A tarde estava quente no sítio, aquele calor de roça que gruda na pele e deixa tudo mais lento. Eu tinha saído para passear sozinha, mas o cachorrão da casa, um vira-lata grande, bravo e experiente, resolveu me acompanhar. Chamava ele de Thor, um monstro peludo com olhar afiado. Fomos andando até o lado da mata, um recanto escondido, cheio de sombra e silêncio, só o barulho dos pássaros e das folhas. Sentei numa pedra lisa para descansar, as pernas um pouco abertas por causa do calor. O Thor parou ao meu lado, ofegante, e foi aí que eu vi. Aquele pinto vermelho, rombudo, saindo da bainha, brilhando como a boca de um canhão grosso e úmido. Ele balançava devagar, inchando aos poucos. Eu não conseguia tirar os olhos. Meu coração acelerou, a buceta deu uma latejada traiçoeira. "Que porra é essa...", pensei, hipnotizada pela grossura vermelha, pela ponta pontuda pingando um fiozinho claro. Ele pareceu sacar meu olhar. O Thor se exibiu mais, lambendo o próprio membro, fazendo ele crescer ainda mais. Meu corpo reagiu antes da cabeça. Senti a calcinha molhando, o grelinho inchando de tesão proibido. Tentei me levantar, mas ele veio para cima. As patas pesadas no meu colo, o focinho frio cutucando minha coxa. - Não, Thor, para! - eu disse, tentando empurrar, mas ele rosnou baixo, mostrando os dentes, latindo uma vez como aviso. Minhas pernas bambearam. O medo misturado com um calor safado que subia pela barriga. Ele forçou o focinho entre minhas pernas, cheirando forte minha buceta por cima da roupa. - Ai, caralho... não faz isso... - gemi baixinho, já sentindo o mel escorrendo. Ele mordiscou a barra da minha blusa, rasgando um pedaço, depois atacou o short. Tive que tirar tudo, tremendo. Fiquei nua na frente dele, os peitos arrepiados, a buceta lisinha e inchada exposta. O Thor ficou louco. Rosnou mais alto, pulando em mim. Caí de costas na grama macia. Antes que eu pudesse reagir, ele enfiou o focinho fundo entre minhas coxas. Aquela língua comprida, áspera e quente invadiu minha buceta de uma vez. Lambeu tudo: os lábios, o grelinho sensível, depois furou fundo, como se quisesse beber meu mel. - Ahhh! Porra, Thor... que língua gostosa... - gritei, as pernas abrindo sozinhas. Ele lambia desesperado, chupando meu clitóris com força, enfiando fundo na minha vagina molhada. Gozei na cara dele em menos de um minuto, o corpo convulsionando, mel escorrendo pelo cu e pelas coxas. - Tô gozandooooooo... aiiiiii meu Deus, tô gozando no focinho do cachorro! Fiquei mole, entregue, a ingênua na mão daquele taradão peludo. Ele não teve dó nenhum. Montou em mim de quatro, as patas pesadas nas minhas costas, o corpo quente e peludo pressionando. Senti a ponta daquele pinto vermelho cutucando minha buceta, procurando o buraco. - Não... por favor... - murmurei, mas minha voz saiu fraca, traída pelo tesão. Ele empurrou forte. A pica grossa e quente entrou de uma vez, rasgando fundo na minha buceta apertada. - Aaaaiii! Que pica enorme... tá me arrombando! - gritei, a cara quase batendo no chão. Ele meteu rápido, selvagem, o nó inchando lá dentro, batendo no fundo do meu útero. Cada estocada queimava, esticava minhas paredes, o pinto latejando e crescendo mais. Eu rebolava contra ele, gemendo feito uma vadia no cio. - Mais fundo, Thor... mete essa pica toda na minha buceta... aiiiiii, caralho, tá inchando! O mundo sumiu. Só existia aquela foda animal, o barulho molhado da pica entrando e saindo, meus gemidos desesperados ecoando na mata. - Hummm... ahhh... tô sendo fodida pelo cachorro... que delícia safada! - ele rosnava no meu ouvido, as bolas peludas batendo no meu grelinho. Gozei de novo, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando o pau dele como um punho. Mas ele continuou, implacável, me prendendo com o nó que agora estava enorme, travando tudo. Tentei tirar, rebolando o cu para trás, mas só piorou. O nó pressionava meu ponto G, me fazendo chorar de prazer. - Não consigo tirar... tô presa no nó dele... aaaahhh, tô gozando de novo! - lágrimas escorriam enquanto outro orgasmo me rasgava. Fiquei ali, de quatro, cara no chão, bundinha empinada, completamente dominada por aquele monstro. O pinto queimava dentro, pulsando, enchendo minha buceta de porra quente que não parava de jorrar. Meia hora se passou assim. Eu gemendo baixinho, o corpo suado e mole, o cu piscando de tesão mesmo sem ser tocado. Quando o nó finalmente amoleceu e saiu com um plop molhado, um rio de porra misturada com meu mel escorreu pelas minhas coxas. Olhei para trás e vi o tamanho daquilo: a pica ainda semi-ereta, vermelha, grossa como meu pulso, o nó inchado do tamanho de uma laranja. - Caralho... aguentei tudo isso dentro de mim... que buceta gulosa eu tenho. Levantei devagar, pernas tremendo, a buceta latejando dolorida e satisfeita. O Thor lambeu uma última vez minha buceta inchada, como se marcasse território. Voltei para casa nua, carregando as roupas rasgadas, o corpo marcado por arranhões e mordidas leves. Agora, dias depois, ando desesperada. A buceta fica molhando só de lembrar daquela pica vermelha, daquele nó travando tudo. Não sei se volto lá na mata amanhã... ou se finjo que nada aconteceu. Mas o tesão tá gritando mais alto que a vergonha. Quem sabe eu não volto, empino essa bundinha de novo e deixo ele me arrombar mais uma vez...
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