o nó, engolia o resto de porra.
- Que pica suculenta... mamando gostoso... me dá mais leite, vai...
Sadhan ficava doidão, lambendo meus peitos, mordendo de leve os bicos. Eu gozava só com isso.
Meses se passaram. Eu nunca mais pensei em homem. Sadhan era meu macho, meu segredo sujo e delicioso. Cada foda era mais intensa. Eu implorava:
- Me engravida de porra canina... me arromba toda... sou sua cadela no cio pra sempre!
O prazer era animal, cru, sem limites. Meu corpo se entregava completamente, gemendo, berrando, gozando sem parar. Uma viúva que encontrou na zoofilia o êxtase que a vida humana nunca deu.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Viúva a um tempo, não resisti a rola de meu cão!

Codigo do conto:
266500

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
07/07/2026

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