Lanny acordou sobressaltada, o coração batendo forte no peito. Eram quase meio-dia e ela tinha dormido como uma pedra. Aos 18 anos, preguiçosa do jeito que só ela era, odiava qualquer serviço de casa, mas a mãe tinha deixado tudo arrumadinho antes de sair pro plantão de enfermeira. A vizinha Mariana, aquela velha solteirona cheia de bichos, tinha viajado e pedido pra cuidarem das plantas e dos animais. - Filha, cuida dos bichinhos da Mariana amanhã, tá? Eu vou pro plantão cedo. Dá água e ração pros cachorros, especialmente pro Nero. Ele é muito atrevido, gosta de cheirar a perna da gente. Mas você já tá acostumada com ele desde pequeno, né? Lanny tinha respondido que não tinha problema. Agora, correndo pra casa da Mariana, ela abriu o portão, entrou e foi direto pra área de serviço. Pegou a mangueira, molhou as plantas com pressa, o sol quente batendo nas costas. Abriu o canil e soltou Diana, a boxer fêmea que estava no cio. A cadela nem quis saber de ração. Foi direto pro canil do Nero, um fila imenso, quase 70 cm de altura, todo musculoso e selvagem. Pela grade, Nero já estava louco. O pau dele, fino mas absurdamente comprido, já apontava duro, vermelho, latejando. Lanny ficou parada, olhos arregalados, sentindo um calor subir pela barriga. A buceta dela latejou de repente, um tesão inesperado que molhou a calcinha na hora. - Caralho... olha o tamanho da pica desse cachorro... Ela teve que pegar Diana no colo pra prender de novo. Enquanto carregava a cadela, a curiosidade falou mais alto. Abriu as pernas de Diana só um pouquinho e olhou. A buceta da cadela estava inchada pra caralho, vermelha, brilhando de melado, o cheiro forte de cio enchendo o ar. Lanny sentiu a própria bucetinha pulsar forte. Correu pra área de serviço, trancou a porta, tirou a calcinha e ficou só de camisolinha fina. Sentou no chão, abriu as pernas e puxou Diana pra perto. Esfregou a buceta quente e inchada da cadela direto na sua chana molhada. O contato era quente, melado, escorregadio. Lanny gemeu baixo, rebolando devagar no começo. - Aiiii, que delícia... sua bucetinha tá tão quente, Diana... esfrega gostoso na minha... A cadela se mexia, mas Lanny apertava firme, esfregando o grelinho inchado dela contra o da Diana. O tesão subiu rápido. Ela gozou pela primeira vez ali, tremendo, gemendo desesperada, o líquido escorrendo pelas coxas. - Porra... gozei... que gostoso... Mas não parou. Apertou mais, esfregou com força, sentindo a buceta da cadela melar toda a sua. Gozou de novo, mais forte, arqueando as costas. Depois, com as pernas moles, prendeu Diana e foi dar ração pro Nero. Quando abriu o canil, o fila imenso partiu pra cima dela. Lanny caiu, gritou e correu pra dentro de casa, fechando a porta correndo. O coração disparado. Ficou lá um tempo, respirando fundo, mas o tesão ainda queimava entre as pernas. Lembrou do que a mãe tinha falado: Nero gostava de cheirar. Saiu pro quintal devagar, a camisolinha levantada até a cintura, buceta exposta, pingando. Nero se aproximou devagar dessa vez, farejando o ar. Não quis perna. Foi direto pra entre as coxas dela. O focinho frio encostou na buceta quente e Lanny tremeu inteira. - Aiiiii, Nero... cheira... isso... cheira minha bucetinha... O cachorro lambeu. Uma lambida longa, áspera, grossa como lixa, passando direto no grelinho inchado. Lanny gemeu alto, as pernas fraquejando. - Caralho... que língua forte... lambe mais, vai... Ele lambeu com fome, enfiando a língua grossa entre os lábios da buceta dela, saboreando o melado do gozo anterior. O peso do corpo dele fez Lanny cair de quatro no gramado. Nero não parou. Devorou a bucetinha dela com vontade, a língua entrando fundo, raspando o interior quente. Lanny gritava de prazer. - Aiiiii, porra... assim... lambe minha grutinha... que delícia... não para, Nero! O grelinho dela, já grande de tanto chupar, latejava sob a língua áspera. Ela gozou de novo, jorrando na boca dele, o corpo tremendo violentamente. - Tô gozandooooooo... aiiiiiii meu Deus... que tesão do caralho! Ainda de quatro, sentindo as pernas molhadas, Lanny arqueou a cintura. Nero subiu nas costas dela, as patas dianteiras firmes na cintura fina. A pica vermelha, enorme, fina mas longa pra caralho, cutucou a buceta dela. Ele acertou na primeira estocada. - Aaaahhh! Entra... enfia essa pica toda em mim! O pau dele entrou fundo, esticando as paredes da bucetinha apertada. Lanny gritou, uma mistura de dor e prazer insano. Nero meteu forte, estocadas rápidas, o nó inchando na base. O nó era gigante. Quando ele forçou pra entrar, Lanny chorou, mas abriu mais as pernas. - Dói... mas não para... enfia o nó... arromba minha buceta! O nó passou, inchando dentro dela, travando os dois. Lanny sentiu a pica pulsar, enchendo tudo. Nero rebolava devagar, o nó pressionando o ponto G dela sem parar. Os gemidos dela viraram uivos desesperados. - Aiiiii, Nero... me fode... me arromba... tô sentindo sua pica latejar dentro... goza pra mim! Ele gozou forte. Jatos quentes, grossos, enchendo a buceta dela até transbordar. A porra escorria pelas coxas, quente, viscosa. Lanny gozou junto, o corpo convulsionando, apertando o nó com a buceta. - Tô gozando de novo... porra... quanta porra... me enche toda! Ficaram presos um tempo. Lanny quietinha, sentindo o pau dele pulsar dentro, o nó mantendo tudo travado. Quando o nó desinchou, Nero saiu devagar, rebolando. A buceta dela ficou arrombada, aberta, pingando porra branca e grossa. Antes que ela pudesse se levantar, Nero baixou a cabeça e começou a limpar. A língua áspera lambia tudo: os lábios inchados, o grelinho sensível, até dentro da buceta, sugando a própria porra misturada com o melado dela. Lanny gemeu fraca, gozando mais uma vez na boca dele. - Isso... limpa minha bucetinha arrombada... lambe tudo... que língua maravilhosa... Ele lambeu por minutos, devagar, carinhoso, até deixar tudo limpo e brilhando. Lanny ficou ali no chão, ofegante, buceta latejando, corpo todo suado e satisfeito. Daquele dia em diante, sempre que a mãe saía, Lanny voltava pra casa da Mariana. Nero já sabia o que fazer. Ela se oferecia de quatro, levantava a camisola e deixava ele cheirar, lamber e foder até o nó travar. Aprendeu a aguentar o nó maior, a rebolar junto, a gemer os palavrões mais sujos. - Vem, Nero... enfia essa pica grossa na minha buceta gulosa... me arromba como você sabe... A velha Mariana tinha treinado ele direitinho. A buceta de Lanny vivia arrombada e sempre limpinha depois das lambidas daquele fila imenso. O segredo delas duas, quente, molhado e cheio de porra.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.