Era um tempo atrás, quando eu ainda namorava a Shirley. Ela tinha só 18 aninhos, um corpinho magro e bem modelado, daqueles que chamam atenção na rua. Mas o fogo mesmo que me consumia não era só dela. Era da Glória, a mãe dela. Glória tinha uns 38 pra 40 anos, 1,65m de pura tentação, pesando uns 46kg. Branquinha como leite, pele lisa e macia, corpo magro com curvas que deixavam qualquer homem de pau latejando. Seios pequenos mas firmes, daqueles que cabem perfeitamente na mão, bunda não era das maiores mas era redondinha e empinada o suficiente pra dar vontade de apertar forte. O jeito vaidoso dela, sempre arrumada, perfumada, era o que matava. O pai da Shirley, caminhoneiro, só aparecia nos finais de semana. Eu ficava lá em casa todo sábado, e virou vício: dominó, cerveja gelada até altas horas. Com o tempo, Glória foi ficando à vontade comigo. Começou a andar pela casa só de camisola transparente, daquelas fininhas que deixavam os bicos dos seios marcando, ou baby-dol curtinho que mal cobria a bunda. Às vezes só uma camiseta larga sem nada por baixo. Eu via a sombra da bucetinha dela quando ela se abaixava, e meu pau endurecia na hora. Tinha que disfarçar, fingir que tava prestando atenção no jogo, enquanto o sogro ria alto e a Shirley conversava distraída. Sofrimento puro, cara. Um dia, um amigo da rua organizou uma excursão pra Cabo Frio. O sogro comprou passagens pra ele e pra Glória. Eu e Shirley íamos junto, mas ela tinha acabado de arrumar emprego novo e não podia faltar no sábado. Chegou o final de semana, eu tava em casa quando o telefone tocou. Era o sogro: - Ô rapaz, não vou conseguir voltar a tempo. Já falei com a Glória. Você pode ir com ela no lugar? É da família, confio em você. Fiquei espantado, mas aceitei na hora. Arrumei a mala rapidinho e fui pro ponto de encontro. Lá estava ela, Glória, maravilhosa. Blusinha decotada mostrando o vale entre os seios pequenos e firmes, saia rodada um pouco acima do joelho, pernas lisas e perfumadas. O ônibus atrasou, saiu lá pelas meia-noite e meia. Sentamos nos últimos bancos, quase no escuro, só a luzinha fraca do corredor. A conversa começou inocente, sobre a Shirley, sobre o marido dela que mal parava em casa. Mas Glória foi mudando o tom. Ela se aproximou, voz baixa e rouca: - E aí, você faz sexo com a minha filha? Não nega não, eu sei de tudo. Ela me contou que você é muito gostoso, que tem uma pica grossa que enche ela todinha. Fiquei sem graça, mas o pau já tava mexendo dentro da calça. Ela continuou, sem vergonha: - Meu marido não consegue me fazer gozar direito. Ele mete, goza rápido e pronto. Eu fico lá, molhada, louca de tesão. Mas você... ah, eu percebo como você me come com os olhos quando eu ando de camisola pela casa. Eu sei que você fica de pau duro me imaginando. Sem mais nem menos, ela se debruçou em cima de mim. A boca carnuda colou na minha, língua quente e molhada invadindo, dançando com a minha. A mão dela desceu direto pro volume na minha calça, apertando, acariciando por cima do tecido. - Hmmm, que delícia... tá duro pra mim, né? - ela sussurrou entre beijos. Eu retribuí, enfiando a mão por baixo da blusinha, pegando aqueles seios pequenos e firmes. Os bicos já estavam duros como pedrinhas. Chupei um, depois o outro, lambendo devagar, sentindo o gosto da pele branquinha. - Aiiiii, que gostoso... chupa mais forte, vai... - ela gemeu baixinho. Glória tava doidona. Abriu o zíper da minha calça com pressa, puxou minha pica pra fora. Tava latejando, cabeça inchada, veias marcadas. Ela olhou com fome: - Nossa, que pica linda... grossa, comprida... vou chupar tudinho. E mergulhou. Boca quente, língua girando na cabeça, descendo pelo tronco, engolindo até bater no fundo da garganta. Ela chupava como se fosse a última vez na vida, fazendo barulhinhos molhados, saliva escorrendo pelos cantos da boca. Eu tentava não gemer alto, porque o ônibus tava cheio de gente dormindo. Mas era difícil. - Porra, Glória... que boca gulosa... engole mais fundo, caralho... Eu levantei a saia dela, tirei a calcinha molhada e enfiei o rosto naquela bucetinha. Era aspadinha, pequenininha, parecia de menina. Lábios finos, grelinho inchadinho pedindo atenção. Chupei devagar, lambendo o clitóris, enfiando a língua dentro da entradinha quente e melada. Ela mordia a almofada que tinha levado, abafando os gritinhos: - Aiiiii, meu Deus... que língua boa... chupa minha buceta, vai... lambe meu grelinho... ahhh, tô gozandoooooo... O corpo dela tremia, buceta pulsando na minha boca, suco escorrendo pro meu queixo. Deitamos os bancos pra trás, ganhando espaço. Ela subiu em cima de mim, posicionou a cabecinha da minha pica na entradinha e desceu devagar, engolindo tudo. - Uhhhh... que delícia... sua pica tá enchendo minha bucetinha toda... tá tão fundo... - ela gemeu desesperada. Comecei a meter pra cima, segurando a cintura fina dela. A buceta era apertada, molhada pra caralho, fazia barulho de tchap-tchap a cada estocada. O risco de alguém acordar e ver a gente fodendo ali no fundo do ônibus só aumentava o tesão. - Me fode forte... mete essa pica grossa em mim... sou sua puta agora... - ela sussurrava, rebolando gostoso. Glória teve o primeiro orgasmo assim, cravando as unhas no meu peito, buceta apertando minha pica como um punho. Gozou gemendo abafado na almofada, corpo convulsionando. Eu não aguentei muito. Segurei a bunda dela e jorrei dentro, enchendo aquela bucetinha pequenina de porra quente e grossa. - Toma minha porra toda... caralho, que buceta gostosa... Mas dez minutos depois meu pau já tava duro de novo. Virei ela de bruços no banco, levantei a saia e atolei a pica até o talo com violência. Metia fundo, bolas batendo na buceta molhada. - Aiiiii, aiiii, aiiii... me rasga... fode meu cu também... por favor... - ela pediu, voz rouca de tesão. Meu pau tava encharcado de porra e suco dela. Passei o dedo na bucetinha, lambuzei o cuzinho apertadinho e fui enfiando devagar. Ela empinava a bunda, forçando pra trás com a mão na minha coxa. - Enfia tudo... não para... soca meu cu... ahhhhhh! Comecei a bombear com vontade. O cuzinho dela era quente, apertado, mas aceitava bem. Dava pra ouvir o barulho das minhas bolas batendo. Metia forte, segurando o cabelo dela. - Toma no cu, sua safada... que cuzinho guloso... tá apertando minha pica toda... Glória gemia desesperada, mordendo a almofada pra não gritar e acordar o ônibus inteiro: - Mais forte... me arromba... tô gozando de novo... uhhhhh, porraaa! Gozei pela segunda vez, enchendo o cu dela de porra quente. Depois ela se virou, chupou minha pica toda, limpando cada gota, lambendo as bolas, gemendo satisfeita: - Hmmm, que porra gostosa... adoro chupar depois de gozar no meu cu... Quando chegamos em Campos do Jordão (o destino mudou no meio do caminho, mas ninguém ligou), passamos o final de semana inteiro trancados no quarto do hotel, fodendo sem parar. De manhã, ela acordava chupando meu pau. - Bom dia, meu garanhão... quero essa pica dura na minha boca logo cedo... Eu comia ela no chuveiro, contra a parede, água escorrendo nos corpos. Metia na buceta, depois virava e enfiava no cu, enquanto ela gemia alto agora, sem medo: - Isso, me fode os dois buracos... sou sua vadia... goza dentro de novo... À tarde, na cama, eu lambia cada centímetro. Chupava o grelinho até ela gozar jorrando na minha cara. Depois ela sentava na minha pica, rebolando devagar, descrevendo cada sensação: - Tá batendo no fundo... minha buceta tá piscando... aiiiii, que delícia sentir você pulsando dentro de mim... À noite, mais intenso ainda. De quatro, eu dava tapas na bunda branquinha enquanto socava o cu. Ela pedia mais: - Bate mais forte... me chama de puta... fode esse cu que já tá arrombado... Tinha momentos que a gente só ficava se olhando, corpos suados, pau dentro da buceta, mexendo devagar, beijando com fome. Conversas sacanas no meio: - Sua filha nunca vai saber como eu como a mãe dela melhor que ela... - eu dizia. - E eu nunca vou contar que adoro ser arrombada pelo namorado dela... me enche de porra de novo, vai... O final de semana foi uma maratona de sexo: buceta, cu, boca, seios. Gozamos incontáveis vezes. Ela tinha orgasmos múltiplos, tremendo, gritando meu nome abafado no travesseiro. Eu gozava tanto que parecia que nunca ia acabar. Quando voltamos, a vida seguiu, mas o fogo continuou. Hoje não namoro mais a Shirley, mas quando vejo a Glória, ainda trocamos aqueles olhares cúmplices. Ela passa perto, roça o corpo, e eu sei que a qualquer hora vamos repetir. Aquela coroa gostosa marcou minha vida. Lembro de cada detalhe no ônibus. O cheiro dela, mistura de perfume doce com tesão molhado. O jeito que a bucetinha dela apertava quando eu enfiava dois dedos enquanto chupava o grelinho. Ela se contorcia, pernas tremendo: - Não para... tá bom demais... vou gozar na sua boca de novo... aaaahhh! Depois, quando deitei ela de lado no banco estreito, uma perna levantada, metendo devagar pra sentir cada centímetro. A pica entrava e saía brilhando de tanto mel. Glória virava o rosto pra me beijar, língua molhada: - Me beija enquanto fode... sinto sua pica inchando dentro... goza pra mim... No hotel em Campos do Jordão, o quarto tinha uma varanda com vista pra serra. A gente fodia ali fora também, risco de alguém ver da rua de baixo. Ela debruçada na grade, saia levantada, eu metendo por trás: - Olha a vista enquanto eu como sua buceta... tá molhada pro mundo inteiro ver... - Sim... me fode aqui... não aguento mais de tesão... mete fundo... uhhhh! Tinha uma cena que marcou: ela de joelhos no carpete, eu de pé, segurando a cabeça dela e fodendo a boca com força. Saliva escorrendo pros seios. Ela engasgava mas pedia mais: - Fode minha garganta... usa minha boca como buceta... engoli tudo... Depois eu deitava e ela sentava de frente, cavalgando devagar no começo, depois rápido, bundinha batendo nas minhas coxas. Os seios pequenos pulando. Eu apertava os bicos: - Rebola gostoso... aperta minha pica com essa buceta gulosa... Ela gozava gritando, corpo todo arrepiado, suco escorrendo pelas bolas. Eu virava ela, punheta rápida e gozava no rosto, na boca aberta: - Toma minha porra na cara, sua safada... E ela lambia tudo, sorrindo safada: - Hmmm, adoro o gosto do seu leitinho... Foram dois dias inteiros assim. Acordar fodendo, café da manhã interrompido por boquete, almoço com ela sentada no meu colo com a pica dentro, jantares que terminavam em sexo selvagem no banheiro do restaurante. Cada buraco dela foi explorado mil vezes. O cuzinho ficou vermelho de tanto levar pica, mas ela pedia mais: - Arromba meu cu de novo... quero sentir você gozar lá dentro enquanto eu gozo... No último dia, antes de voltar, fizemos amor lento. Eu em cima dela, olhando nos olhos, metendo fundo na buceta. Beijos longos, mãos entrelaçadas. - Você é viciante... nunca vou esquecer essa viagem... - ela sussurrou. - Nem eu... sua buceta, seu cu, sua boca... tudo perfeito. A gente gozou junto, abraçados, corpos colados de suor. Essa foi a melhor experiência sexual da minha vida. Detalhes que ficam na memória pra sempre: o barulho molhado das estocadas, os gemidos abafados virando gritos livres no hotel, o cheiro de sexo no ar, a pele branquinha marcada por chupões que ela escondia com maquiagem depois. Se você quiser, posso contar mais sobre outros encontros que rolou depois, porque o fogo entre a gente não apagou. Ainda hoje, quando ela passa, o olhar diz tudo. Vou investir de novo, com certeza.
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