Uma dupla penetração absurda!



Era um final de semana de inverno daqueles bem frios, o tipo que faz a gente querer ficar encolhido no sofá. Meus pais tinham saído cedo pra uma festa na chácara de uns parentes e só voltariam no dia seguinte à noite. A casa era só nossa, eu com meus 18 anos recém-completos, pele macia, corpo já bem desenhado de tanto malhar, e meu irmão mais velho, 21 anos, alto, forte, com aquela pica grossa que eu já tinha aprendido a amar desde a nossa iniciação sexual. A gente já tinha transado pra caralho naquela tarde, o cheiro de sexo pairava no ar como um perfume proibido. Porra seca nas coxas, buceta ainda latejando, e o gosto dele ainda na minha boca.
Estávamos assistindo um filme qualquer na sala, mas ninguém prestava atenção de verdade. Meu irmão estava sentado no sofá, calça arriada, e eu ajoelhada entre as pernas dele, chupando aquela pica dura com gosto. - Porra, mana, sua boca é tão quente... engole mais fundo, vai – ele gemia baixo, segurando minha cabeça com carinho mas firmeza. Eu lambia o pau dele inteiro, da cabeça inchada até as bolas pesadas, sentindo o cheiro masculino forte que me deixava molhada. Já tínhamos gozado uma vez cada, ele enchendo minha bucetinha apertada de porra quente, sem desperdiçar uma gota, como sempre.
De repente, ouvimos as unhas no chão. Nosso dog Leão, um pastor grande e peludo, entrou na sala farejando o ar. O cheiro de sexo estava forte demais pro bicho ignorar. Ele veio direto pra perto do sofá, deitou ali do lado, olhando com aqueles olhos curiosos. A gente riu nervoso, mas continuou um pouco. Eu me esqueci dele por um instante e voltei pro boquete no meu irmão, sugando com vontade, saliva escorrendo pelo queixo.
Foi quando senti algo quente e molhado roçando minha buceta por trás. Pulei de susto, virando rápido. Leão estava ali, nariz enfiado entre minhas pernas, cheirando a mistura de porra do meu irmão que escorria da minha frestinha inchada. - Caralho, o que é isso? – eu disse, coração acelerado. Meu irmão riu baixinho, acariciando o pelo do cão. - Calma, mana. Ele só tá curioso. Tá sentindo o cheiro da nossa foda. Você tem coragem de deixar ele te lamber um pouco? Ou quem sabe... pagar um boquete pro bicho?
Pensei por uns segundos, o tesão ainda latejando forte na minha buceta. A ideia era suja, proibida, mas aquilo me deixou ainda mais molhada. - Pode ser... vamos tentar. Chama ele aqui. Fizemos muito carinho no Leão, coçando a barriga, falando baixinho pra ele se acalmar. Eu me deitei no chão da sala, pernas bem abertas, joelhos dobrados, expondo minha bucetinha rosada, inchada e melada de porra. O cheiro subia forte. Leão se aproximou devagar, farejou, e então a língua dele veio quente, larga, lambendo toda a extensão da minha fenda.
- Ahhh... porra, que delícia... continua, Leão... lambe minha buceta toda – eu gemia, arqueando as costas. A língua dele era áspera, passava direto no meu grelinho sensível, recolhendo a porra misturada com meus sucos. Ele lambia com fome, enfiando a ponta da língua entre os lábios, explorando o interior quente e molhado. Eu tremia, mãos apertando os peitos, apertando os bicos duros. Meu irmão assistia, pau na mão, batendo devagar. - Olha só como ele tá gostando, mana. Sua bucetinha tá encharcada, o bicho tá limpando tudo.
Ele me deu uma camiseta velha pra vestir por cima e colocou meias nas patas do Leão pra não me arranhar. Ligou um filme daqueles bem pesados, mulheres gemendo enquanto dogs enormes metiam nelas. O clima esquentou mais. Eu me ajoelhei de novo, mas agora focada no Leão. Ele estava deitado de lado, o cacete vermelho já saindo da bainha, grosso, longo, com aquele nó inchado na base. Comecei a acariciar devagar, punhetando o pau do cão com a mão macia. Ele gemia baixo, um som animal que me excitava. - Olha o tamanho disso, irmão... deve ter uns 25 centímetros mais o nó. Que pica enorme.
Abaixei a cabeça e chupei a ponta, sentindo o líquido quente e salgado que ele soltava, viscoso, diferente da porra humana mas viciante. Chupava com vontade, boca esticada ao redor daquela rola canina, língua girando na cabeça. Leão se mexia, quadril empurrando levemente. Meu irmão se aproximou, assistindo de perto. - Isso, mana, chupa o cacete dele. Você tá tão safada hoje.
Depois de um tempo, o bicho se levantou, pau balançando duro. Era hora. Eu me sentei na poltrona grande da sala, coloquei uma almofada grossa embaixo da bunda pra ficar na altura certa, abri as pernas bem abertas, uma em cada braço da poltrona, buceta exposta, brilhando de saliva e porra. Leão veio, cheirou de novo, lambeu meu grelinho com força, me fazendo gritar. - Aiii... que língua gostosa... lambe mais, vai!
Meu irmão segurou o cacete do Leão e ajudou a guiar pra entrada. A cabeça grossa pressionou meus lábios, esticando. - Vai devagar, Leão... ahhh! – ele empurrou e mais da metade entrou de uma vez, me enchendo como nunca. Era quente, latejante, diferente da pica do meu irmão mas deliciosamente animal. Ele começou a bombear, metendo fundo, o pau deslizando rápido dentro da minha buceta encharcada. Eu gemia desesperada. - Porra... tá tão fundo... mete mais, Leão... arromba minha bucetinha!
Gozei pela primeira vez em minutos, corpo convulsionando, sucos escorrendo pelo pau dele. Ele continuava, quadril batendo contra mim, o nó inchando na entrada. Meu irmão olhava assustado e excitado. - Mana, o nó tá querendo entrar. Você vai aguentar? - Deixa ele colocar tudo... tá delicioso demais... ai meu deus! – respondi, voz rouca.
Com um impulso forte, o nó entrou inteiro, me esticando ao limite. Senti a dor misturada com prazer insano, buceta completamente preenchida, o pau pulsando dentro. Leão metia como louco, curto e rápido, e de repente gozou. Jatos quentes e grossos de porra canina me encheram, transbordando, escorrendo pelas minhas coxas. Gozei de novo, gritando. - Aaaahhh... tá me enchendo toda... que porra quente... goza mais, Leão!
Meu irmão enfiou a pica na minha boca e gozou também, leite grosso descendo pela minha garganta. - Engole tudo, mana... caralho, que cena!
Passaram uns 15 minutos até o nó desinchar. Leão saiu devagar, lambendo minha buceta toda, limpando a bagunça. Eu estava exausta, tremendo de prazer. Fomos tomar banho juntos, eu e meu irmão, mãos se explorando de novo no chuveiro. Mas o tesão não passava. Voltamos pra sala, corpos ainda molhados.
- Agora eu quero no meu cu, irmão – eu disse, safada. - E o Leão na minha buceta ao mesmo tempo. Você aguenta, mana? – ele perguntou, olhos brilhando. Lubrificamos bem o cacete dele e eu sentei devagar no colo dele, na beirada da poltrona. A pica grossa entrou no meu cuzinho apertado até o talo, me fazendo gemer alto. - Uhhh... tá abrindo meu cu... que delícia...
Passei lubrificante na buceta e chamei Leão. Ele veio, pau vermelho pra fora de novo, lambeu minha fenda e tentou acertar. Meu irmão segurou e ajudou. A rola canina entrou na minha buceta, apertada porque o cu já estava ocupado. - Aiii... os dois me arrombando... que sensação louca! – eu gritava. Leão metia forte, cada estocada fazia a pica do meu irmão afundar mais no meu cu. Os dois paus se encontravam separados só por uma parede fina, me deixando insana de prazer.
- Mete, Leão... arromba minha buceta... e você, irmão, fode meu cu gostoso! – os gemidos enchiam a sala. Mais de 20 minutos de foda intensa, suor, porra escorrendo, corpos batendo. O nó do Leão inchou de novo e com um impulso enorme entrou na minha buceta. Quase desmaiei. - Aaaahhh... entrou tudo... tô cheia nos dois buracos... goza, por favor!
Gozei como nunca, corpo inteiro tremendo, orgasmo atrás de orgasmo. Eles gozaram quase juntos. Leão jorrando porra na minha buceta, meu irmão enchendo meu cu de leite quente. Ficamos ali presos, exaustos, respirando pesado. Leão saiu depois de um tempo, se limpando. Eu e meu irmão ficamos conectados mais uns 10 minutos, beijando, sussurrando safadezas.
Tomamos outro banho, levamos Leão pra fora, e fomos pro quarto. Nus na cama, não conseguíamos dormir. O corpo ainda latejava. - Gostou mesmo, mana? – meu irmão perguntou, acariciando meus seios. - Jamais imaginei que seria tão bom... a pica dele é enorme, o nó me preenche toda... mas nada substitui você – respondi, beijando ele. Ele riu aliviado. - Eu também curti pra caralho. Ver você assim me deixou louco. Vamos planejar mais coisas. Quem sabe da próxima ele no cu e eu na boca, ou os dois na buceta de algum jeito.
Dormimos nus, abraçados, realizados. Os dias seguintes foram de muita sacanagem. Sempre que possível, os três juntos. Eu de quatro, Leão metendo na buceta enquanto eu chupava a pica do meu irmão. Ou eu cavalgando o nó do cão enquanto meu irmão fodia meu cu. Experimentamos de tudo, creme enrijecedor pra ajudar nas marcas, mas nada que diminuísse o prazer. Ainda estamos na flor da idade, eu 18, ele 21, e as orgias caninas só melhoram. Novas posições, novos lugares da casa, até fora quando o risco é baixo.
A sensação real não tem filme que chegue perto. O calor animal, o jeito bruto mas instintivo, a porra quente enchendo tudo, os gemidos misturados. Quem nunca provou, se tiver oportunidade segura, deixa rolar. O tesão é viciante.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Uma dupla penetração absurda!

Codigo do conto:
266621

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
09/07/2026

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