De tanto insistir, fiz ela dar pro nosso cão!



Era uma noite quente de verão, daquelas que o ar parece grudar na pele e deixa todo mundo com o corpo pedindo por tesão. Eu e minha mulher, a Juliana, estávamos sozinhos em casa. Fazia anos que eu tinha perdido o cabaço com minha irmã, mas agora, casado, a curiosidade tinha tomado outro rumo. Eu sempre soube que ela tinha um lado safado escondido, daqueles que só aparece quando a gente cutuca bem fundo.
Comprei uma fita de zoofilia escondido e coloquei pra gente assistir juntos. Sentei no sofá com ela no colo, a mão já descendo devagar pela coxa macia dela. No vídeo, uma mulher loira estava de quatro no chão, o cachorro grande circulando agitado em volta dela, o pau vermelho e inchado já saindo da bainha.
- Olha só isso, amor... você acha que elas aguentam mesmo? – perguntei baixinho, enquanto meus dedos chegavam na xana dela por baixo da calcinha fina.
Juliana respirou fundo, o corpo já tremendo um pouco. A buceta dela estava encharcada, molhada pra caralho, escorrendo melzinho quente nos meus dedos. A cena mostrava o cachorro tentando subir, mas a gata ainda resistia, brincando com ele. Minha mulher não tirava os olhos da tela.
- Porra... ele quer tanto... – ela murmurou, a voz rouca de tesão.
Eu adiantei a fita, pulando as partes chatas até chegar no momento que o vira-lata acertava o alvo. O pau enorme do cão entrou de uma vez na buceta da mulher, que gritou alto, o corpo sacudindo inteiro. Ele bombava como louco, rápido, selvagem, o nó inchando dentro dela. Quando saiu, o pinto dele ficou pendurado, vermelho, grosso, com aquela bola enorme parecendo uma maçã madura, latejando.
Juliana gozou só de ver aquilo. O corpo dela se contraiu no meu colo, a buceta apertando meus dedos enquanto ela soltava um gemido longo e desesperado.
- Aaaahhh... caralho... olha o tamanho disso... – ela gemeu, os olhos vidrados.
Eu sabia que era a hora. Meu pau estava duro pra caralho dentro da calça, latejando só de imaginar.
- Vamos tentar com o nosso cão, amor? Ele tá limpo, dei banho nele hoje cedo. Nunca comeu cadela, não tem doença nenhuma. Imagina ele te comendo assim, bem fundo...
Ela hesitou no começo, o rosto corando de vergonha misturada com tesão.
- Não sei... dá nojo, amor. Ele é nosso cachorro...
- Mas olha como você tá molhada. Sua bucetinha tá pingando só de ver o vídeo. Deixa ele te lamber um pouco. Se não gostar, a gente para. Prometo.
Fui insistindo, chupando o pescoço dela, enfiando dois dedos bem fundo na xana quente e melada. Deixei ela bem doida, implorando por rola.
- Por favor... me fode... – ela pediu, rebolando na minha mão.
- Tem nosso cão louco pra colocar aqui, amor. Só você querer. Imagina ele te arrombando com aquela pica vermelha grossa.
Ela acabou concordando, a voz tremendo de excitação e medo.
- Tá bom... mas só se você ficar do lado. E ele tá bem limpinho mesmo?
Chamei o nosso cão, um pastor grande e forte chamado Thor. Ele veio correndo, o rabo abanando, já todo assanhado como se soubesse o que ia rolar. Coloquei um par de meias velhas nas patas dele pra não arranhar e pedi pra Juliana ficar no canto do sofá, pernas bem abertas, a saia levantada, a buceta exposta, rosada e brilhando de tesão.
Thor foi direto, o focinho frio encostando na xana dela. Começou a lamber com aquela língua comprida e quente, passando no grelinho inchado, enfiando na entrada da buceta, lambendo o cu também.
- Aaaaiii... porra... que delícia... – Juliana gemeu alto, as mãos agarrando o sofá. – Ele tá lambendo tudo... aaaahhh... continua, cachorro... lambe minha bucetinha...
O cão lambia com fome, o barulho molhado enchendo a sala, a língua batendo rápido no clitóris dela. Ela gozou pela segunda vez em menos de cinco minutos, o corpo se contorcendo, esguichando um pouco na cara do Thor.
- Gozei... caralho, gozei na língua dele... – ela gritava, a voz rouca.
Eu estava de pau duro pra explodir só de olhar. Meu pau latejava, vazando pré-gozo na cueca. Thor ficou uns quinze minutos lambendo, deixando a buceta dela inchada, vermelha, escorrendo baba de cachorro misturada com mel dela.
- Agora fica de quatro, amor. Deixa ele subir em você.
Juliana obedeceu, tremendo de tesão. Ficou de quatro no sofá, a bunda empinada, a buceta aberta, pingando. Thor subiu rápido nas costas dela, as patas com meias apoiando, o pau vermelho já saindo, duro e babando. Ele começou a bombar no ar, desesperado, acertando na coxa, na bunda, mas não entrava.
- Ajuda ele, amor... coloca essa pica dentro de mim... – ela implorou, a voz desesperada.
Segurei o pau do Thor, quente, grosso, latejando na minha mão, e guiei a ponta pra entrada da buceta da minha mulher. Assim que encostou, ele deu uma estocada forte e entrou tudo de uma vez.
- Aaaaaaaaahhhhh!!! Porraaa... tá entrando... que pica grossa... – Juliana gritou, o corpo inteiro sacudindo.
Thor ficou doido. Começou a foder ela com força bruta, o pau entrando e saindo rápido, o nó inchando, batendo na entrada da buceta. O barulho era obsceno, molhado, carne batendo em carne. Ele bombava como um animal selvagem, o quadril se mexendo em estocadas curtas e profundas.
- Aiiiiiiii... aiiiiiiiii... aiiiiiiiiii... ele tá me arrombando... aaaahhh... mais fundo... caralho... que gostoso... – ela gemia sem parar, a voz falhando.
Eu nem me toquei. Só de ver minha mulher sendo comida pelo nosso cão, o pau dele desaparecendo naquela buceta apertada, eu gozei primeiro. Jatos grossos de porra saíram do meu pau, sujando o chão enquanto eu olhava hipnotizado.
Juliana gozou logo depois, um orgasmo violento que quase a fez cair de lado. A buceta apertava o pau do Thor, esguichando mel em volta do nó.
- Gozandoooooooooo... tô gozando no pau do cachorro... aaaaiiii... não para... continua metendo... – ela gritava, o corpo convulsionando.
Eles ficaram grudados. O nó do Thor inchou todo dentro dela, travando os dois. Ficaram assim quase meia hora, o cão ainda dando estocadinhas curtas, ela gemendo baixinho, o suor escorrendo pelo corpo.
- Olha o tamanho disso saindo... – eu disse, quando o nó finalmente saiu com um plop molhado.
O pau do Thor estava enorme, maior que no vídeo, vermelho vivo, pingando porra misturada com mel da minha mulher. Ela desabou no sofá, a buceta aberta, arrombada, escorrendo gozo branco do cão.
- Eu aguentei tudo... nossa... nunca senti uma coisa assim... – ela falou, ainda ofegante. – Foi tão bom... ele me encheu inteira.
A partir daí, toda semana que ficávamos sozinhos em casa, a gente repetia. Eu adorava ser corneado pelo nosso cão, ver ele comendo minha mulher com aquela intensidade animal. Juliana ficava cada vez mais safada, implorando pra ele meter mais fundo, lambendo o cu dela enquanto eu assistia.
Um dia ela me contou que tinha ficado sozinha em casa, louca de tesão, e pegou o Thor sozinha. Deu pra ele gostoso, sem eu ver. Mas essa é outra história que eu conto depois, se você quiser.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
De tanto insistir, fiz ela dar pro nosso cão!

Codigo do conto:
266627

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
08/07/2026

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