Eu me chamo Carla, tenho dezenove anos e sou uma morena safada pra porra. Cabelos negros longos que batem na cintura, corpo bem torneado de tanto malhar e tomar sol, pele bronzeada brilhando e um bumbum avantajado que faz qualquer um virar a cabeça. Moro num sobrado grande pra cacete, com quintal enorme onde cuido dos meus dois pastores alemães: Kadu e Duka. São irmãos, têm um ano e dois meses, grandes, fortes e com umas picas enormes que já me deixam louca só de olhar. Desde novinha, quando dava banho neles, eu sentia um fogo estranho subir pela buceta. Via aqueles membros rosados saindo da bainha quando eu lavava a barriga deles e minha gruta ficava molhada na hora. Eu era virgem de homem, mas cadela no cio eu já era. Um dia decidi que ia experimentar de verdade. Meus pais viajaram pro interior de São Paulo e eu inventei que não queria deixar os cachorros sozinhos. Quando o carro deles sumiu na rua, meu coração batia tão forte que parecia que ia explodir. A buceta já latejava, molhada, pingando tesão. Primeiro, levei os dois pro quintal e dei banho caprichado. Esfreguei o corpo deles com sabão, passando a mão devagar na barriga. A pica do Kadu já começou a endurecer, saindo vermelha, brilhante, com aquela ponta fina e o nó grosso no final. O Duka também ficou excitado, latindo baixinho. Meu cu e minha buceta estavam encharcados. Terminei o banho, tirei toda a roupa devagar e fiquei nua ali no gramado. Os dois latiram animados, como se soubessem exatamente o que ia rolar. Kadu veio correndo e enfiou o focinho direto na minha buceta. Aquela língua áspera, quente e molhada passou devagar pelo meu grelinho inchado. - Aaaahhh, caralho... que delícia! - gemi alto, as pernas tremendo. Ele lambeu com vontade, enfiando a língua entre os lábios da minha buceta, subindo pro cu. Duka se juntou e os dois me lambiam ao mesmo tempo, um no cu e outro na buceta. Eu gozei pela primeira vez ali mesmo, de pé, gritando: - Porra, isso, lambam a buceta da cadela de vocês! Aaaahhh! Caí de quatro no gramado, imitando uma cadela no cio. Empinei o bumbum bem alto, abrindo as pernas. Os dois cachorros enlouqueceram. Kadu e Duka lambiam meu cu com fúria, aquelas línguas ásperas entrando no meu furinho, molhando tudo. Gozei de novo, o corpo inteiro tremendo, suando. - Ai, meus cachorros... lambam esse cu gostoso! Mais fundo, porra! De repente Duka subiu nas minhas costas. Senti a pica dele cutucando minha bunda, errando o buraco várias vezes. Eu mexi o quadril, levantei mais o bumbum e guiei ele. Quando a ponta entrou no meu cu, eu quase desmaiei. - Uuuuuhhh! Isso, enfia essa pica no meu cu! - gritei. Duka começou a meter frenético, como animal que é. A pica dele entrava e saía rápido, batendo fundo. Senti o nó grosso inchando dentro de mim, prendendo tudo. A dor veio forte no começo, queimando meu cu, mas logo virou um prazer insano. - Aaaahhh! Tá prendendo! O nó tá travando no meu cuuuuuu! Porra, que gostoso! - eu gritava, desesperada. Duka metia sem parar, o corpo dele pesado sobre mim, as patas arranhando minha cintura. Eu gozava sem parar, o cu piscando em volta daquela pica grossa e quente. O nó inchou tanto que eu me senti completamente cheia, presa bunda com bunda. Ele parou de se mexer e ficou jorrando porra quente lá dentro. Eu sentia cada jato, viscoso, enchendo meu intestino. - Goza, Duka! Enche o cu da tua cadela! Aaaahhh, tô gozando de novo! Ficamos presos uns quinze minutos. Eu gemendo baixinho, o corpo todo mole de tanto orgasmo. Quando o nó desinchou e ele saiu, um rio de porra quente escorreu do meu cu aberto, pingando no gramado. Eu caí de lado, ofegante. Duka, safado, veio e começou a lamber todo o esperma que saía do meu cu. Aquela língua dele limpando meu furinho me deixou excitada de novo na hora. - Vem, Kadu... agora é tua vez, seu cachorro lindo. - eu chamei, ainda de quatro. Duka tentou subir de novo, mas eu empurrei ele de leve. - Não, agora o Kadu vai comer essa bunda. Fica quietinho. Kadu subiu rápido. A pica dele era visivelmente maior, mais grossa, o nó enorme. Quando ele enfiou, eu senti meu cu se abrindo ao máximo. - Uuuuuhhh! Caralho, Kadu! Tua pica é enorme! Tá rasgando meu cu! - gritei de prazer e dor misturados. Ele meteu fundo, rápido, selvagem. O barulho molhado da pica entrando no cu cheio de porra do irmão era obsceno. Eu empinava o bumbum, rebolando, pedindo mais. Enquanto Kadu me fodia o cu com força, eu chamei o Duka pra frente. - Vem cá, Duka... deixa eu chupar essa pica vermelha. - Ele se aproximou e eu abocanhei aquela rola quente, ainda suja da minha bunda e da porra dele mesmo. Chupei com vontade, lambendo a ponta fina, enfiando na garganta. - Mmmmmm... que pica gostosa! - murmurava entre uma chupada e outra. Kadu acelerou atrás, o nó inchando de novo, travando dentro do meu cu. Eu gozava sem parar, o corpo convulsionando. - Aaaahhh! Tô gozando pelo cu de novo! Enche, Kadu! Goza bastante! - berrei. Kadu jorrou, enchendo meu cu ainda mais. Porra quente, grossa, escorrendo pelas minhas coxas quando ele saiu. Duka gozou na minha boca quase ao mesmo tempo. Jatos fortes de esperma canino batendo na minha língua. Eu engoli tudo, gulosa: - Delícia... porra de cachorro é tão quente e grossa... Caí no gramado, exausta, o cu latejando, aberto, vazando porra dos dois. Os cachorros me lambiam inteira, limpando meu corpo suado, minha buceta inchada, meu cu destruído. Eu me sentia a cadela mais feliz do mundo. Depois daquele dia, virei viciada. Toda vez que podia, eu chamava os dois pro quintal. Uma tarde eu estava de quatro no sofá da sala, porta fechada, e Kadu me comia o cu enquanto Duka enfiava a pica na minha boca. - Isso, me fode, seus cachorros! Come o cu da tua cadela! Aaaahhh! - eu gritava, baba escorrendo. O nó do Kadu travou de novo e eu gozei tanto que mijei um pouco de tanto prazer. Meu namorado descobriu tudo aos poucos. No começo ficou chocado, mas depois ficou excitado pra caralho. Hoje ele assiste tudo. Uma noite ele sentou na poltrona, pica na mão, enquanto eu ficava de quatro no tapete. Kadu subiu e meteu no meu cu sem dó. - Olha como ele me fode, amor... olha essa pica grossa abrindo meu cu! - eu gemia olhando pra ele. Duka enfiou na minha buceta dessa vez, me enchendo pelos dois buracos. Eu gritava desesperada: - Tô sendo comida pelos dois! Os nós tão inchando! Aaaahhh, vou gozar! Porra, que delícia! Meu namorado batia punheta vendo os cachorros me prenderem, porra escorrendo da minha buceta e do cu. Depois ele me comia também, misturando o esperma deles com o dele. Eu me sentia completa, uma cadela de verdade. Hoje vivo isso com intensidade. Acordo molhada pensando nos dois, passo o dia imaginando as picas deles me arrombando. Já ensinei várias amigas zoófilas que me escrevem. Tem muito tesão pra viver, muito cu pra dar, muita porra pra engolir. Se você é cadela como eu, vem trocar ideia. Eu ensino tudinho: como preparar o cu, como aguentar o nó, como engolir tudo sem desperdiçar. A vida ficou muito mais gostosa depois que virei cadela dos meus pastores.
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