A noite que virei uma cadela!



Era uma vez uma garota negra de 22 anos chamada Larissa, com um corpo escultural que fazia qualquer um virar a cabeça na rua. Peitos firmes e empinados, cintura fina, quadril largo e uma bunda redonda e suculenta que balançava gostoso quando ela andava. Ela tinha acabado de sair de um noivado de dois anos que quase virou casamento. No começo chorou pra caralho, se sentindo traída e abandonada, mas com o tempo percebeu que tinha sido uma bênção disfarçada. O ex era um cachorro no pior sentido: só queria ela pra exibir pros amigos, pra posar de casal perfeito. Descobriu isso na hora certa, antes de casar.
Agora, três meses depois da separação, Larissa morava numa cidade pequena, onde todo mundo se conhecia. Família humilde mas confortável, sem luxos exagerados. A liberdade nova era boa pra caralho – não precisava mais dar satisfação de onde ia ou com quem. Mas o corpo dela não aguentava mais a seca. As masturbações diárias com o dedo no grelinho ou com a mão enfiada na buceta molhada já não davam conta. Ela precisava de uma pica de verdade, grossa, quente, metendo fundo. Estava ficando louca de tesão acumulado.
Uma tarde, uma amiga chegou pra conversar e soltou uma bomba: o irmão dela tinha um filme de uma mulher transando com um cachorro. A amiga contou tudo nos mínimos detalhes, olhos brilhando. – Cara, você precisava ver... o cachorro metia aquela pica enorme nela, grossa e vermelha, e a mina gemia desesperada, gozando sem parar. O nó dele entrava todo e ela ficava travada, recebendo jato atrás de jato de porra quente no fundo do útero. Eu me masturbei três vezes só assistindo.
Larissa fingiu que não ligou muito, mas por dentro a buceta dela pulsava. Voltou pra casa pensando no Max, o rottweiler grande e forte que o pai tinha comprado pra proteger a casa. O cachorro era imponente, pelagem preta brilhante, e tinha um casete que às vezes aparecia pra fora quando ele ficava excitado. Ela começou a reparar nisso o tempo todo.
Os dias seguintes foram um inferno de tesão. Toda vez que via Max brincando no quintal, Larissa sentia a calcinha encharcar. Imaginava aquela língua áspera lambendo sua buceta, aquele pau vermelho entrando nela. Dormia molhada, acordava roçando o travesseiro na xota.
Finalmente, o dia perfeito chegou. Os pais foram visitar uma tia doente e ela ficou sozinha em casa por dois dias inteiros. Larissa tremia de ansiedade e tesão. Primeiro deu um banho caprichado no Max. Encheu a mangueira de água morna e esfregou o corpo dele todo, demorando bastante na barriga. Pegou o pau dele com a mão ensaboada e lavou devagar, sentindo ele crescer um pouco na palma. – Vai ficar bem limpinho pra mim, meu macho... – murmurou baixinho.
Secou ele com uma toalha grande, levou pra dentro de casa e trancou a porta. Depois tomou um banho longo, se depilou toda, passou óleo no corpo pra pele ficar brilhando. Vestiu uma camisola curta e transparente, sem calcinha. Perfume nos pulsos, no pescoço e um pouquinho entre as pernas.
Chamou Max pro quarto. Estendeu várias toalhas grossas no chão, sentou com as pernas bem abertas, coxas pretas e macias brilhando. A buceta dela já estava inchada, lábios grossos e molhados, grelinho durinho aparecendo. Começou a se masturbar devagar, dois dedos circulando o clitóris enquanto olhava pro cachorro.
Max logo sentiu o cheiro forte de fêmea no cio. Aproximou o focinho, frio e úmido, encostando direto na xota quente dela. Larissa soltou um gemido longo: - Aaaahhhhh... isso, Max... cheira a buceta da sua cadela...
A língua áspera dele passou uma vez, devagar, de baixo pra cima, raspando no grelinho e abrindo os lábios. Larissa arqueou as costas toda. - Uuuuhhhhhh caralho! Que delícia... lambe mais, Max... lambe essa bucetinha molhada!
Ele obedeceu como se entendesse. Lambidas longas, fortes, enfiando a língua grossa entre os lábios, rodeando o grelinho, sugando os sucos que escorriam. Larissa segurava a cabeça dele com as duas mãos, quadril rebolando contra o focinho. - Aaaaiiiii Max! Vai, lambe mais rápido! Assim... assim mesmo, porra! Lambe a buceta da sua putinha... aaahhhhhh que gostoso!
Os gemidos dela enchiam o quarto. O barulho molhado da língua dele na xota era obsceno. Ela sentia o fogo subindo pelas pernas. - Vai Max, vai... lambe mais fundo! Aaaaiiiii eu tô gozando! Tô gozando na sua língua, caralho! Uuuuhhhhhhhhhh!
O orgasmo explodiu forte, pernas tremendo, buceta contraindo e soltando mais mel na boca do cachorro. Max não parava, lambendo tudo, prolongando o prazer até ela ficar sensível demais e afastar ele com as mãos trêmulas. - Calma, garoto... calma...
Ela precisava da pica agora. Ajoelhou ao lado dele e começou a massagear a barriga, vendo o pau vermelho saindo da bainha. Era grosso, venoso, com uma ponta pontuda. Larissa babou. Pegou com a mão e começou a bater punheta devagar. - Olha só esse pauzão... vai ficar todo meu hoje.
Baixou o rosto e passou a língua na glande, sentindo o gosto forte, meio amargo. Mas o tesão venceu. Abriu a boca e engoliu o quanto cabia, chupando com fome, cabeça subindo e descendo. - Mmmmm... que delícia... fica duro pra mim, Max... quero esse pau metendo na minha buceta.
Quando ele estava completamente ereto, latejando, enorme e vermelho, Larissa se posicionou de quatro, bunda empinada, toalhas embaixo. - Vem, Max... monta na sua cadela...
O rottweiler subiu nas costas dela, patas dianteiras apertando forte a cintura fina. O pau batia contra as coxas, procurando a entrada. Larissa esticou a mão por baixo, agarrou a pica quente e guiou a ponta pra boca da buceta encharcada. - Agora... mete tudo...
Max socou de uma vez só, fundo, até o meio. - Uuuuhhhhhhhhhhhhhh porraaaaa! Que grossa! – gritou ela, olhos revirando.
Ele começou a meter como um animal, rápido, selvagem, quadril batendo contra a bunda preta dela. O quarto enchia de sons molhados, pele contra pele, gemidos desesperados. - Aaaaiiiii Max! Mete essa rola grossa! Mais forte! Me fode como uma cadela no cio! Uuuuhhhhh vai, vai, vai!
Larissa gozou de novo, buceta apertando o pau dele, sucos escorrendo pelas coxas. Mas ele não parava. Metia sem misericórdia, o pau entrando cada vez mais fundo. De repente ela sentiu algo maior pressionando a entrada. - Aaaaaaiiiii que isso?! Uuuuhhhhhh...
O nó inchado forçou passagem, rasgando um prazer dolorido e intenso. - Aaaaaaiiiiiiiii Max! Tá entrando o nó! Tá me arrombando toda! Aaaaaiiiii caralhooo!
O nó passou inteiro e travou lá dentro. Agora eles estavam grudados. Max parou de meter e começou a jorrar porra quente direto no útero dela. Jatos fortes, longos, enchendo ela até transbordar. Larissa massageava o grelinho freneticamente. - Aaaaiiiii tô sentindo sua porra quente... me enche toda, meu macho! Uuuuhhhhhhh vou gozar de novo! Aaaaaiiiiiii gozando com seu nó dentro de mim!
O orgasmo foi violento, corpo inteiro tremendo, buceta pulsando em volta do pau travado. Ficaram assim minutos que pareceram horas, ela gemendo baixinho, aproveitando a sensação de estar completamente cheia.
Quando o nó desinchou o suficiente, Max puxou pra fora com um plop molhado. Larissa virou de lado, pernas abertas, vendo o rio de porra escorrendo da buceta inchada e vermelha. O pau dele ainda latejava, enorme, brilhando. Ela ficou hipnotizada. - Olha o tamanho disso... me fodeu tão gostoso...
Max baixou o focinho e começou a lamber tudo, limpando a própria porra misturada com os sucos dela. A língua áspera no grelinho sensível fez ela gozar mais uma vez, gritando. - Aaaahhhhh Max! Lambe tudo... que delícia...
Depois do banho, ela limpou o quarto que cheirava a sexo puro. Mas ainda tinha o resto do dia. Mais tarde, chamou Max de novo. Dessa vez quis experimentar o cu. Lubrificou bastante com óleo, se posicionou e guiou o pau pra entrada apertada. - Devagar no começo, meu amor... aaaaiiiii... entra no meu cuzinho...
A dor inicial virou prazer louco. Ele meteu fundo, nó travando novamente, enchendo o intestino de porra quente enquanto ela gemia como uma louca: - Mete no meu cu, Max! Arromba essa bundinha! Uuuuhhhhhhhhh que delícia!
Desde aquele dia, sempre que os pais saíam ou ela conseguia um momento sozinha, Larissa repetia a dose. Max virou o macho dela, o segredo mais safado e prazeroso da vida. Ela nunca mais sentiu falta de homem. O ex nunca teve o que o cachorro dava: intensidade animal, porra quente sem parar, língua incansável e um nó que deixava ela travada e gozando por minutos.
Larissa sabia que era tabu, que muita gente ia julgar. Mas pra ela era libertação pura. Sempre que possível, repetia. E vivia feliz, satisfeita, com a buceta e o cu sempre bem servidos pelo seu rottweiler.
Naquela primeira noite, depois do primeiro round, Larissa não conseguia parar. O corpo dela ainda tremia de desejo. Deitou de lado, chamou Max pra perto e começou a chupar o pau dele novamente, agora sujo da mistura de porra e sucos. - Mmmmm... gosto da nossa mistura... chupa esse pau sujo, sua cadela...
Ela mamava com vontade, garganta relaxando pra engolir mais fundo, baba escorrendo pelo queixo. Max gemia baixinho, quadril mexendo. Quando ele ficou duro de novo, ela se colocou por cima, sentando devagar na pica grossa. - Uuuuhhhhhh... tá tão fundo... me enche toda...
Rebolava devagar no começo, depois mais rápido, peitos balançando, mão no grelinho. - Aaaaiiiii Max! Que rola maravilhosa! Me fode de baixo! Vai, empurra pra cima!
Ele tentava, instinto animal tomando conta. Ela gozou gritando, corpo colado no dele. Depois virou de quatro outra vez, pedindo mais. - Vem de novo... quero sentir o nó mais uma vez... arromba minha buceta!
A segunda foda foi ainda mais intensa. Max metia com mais força, patas arranhando levemente a pele dela, o quarto cheio de gemidos: - Aaaaiiiii vai Max! Mete fundo! Me usa como sua cadela particular! Uuuuhhhhhhhhh porra eu amo essa pica de cachorro!
Quando o nó travou pela segunda vez, ela sentiu jatos ainda mais fortes enchendo o útero. Massageou o clitóris até gozar de novo, lágrimas de prazer escorrendo. Ficaram presos quase meia hora, ela sentindo cada pulsação dentro dela.
Só pararam quando a exaustão bateu. Larissa limpou tudo, deu água pro Max, e dormiu com um sorriso satisfeito, buceta latejando deliciosamente.
Nos dias seguintes, sempre que podia, repetia. Uma vez de manhã cedo, antes dos pais acordarem, ela foi pro quintal, agachou atrás da garagem e deixou Max lamber e meter rapidinho. Outra vez à noite, experimentou sentar na cara dele, buceta esfregando no focinho enquanto ele lambia sem parar.
Ela aprendeu a tomar o cu com mais facilidade, lubrificando bem e relaxando. Adorava a sensação de ser completamente dominada por aquele animal forte. - Você é meu macho agora, Max... ninguém nunca vai me foder como você...
A história dela se tornou um segredo delicioso e viciante. Larissa vivia em paz, corpo sempre satisfeito, mente livre.
Em uma das sessões seguintes, Larissa quis tentar algo novo. Colocou Max deitado de lado e ficou de lado também, perna levantada, guiando o pau pra buceta enquanto se beijavam – ela lambendo o focinho dele. A posição permitia ver tudo: o pau grosso entrando e saindo, os lábios dela agarrando a rola. - Olha como minha bucetinha engole tudo... aaaiiiii que visão gostosa...
Gemidos constantes: - Uuuuhhhhh Max... assim devagar... sente como tá quente e molhada pra você...
Ela gozou várias vezes nessa posição, apertando ele com as paredes internas. Quando o nó entrou, ela ficou tremendo contra o corpo dele, sentindo a porra jorrar fundo.
Outra vez, ela filmou discretamente (pra uso próprio depois) enquanto se masturbava na frente dele, depois deixava ele montar. Os gemidos desesperados ecoavam: - Aaaaaaiiiii Max! Mais forte! Me rasga com essa pica! Vou gozar de novo! Uuuuhhhhhhhhhhh!
O tesão nunca diminuía. Pelo contrário, aumentava. Larissa descobriu que quanto mais transava com Max, mais queria. O ex nunca tinha dado nem um décimo daquele prazer animal, cru, sem limites.
Hoje, anos depois, ela ainda sorri quando lembra daquela primeira vez. E sempre que a casa fica vazia, o ritual se repete: banho, perfume, toalhas no chão, gemidos altos e muita porra quente enchendo buceta e cu.
Se você curte esse tipo de coisa, entende o tesão proibido. É intenso, viciante e real pra quem vive.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
A noite que virei uma cadela!

Codigo do conto:
266506

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
08/07/2026

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