Orgia com animais!



Tudo começou num dia daqueles em que a Valéria, minha amiga tarada de carteirinha, me ligou toda agitada. Ela tinha lido um conto que escrevi aqui no site, em que eu me entreguei pro cavalo do meu tio na chácara, e ficou obcecada. "- Amiga, eu preciso disso. Quero sentir uma pica de cavalo me arrombando pela primeira vez. Me ajuda, por favor? Tô molhada só de imaginar." Eu ri, mas o tesão já subiu. Marquei o fim de semana, arrumamos as malas em cuia e fomos pra lá, duas putas prontas pra aventura.
Na viagem de carro, eu não parava de olhar pra ela. Valéria estava vermelha, as pernas apertadas no banco, mexendo inquieta. "- Porra, eu não aguento mais. Minha calcinha tá encharcada, tá escorrendo tesão pela coxa. Imagina aquela picona grossa me abrindo toda..." Eu sorri, passei a mão na perna dela e senti o calor. "- Calma, vadia. Daqui a pouco você vai gritar pedindo mais."
Chegamos na chácara e fomos recebidas pelos dois cães do meu tio, aqueles vira-latas grandes e safados. Eles vieram direto, farejando nossas bucetas como se soubessem o cheiro de puta no ar. Um deles enfiou o focinho bem entre as pernas da Valéria, lambendo por cima da roupa fina. Ela gemeu baixinho. "- Ai, caralho... eles sentem o tesão, né? Minha xota tá latejando." O caseiro apareceu logo depois, nos levou pra casa de hóspedes. Meu tio e minha tia nos receberam com festa, apresentei a Valéria, batemos papo animado, comemos, rimos. Mas o tio logo pediu desculpas: "- Meninas, vou ter que resolver um problema na cidade hoje à tarde. Levo o caseiro e a tia junto, só volto amanhã de manhã. Fiquem à vontade, a chácara é de vocês."
Era perfeito. Assim que o carro sumiu na estrada, o caminho ficou livre. Pegamos umas cangas, fomos andando pela fazenda. Os cães nos seguiam, brincando, mas com aquele olhar faminto. Perto do lago, encontramos o cavalo sortudo, se refrescando na água. Ele era enorme, pelagem brilhante, pau escondido naquela capa grossa. Não perdi tempo: tirei o biquíni rapidinho, entrei na água fresca e chamei a Valéria. "- Vem, safada. Tira essa roupa e vem sentir."
Ela ficou nua num segundo, corpo gostoso brilhando ao sol. Nadamos até o cavalo, que era mansinho. Começamos a alisar o pelo dele, passando as mãos devagar. Eu fui descendo, jogando água na região da pica. Aos poucos, ela foi saindo da capa, inchando, aquela cabeça grossa rosada aparecendo. O cheiro forte de pica de cavalo misturado com urina encheu o ar – um aroma animal, bruto, que deixava a gente louca. "- Olha isso, Valéria. Tá brotando. Vamos lavar essa picona."
Ajoelhamos na água rasa, esfregando com as mãos. A pica crescia rápido, ficando grossa, veias pulsando, quase meio metro já. Eu passei a língua na cabecinha, sentindo o gosto salgado. "- Hummm, delícia. Chupa você agora." Valéria caiu de boca, abrindo os lábios ao máximo pra engolir a cabeça. Ela chupava gulosa, saliva escorrendo, gemendo enquanto eu enfiava dois dedos na buceta dela, esfregando o grelinho inchado. "- Ai, porra... que pica enorme. Não vejo a hora dela rasgar minha buceta. Tô lambuzada, amiga. Me toca mais."
Ela rebolava nos meus dedos, buceta apertando, gozando rápido com a boca cheia de pica de cavalo. Levamos o cavalo pra beira, onde tinha uma mesa de madeira firme. Coloquei Valéria deitada de costas, pernas bem abertas, bucetinha rosada piscando de tesão. A xana dela parecia minúscula perto daquele cacete monstruoso. Segurei a pica e esfreguei a cabeça na entrada dela. "- Relaxa, vai entrar devagar." Forcei, mas não passava. Ela reclamou: "- Merda, essa pica não entra! Como você conseguiu da outra vez?"
Expliquei que tinha começado com os cães pra abrir. Chamei um deles. O vira-lata pulou em cima dela, cravando a pica canina de uma vez só, fundo na buceta. Valéria gritou: "- Aaaaaaiiiii! Caralho, tá me furando!" O cão meteu forte, rápido, ela gozou na hora, corpo tremendo. Ele virou de bunda, ficou engatado, nó inchando dentro dela. Eu me aproximei, lambi o cuzinho dela que piscava desesperado. "- Que cu guloso." Enfiei um dedo, dois, três, esticando. Ela pedia: "- Enfia a do cavalo no meu cu, amiga!"
Tentei, mas ainda apertado. Puxei o outro cão, posicionei as patas dele em cima dela e direcionei a pica pro cu. Quando ele sentiu o calor, socou até as bolas baterem. "- Aiiiiiiiiiiiiii! Tá me arrombando, porra!" Eu incentivei: "- Espera, vai entrar tudo." O cão puxou de novo, ela berrou: "- Entrouuuuuuu! Tá me rasgandooooooooooooo! Caralho, que delícia!"
Eu estava maluca de tesão. Peguei a pica do cavalo e enfiei na minha xota. A cabeça enorme pressionava, eu esfregava o grelinho nela, gozando forte no cogumelo grosso, mel escorrendo. Os cães se soltaram da Valéria, porra escorrendo da buceta e cu dela. Ela gritou pra mim: "- Enterra esse caralho agora! Tô toda aberta, vadia!"
Zonza de tesão, apontei o monstro na xana dela e enfiei a cabeça. O cavalo, instinto puro, deu uma socada bruta. Uns 30cm entraram. Valéria gritou desesperada: "- Caralhoooo! Ele tá me rasgandooooooooooo! Dói pra cacete, mas é bom demais! Vou gozaaaaarrrrrrrrrrrrr!" Ela rebolava como louca, buceta esticada ao limite, gozando sem parar, gemidos ecoando pelo lago.
Eu tava doida. Ela pediu: "- Agora no meu rabo. Quero ele gozando no cu." Tirei a pica da buceta, pingando. Posicionei no cuzinho. O cavalo socou uns 20cm, depois mais 30. Ela parecia uma égua sendo montada: "- Cacete, tá batendo no meu estômago! Faz ele gozar, amiga!" Segurei o resto do caceteão, punhetando forte os 40cm que sobravam. O cavalo relinchou, Valéria berrou: "- Ele tá gozando! Caralhoooo! Que gostoso, minha barriga tá enchendo de porra! Vou gozaaaar de novooooooooooo!"
Quando o cavalo puxou tudo de uma vez, o rombo no cu dela ficou aberto, porra jorrando. Enfiei a mão fechada lá dentro, sentindo o calor viscoso. Ela levantou, uma enchente de sêmen caiu no chão. "- Meu Deus, quanta porra... Que coisa boa, amiga. Acho que vou desmaiar..." E quase desmaiou mesmo, olhos revirados.
Senti uma lambida no meu cu. O cão queria mais. Fiquei de quatro, ele subiu e cravou a pica na minha xota molhada até o nó. "- Aaaahhh, caralho!" Ele virou, engatado. Esfreguei meu grelinho loucamente. O outro cão subiu também, pica mirando o cu. Sentiu o calor e enterrou fundo. "- Caralhooooooooo! Tá empurrando meu estômago!" Gritei alto, acordando a Valéria.
Ela veio por baixo, chupando minha buceta enquanto os cães me fudiam. "- Que safada você é." O do cu socou o nó e puxou, eu gozei como nunca: "- Como é bommmmmmmmm! Vou morreeeeeer de tesão! Para, Valéria, vou morrer de tanto gozaaaaarrrrr!" Mordendo meu clitóris, ela me fez explodir de novo. O cão da buceta se soltou, porra enchendo a boca dela. Ela engoliu tudo, gulosa. O do cu saiu também, senti o vazio. Sentei na boca dela: "- Bebe tudo, vadia." Ela chupou meu cu, sugando a porra quente.
Valéria ainda queria mais. "- Quero beber a do cavalo." Foi pra baixo dele, mamando aquela pica meio mole como louca. O cavalo gozou na boca dela, jatos grossos. Ela não deixou cair nada, engolindo tudo. "- Porra, você ganha de mim, hein?"
Tomamos banho no rio, rindo, corpos exaustos. Fomos pra casa, dormimos como pedras. No dia seguinte, minha tia chamou pro almoço. Comemos como éguas famintas, trocando olhares cúmplices. Afinal, éramos mesmo duas putas que tinham virado éguas por um dia.
Depois do banho, ainda na beira do lago, o tesão não baixou. Valéria se ajoelhou de novo, lambendo o resto de porra que escorria do pau do cavalo. "- Hummm, gosto de cavalo é viciante. Olha como tá mole mas ainda grande." Eu me aproximei por trás dela, abrindo suas nádegas, vendo o cu arrombado piscando, porra branca saindo devagar. Enfiei a língua lá, saboreando o mix de sêmen animal e o gosto dela. Ela gemia: "- Isso, lambe meu cu arrombado, amiga. Enfia essa língua fundo."
Os cães voltaram, rola dura de novo. Um montou na Valéria enquanto ela chupava o cavalo. Ele meteu na buceta dela de novo, rápido, bolas batendo. "- Aiii, mais! Me fode, cachorro safado!" Eu peguei o outro e guiei pro meu cu, sentindo a pica canina esticar o anel. Ficamos as duas de quatro, lado a lado, sendo comidas pelos cães enquanto o cavalo recebia boquete duplo. Gemidos misturados: "- Caralho, tá bom demais!" "- Rasga minha buceta!" "- Meu cu tá pegando fogo de tanto nó!"
Quando os cães gozaram, nós viramos, beijando uma a outra, trocando porra na boca, línguas dançando no sêmen grosso. Valéria deitou na mesa de novo, pernas pro alto. Eu trouxe o cavalo, esfreguei a pica dele na buceta dela mais uma vez. "- Enfia tudo agora, eu aguento." O animal deu estocadas profundas, entrando mais fundo que antes. Ela gritava sem parar: "- Tá me partindo ao meio! Dói gostoso! Goza dentro, enche minha matriz!" O corpo dela convulsionava em orgasmos múltiplos, suando, lágrimas de prazer.
Eu me posicionei embaixo, lambendo onde a pica entrava, sentindo o cheiro forte, o calor. Quando o cavalo gozou de novo, o excesso jorrou na minha cara. Valéria desceu, me beijando, limpando tudo. "- Você é tão tarada quanto eu."
Passamos horas assim, alternando posições, experimentando cada buraco, cada animal. Os detalhes do cheiro, do jeito que as picas pulsavam, dos gemidos ecoando na chácara vazia, dos fluidos escorrendo pelas coxas, tudo intensificava o prazer. No final, exaustas, caímos no gramado, corpos marcados, bucetas e cus inchados, barrigas cheias de porra.
Acordamos pro almoço no dia seguinte, famintas, comendo como se tivéssemos corrido uma maratona. Meu tio chegou, sem imaginar nada. Nós sorrimos, segredo nosso. "- Foi a melhor aventura, né?" Valéria piscou: "- E não vai ser a última vez.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Orgia com animais!

Codigo do conto:
266505

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
08/07/2026

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