Perdendo o cabacinho com um dog!



Gabriela mal podia acreditar no que estava vivendo. Aos 19 anos, seu corpo tinha despertado de um jeito que ela mesma não entendia direito. Morena de pele macia e olhos verdes que pareciam brilhar quando o tesão batia, cabelos pretos longos caindo pelas costas, pernas grossas e carnudas, 1,70 de altura e uns 60 quilos bem distribuídos, com uma bunda empinada e peitos firmes que chamavam atenção sem esforço. Ela ainda era virgem, mas a curiosidade queimava por dentro. Criada pelo tio depois que a mãe surtou com o abandono do pai, ela carregava um vazio que Marcos, o amigo de infância, sempre preenchia de algum jeito.
Marcos era aquele tipo de cara que parecia príncipe de conto de fadas: alto, moreno, sorriso fácil e um jeito de olhar que fazia o coração dela acelerar desde os tempos de escola. Eles cresceram juntos, conversando de tudo, mas ela nunca teve coragem de dizer o que sentia. Ele falava das paqueras, e ela fingia que não doía. No aniversário de 18 anos dela, o tio levou o grupo para uma fazenda enorme de um amigo. Cavalos, cachorros, um verde que parecia infinito. No segundo dia, a turma quis voltar cedo, mas Gabriela e Marcos resolveram explorar mais.
Andaram horas conversando bobagens, rindo, até que o sol sumiu e eles se perderam completamente. O desespero durou pouco. Sentaram-se num canto gramado, encostados numa árvore grande, esperando ajuda. Foi quando ouviram barulhos estranhos. Marcos foi ver e voltou rindo, chamando ela.
- Vem cá, Gabi, você precisa ver isso.
Ela se aproximou e levou um choque. Um labrador grande, forte, cruzando com uma vira-lata. O cachorro metia com força, o corpo peludo batendo contra a cadela, o pau vermelho e brilhante entrando e saindo rápido. Quando ele parou, o pinto enorme saiu de dentro dela, pingando um líquido esbranquiçado grosso. Gabriela sentiu um calor subir pela barriga. A calcinha branca meio transparente ficou molhada na hora. O vestido curto, que mal cobria metade das coxas grossas, deixava as pernas à mostra, e o decote sensual marcava os peitos.
O labrador sentiu o cheiro dela. Chegou perto, focinho frio roçando na virilha. Ela arrepiou inteira.
- Deixa ele cheirar, Gabi... só pra ver - disse Marcos, segurando o braço dela com firmeza, mas gentil.
Ela hesitou, mas o tesão falava mais alto. Deixou. O cachorro lambeu por cima da calcinha. A língua quente e áspera pressionou o tecido contra o grelinho inchado. Gabriela soltou um gemido baixo.
- Aiiiiiii... que isso... tá bom demais...
Marcos sorriu, excitado.
- Levanta o vestido. Deixa ele sentir de verdade.
Ela obedeceu, puxando a calcinha pro lado. A língua do cachorro atacou direto na buceta molhada. Lambidas longas, fortes, enfiando na entrada virgem e subindo pro grelinho. Gabriela tremia, pernas abertas, costas contra a árvore.
- Hummm... ahhh... ele tá me chupando... que língua quente... porra...
Marcos não aguentou. Ajoelhou na frente dela, afastou o cachorro por um segundo e enfiou a boca na bucetinha dela. Chupava com fome, língua rodando no grelinho, sugando os lábios inchados.
- Sempre quis você, Gabi. Desde moleque. Ver você assim... molhada... me deixa louco. Vou te chupar até você gozar na minha boca.
Ela segurava a cabeça dele, gemendo desesperada.
- Marcos... ai meu Deus... chupa mais... lambe meu grelinho... tô molhada pra caralho...
Enquanto isso, o cachorro, que tinha coleira com o nome Max, puxava, excitado. Marcos deu espaço. Max voltou, focinho enfiando fundo, língua invadindo a buceta virgem. Gabriela segurava o pescoço dele, quadril mexendo contra a boca do animal.
- Max... lambe minha buceta... assim... ahhh... que delícia... tô sentindo o tesão subir...
Marcos tirou o pau pra fora. Grosso, latejando, ele batia punheta olhando.
- Você é uma cadelinha no cio, Gabi. Olha como tá gostando do cachorro.
Ela gozou pela primeira vez, corpo tremendo, suco escorrendo na língua de Max.
- Aaaahhh... tô gozandoooooooo... porra... que gostoso...
Mas não parou. O tesão era maior que o nojo. Marcos sussurrou a fantasia dele.
- Minha maior vontade é ver uma mulher sendo fodida por um cachorro. Deixa ele te comer, Gabi. Só um pouco.
Ela negou no começo, mas o pau de Max já estava enorme, vermelho, pingando. Ela aceitou fazer ele gozar com a mão. Sentou de quatro, calcinha ainda no lugar. A mão dela envolvia aquele cacete animal, grosso, venoso, quente. Movia rápido, depois devagar, sentindo ele pulsar.
- Olha o tamanho dessa pica de cachorro... tá crescendo na minha mão... que tesão do caralho...
Marcos punhetava olhando.
- Você gozou só de bater nele. Imagina essa pica toda dentro da sua bucetinha virgem.
Gabriela posicionou de quatro, calcinha no lugar. Max subiu. Estocadas fortes, o pau batendo contra o tecido, frustrado. Ela sentia o calor, a pressão. Marcos estava na frente, pau na mão.
- Você é uma cadela, Gabi. Vou gozar na sua boca enquanto ele te fode.
Ela ficou brava, mas Max rosnou quando ela tentou sair. O medo misturado com tesão a prendeu. Marcos puxou a calcinha pro lado. Na mesma hora, Max meteu. Uma estocada só, brutal, enfiando aquele pau enorme até o fundo da buceta virgem.
- Aaaaiiii... dói... mas que delícia... ele me arrombou... pica grossa de cachorro me fodendo...
A dor virou prazer louco. Max metia sem parar, estocadas rápidas, profundas, bolas peludas batendo na bunda dela. Gabriela gemia desesperada, boca aberta.
- Aiiiii... aiiiiii... mais fundo... me fode, Max... rasga minha buceta... hummmm... tô sendo comida por um cachorro...
Marcos enfiou o pau grosso na boca dela.
- Chupa, cadelinha. Engole meu pau enquanto o cachorro te arromba.
Ela chupava como podia, baba escorrendo, garganta apertando o pau dele. A cada estocada de Max, ela gemia com a boca cheia.
- Mmmph... gluck... gluck... ele tá batendo no meu útero... que pica enorme... tô gozando de novo... aaaahhh...
O orgasmo veio forte, buceta apertando o pau do cachorro, sucos jorrando. Max rosnava, metendo mais rápido. Marcos segurava a cabeça dela.
- Engole tudo, Gabi. Sou seu primeiro amor te enchendo de porra enquanto o cachorro te usa.
Max gozou primeiro. Jatos quentes, grossos, enchendo a buceta dela até transbordar. Parecia uma mangueira. Gabriela sentia o ventre cheio, quente.
- Tá gozando dentro... tanta porra de cachorro... me inundou... aaaahhh...
Quase no mesmo instante, Marcos explodiu na boca dela. Porra grossa, salgada, enchendo a garganta. Ela engoliu o que pôde, o resto escorrendo no queixo.
Max saiu de cima. Um jorro de porra de cachorro escorreu da buceta arrombada, pingando no chão. O próprio Max lambeu tudo, língua limpando a buceta inchada, fazendo ela tremer de novo.
- Ele tá lambendo a própria porra da minha buceta... que safado... humm...
Foi quando ouviram passos. O tio dela apareceu, pau pra fora, batendo punheta devagar, sorriso safado no rosto.
Gabriela ficou gelada de medo, mas o corpo ainda pulsava de prazer.
- Tio... eu... desculpa... não foi...
O tio levantou a mão.
- Cala a boca, Gabriela. Fica quietinha aí. Eu vi tudo. E gostei pra caralho.
Marcos estava paralisado, pau ainda semi-duro. O tio se aproximou, olhando a sobrinha de quatro, buceta vermelha e escorrendo porra de cachorro.
- Sempre soube que você era uma putinha curiosa. Agora mostra pro seu tio como ficou essa bucetinha depois do cachorro.
Gabriela, confusa, excitada e com medo, obedeceu. Abriu mais as pernas. O tio ajoelhou, enfiou dois dedos na buceta melada.
- Tá toda arrombada... cheia de porra de cachorro... que delícia. Marcos, segura o Max. Vamos ver até onde essa cadelinha aguenta.
O tio tirou o pau, maior que o de Marcos, veias saltadas. Esfregou na entrada melada.
- Tio... por favor... eu sou sua sobrinha...
- E é minha putinha agora. Abre esse cu também.
Ele cuspiu no cu dela, pressionou a cabeça do pau. Gabriela gemeu alto quando ele meteu no cu virgem.
- Aaaaiiii... meu cu... tá rasgando... mas continua... fode meu cu, tio...
Marcos trouxe Max de novo. O cachorro subiu mais uma vez, pau já duro, procurando a buceta. O tio segurou ela firme.
- Deixa ele te foder enquanto eu como seu cu, Gabriela. Seja a cadela que você nasceu pra ser.
Max meteu na buceta. O tio no cu. Dupla penetração brutal. Gabriela gritava de prazer, corpo sacudindo entre os dois.
- Me fodem... os dois... pica de cachorro na buceta e pau do tio no meu cu... tô cheia... vou gozar de novo... aaaahhh... porra... que delícia safada...
Eles metiam no ritmo, estocadas sincronizadas. Marcos batia punheta assistindo, depois enfiou o pau na boca dela mais uma vez.
- Chupa, Gabi. Engole enquanto te usam como uma puta.
Gemidos desesperados enchiam o mato. Gabriela gozava sem parar, corpo convulsionando, sucos e porra misturados escorrendo pelas coxas grossas. O tio rosnava.
- Toma no cu, sobrinha. Tá apertado pra caralho. Vou encher você de porra também.
Max latiu baixo, gozando de novo na buceta. O tio gozou logo depois, enchendo o cu dela. Marcos explodiu na boca pela segunda vez.
Eles saíram de cima. Gabriela caiu de lado, corpo tremendo, buceta e cu escorrendo porra de homem e animal. Max lambeu tudo de novo, focinho enfiando nos buracos usados.
O tio sorriu, acariciando o cabelo dela.
- Isso foi só o começo do fim de semana, Gabriela. Amanhã vamos repetir. E você vai aprender a ser a melhor cadela da fazenda.
Ela, exausta, satisfeita e completamente entregue, só conseguiu gemer baixinho.
- Sim... tio... eu quero mais...
A noite mal tinha começado, e o tesão dela, despertado de vez, pedia muito mais daquela loucura.

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hanbal Comentou em 08/07/2026

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Perdendo o cabacinho com um dog!

Codigo do conto:
266496

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
07/07/2026

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